Tag: saúde

  • Esperança na Pandemia

    Esperança na Pandemia

    A FDA dos EUA (Administração de Alimentos e Drogas em português) aprovou o uso experimental de sangue de pessoas curadas do COVID-19 como tratamento para pacientes infectados.

    As autoridades de saúde chinesas iniciaram este procedimento em meados de fevereiro de 2020, pedindo para que as pessoas que se recuperaram do novo coronavírus doem sangue para extrair o plasma com o objetivo de tratar os doentes que ainda se encontram em estado grave.

    Alguns médicos já estão usando infusões de plasma sanguíneo de pessoas que se recuperaram do coronavírus para tratar aqueles que ainda lutam contra a infecção. O método é apontado como uma solução enquanto os laboratórios farmacêuticos ainda estão em busca de desenvolverem um tratamento e uma vacina contra o vírus.

    Conhecida como terapia de plasma convalescente, o tratamento remonta ao final do século XIX, e os médicos de hoje creem que pode ser a solução provisória que necessitamos para conter o vírus enquanto são desenvolvidos tratamentos e vacinas.

    Método pioneiro

    Na década de 1890, o cientista alemão Emil Behring  foi pioneiro na implementação de um novo tratamento para a difteria. Behring, juntamente com o médico japonês Kitasato Shibasaburo, descobriu que o soro sanguíneo de animais infectados com certas toxinas poderia ser usado em humanos para tratamento de várias doenças.

    Behring descreveu na época essas moléculas protetoras como “antitoxinas” e passou o resto da década otimizando o processo, acabando por descobrir que os cavalos eram o animal mais eficiente para produzir grandes volumes de soro de antitoxinas.

    Em 1901 Behring ganhou o primeiro Prêmio Nobel da Medicina por seu trabalho sobre essas terapias com soro para difteria.
    Ao longo das primeiras décadas do século XX, o tratamento ficou conhecido como terapia plasmática convalescente, sendo frequentemente utilizado em tempos de surto de doenças infecciosas.

    Os produtos sanguíneos de pacientes recuperados eram tratamento comum para tudo, desde sarampo e papeira até poliomielite, tendo sido amplamente utilizados durante a pandemia de gripe espanhola em 1918.

    bolsas de sangue e plasma
    bolsas de sangue e plasma

    Um estudo de 2006 mostrou que essa terapia reduziu significativamente as taxas de mortalidade, de 37% entre os não tratados para 16% entre os pacientes tratados com plasma convalescente. A descoberta de antibióticos e o desenvolvimento de vacinas tornariam este método obsoleto.

    Funcionou então, pode funcionar agora
    No início dos anos 2000, um novo coronavírus respiratório apareceu na China. Perante um vírus inteiramente novo, com uma elevada taxa de mortalidade e sem opções de tratamento, médicos em Hong Kong conduziram um estudo de plasma convalescente improvisado, inspirado em estudos de casos similares recentes fora de África, e que tinham demonstrado potencial eficácia no tratamento do vírus ebola.

    A taxa de mortalidade total entre os pacientes tratados foi de 12,5 por cento e a geral em Hong Kong de 17 por cento. A ilação mais importante foi que os mais precocemente tratados apresentaram melhores índices do que aqueles que receberam o tratamento mais tarde.
    Um estudo mais recente sobre os efeitos da terapia plasmática convalescente, que incorpora relatórios clínicos desde a gripe espanhola até a SARS, detectou uma impressionante redução de 75% na mortalidade geral entre os doentes tratados com essa terapia.

    Medida provisória

    O imunologista Arturo Casadevall  reacendeu a ideia do plasma convalescente, após relatos de que o tratamento estava sendo testado na China. Casadevall não só propôs a terapia centenária como um tratamento precoce potencialmente útil em pacientes recentemente diagnosticados com o vírus, mas também como profilaxia útil para os profissionais de saúde e para membros de famílias que cuidam de pacientes com COVID-19 em casa.

    Casadevall e sua equipe da Universidade Johns Hopkins, nos EUA, rapidamente começaram a investigação, tendo a FDA respondido prontamente alguns dias depois, não só acelerando as aprovações de ensaios clínicos de plasma convalescente, como também permitindo disposições imediatas de uso compassivo. Isto possibilita aos médicos ter a capacidade de administrar o tratamento a pacientes fora das limitações de um ensaio clínico, desde que certas condições sejam satisfeitas.

    Ainda há muitas questões que precisam de ser respondidas antes que o tratamento possa ser amplamente implantado.
    Quantos anticorpos precisam ser detectados no sangue dos pacientes recuperados para que o tratamento sérico seja eficaz? Qual é a quantidade de plasma convalescente que precisa ser administrada para tratar a doença? Qual é o momento ideal para administrar o tratamento? O tratamento oferece alguma imunidade confiável em pacientes que não contraíram o vírus?

    Os cientistas não esperam encontrar com isso a cura para a COVID-19, mas somente algo que ajude a mitigar o fenômeno enquanto não houver tratamentos e vacinas.

    Produzir e implantar tratamentos de plasma convalescente requer apenas redes de bancos de sangue pré-existentes. O atual sistema de coleta e fornecimento de sangue nos Estados Unidos poderia ser rapidamente mobilizado para começar a coletar doações de pacientes recuperados da COVID-19.

    Quando Casadevall e seus colegas possam verificar a melhor prática para o tratamento, o plasma convalescente poderia ser estendido a um enorme volume de pacientes em meses, achatando a curva de transmissão e ganhando mais tempo para os cientistas trabalharem em uma vacina eficaz.

    Posição da OMS

    Mike Ryan, chefe do programa de emergências em saúde da Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que o método é válido, mas que é importante acertar o tempo de aplicação do plasma para que ele seja eficiente à imunidade dos pacientes.

    O plasma de ex-pacientes que foram infectados pelo coronavírus contém anticorpos que podem reduzir a carga viral em pacientes graves, explicou a Comissão Nacional de Saúde da China durante uma coletiva de imprensa, realizada em 17/02/2020.

    Pedido de doação de plasma
    “Gostaria de pedir aos que se recuperaram que doassem seu plasma. Ao fazer isso, dariam esperança àqueles que ainda estão gravemente doentes”, disse Guo Yanhong, funcionária da Comissão Nacional de Saúde chinesa.

    Em Wuhan, epicentro da epidemia, onze pacientes receberam transfusões de plasma no finla de fevereiro, anunciou o Ministério da Ciência e Tecnologia da China.

    “Um deles já voltou para casa, outro conseguiu se levantar e andar, e os outros estão se recuperando. Os ensaios clínicos mostraram que as transfusões de plasma (de pacientes curados) são seguras e eficazes”, disse Sun Yanrong, pesquisadora do centro biológico do Ministério.
    Em uma postagem em uma rede social, o China National Biotec Group afirmou que os pacientes que receberam transfusões de plasma viram sua condição “melhorar em 24 horas”.

    “Apenas o plasma será usado, os outros componentes do sangue, incluindo glóbulos vermelhos e plaquetas, serão restituídos aos doadores”, completaram.

    Fonte OMS

  • PERIGO !!! SINAL VERDE PARA O SALMÃO TRANSGÊNICO NOS EUA

    PERIGO !!! SINAL VERDE PARA O SALMÃO TRANSGÊNICO NOS EUA

    Salmão TransgênicoOs EUA estão prestes a servir a primeira carne modificada geneticamente do mundo: um salmão mutante que pode devastar as populações de salmão selvagens e ameaçar a saúde humana. Esse peixe Frankenstein pode abrir as comportas para a carne biotecnológica em todo o mundo, a menos que nos mobilizemos.

    Assine a petição no Avaaz

    A FDA (agência que regula remédios e alimentos nos EUA) afirmou que um salmão transgênico que cresce duas vezes mais rápido que o normal não causaria grande impacto ambiental, o que abre caminho para a aprovação do primeiro animal geneticamente modificado para ser consumido por humanos.

    A agência ainda fará uma consulta pública sobre o tema, mas especialistas veem a declaração como o último passo antes da aprovação.

    Em 2010, a FDA afirmou que o peixe era seguro como alimento, mas não tomou outras medidas desde então.

    Empresários da Aquabounty, que produz o peixe, especulam que o governo tem prorrogado qualquer ação por pressão de grupos que se opõem aos transgênicos.

    Críticos, que chamam o salmão de “frankenpeixe”, temem que ele possa causar alergias ou até dizimar a população natural de salmões se a variedade transgênica procriar na natureza –sem contar os questionamentos éticos envolvidos.

    A empresa, que já gastou mais de US$ 67 milhões para desenvolver o peixe, afirma que há medidas protetoras contra problemas ambientais –uma delas é que só seriam criadas fêmeas estéreis, ainda que uma pequena porcentagem pudesse se reproduzir.

    O peixe transgênico recebeu um gene de hormônio do crescimento do salmão do Pacífico, que é mantido “funcionando” o ano inteiro por meio de um gene de um peixe similar a uma enguia. A combinação permite que o salmão chegue ao peso ideal para venda em 18 meses em vez de três anos.

    Ainda não está claro, porém, se o público aprovará o peixe, caso a FDA dê seu aval.

    Se o salmão entrar no mercado, os consumidores podem nem saber que estão comprando peixe transgênico, já que o produto não seria acompanhado de qualquer aviso caso seja decido que ele tem as mesmas propriedades do convencional.

    A empresa diz que o novo salmão é similar ao “normal” em sabor, cor e textura.

     

     

  • MÚSICA E PSIQUE

    MÚSICA E PSIQUE

    Ao longo da evolução o som tem desempenhado um papel fundamental no desenvolvimento dos organismos vivos. O som faz parte da criação, estamos imersos nos sons da natureza: vento, rumor do mar, trovões, ruídos da chuva. As diversas formas vida emitem seus sons, enriquecendo a sinfonia da natureza. O canto dos pássaros, por exemplo, tem servido de inspiração para músicos e poetas através dos tempos.

    No ambiente uterino o feto já é capaz de escutar sons a partir da 10ª semana de gestação. Os primeiros sons que ouvimos é o batimento cardíaco de nossa mãe, som ritmado que já nos faz nascer com  a noção de ritmo. Não é por acaso que os primeiros instrumentos musicais inventados pela humanidade tenham sido os de percussão, e que até hoje esses instrumentos são utilizados para nos levar a um estado de transe regressivo, ou seja, uma regressão ao útero materno, aos primórdios da existência.

    As primeiras verbalizações da criança, os “gu-gu da-dá”, cheias de ritmo, tempo, dinâmicas e interações em forma de brincadeiras, como bater palmas, são a base para o desenvolvimento da criança como ser social. Isso levou o neurocientista, Daniel Levitin, a levantar a hipótese de que a música teve um papel fundamental não só na organização da sociedade humana quanto no desenvolvimento do cérebro humano. No seu livro “This is your Brain in Music” (Esse é seu cérebro musical) – ainda não disponível em português, ele descreve a relação entre os diferentes componentes da música, tais como timbre, ritmo, harmonia, melodia, com a neuroanatomia, psicologia cognitiva, neuroquímica e evolução.

    Ele afirma, inclusive, que a música é mais capaz que a linguagem para evocar sentimentos e emoções apontando para a capacidade que a música tem de ultrapassar os filtros criados pela linguagem. Em seu outro livro, “The World in Six Song: How the Musical Brain Create the Human Nature” (O Mundo em Seis Canções: Como o Cérebro Musical Criou a Natureza Humana) ele levanta a polêmica e não menos engenhosa idéia de que a música é um elemento crucial na identidade humana; que a música abriu o caminho para a construção da linguagem e criou condições para o desenvolvimento de projetos cooperativos.

    Polêmicas à parte, é certo que a música é um fenômeno central na vida humana em todos os tempos e exerce uma poderosa influência sobre nossas funções vitais tanto físicas quanto emocionais. Há inúmeros estudos que demonstram esse fato, inclusive um estudo com bebês prematuros mantidos em incubadoras que apresentam melhora em seu estado de saúde geral (sinais vitais) ao serem expostos a uma audição de harpa. Esses estudos demonstram que a música tem a propriedade de afetar o nosso sistema nervoso de forma natural e espontânea, ativando determinadas funções vitais de acordo com suas características, inclusive atuando sobre os núcleos do Sistema Límbico (Cérebro Emocional) afetando nossas emoções.

    A partir desse entendimento tem se desenvolvido uma nova disciplina chamada “Semântica Musical”, a qual pretende compreender as complexas inter-relações entre as combinações de sons e seus efeitos sobre a psique, em outras palavras, compreender a experiência musical humana. A música constitui-se de uma sintaxe de notas musicais ordenadas em determinasida disposição. É assim que a música se expressa chegando ao nosso sentido auditivo possibilitando um sentimento estético. A sintaxe é a ordem presente na música, o encadeamento de sons que se unem harmoniosa e melodicamente. A música é a arte de combinar sons de maneira agradável ao ouvido através da sensibilidade.

    Em vista destas descobertas, outros estudiosos levantaram hipótese sobre a influência dos diferentes estilos musicais sobre nossas funções mentais. É sabido que certos tipos de música são capazes de desencadear sentimentos e emoções diversas, como vitalidade, pode, tranqüilidade, medo, alegria, tristeza, raiva, compaixão, amor, ódio, etc. Dependendo da forma como se combina os diferentes elementos musicais – ritmo, harmonia, melodia, tom, volume – podemos obter diferentes efeitos sobre nossa psique. Os diretores de cinema sabem muito bem disso e utilizam a música como elemento fundamental para dar o clima emocional de suas produções. Quem não sente medo, por exemplo, ao ouvir a trilha sonora de “Psicose” de Alfred Hitchcock ou um certo grau de pânico diante da música do filme “Tubarão”. Já outras músicas nos trazem a sensação de enlevo, paz e felicidade, tais como as trilhas sonoras dos desenhos animados de Walt Disney.

    Uma das mais famosas tentativas de atribuir poderes especiais à música está a criação do chamado “Efeito Mozart”, que criou grande polêmica no final da década de 90 e continua até hoje criando adeptos e contestadores. O Efeito Mozart foi o termo cunhado por Alfred Tomatis, do Centro de Neuropsicologia da Univercidade da Califórnia, que realizou um estudo demonstrando que a audição de músicas de Mozart era capaz de acelerar o desenvolvimento cerebral de crianças com menos de três anos.

    Outro estudo revelou que um grupo de estudantes do Departamento de Psicologia que ouviu a dez minutos da “Sonata para Dois Pianos em Ré Maior” de Mozart (K448) comparado ao o grupo que não ouviu, conseguiu notas mais altas em 9 a 10 pontos da tabela de QI. Esses estudos alimentaram a também polêmica iniciativa do governador do Estado da Geórgia, Zen Miller, que distribui um CD com músicas de Mozart a cada recém nascido. Posteriormente um outro autor, Don Campbell, publicou um livro intitulado “O Efeito Mozart”, que se tornou best seller (edição brasileira esgotada atualmente), afirmando não apenas as propriedades curativas da música de Mozart com de outros compositores.

    Esse livro, popularizou ao conceito do Efeito Mozart, mas criou grandes resistências à pesquisa do tema no meio científico, pelo fato de as propriedades propaladas por Campbell não terem maior embasamento científico; Como consequência o assunto caiu no ostracismo científico até recentemente quando o neurobiólogo norte-americano, Gordon Shaw e seus colaboradores usaram aparelhos de ressonância magnética para mapear as áreas do cérebro que são ativadas pela música – ressonância magnética funcional. Perceberam através desse estudo que Percebeu-se então que, além do córtex auditivo, onde o cérebro processa os sons, a música também ativa partes associadas com a emoção e, com a música de Mozart, o cérebro todo se “acende”.

    Independentemente das divergências científicas sobre o assunto, o efeito que a música causa em nosso estado emocional é um fato inegável, que faz parte da experiência empírica de todos nós. O que ainda não está definitivamente claro, é como se pode utilizar as propriedades da música de forma científica, seja para promover a saúde física e mental quanto como fator coadjuvante no tratamento de doenças físicas e mentais. Muitos estudos vem sendo conduzidos sobre esse tema e, em breve, teremos desdobramentos interessantes que irão jogar mais luz sobre esse tema tão interessante quanto polêmico. Isso não impede que uma outra disciplina não-médica, uma técnica de terapia complementar chamada Musicoterapia, vinculada à Arteterapia, continue se desenvolvendo e sendo aplicada em muitos ambientes com resultados muitas vezes animadores.

    Musicoterapia, segundo definição da UBAM – União Brasileira de Associações de Musicoterapia, é a utilização da música e de seus elementos constituintes, ritmo, melodia e harmonia, por um musicoterapeuta, com um cliente ou grupo, em um processo destinado a facilitar e promover comunicação, relacionamento, aprendizado, mobilização, expressão, organização e outros objetivos terapêuticos relevantes, a fim de atender as necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas. A Musicoterapia busca desenvolver potenciais ou restaurar funções do indivíduo para que ele ou ela alcance uma melhor qualidade de vida, através de prevenção, reabilitação ou tratamento. Algumas universidades brasileiras já oferecem cursos de Bacharelado em Musicoterapia.

    Outra disciplina que vem apresentando desenvolvimento crescente, e que também se vale da música associada ao movimento, com objetivos semelhantes, é a Biodança, um sistema criado pelo antropólogo e psicólogo Chileno Rolando Toro. A Biodança é ensinada no mundo todo em Escolas de Formação de Facilitadores sob a estrita supervisão da Fundação Biocêntrica Internacional, fundada por Rolando Toro.

     

  • FITOTERÁPICO CASTANHA DA INDIA

    FITOTERÁPICO CASTANHA DA INDIA

    Uma das plantas mais utilizadas no Brasil para problemas circulatórios é a castanha da índia pois esta planta medicinal possui inúmeras funções e uma das que se destacam com certeza é o fortalecimento e auxílio no sistema cardio vascular.

    A planta em sí da castanha da india é semelhante a outras, por exemplo as folhas são parecidas com as de algumas espécies de pinheiros norte americanos ou até mesmo uma certa semelhança com a folha da mandioca, já a semente que é o que tem fins medicinais, se parece com o nosso guaraná.

    Mas o que diferencia a castanha da india de outras plantas com que ela se parece é seu valor medicinal como fitoterápico, ela tem o poder de restaurar a circulação especialmente em pernas de pessoas com varízes e também auxilia e muito no tratamento de hemorróidas se for feito uma associação com outra planta medicinal chamada de hamamelis, se for feita a associação com o ginko biloba ela potencializa seu poder de ajudar o sistema circulatório auxiliando também na circulação cerebral.

    Ela pode ser tomara tanto em forma de chá, sendo fervida se for colocada partes de sua semente ou até mesmo ela inteira, se for no caso de pó pode ser feita apenas a infusão, e também pode ser consumida em forma de capsulas que é encontrada em lojas de produtos naturais e farmácias. A castanha da india é um fitoterápico e deve ser consumido sob orientação de médico ou nutricionista, mas seus benefícios para a manutenção e prevenção da saúde são extraordinários.

     

  • FITOTERAPIA NO BRASIL

    FITOTERAPIA NO BRASIL

    No Brasil, o emprego das plantas na medicina popular surgiu por intermédio dos índios com a contribuição dos negros e dos europeus. Quando ainda era colônia de Portugal, os cuidados médicos eram restritos às metrópoles, enquanto na zona suburbana e rural, a população tinha que recorrer às ervas medicinais.

    Assim, essa terapia alternativa de cura surgiu da mistura de conhecimentos dos indígenas, fazendeiros e jesuítas. Os escravos africanos também tiveram sua contribuição na tradição do uso de plantas medicinais, em nosso país, ao trazerem consigo plantas para usarem nos rituais religiosos e por suas propriedades farmacológicas, descobertas empiricamente.

    Os índios que aqui habitam, em suas diversas tribos, utilizam as plantas medicinais e através dos pajés, o conhecimento sobre as ervas locais e sua utilização é transmitida e aprimorada entre as gerações. Quando os descobridores chegaram, depararam-se com esses conhecimentos, principalmente aqueles que passaram a viver no país, sentindo necessidade de utilizar o que a natureza lhes tinha a oferecer, além do contato com os índios que passaram a auxiliá-los. Dessa forma, os europeus ampliaram seu contato com a flora medicinal brasileira e utilizaram-na para suprir suas necessidades alimentares e medicamentosas.

    A partir daí, no Brasil, até o século XX, utilizavam-se bastante as plantas medicinais para curar diversas enfermidades, sendo essa prática tradicionalmente transmitida ao longo dos tempos.

    A partir do momento em que os leigos começaram a utilizar formas alternativas de cura, sem o conhecimento acadêmico, surge o conflito entre as formas de cura alternativa e o saber científico.

    Contudo, com a industrialização, a urbanização e também a evolução tecnológica relacionada à elaboração de fármacos sintéticos ocorreu aumento da utilização desses medicamentos pela população, deixando-se de lado o conhecimento tradicional das plantas medicinais.

    A crença na utilização das plantas no tratamento das doenças obtinha bons resultados, mas aos poucos foi sendo substituída pelo uso dos remédios industrializados, que prometia cura rápida e total.

    Porém, devido aos efeitos colaterais ou ao alto custo dos medicamentos, o uso das plantas foi novamente retomado. As pessoas estão questionando os riscos da utilização abusiva e irracional de produtos farmacêuticos e procuram substituí-los pelas plantas medicinais. Além disso, existe uma insatisfação da população em relação ao sistema de saúde oficial, assim como também a necessidade do controle de seu próprio corpo e recuperação de sua saúde, assumindo as práticas de saúde para si.

    Embora as drogas sintéticas ainda representem a maior parte dos fármacos utilizados pela população, o espaço da fitoterapia tem crescido na farmácia caseira.

    O uso dessa prática alternativa em saúde persiste até hoje devido à dificuldade no acesso à assistência de saúde para parte da população.

    Contudo, apesar de ser um método com baixo custo e não agressivo pode desencadear alguns efeitos colaterais se utilizada incorretamente. Assim, várias pesquisas científicas vêm sendo realizadas com objetivo de alertar e indicar o uso correto de determinadas plantas.

    Na década de 80, foram realizadas pesquisas a fim de verificar o uso de terapias alternativas de mães e gestantes em Centros de Saúde na cidade de São Paulo. Observou-se como eram utilizados e obtidos os conhecimentos sobre as plantas medicinais, constatando-se que a maioria já havia utilizado a fitoterapia para diversos males, como tentativas de aborto (com ou sem sucesso). Outras conheciam, porém não utilizavam por não acreditarem ou não encontrarem as plantas de que precisavam.

    Em uma pesquisa foi verificada a utilização de terapias alternativas por enfermeiros brasileiros com objetivo de descobrir o como, o porquê e o que eles utilizavam ou indicavam aos seus pacientes. Segundo os resultados obtidos, os enfermeiros utilizavam, cada vez mais, métodos alternativos no cuidado com os pacientes, justificado pela falta de credibilidade nos recursos alopatas e pela facilidade do cuidado e manutenção da saúde dos pacientes com um custo mais baixo.

    No Piauí foi realizado um trabalho com mulheres – mães de crianças até cinco anos – com objetivo de fazer comparação entre os saberes científicos e populares na utilização das plantas medicinais em condições de saúde-enfermidade. Essas mães tinham mais contato com farmácias vivas – criadas pela Universidade Federal do Ceará – para viabilizar a utilização de plantas medicinais aos que não tinham acesso à alopatia – do que com médicos. Constatou-se que o uso das plantas medicinais nos programas de atenção básica em saúde pode ser uma alternativa terapêutica devido ao baixo custo, facilidade na aquisição e compatibilidade com a cultura da população atendida.

    Desde 1976, a Organização Mundial da Saúde (OMS) tem o objetivo de considerar a chamada medicina tradicional, difundir práticas úteis e eficazes e a promover integração dos conhecimentos e das técnicas da medicina ocidental nos sistemas de medicina tradicional em seus programas de promoção de terapias alternativas.

    Em 1978, a OMS recomendou na Conferência de Alma-Ata, que fossem estabelecidas políticas nacionais de saúde com base no uso de recursos da medicina tradicional por meio dos sistemas nacionais de prestação de serviços de saúde.

    A OMS tem incentivado os países na identificação e exploração dos aspectos da medicina tradicional que fornecem remédios ou práticas eficazes e seguras, para que se obtenha saúde, as quais devem ser recomendadas em programas relacionados aos cuidados primários de saúde.

    Em 1986 no Brasil, aparece pela primeira vez oficialmente, no Relatório Final da VIII Conferência Nacional de Saúde, a proposta de se introduzir as práticas alternativas de assistência à saúde, nos serviços de saúde, dando ao usuário o direito democrático de escolher a terapêutica de sua preferência e incluir o conhecimento das práticas alternativas no currículo de ensino em saúde.

    O Conselho Federal de Enfermagem (COFEN), em 1995, aprova o parecer 004/95, que discute as atividades em terapias alternativas com fundamento na visão holística de totalidade do ser humano, o que favorece as práticas de terapias naturais de saúde por profissionais de enfermagem desde que os mesmos tenham comprovação de formação básica em tais terapias a fim de proporcionar o tratamento seguro para si e para o cliente.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), hoje a utilização de plantas medicinais é a principal opção terapêutica da maior parte da população mundial (cerca de 80%). O mercado de fitoterápicos movimenta aproximadamente US$ 22 bilhões ao ano. No ano 2000, o setor arrecadou US$ 6,6 bilhões nos EUA e US$ 8,5 bilhões na Europa. Recentemente, uma pesquisa comprovou que aproximadamente 37% da população adulta dos EUA utiliza esses produtos, onde são considerados “suplementos dietéticos”, diferente do Brasil, onde são classificados como medicamentos, de acordo com a Portaria nº22/1967 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária e pela Resolução-RDC nº17/2000 5. Estima-se que, no Brasil, esse comércio seja da ordem de 5% do mercado total de fármacos, avaliados em mais de US$ 400 milhões.

     

  • CONHEÇA AS DIFERENÇAS ENTRE FITOTERAPIA E HOMEOPATIA

    CONHEÇA AS DIFERENÇAS ENTRE FITOTERAPIA E HOMEOPATIA

    A Fitoterapia é o tratamento mediante o uso de plantas (reino vegetal). As matérias-primas dos fitoterápicos são plantas (folhas, caule, flores, raízes ou frutos) com efeitos farmacológicos medicinais, alimentícios, coadjuvantes técnicos ou cosméticos.

    Na Homeopatia os medicamentos são preparados a partir de substâncias provenientes dos reinos mineral, vegetal ou animal. A lei que rege a homeopatia afirma que os semelhantes se curam pelos semelhantes. Uma pessoa sã ingere doses tóxicas de certa substância e apresenta dores gástricas, vômitos e diarréia; essa mesma substância, preparada homeopaticamente, é administrada ao enfermo que apresenta dores gástricas, vômitos e diarréia, obtêm-se a cura desses sintomas.

    As preparações básicas dessas substâncias recebem o nome de tinturas-mãe e a partir delas são iniciados os processos das diluições sucessivas seguidas de agitação (dinamização), chegando-se às doses mínimas. Desta maneira, a toxicidade das substâncias é atenuada e o potencial curativo é aumentado. A dinamização desperta na substância a capacidade de agir sobre a força vital do organismo vivo. A homeopatia não trata doenças trata a pessoa que apresenta a doença.

     

     

  • MENOPAUSA E HOMEOPATIA

    MENOPAUSA E HOMEOPATIA

    Menopausa não é doença, é apenas um importante estágio no amadurecimento da mulher. Quanto mais as mulheres compreenderem o sentido desta mudança, mais preparadas estarão para escolher os recursos disponíveis.

    Calores seguidos de dor de cabeça, suores ou “fogachos”, alteração de humor, irritabilidade, depressão, sensação de vazio ou de carência afetiva, insônia, aumento de peso, retenção de líquidos, isolamento, aumento das taxas de colesterol e triglicerídeos, taquicardia, dores poliarticulares, cansaço crônico e indisposição geral são os principais sintomas que as mulheres passam a ter geralmente depois dos 50 anos, com a chegada do climatério e da menopausa.

    É um período marcado pela diminuição gradativa da produção dos hormônios femininos no qual a menopausa é apenas um evento, o da última menstruação. Mas para muitas mulheres, a menopausa tem sido um pesadelo, tanto físico como emocional, principalmente nos dias de hoje, quando se valoriza demais a juventude, dando-lhe a sensação de envelhecimento, término de vigor e frustração. É preciso que as mulheres compreendam melhor este estágio em que todos os desconfortos são causados pelos esforços que o organismo faz para se adaptar às variações dos níveis hormonais. Ao mesmo tempo, devem buscar uma solução para minimizar os desconfortos com o mínimo de riscos à saúde.

    Para reduzir os incômodos do climatério, período que pode levar de 6 a 8 anos antes e depois da menopausa, existem hoje três tipos de terapêuticas disponíveis: a reposição hormonal sintética, a reposição hormonal de origem vegetal e a homeopatia.

    A reposição hormonal sintética, já relacionada a um aumento na incidência do câncer de mama, das doenças cardíacas e dos derrames, também quase dobra o risco de morte por câncer no pulmão em mulheres, segundo estudo recentemente publicado na revista The Lancet por pesquisadores do Centro de Pesquisas Biomédicas de Los Angeles, do Centro Médico Harbor – UCLA (EUA). De acordo com os pesquisadores, os resultados da pesquisa sugerem que os hormônios não provocam, por si mesmos, o câncer de pulmão, mas aceleram o crescimento de tumores existentes, tornando-os mais agressivos e aumentando a probabilidade de metástase.

    Outra forma alternativa para a terapia de reposição hormonal durante o climatério e menopausa é a reposição hormonal de origem vegetal, geralmente através de fitoestrógenos. O fitoestrógeno, estrutura encontrada numa substância chamada isoflavona, é muito semelhante ao estrógeno, só que atua de forma mais amena. No caso da menopausa, age suprindo a falta do estrógeno e, consequentemente, diminui os seus sintomas.

    Mas existe também uma terceira forma, totalmente natural, não hormonal, e que não aumenta o peso corpóreo: a terapêutica homeopática. O tratamento melhora comprovadamente os sintomas do climatério, além de poder se utilizado juntamente com outras drogas. Este tratamento, que precisa ser feito sempre com acompanhamento médico, pode ser feito com medicamentos homeopáticos.

    O Laboratório Almeida Prado, a maior e mais tradicional fabricante de produtos homeopáticos do país, lançou recentemente o MENOEX® que possui em sua fórmula seis ativos homeopáticos que promovem um tratamento que equilibra o organismo, com resultados visíveis.

    Um trabalho realizado pelo Ambulatório de Ginecologia da Unidade de Homeopatia do Hospital do Servidor Público Municipal, em São Paulo, demonstrou que o tratamento homeopático apresentou resposta benéfica em 89% das pacientes estudadas com idades entre 42 e 61 anos – sendo que deste total, 42% apresentaram melhora total da queixa principal – além de comprovar que o tratamento homeopático é mais acessível que o hormonal, além de ser isento de efeitos colaterais.

  • DEPRESSÃO E HOMEOPATIA

    DEPRESSÃO E HOMEOPATIA

     “A Depressão é a pior dor não física conhecida pelo ser humano”.

    O que é Depressão?

    Depressão

    É uma alteração significativa do estado de ânimo, qualificada mais recentemente como distúrbio do humor.

    O desequilíbrio das substâncias químicas do sistema nervoso central pode estar por trás das doenças mentais.
    As drogas usadas pela psiquiatria afetam os níveis destas substâncias, chamadas de neurotransmissores, pois transmitem sinais elétricos entre as células do cérebro.

    Elas são produzidas através dos alimentos e afetam nosso pensamento e comportamento.
    O excesso ou a deficiência de alguma delas prejudica a função cerebral, provocando distorções do humor, das percepções e das emoções. A deficiência de serotonina tem sido associada à ansiedade e à depressão.
    O organismo produz serotonina a partir do aminoácido l-triptofano na presença da vitamina b6 (piridoxal-5-fosfato). O ferro, o cromo, a vitamina c e o magnésio também ajudam a converter o triptofano em serotonina.
    Autópsias realizadas em muitos suicidas mostram um baixo nível de serotonina no cérebro. As drogas antidepressivas funcionam através do aumento do nível de serotonina e norepinefrina no cérebro.
    A dopamina está relacionada ao prazer. acredita-se que sua escassez possa resultar em depressão e o excesso em mania. O caminho para a produção de dopamina começa com o aminoácido fenilalanina e passa pelo aminoácido tirosina. Dentre outros nutrientes necessários à essa conversão estão as vitaminas b6, c e os minerais ferro, magnésio, manganês, cobre e zinco. O caminho para a produção de dopamina começa com o aminoácido fenilalanina e passa pelo aminoácido tirosina.Dentre outros nutrientes necessários à essa conversão estão as vitaminas b6, c e os minerais ferro, magnésio, manganês, cobre e zinco. Deficiência na transmissão cerebral de dopamina e de noradrenalina pode gerar estados depressivos.
    A serotonina está envolvida no ciclo do sono, na regulação términca, no controle do comportamento agressivo e nas oscilações do humor. sua depleção nos neurônios efetores está relacionada a quadros depressivos.
    Estimular o humor no sentido antidepressivo através da alimentação significa aumentar a formação e a transmissão da serotonina, dopamina e noradrenalina, envolvendo a administração dos seus precursores : l-triptofano, l-fenilalanina e l-tirosina com o devido complemento de vitamina b6 e cromo.
    Na depressão pode haver uma deficiência de vitamina b1, b3, b5, b6, b12, c, magnésio, zinco, ferro e cromo.
    Tomando os aminoácidos tirosina e triptofano, tanto os níveis de norepinefrina quanto de serotonina aumentam.
    A l-tirosina está envolvida na síntese da adrenalina e os níveis ade drenalina “são quase sempre ínfimos em pacientes com adepressão”. Cafeína, tabaco, álcool e açucar podem ser bastante problemáticos para pessoas propensas à depressão.
    Através de estudos foi observado uma sobrecarga de vanádio no organismo de pessoas com distúrbio bipolar, tanto na fase maníaca quanto na fase depressiva. A vitamina c pode ajudar a remover do organismo o excesso de vanádio.
    Muitas pessoas deprimidas melhoram sozinhas, mas a deterioração dos sentimentos pode aumentar, caracterizando uma depressão mais profunda.
    Algumas pessoas experimentam uma depressão tão severa, que suas vidas são transformadas, e se esforçam por achar um significado e um propósito para ela. Para estas pessoas existem várias abordagens que podem ajuda-las a sair da depressão : psicoterapia,homeopatia, alopatia, fitoterapia, alimentação natural e várias outras práticas com o corpo como a ioga, etc.
    “A depressão severa está sendo reconhecida como um dos maiores problemas de saúde pública neste século”.
    “A depressão é tão universal como o resfriado comum. pode ser tão superficial que nem mereça este nome… ou pode mudar para o outro extremo, podendo paralisar quase totalmente qualquer ação”.
    O médico grego hipócrates descreveu a depressão quatrocentos anos antes de cristo.
    Algumas pessoas deprimidas são capazes de levar uma vida relativamente normal. Para outras pessoas, todavia, certos estágios da depressão são por demais escuros e vazios para que elas tentem fazer qualquer coisa a respeito. Algumas pessoas conseguem controlar certas situações que contribuem para a autopreservação, como comer e beber; mas há quem fique tão deprimido que perde até mesmo essa capacidade.

    Sintomas da depressão

    Há muitos níveis diferentes de depressão, desde um vago sentimento doentio até sintomas extremos, como ouvir vozes, ter alucinações e passar por impulsos suicidas que algumas vezes acompanham as depressões mais profundas.

    Nos distúrbios depressivos de gravidade moderada as características centrais são humor depressivo, pessimismo, falta de alegria, diminuição da energia. O paciente pode se tornar negligente com sua aparência e o seu modo de vestir.

    Os outros sintomas são variáveis e incluem:

    • irritabilidade
    • impaciência, raiva e hostilidade incomuns
    • afastamento social
    • choro
    • perda ou ganho de peso
    • perda de apetite ou excesso de guloseimas
    • falta de concentração
    • incapacidade de tomar decisões
    • desinteresse pelo sexo
    • sensação de impotência
    • violentas mudanças de humor
    • desesperança
    • temor e ansiedade
    • culpa
    • sensibilidade às críticas
    • lágrimas sem motivo aparente
    • sentimento de inadequação
    • mudanças no hábito de dormir
    • desinteresse pelas pessoas e atividades antes consideradas importantes.
    • sentimentos descontrolados de desesepero total
    • retraimento

    A mudança no estilo de vida geralmente é o indicador mais claro da depressão.
    Em seus piores momentos a depressão assemelha-se a uma nuvem escura e espessa que desce sobre nós de maneira inesperada.
    Algumas pessoas notam que o indivíduo está sofrendo por dentro, mas geralmente elas não sabem o que poderiam fazer, como fazer ou dizer.

    Outras pessoas, que muitas vezes são os parentes mais próximos, os amigos, insistirão que a pessoa se controle, que ela não tem nada e precisa sair dessa para continuar a viver normalmente.
    As pessoas que acreditam em respostas simples estão equivocadas. As frases ditas por elas apenas lançam o indivíduo em uma depressão profunda. O mundo assume uma realidade de isolamento.É neste mundo em que vivem os depressivos.

    “Agora estou mergulhando no desconhecido. será preciso muito tempo para que me desvencilhe da tristeza. não há atalhos, será preciso percorrer todo o longo caminho”.

    Tipos diferentes de depressão

    Depressão endógena

    A Depressão é considerada como se viesse de dentro da pessoa, é uma indicação que há algum tipo de desequilibro na química do corpo da pessoa.
    Para os psicoterapeutas, essas causas podem proceder da infância ou de algum outro trauma que nunca foi resolvido.
    Na maioria das vezes os pacientes são tratados tanto por meio da terapia quanto por meio da medicação antidepressiva.

    Depressão reativa

    Com grande freqüência, a depressão é uma reação a eventos ou a circunstâncias. Quando as coisas importantes nos acontecem, reagimos. A morte de alguém a quem amamos, a idéia de deixarmos o nosso lar, uma doença pode fazer-nos mergulhar no desespero. Parte do nosso desespero pode vir da ira não-reconhecida e também causada pelo temor. Todas essas coisas servem de combustível para a depressão em potencial, visto que não conseguimos controlá-las, recuamos para a depressão reativa como medida de proteção.

    O estado de ansiedade

    A depressão é freqüentemente invocada como álibi psicológico por quem não quer enfrentar a ansiedade.
    As descrições de ansiedade e depressão parecem opostas:

    O ansioso apreende o futuro apoiando-se no passado, enquanto o deprimido está inteiramente voltado em direção ao passado e não percebe nenhum futuro;
    O ansioso possui uma grande energia, mesmo se estiver se sentindo bloqueado (inibição ansiosa), enquanto o depressivo vê sua energia sumir (desânimo depressivo);
    O ansioso procura desesperadamente uma saída, enquanto o deprimido se vê sem saída.
    O deprimido se sente esmagado pelo presente e se refugia no passado, e o ansioso se sente insatisfeito com o presente e apreensivo quanto ao futuro.
    É muito raro encontrar deprimidos que não apresentem nenhuma ansiedade e os estudos epidemiológicos mostram que os ansiosos correm grandes riscos de vir a sofrer depressão se não forem tratados. Os dois estados se misturam no que se convencionou chamar de:

    Estados ansiosos-depressivos:

    o ansioso / o depressivo
    inquieto / tem certeza da infelicidade
    inibido / desanimado
    febril / desligado
    ativo / inativo
    enerva-se / escarnece a situação
    fugidio / imóvel
    oprimido / desesperado
    irritado / triste
    não consegue dormir / acorda tarde
    procura uma saída / não vê solução
    quer sarar / não quer mais acordar
    teme a morte / deseja a morte
    se sente tenso / se sente vazio
    não consegue se concentrar / não consegue refletir
    colérico / indiferente
    suportam mal os outros / se auto-acusa
    não consegue fazer nada / deseja não fazer nada
    vê perigos / vê desgraças
    diarréia / resfriados
    transpira / frio

    Transtorno afetivo bipolar

    Num momento elevação do humor, da energia e da atividade (mania) e em outro momento um rebaixamento do humor com redução da energia e da atividade (depressão).
    Os três graus de depressão
    Leve, moderada ou grave, o paciente apresenta rebaixamento do humor, redução da energia e diminuição da atividade.
    Existe uma alteração da capacidade de experimentar o prazer, perda de interesse, diminuição da capacidade de concentração, associadas em geral a fadiga acentuada, mesmo após um esforço mínimo.
    Em geral com problemas de sono e diminuição do apetite.
    Existe quase sempre uma diminuição da auto-estima e da autoconfiança e freqüentente idéias de culpabilidade e/ou indignidade, mesmo nas formas leves.
    Pode ser acompanhado de sintomas somáticos como perda de interesse ou prazer, despertar precoce, depressão matinal, lentidão psicomotora acentuada, agitação, perda do apetite, perda de peso e perda da libido (desejo sexual).
    Na depressão leve ou na moderada o paciente vai perdendo gradativamente a capacidade de desempenhar as suas atividades de rotina.
    Na depressão grave surgem vários sintomas como perda da auto-estima, idéias de desvalia ou culpa, idéias e atos suicidas. pode surgir um episódio depressivo grave com sintomas psicóticos, como alucinações, idéias delirantes, lentidão psicomotora ou estupor com impossibilidade de manter as atividades sociais.
    Para o médico homeopata o mais importante é identificar o modo reacional de cada um ao meio onde vive, ou seja, os sintomas do paciente.
    A seguir descreveremos alguns tipos homeopáticos e como eles fazem seu quadro depressivo.

    Depressão Melancólica de Aurum Metallicum

    Uma cólera violenta pela menor contradição ou pelo menor obstáculo.
    Sua agitação o impede de dormir.
    Corre o risco de descompensar devido a um choque afetivo, um fracasso profissional e pela velhice.
    Decepcionado consigo, se sente inferior, se diz incapaz de fazer algo de bom, repleto de amargura. evita conversa.
    Se torna descuidado com suas roupas e seus modos, sentimentos irracionais de grande culpa, remorso, auto-acusação, delírio de autopunição.
    Desgosto pela vida, amargura, misantropia, desespero, pessimismo.
    Desejo de morrer, acha que merece a morte, desejo obsessivo pelo suicídio.
    Aurum é o medicamento homeopático mais freqüente nos riscos de suicídio quando acompanhado destes sintomas.
    Sente como se tivesse que fugir para longe.
    Gostaria de morrer ou dormir e nunca mais acordar.Sente tanta preguiça que prefere ficar sentado a ir para a cama.
    Triste com lágrimas, mas não consegue chorar, mesmo nos momentos mais dolorosos.
    Depressão com exaustão, se sente muito deprimido e aborrecido, quer ficar só com dor no coração.
    Mal humorado, não quer ver ninguém.
    Tem medo de ser envenenado.
    Se aborrece por visões, que lhe provocam choro.

    Depressão desesperadora de Arsenicum Album

    Queixas e reclamações do deprimido reivindicador.
    Astenia, sinal de esgotamento das possibilidades reacionais do paciente.
    Angústia intensa.
    Astenia, sinal de esgotamento das possibilidades reacionais do paciente.
    Diminuição dos interesses, apesar que persiste o desejo de ter uma companhia, quer ser tratado por um médico.

    Depressão Oculta de Lycopodium

    Se recusa a aceitar o medo e a humilhação de uma insuficiência psíquica.
    Não querem aceitar o apoio psicoterápico.
    Silencioso, reservado, distante e solitário.
    Retração e desinteresse.
    A angústia (com insônias) e a astenia não permitem negar o desmoronamento depressivo.

    Depressão Secreta de Sepia

    Enfraquecimento dos interesses habituais pelo trabalho que é a sua grande paixão, junto com sua religiosidade.
    A angústia impede o sono, tornando o dia insuportável de viver.
    Perda do impulso vital.

    Depressão Astênica de Calcarea Carbonica

    Astenia, cansaço desproporcional que não aliva pelo repouso, sob a influência de um estresse, sobretudo de natureza afetiva (luto, problema familiar).
    Perda dos interesses habituais.
    Tristeza e retração social, com sentimentos de incapacidade e de vergonha de não poder continuar trabalhando.

    Revolta Depressiva de Nux Vomica

    Não admite estar com depressão, acha que isto é uma desculpa para pessoas sem força de vontade.
    Angústia violenta e astenia contra a qual luta tanto quanto pode.
    Doente difícil de cuidar, impaciente, infiel ao médico e aos tratamentos.
    Sofre pelo fracasso familiar, profissional, humilhação.

    Ameaça Depressiva de Natrum Muriaticum

    Tenta negar o sofrimento.
    Angústia paralisante com mutismo.
    Interrupção no trabalho, ritmo de vida acomodado.
    Toda situação de sofrimento (luto, agressão, frustração) pode levar a um estado depressivo.
    Tem medo da vida ou pensa no suicídio após um sofrimento amoroso.

    Falha Depressiva de Phosphorus

    Astenia profunda atrapalhando qualquer atividade, sonolência diurna, lentidão motoro e ideativa.
    Consciência de estar um “morto-vivo”.
    Instáveis para seguir regularmente um tratamento.
    Perda dos interesses habituais.

    Depressão Trágica de Platina

    Nada existe, exceto o eu, o pedestal se desmorona.
    Desinteresse, nenhum projeto.
    Não tolera o fracasso, a menor ofensa. pode se suicidar por insatisfação existencial.

    Crises Depressivas de Lachesis

    Angústia em crises paroxísticas
    Delírios sobre ciúmes ou misteriosos complôs.
    Possessividade afetiva.

    Depressão Infantil de Pulsatilla

    Menina ou mulher infantil
    Imagina o seu fim, vive por antecipação com os olhos cheios de lágrimas, com pena de si.
    Meu caixão será o meu segundo berço.

    OBS.: Estes são apenas alguns dos mais de cem tipos homeopáticos sujeitos a depressão.

     

  • EMAGRECER COM HOMEOPATIA

    EMAGRECER COM HOMEOPATIA

    A homeopatia veio da Europa e foi introduzida no Brasil no ano de 1840 e, desde então, o uso tem crescido como tratamento para várias disfunções.

    Como funciona

    A homeopatia é usada atualmente para diversos fins, como por exemplo, a ansiedade, nervosismo, depressão, cefaleia, irritação e também para o emagrecimento, entretanto, ainda não existe na lista de medicamentos homeopáticos nenhum tipo de medicamento específico para o emagrecimento. Esses medicamentos trabalham com o emocional dos pacientes, promovendo o equilíbrio e afastando possíveis doenças e consequentemente o excesso de peso.

    Como é feito

    Os medicamentos homeopáticos são elaborados por uma ténica baseada em substâncias originadas da natureza, em quantidades e tipos específicos para cada tipo de fórmula. No Brasil, existem milhares de laborátorios especializados na manipulação de tais compostos.

    Homeopatia para o emagrecimento

    Para conseguir perder peso é preciso que o médico homeopata veja o obeso como um todo e identifique pontos que influenciam o excesso de peso: hereditariedade, dieta desequilibrada, falhas no metabolismo e outros. E a partir disso, trabalhar para corrigir tanto o físico como o emocional, proporcionando maior qualidade de vida e saúde.

    Mas, dietas e exercícios físicos devem ser aliados ao tratamento com os medicamentos homeopáticos, que devem ser prescritos por médicos homeopatas qualificados. Para que o resultado seja positivo é preciso força de vontade do paciente, tentando ao máximo encontrar o seu ponto de equilíbrio e assim prevenir doenças e o sobrepeso.

  • SINUSITE TRATAMENTO NATURAL

    SINUSITE TRATAMENTO NATURAL

    Com a chegada do frio, aumentam os casos de rinite, sinusite e demais doenças respiratórias. O tratamento de escolha para estas doenças consiste geralmente de descongestionantes – que podem conter em sua formulação derivados da cortisona.

    No entanto, o uso indiscriminado de descongestionantes nasais, especialmente corticóides, tem suas desvantagens. Corticóides são substâncias semelhantes ao cortisol, hormônio produzido pelas glândulas adrenais (as mesmas que produzem a famosa adrenalina). Ele é secretado em situações de estresse, para aumentar a pressão arterial, elevar a glicemia, diminuir a dor e assim facilitar num processo de fuga. Por seu efeito antinflamatório, eles são largamente utilizados na prática clínica desde a década de 1950.

    Seus efeitos colaterais são bem conhecidos, dentre eles a Síndrome de Cushing, um desequilíbrio hormonal que leva a aumento de peso, depósito de gordura na face, no tronco e pescoço, além de afilamento dos braços e pernas, diminuição da musculatura e fraqueza. Há diversos relatos na literatura de pessoas que desenvolveram esta doença pelo uso abusivo de descongestionantes nasais e pomadas à base de corticóides.

    Como todo medicamento, eles exigem acompanhamento criterioso, mas com um cuidado extra. Mesmo com os derivados mais seguros que existem hoje, é fundamental respeitar a dose e o tempo de uso prescrito pelo médico.

    Por conta dos efeitos colaterais dos medicamentos alopáticos, é grande a procura por tratamentos naturais. Mas mesmo neste caso é preciso ter a orientação de um profissional de saúde.

    Das muitas plantas usadas popularmente para o tratamento de infecções respiratórias, como a sinusite, uma muito conhecida é o eucalipto. Essa árvore australiana pertence à mesma família botânica da goiaba, pitanga, jabuticaba, cambuci, entre outras frutas brasileiras. Ela foi introduzida no Brasil há mais de um século, para servir de matéria prima à produção de papel, devido ao seu crescimento rápido que permite um alto rendimento em celulose em pouco tempo. O eucalipto também apresenta a capacidade de absorver muita água do solo, e por isso é muito usado em paisagismo urbano para drenar terrenos úmidos.

    Das várias espécies de eucalipto, algumas são mais aromáticas, outras nem tanto. Mas praticamente todas elas têm o mesmo odor típico e agradável. Só de chegar perto de uma praça de eucaliptos, já sentimos abrir as narinas. Talvez seja por isso que os bosques de eucaliptos sejam tão procurados para a prática da caminhada.

    Há alguns anos, pesquisadores da Universidade Federal do Ceará, em parceria com o Medical College da Geórgia (EUA) testaram várias espécies de eucalipto, dentre elas Eucalyptus citriodora e Eucalyptus globulus. Eles constataram que o óleo essencial extraído das folhas dessa árvore induz a um efeito analgésico ao nível do sistema nervoso central. Ou seja, além da ação descongestionante local, ela também teria um efeito farmacológico, de aliviar dores e outros sintomas físicos comuns nas doenças respiratórias. Isso explicaria o seu uso popular.

    Há diversas outras plantas usadas comumente para o tratamento de sinusites e outras doenças respiratórias, dentre as quais podemos citar: a sálvia (Salvia officinalis), planta aromática da mesma família da hortelã e do orégano, possui propriedade antisséptica e descongestionante, e suas folhas são muito usadas para fazer inalações; a calêndula (Calendula officinalis), muito conhecida em pediatria e dermatologia, também é indicada para o mesmo fim (inalação com o chá das flores) e a equinácea (Echinacea purpurea) que já era usada pelos índios norte-americanos, e hoje é conhecida no mundo todo por sua propriedade estimulante do sistema imunológico.

    Como já dissemos, mesmo para o uso de plantas é preciso contar com o apoio de um profissional da saúde, e adquiri-las em local confiável. Uma planta tradicional brasileira, a buchinha do norte (Luffa operculata), pode provocar sangramento nasal e aborto se usada incorretamente. Plantas mal armazenadas podem trazer fungos e outros contaminantes que agravam ainda mais o quadro clínico.

    Mas, como nem sempre temos à mão os chás e outros materiais para inalação, podemos utilizar medicamentos elaborados a partir de plantas com longa tradição de uso, coletadas ou cultivadas de forma a produzirem princípios ativos seguros e confiáveis. Com base nas matérias médicas homeopáticas, no conhecimento goetheanístico da natureza e do ser humano, e em outras fontes como a Teoria das Assinaturas de Paracelso (segundo a qual uma planta possui indicação terapêutica relacionada ao ambiente onde ela cresce), já foram criados vários medicamentos. Rudolf Steiner resgatou esse conhecimento sob um olhar científico, e foi capaz de explicar fenômenos antes só experimentados na prática, mas sem uma explicação lógica. Exemplos? Dissemos que o eucalipto absorve muita água da terra, certo? Essa mesma propriedade “secativa” está presente no medicamento. E outra árvore que faz esse mesmo processo é o carvalho (Quercus), também indicado na homeopatia.

    LIMPEZA DAS NARINAS – JALA NETI

    Jala Neti é um dos Kryias do Yoga, uma técnica  usada para limpar as narinas através da condução de água pela cavidade nasal. Ele é indicado para eliminar a  mucosidade acumulada na cavidade nasal, desobstruir os orifícios de drenagem dos seios faciais evitando a sinusite, fazer a assepsia do local e como profilático para gripes e resfriados. Essa limpeza estimula os olhos e melhora a visão. Este método pode parecer incômodo, mas essa impressão se desfaz após a primeira tentativa, pois sua excecução é muito simples.

    EFEITOS:

    • Elimina o excesso de muco e os resíduos da poluição.
    • Previne e atenua doenças respiratórias como alergias, resfriados, sinusites e rinites.
    • Atua sobre olhos, ouvidos e garganta. Melhora miopia, alguns tipos de surdez por excesso de secreção e inflamação de adenóides.
    • Tem efeito calmante e refrescante sobre o cérebro e é benéfico no tratamento da enxaqueca e da epilepsia.
    • Ativa o ájña chakra, o centro energética entre as sobrancelhas, que é responsável pela intuição e meditação.

    COMO FAZER:

    Para fazer essa limpeza você precisa de um lota. Esse instrumento parece um pequeno bule e tem um bico apropriado para inserir nas narinas. Para manter seu lota sempre limpo, lave-o com água e sabão e guarde em local livre de poeira. O melhor horário para fazer o Jala Neti é pela manhã, ao acordar. Nunca faça antes de dormir, pois se ficar um pouco de água acumulada na cavidade nasal, poderá ir para o ouvido quando você estiver deitado. Coloque 1 colher (chá) de sal grosso em 1/2 de litro de água mineral. Ferva a mistura por alguns minutos e deixe esfriar até que a água esteja morna. Ponha a solução no lota e introduza o bico em uma das narinas. Tombe a cabeça para frente e para o lado e introduza o bico do lota de forma que a água flua de uma narina à outra. Respire pela boca durante o Jala Neti. Cuidado para que a cabeça não tombe para trás, nem deixe que ela tombe muito para os lados. Se o ouvido ficar mais baixo do que as narinas, a água poderá ir para o canal auditivo. Repita introduzindo a água pela outra narina. Termine secando as narinas como se você assoasse o nariz sem criar pressão nelas. Assoe algumas vezes com a cabeça tombando para frente, algumas com a cabeça tombando para cada lado e mais algumas com ela tombada para trás.

    CUIDADOS ESPECIAIS:

    Não faça o Jala Neti se as narinas estiverem completamente bloqueadas e a água não conseguir passar. Não force a passagem da água. Não faça o Jala Neti quando houver sangramento ou hemorragia nas narinas. Se sentir ardor nas narinas, procure ajustar melhor a quantidade de sal. Experimente aumentá-la ou diminuí-la. A medida que damos acima é muito confortável para a maioria das pessoas. Se der vontade de espirrar, veja se a temperatura da água está adequada. Você deve ser capaz de manter o dedo dentro da água sem desconforto. Se sentir que as narinas ressecam com o sal, diminua um pouca a quantidade de sal ou passe um pouco de azeite por dentro das narinas usando o dedo mínimo. Isso protegerá as mucosas.

    ONDE COMPRAR:

    Aqui no site INFORMALUZ, na nossa lojinha, entre fique à vontade, e compre o que quiser.

     

  • VOCÊ PODE CURAR SUA VIDA

    VOCÊ PODE CURAR SUA VIDA

    Segundo a psicóloga Americana Louise L. Hay, todas as doenças que temos são criadas por nós. Afirma ela, que somos 100% responsáveis por tudo de ruim que acontece no nosso organismo.Todas as doenças têm origem num estado de não-perdão, diz a psicóloga Americana Louise L. Hay.

    Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem precisamos perdoar. Quando estamos empacados num certo ponto, significa que precisamos perdoar mais. Pesar, tristeza, raiva e vingança são sentimentos que vieram de um espaço onde não houve perdão.

    Perdoar dissolve o ressentimento.

    A seguir, você vai conhecer uma relação de algumas doenças e suas prováveis causas, elaboradas pela psicóloga Louise. Perdoar é entender! Entender o quê? A natureza humana daquele que nos ofendeu e prejudicou. Tem muito a ver com mágoa. Você sabe o que é mágoa? É aquilo que sentimos quando alguém não correspondeu ao que esperávamos dele(a). Ou mais diretamente, mágoa é quando os outros não são como queremos. Por mais que alguém tenha assumido algum compromisso com você, ele(a) é humano, corruptível e passível de erros. Todos podem falhar, mesmo que não devessem.

    Isso os isenta da responsabilidade? Não! Mas dá pra voltar atrás e mudar as coisas? Também não! Então penso ser melhor pensar preventivamente e entender o modo como os outros funcionam, do que viver esperando que mudem ou que ajam sempre de acordo com o que pensamos ser o comportamento ideal. O que é perdoar? Perdoar é entender e aceitar os outros como são, com seus limites e imperfeições, pois também nós temos nossos limites, imperfeições.
    Então da próxima vez que alguém te magoar, pare e pense: Ele(a) foi apenas ele mesmo, e o que pôde ser de melhor naquela circunstância. Ele não é perfeito e jamais será. Dessa forma você nem precisará “perdoar”, porque ao entender, já não se ofende, e porque entendeu o que se passou no nível mais básico e ao mesmo tempo profundo de entendimento. As pessoas são o que são, nem mais, nem menos.
    Errados somos nós que esperamos demais, de nós, da vida, das pessoas, porque um dia nos ensinaram que as coisas deveriam ser de um determinado jeito. Nos mostraram uma ilusão (ou várias), gostamos dela, e agora ficamos bravos e depressivos quando vemos que são apenas ilusões.
    E tão importante quanto saber o que é perdoar  aprendendo a lidar corretamente com os outros como realmente são, é entender a natureza espiritual do perdão. Quando você segura algo na mente com emoção, esse algo tende a se manifestar. Essa é a essência da fé. Quando cremos fortemente em algo, esse algo tende a se manifestar. Esse fenômeno também é conhecido como Lei da Atração. São nomes diferentes para o mesmo fenômeno espiritual. O que as pessoas não enxergam é que quando alimentam uma mágoa ou ressentimento, estão “segurando” uma idéia fixa – normalmente negativa – na mente. E o fato de “segurar” algo negativo na mente não só tende a atrair fatos e eventos negativos, como tende a evitar que fatos positivos se manifestem, estagnando suas vidas.
    Ou resumindo, assim como você deve manter seu corpo limpo e bem arrumado, igualmente você deve fazer com sua mente e coração. Mantê-los limpos e iluminados, deixando ir quem deve ir, deixando pra trás o que não condiz mais com seu presente, e abrindo-se para novas oportunidades, confiante que elas realmente virão.

    Reflita, vale a pena tentar evitá-las:

    CAUSAS SOMATIZAÇÃO DE  DOENÇAS:

    • AMIGDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada.
    • ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.
    • APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.
    • ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.
    • ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo.
    • ASMA: Sentimento contido, choro reprimido.
    • BRONQUITE: Ambiente familiar inflamado. Gritos, discussões
    • CÂNCER: Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.
    • COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.
    • DERRAME: Resistência. Rejeição à vida.
    • DIABETES: Tristeza profunda.
    • DIARRÉIA: Medo, rejeição, fuga.
    • DOR DE CABEÇA: Autocrítica, falta de auto-valorização.
    • DOR NOS JOELHOS: medo de recomeçar, medo de seguir em frente. Pessoas que procuram se apoiar nos outros.
    • ENXAQUECA: Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.
    • FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro(a).
    • FRIGIDEZ: Medo. Negação do prazer.
    • GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação.
    • HEMORRÓIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado.
    • HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças.
    • INSÔNIA: Medo, culpa.
    • LABIRINTITE: Medo de não estar no controle.
    • MENINGITE: Tumulto interior. Falta de apoio.
    • NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego ferido.
    • PELE (ACNE): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.
    • PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida.
    • PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.
    • PRESSÃO BAIXA: Falta de amor quando criança.. Derrotismo.
    • PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente.
    • PULMÕES: Medo de absorver a vida.
    • QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução.
    • RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas.
    • REUMATISMO: Sentir-se vitima.. Falta de amor. Amargura
    • RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional. Culpa, crença em perseguição.
    • RINS: medo da crítica, do fracasso, desapontamento.
    • SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.
    • TIREÓIDE: Humilhação.
    • TUMORES: Alimentar mágoas.. .Acumular remorsos.
    • ÚLCERAS: Medo… Crença de não ser bom o bastante.
    • VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.

    Curioso não?

    Por isso vamos tomar cuidado com os nossos sentimentos…

    Principalmente daqueles, que escondemos de nós mesmos.

    Quem esconde os sentimentos, retarda o crescimento da Alma.

    Remédios indicados: Auto-estima, Perdão, Amor.

     

     

  • CHÁ VERDE ORIGEM E BENEFÍCIOS

    CHÁ VERDE ORIGEM E BENEFÍCIOS

    O Chá Verde é consumido há muitos de anos no Oriente, mas só se popularizou no mundo todo por volta de 2000, devido às suas propriedades medicinais.

    O Poder Emagrecedor do Chá Verde

    O Chá Verde é bastante indicado pela fitoterapia para pessoas que querem emagrecer, devido aos seus efeitos termogênicos que aceleram a queima de calorias  e, em consequência, a perda de gorduras corporais. A vantagem é que essa estimulação ocorre no organismo sem os inconvenientes de alguns medicamentos e suplementos, como problemas renais, cardíacos e dermatológicos (surgimento de acne).

    Pesquisas indicam também que o Chá Verde possui propriedades estimulantes que contribuem para um melhor desempenho na prática de exercícios físicos.

    Além da perda de peso corporal e da queima de calorias e gordura, o Chá Verde promove a drenagem de toxinas e retenção de líquidos, o que significa a redução de inchaços e melhora a aparência de celulite, ao amenizar o aspecto “casca de laranja” de locais como coxas e glúteos.

    O Chá Verde tem ainda propriedades hidratantes e ajuda na boa circulação sanguínea. Já a pele se beneficia do seu poder antioxidante que estimula a produção do colágeno e bloqueia a ação dos radicais livres.

    Apesar desses e outros benefícios do Chá Verde, sua ingestão deve ser acompanhada por um profissional, caso a pessoa tenha problemas de saúde, como obesidade, pressão alta e doenças cardíacas. O chá écontra-indicado para pessoas que apresentam problemas de ansiedade generalizada, insônia ou nervosismo, já que a erva é estimulante e pode piorar estes quadros.

    O Chá Verde pode ser consumido antes das refeições ou ao longo do dia (nesse caso, a quantidade diária ingerida não deve ultrapassar 800 ml). Vale ressaltar que o Chá Verde deve ser consumido até no máximo quatro horas antes de dormir, caso contrário, a bebida pode causar insônia e diurese noturna.

    Outra dica em relação ao uso da bebida é se certificar da autenticidade da erva, que deve ser originária da planta Camellia Sinensis, pois alguns chás vendidos no mercado não são elaborados com as folhas verdadeiras.

    Fitoterápicos para Emagrecer Proibidos no Brasil pela ANVISA

    Há décadas os remédios fitoterápicos para emagrecer são buscados por pessoas que querem se livrar dos efeitos colaterais causados pelos emagrecedores alopáticos. Os produtos fitoterápicos são fáceis de adquirir, principalmente pela internet, já que a maioria é vendida sem receita médica, e entre alguns dos mais populares estão o Agar Agar, a Quitosana e a Pholia Magra.

    No entanto, em alguns medicamentos de fitoterapia para emagrecer foram detectados efeitos colaterais que podem prejudicar a saúde de quem os ingere, e por isso eles estão proibidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

    Uma das substâncias naturais proibidas recentemente é Caralluma Fimbriata, originária de uma planta da índia que promete suprimir o apetite. A Anvisa não encontrou nenhuma evidência quanto ao seu poder emagrecedor, além de suspeitar da existência de efeitos colaterais. A fabricação e venda da Caralluma está proibida até que mais pesquisas comprovem sua eficácia e segurança.

    Outros medicamentos proibidos pela Anvisa são o Chá de Sete Ervas da marca Rouxinol e o Chá Emagrecedor 30 Ervas da marca Suco da Terra. Ambos não têm eficácia comprovada, não apresentam as ervas indicadas na embalagem e apresentam riscos gástricos para os usuários.

    O Dietrine Phaseolam é mais um medicamento cujas vendas estão suspensas pela Anvisa. Embora a Faseolamina (extrato de feijão branco), a qual é o composto do medicamento, não seja proibida no país, o fabricante não tem autorização da Anvisa para comercializá-la.

    A Erva de São João não teve sua comercialização proibida, mas entrou para a lista dos medicamentos controlados da Anvisa e só pode ser vendida com retenção de receita médica de controle especial. A erva tem efeitos ansiolíticos e antidepressivos comprovados e é indicada como auxiliar em tratamentos para a perda de peso.

    Apesar de outros remédios fitoterápicos não serem proibidos pela Anvisa, o consumo só deve ser feito com a indicação de um médico, pois eles não estão livres de efeitos colaterais. Por exemplo, a Quitosana (extraída da casca de crustáceos) pode causar alergias graves em pessoas com intolerância a peixes e frutos do mar. Já o Chá Verde pode causar insônia em pessoas ansiosas, se consumido poucas horas antes de dormir.

    Chás da Origem ao Preparo

    Acredita-se que o chá tenha sido descoberto por um imperador chinês que, esperava que sua água fosse fervida, embaixo de uma árvore. Ao bebê-la notou um gosto agradável e uma cor diferente, e viu que isso se devia à queda de uma folha da árvore no seu copo. Nascia o chá, costume que foi difundido pelo mundo todo.
    Chás são infusões em água quente, preparadas a partir de folhas, raízes e flores. Popularmente, a infusão feita a partir de qualquer planta é conhecida como chá, mas o verdadeiro chá é preparado a partir da Camellia sinensis. A partir dessa planta, podem-se obter outros tipos de chá, como o chá preto, chá verde, oolong e aromatizados.
    Para extrair o princípio ativo da planta, recorremos a processos como a maceração e a decocção. Na maceração, deve-se triturar ou amassar a parte que deseja utilizar e mergulhar no líquido escolhido (água, óleo, álcool de cereais, etc.), de acordo com sua necessidade. A mistura deve descansar durante o tempo necessário, que pode ser de até 24 horas.
    A decocção é um processo mais utilizado em cascas, caules e frutos secos. A parte da planta utilizada deve ser fervida e permanecer tampada por alguns minutos. Quando mais fresca, por menos tempo a planta deve ser fervida.
    Muitas pessoas preferem as ervas frescas na hora de preparar o seu chá, devido ao sabor mais acentuado. Mas algumas delas têm o sabor e propriedades mais acentuadas após sua secagem. Outro fator que favorece o uso das ervas secas reside no fato de nem sempre haver a disponibilidade da versão fresca da planta.
    Há três maneiras básicas para secar folhas: pendurar, congelar ou através da imersão em óleo. As folhas devem ser colhidas, de preferência, no final da manhã e antes das flores nascerem, para garantir um melhor resultado e sabor.
    Os chás são bebidas muito utilizadas no mundo todo, já que trazem benefícios ao organismo. Mas é bom tomar cuidado para não fazer o seu mau uso, como cometer excessos ou consumir um chá cuja conservação não tenha sido feita da maneira correta, pois os efeitos podem ser o contrário do que se espera.

     

  • FITOTERAPIA CHINESA

    FITOTERAPIA CHINESA

    A Fitoterapia, literalmente terapia através das plantas, é conhecida na China há quase 3000 anos, época em que os livros eram escritos em pergaminhos, casco de tartaruga e seda.

    Na época da última dinastia Han (25-220 dC), quando os clássicos foram compilados, surgiu a Matéria Medica Clássica do Esposo Divino e Discussões de Desordens Induzidas pelo Frio (Shang Han Lun) de Zhang Zhong Jing, os quais são as fontes de todas as prescrições utilizadas até hoje.

    O povo acreditava na sua habilidade de observar e entender a natureza, a saúde e a doença eram objetos dos princípios da ordem natural.

    O universo é composto de várias forças: a complementaridade oposta do Yin e Yang e os Cinco Elementos. O microcosmo humano é a miniatura destas forças.

    No Shang Han Lun o autor separa as agressões externas (vento, frio, calor, umidade, secura) dos fatores internos (alegria, medo, raiva, melancolia, preocupação) como causas das doenças. Ele distingue as energias que causam perturbações das infecções por penetração de um agente nocivo.

    O respeito à milenar tradição da Fitoterapia Chinesa fez com que as fórmulas utilizadas hoje fossem as mesmas da Dinastia Han. Estas Fórmulas Magistrais encontradas nos livros em diversos idiomas são utilizadas e estudadas em quase todos os países. No Japão, desde 1950 o Ministério da Saúde Japonês reconhece 148 destas fórmulas como de utilidade pública.

    Na fitoterapia chinesa, não se pensa em cura mas sim em equilibrio, pois o organismo busca a auto-cura. Para isto precisamos desestagnar algumas energias paradas, como no caso da TPM – que para medicina chinesa é estagnação do sangue e a pessoa necessita de ervas, que aqueçam e melhorem a circulação do sangue, principalmente naquela parte do corpo.

    O mais importante é suprir o que o corpo necessita naquele momento:

    Seja um Tônico para aumentar a energia de um organismo com falta de CHI (energia), ou uma fórmula para sedar e ajudar a dormir melhor, restaurando esta energia, ou ainda um Tônico de Sangue, por que a pessoa não esta se alimentando direito. Tudo isto pode ser visto, num diagnóstico chinez, de pulso e de lingua ou no diagnóstico japonês do Hara. Se você fornece o que o organismo esta precisando, a pessoa fica em seu melhor estado, com a mente clara, alegre e com energia. Fora deste estado está o desequilibrio, pois saúde é bem estar.

    Devemos conservar o que se tem de mais precioso: O corpo, a Energial Vital dentro do corpo, o Sangue (principalmente as mulheres, pois possuem Deficiência de Sangue, por causa de partos e menstruações, etc) e a mente tranquila. Por isso a maioria dos fitoterápicos são de carater preventivo. A idéia é não deixar o corpo adoecer.

    A Fitoterapia Chinesa é como a alquimia, para se fazer uma fórmula é preciso conhecer as capacidades energéticas, curativas e sinérgicas das ervas, ou seja, a interação de uma planta com as outras. Na formulação Chinesa existe uma erva Imperador, que vai determinar a ação da fórmula, as ervas Ministros, que ajudam a potencializar a ação do Imperador, as ervas Assistentes que são necessárias para o bem estar da pessoa e cuidam do estômago para que este receba bem a fórmula, e por fim as ervas Mensageiras que levam as ervas para o local necessário.

    Acreditamos que trabalhar com as Fórmulas Magistrais, que pertecem na sua maioria a Dinastia Han, seja o modo mais eficientes de se usar a Fitoterapia Chinesa.

  • FITOTERÁPICOS COMO ALTERNATIVA DE TRATAMENTO

    FITOTERÁPICOS COMO ALTERNATIVA DE TRATAMENTO

    Os benefícios das plantas medicinais e de medicamentos fitoterápicos são reconhecidos em todo o mundo como elementos importantes na prevenção, promoção e recuperação da saúde. Para ampliar o acesso a esses medicamentos, o Ministério da Saúde disponibiliza a utilização de fitoterápicos na rede pública.

    Atualmente, 12 medicamentos são oferecidos pelo Sistema Único de Saúde. Entre eles, estão a Aloe vera (Babosa) para o tratamento de psoríase e queimaduras, o Salix Alba (Salgueiro) contra dores lombares e a Rhamnus purshiana(Cáscara-sagrada) para prisão de ventre.

    Financiados com recursos da União, estados e municípios, os medicamentos podem ser manipulados ou industrializados, e devem possuir registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Os produtos são oferecidos em 14 estados: Acre, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Pará, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo, Tocantins e Distrito Federal.

    São medicamentos que desempenham um papel importante em cuidados contra dores, inflamações, disfunções e outros incômodos, ampliando as alternativas de tratamento seguras e eficazes pelo SUS. Indicado para o alívio sintomático de doenças de baixa gravidade e por curtos períodos de tempo, os fitoterápicos podem ser produzidos a partir de plantas frescas ou secas e de seus derivados que ganham diferentes formas farmacêuticas, como xaropes, soluções, comprimidos, pomadas, géis e cremes.

    O secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha, explica que os investimentos em pesquisas para a produção de medicamentos, a partir da flora brasileira, contribuem para o acesso da população e o seu uso racional. “O desenvolvimento dos fitoterápicos no Brasil incorpora as três dimensões do desenvolvimento sustentável: a econômica, a social e a ambiental, numa mesma iniciativa”, observa.

    Como todo medicamento, o fitoterápico deve ser utilizado conforme orientação médica. Para ter acesso, o usuário tem que procurar um profissional – médico legalmente habilitado em prescrever fitoterápicos – em uma das unidades básicas de saúde dos 14 estados que disponibilizam esses medicamentos. Nessas unidades, o cidadão pode receber atendimento médico gratuito. Com um documento de identificação pessoal e a receita atualizada em mãos, o paciente pode retirar o medicamento em uma das farmácias dessas unidades básicas.

    FITOTERÁPICOS NO SUS

    A promoção do acesso aos medicamentos fitoterápicos teve início em 2007, com a disponibilização pelas secretarias estaduais e municipais de saúde da Maytenus ilicifolia (Espinheira-santa), utilizada no tratamento de úlceras e gastrites, e da Mikania glomerata (Guaco), indicada para os sintomas da gripe. Em 2008, o Governo Federal aprovou o Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. O programa tem como objetivo garantir à população o acesso seguro e o uso racional a plantas medicinais e aos fitoterápicos.

    São diretrizes do programa a promoção da pesquisa, desenvolvimento e inovação; a regulamentação e produção de fitoterápicos e insumos à base de plantas medicinais e o cultivo e manejo dessas plantas. Também integram essas diretrizes a distribuição pelo SUS; a comercialização pelo setor privado; a capacitação de recursos humanos e a orientação aos usuários. A iniciativa, além de melhorar o acesso da população a tratamentos integrativos e complementares – seguros e eficazes – promove o uso sustentável da biodiversidade brasileira, o fortalecimento da agricultura familiar e o desenvolvimento tecnológico e industrial da saúde.

    Este ano, o programa ganhou reforço com o repasse pelo Ministério da Saúde de R$ 6,7 milhões a 12 municípios em sete estados, para apoiar o projeto Arranjos Produtivos Locais de Plantas Medicinais e Fitoterápicos no SUS. O montante visa o investimento na aquisição de equipamentos e materiais, contratação de pessoal e qualificação técnica para promover a interação e a cooperação entre os agentes produtivos, o desenvolvimento de toda a cadeia produtiva, a produção e a distribuição de plantas medicinais e fitoterápicos no SUS.

     

  • A FITOTERAPIA NO MUNDO ATUAL

    A FITOTERAPIA NO MUNDO ATUAL

    Por trás da beleza da natureza esconde-se uma guerra surda pela sobrevivência dos mais aptos. As plantas para sobreviver e evoluir têm que competir por espaço e se defender do ataque de herbívoros e patógenos, em geral. Neste embate de milhões de anos, as plantas foram desenvolvendo suas próprias defesas químicas.

    Esta é uma das razões pelas quais a constituição química das plantas é tão complexa, e porque muitas plantas biossintetizam substâncias para atuar em alvos específicos moleculares de seus predadores. Metabólitos secundários de plantas e micro-organismos são produzidos para modular seus próprios metabolismos e, consequentemente, também podem alcançar alvos terapêuticos de doenças humanas.

    Ao longo do processo evolutivo, o homem foi aprendendo a selecionar plantas para a sua alimentação e para o alívio de seus males e doenças. O resultado desse processo é que muitos povos passaram a dominar o conhecimento do uso de plantas e ervas medicinais.

    O uso de medicamentos é muito recente e sua comprovação por testes clínicos é ainda mais recente. Enquanto os medicamentos apresentam, em sua quase totalidade, um único princípio ativo que é responsável pelo seu efeito farmacológico, os extratos vegetais e de fungos, por exemplo, são constituídos por misturas multicomponentes de substâncias ativas, parcialmente ativas e inativas, que, muitas das vezes, atuam em alvos farmacológicos diferentes. A eficácia destes extratos é o resultado de seu uso, durante muitos anos, por diferentes grupos étnicos.

    Até hoje, alguns povos ainda fazem uso consciente de medicamentos fitoterápicos tradicionais relacionados com saberes e práticas que foram adquiridas ao longo dos séculos. No entanto, deve-se ressaltar que, muitas vezes, o uso desta medicina tradicional se dá por falta de acesso ao medicamento, e é nesse cenário que aparecem os espertalhões que vendem fitoterápicos falsos e milagrosos.

    As plantas consideradas medicinais beneficiaram, e continuam beneficiando a humanidade. Não precisaram dos testes clínicos como os fármacos sintéticos, credenciaram-se pelo seu uso tradicional ao longo de séculos. Ainda hoje muitas são utilizadas para tratamento de enfermidades, mesmo havendo medicamentos sintéticos no mercado para o tratamento das mesmas patologias. No entanto, existem plantas que são venenos por conterem toxinas poderosas que podem levar à morte. Algumas plantas medicinais são, inclusive, incompatíveis com o uso de certos medicamentos.

    A sociedade tem a percepção de que todo produto natural é seguro e desprovido de efeitos colaterais. Em alguns casos, os efeitos dos produtos naturais são apenas psicológicos e, em outros, causam danos irreversíveis à saúde. A falta de informação do público sobre os fitoterápicos tem sido explorada por muitos espertalhões em busca de curas milagrosas e lucros fáceis. Outros com intenções duvidosas, ao invés de esclarecerem os seus benefícios, lançam dúvidas e emitem opiniões sem levar em consideração os milênios que as plantas medicinais estão a serviço da humanidade. A única maneira de combater estes espertalhões é levar informações confiáveis de cientistas ao grande público, sem parcialidade ou interesses econômicos escusos.

    As indústrias farmacêuticas foram, e continuam sendo beneficiadas pelos conhecimentos populares sobre o uso medicinal das plantas. Recentemente, mostrou-se que 50% dos medicamentos aprovados entre 1981 e 2006, pelo FDA, são direta ou indiretamente derivados de produtos naturais. As chances de se obter novas entidades químicas de plantas, fungos, bactérias etc, terrestres ou marinhos são reais. Mesmo que a nova entidade química não passe em todos os testes clínicos, ela servirá de modelo para a síntese de novos candidatos a fármaco.

    Apesar dos muitos desafios enfrentados nas últimas décadas, a Química de Produtos Naturais tem tido avanços importantes com a intersecção com outras áreas afins como Bioquímica, Biologia Molecular, Etnofarmacologia, Imunologia, e de tecnologias inovadoras de análise e elucidação estrutural como a ressonância magnética nuclear, espectrometria de massas4 etc… No Brasil, a Química de Produtos Naturais (QPN) sempre foi uma das áreas que lideraram o desenvolvimento da Química.5 Porém, a QPN enfrenta atualmente diversos desafios a nível global e econômico. A biodiversidade está diminuindo com a redução das florestas e dos recifes de coral, em razão do aumento populacional, da poluição atmosférica e da expansão do agronegócio. Além disso, não se sabe exatamente qual será o efeito do aumento do CO2 na sobrevivência e desenvolvimento das grandes florestas. Como consequência, muitos protótipos naturais para o desenvolvimento de novos fármacos estão sendo perdidos.

    O Brasil precisa avançar no campo da fitoterapia. Este avanço depende de uma forte campanha de esclarecimento público, que deve incluir a classe médica, para mostrar a segurança e eficácia das plantas medicinais de uso tradicional, como uma alternativa terapêutica. É também importante que os melhores químicos de produtos naturais se envolvam com o estudo de plantas medicinais, desde o trabalho de identificação do princípio ativo ao controle de qualidade dos produtos oferecidos ao consumidor. A complexidade na composição química dos extratos dos fitoterápicos é uma das principais razões para a reprodução dos seus efeitos farmacológicos desejados, e este é o grande desafio que os químicos precisam vencer, padronizando o extrato e informando ao usuário quais são o(s) princípio(s) ativo(s) e a(s) sua(s) concentração(ões).

    Há países que aceitam medicamentos fitoterápicos com vários ingredientes, sinalizando uma mudança de atitude para o reconhecimento destes medicamentos, desde que tenham uma boa observação clínica. Esta mudança está ligada ao entendimento de que o corpo humano é um organismo complexo e que poucas doenças podem ser atribuídas a uma única causa.

    O Ministério da Saúde ao recomendar e indicar 66 plantas medicinais aprovadas pela ANVISA, cujo uso está consagrado na cultura da medicina popular brasileira, teve uma atitude correta e coerente. A etapa seguinte é fiscalizar a comercialização destes fitoterápicos para preservar a saúde do consumidor.

     

  • DEFINIÇÃO DE FITOTERAPIA

    DEFINIÇÃO DE FITOTERAPIA

    Do ponto de vista etimológico, o termo “fito” de fitoterapia vem do grego antigo, com o termo mais preciso para “phyton”, que significa “vegetal”. Fitoterapia é a “terapia pelo vegetal ou do mundo vegetal”, hoje consideramos mais fitoterapia como “terapia das plantas”.

    O que é Fitoterapia ?

    Uma prática tradicional, às vezes, muito antiga, baseada na utilização de plantas, as quais tiveram suas virtudes descobertas empiricamente. Segundo a OMS, a fitoterapia é considerada como uma terapia tradicional, e é muito utilizada nos países em desenvolvimento. É uma medicina não convencional, devido à ausência de estudos clínicos.

    Uma prática baseada em pesquisas avançadas e em provas científicas de extratos ativos de plantas. Os extratos ativos identificados são padronizados. Essa prática faz com que os fitoterápicos sejam reconhecidos e estejam de acordo com os regulamentos em vigor no país. A sua circulação está sujeita à autorização de colocação no mercado para produtos acabados, e à regulamentação de matérias primas farmacêutica para preparações magistrais de plantas medicinais, sendo essas manipuladas apenas em farmácias. Falamos de Farmacognosia e Biologia farmacêutica. Mundialmente, estima-se que existam cerca de 35.000 espécies de plantas medicinais.

    Princípios ativos
    São substâncias químicas encontradas nas plantas, que agem isoladamente ou em conjunto para uma ação terapêutica (fonte: Jardim Botânico Bauru, SP).

    Os medicamentos convencionais e a fitoterapia, qual o lugar deles ?

    Você deve saber que mais de um terço dos medicamentos conhecidos como químicos ou alopáticos (encontrados nas farmácias), provem originalmente das plantas. A molécula é utilizada tanto na sua forma original, quanto pode ser modificada por um químico (por exemplo, a aspirina).

    Esse é sobretudo o caso de alguns medicamentos antigos, e de alguns medicamentos utilizados hoje, contra o câncer (por exemplo, o extrato de taxol). Por enquanto, a maioria dos novos medicamentos é produzida por processos químicos e matemáticos muito complexos (síntese), no qual são produzidas milhões de moléculas até o final, sendo selecionadas apenas algumas para realização de ensaios clínicos.

    Exemplos de medicamentos com origem fitoterápica:

    – A aspirina tem sua origem na planta salgueiro e contém uma molécula de ácido acetilsalicílico. O ácido salicílico é um composto do Salgueiro, o qual é transformado quimicamente em ácido acetilsalicílico (aspirina), tendo essa transformação química sido descoberta por um químico alemão da empresa Bayer.

    – A digitalina, que vem da planta dedaleira, é utilizada na insuficiência cardíaca.

    – A papoula é uma planta que contém muitos alcaloides. Estes grupos de substâncias nitrogenadas (contém uma molécula de nitrogênio) são a base de muitas moléculas que agem sobre o sistema nervoso. Algumas são, infelizmente, muito perigosas e ilegais (heroína), mas existem moléculas que possuem uma solução extraordinária na luta contra a dor, no caso a morfina. Esta molécula é isolada a partir da planta papoula. Também pode ser extraída dessa planta a codeína, uma molécula de ação central e muito eficaz contra a tosse seca e a dor (na verdade, esta molécula é transformada na maioria das pessoas em 10% de morfina).

    Mais recentemente, uma molécula virou notícia: a artemisina. Esta substância é extraída de uma planta que cresce na China, a Atermisia annua L. Esta molécula é muito eficaz em associação com outros tratamentos, na luta contra a malária (que causa milhões de mortes por ano). Artemisia annua é uma planta chinesa que há alguns anos deixou a medicina tradicional chinesa e passou a ser empregada com sucesso nos laboratórios farmacêuticos ocidentais. Esta molécula ilustra o potencial incrível das plantas medicinais na luta contra doenças graves. Enquanto investimos pesadamente em técnicas de laboratório para triagem de moléculas (técnica que combina química e informática) para desenvolver um número astronômico de moléculas, a fitoterapia oferece uma alternativa surpreendente. Isso explica o grande interesse geoestratégico, mas também, como vemos, do potencial fitoterápico desse “ouro verde” da China e de sua capital econômica Shangai!

     

     

  • DESFRUTE DA REFLEXOLOGIA

    DESFRUTE DA REFLEXOLOGIA

    todo mundo gosta de uma boa massagem nos pés. Mas, quando ela é realizada por especialistas em reflexologia, seu efeito não é apenas relaxante, mas pode auxiliar no tratamento de doenças físicas e psicológicas.

    Reconhecida pelo Ministério da Saúde do Reino Unido como uma terapia complementar, a técnica possui tradição milenar e já era conhecida na antiguidade em países como Egito, Índia e China. No início do século XX, o otorrinolaringologista americano William Fitzgerald descobriu a reflexologia moderna (terapia zonal), que pressupõe linhas de energia ramifi cando-se por todo o corpo. Segundo Noriyuki Kashiwaya, professor de Reflexologia do Centro de Estudos de Acupuntura e Terapias Alternativas, a prática compreende a estimulação de determinados pontos situados nos pés, que se relacionam a regiões específicas do corpo humano, conhecidas como áreas reflexas. “Cada área corresponde aos órgãos, nervos, glândulas e partes do corpo inteiro”, diz Kashiwaya.

    A partir da pressão desses pontos, o corpo relaxa, a circulação sanguínea melhora e os órgãos e glândulas se equilibram. Como a maioria dos problemas de saúde está relacionada ao estilo de vida, a reflexologia se apresenta como uma terapia útil, não invasiva, sem contraindicações, que estimula o funcionamento correto do corpo, fortalecendo o organismo e desbloqueando tensões.

    Por dentro da técnica

    Louise Keet, diretora da London School of Refl exology (Reino Unido) e autora do livro A bíblia da reflexologia, um guia definitivo para a reflexologia (Pensamento), afi rma: “Esta não é uma terapia para diagnosticar doenças, nem um tratamento médico. Ela não cura: só o corpo pode fazer isso. A reflexologia apenas facilita sua recuperação”. Kashiwaya completa: “O que acontece é que o terapeuta, através da técnica, ativa essa capacidade que todo corpo possui, levando-o ao equilíbrio”.

    A técnica pode ser aplicada em qualquer pessoa: bebês, idosos, grávidas e até em pacientes oncológicos, ou como parte dos cuidados paliativos. Estudos científicos preliminares têm demonstrado que a reflexologia é efetiva para distúrbios como ansiedade, estresse, tensões, constipação crônica, diabetes do tipo 2, bem como no controle da dor. Kashiwaya acrescenta que o objetivo final é o equilíbrio integral. “Por isso, a terapia é indicada para todo tipo de patologia, a menos que seja um caso cirúrgico, onde houve uma fratura exposta”, exemplifica.

    Numa primeira visita, o terapeuta observará atentamente a pessoa e investigará seu histórico para conhecer seus hábitos de vida. Após essa primeira fase, ela será convidada a se sentar ou a se deitar para exame dos pés. Avaliadas as áreas a serem tratadas, as sessões terão duração média de 20 minutos. E as sessões serão semanais ou, em casos mais graves, poderão ocorrer a cada três dias. “É difícil dizer quanto tempo durará o tratamento, pois isso dependerá da evolução e da saúde de cada um”, fala o professor.

    A formação se dá por e diploma de graduação em  terapia naturista  e também por meio de cursos livres. Segundo Kashiwaya, na hora de escolher um profissional, o melhor a fazer é investigar sua formação. “O bom profissional deve se empenhar em utilizar todo conhecimento adquirido. Mas o importante é sua intenção. Esta, somada à capacidade de ouvir a pessoa, representa 50% do trabalho”, conclui.

    Desfrute da reflexologia
    Conheça uma prática milenar suave e segura que visa a saúde integral e tem trazido alívio no controle da dor até para quem tem câncer

    TIRE SUAS DÚVIDAS

    A reflexologia é feita somente nos pés?
    Não, ela pode ser também manual, facial, nasal, auricular, óssea, ocular e até dental.

    A técnica dói?
    Em geral é indolor, mas pode doer em determinados pontos. Terapeutas bem treinados devem avaliar os limites de cada indivíduo.

    Dá cócegas?
    Os terapeutas têm conhecimento e habilidade para manusear e estimular pontos com firmeza que nada se parece com cócegas.

    É segura?
    Sim, e pode ser aplicada em bebês, idosos, grávidas e até em pessoas submetidas a tratamentos oncológicos ou cuidados paliativos.

    É um tipo de massagem embelezadora para os pés?
    Não, é uma terapia que estimula pontos que se relacionam a órgãos vitais do organismo e leva ao equilíbrio integral.

    Todos os benefícios que você pode ter

    •  A técnica ajuda o corpo a restabelecer-se de quaisquer distúrbios a que esteja sujeito
    • Diminui o efeito do estresse
    • Estimula o sistema imunológico
    • Alivia a dor
    • Melhora a circulação
    • Agiliza o trânsito intestinal
    • Elimina detritos orgânicos
    • Livra o corpo de toxinas
    • Estimula os nervos
    • Promove relaxamento geral
    • Cria vínculos mais sólidos com as crianças
    • Facilita o convívio entre as pessoas
    • Ajuda na recuperação pós-cirúrgica, diminuindo a dor e acelerando a cura

     

  • O QUE É QUIROPRAXIA

    O QUE É QUIROPRAXIA

    Quiropraxia é a ciência, arte e filosofia que se preocupa com a saúde plena, restabelecendo e mantendo o sistema nervoso livre de interferências e funcionando apropriadamente, sem o uso de medicamentos ou cirurgia.

    Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a Quiropraxia é uma profissão da saúde que lida com o diagnóstico, tratamento e a prevenção das desordens do sistema neuro-músculo-esquelético e dos efeitos destas desordens na saúde em geral. Há uma ênfase em técnicas manuais, incluindo o ajuste e/ou a manipulação articular e com um enfoque particular nas subluxações.

    Complexo de Subluxação

    Segundo o CID -10 M99.1 (Código Internacional de Doenças), “complexo de subluxação é uma relação aberrante entre duas estruturas articulares adjacentes que pode ter sequelas funcionais ou patológicas, causando uma alteração nas reflexões neurofisiológicas e/ou biomecânicas destas estruturas articulares, e/ou outros sistemas corpóreos que podem ser diretamente ou indiretamente afetados por estas estruturas.”

    A Quiropraxia baseia-se no fato de que o corpo é um organismo com características auto-reguladoras e auto-curadoras. Estas funções importantes são controladas pelo cérebro e por todos os nervos do corpo que passam pela coluna vertebral. Os ossos do crânio protegem os tecidos delicados do cérebro. Os ossos móveis da coluna protegem as trilhas de comunicação da medula espinhal e suas raízes nervosas que saem em todas as direções. Se a comunicação do sistema nervoso sofrer algum tipo de “interferência” ou “irritação” por um mau posicionamento ou movimento inadequado dos ossos, ele pode causar o mau funcionamento dos tecidos e órgãos por todo o corpo. Os Quiropraxistas chamam isso de Complexo de Subluxação .

    A manipulação articular promove o ajuste Quiropráxico que tem por objetivo remover o complexo de subluxação e devolver a normalidade possível ao organismo. Assim ao retirar o que está causando a interferência ou irritação nervosa, aumenta o movimento, melhora a circulação, reduz o inchaço e a dor. Uma coluna vertebral saudável, bem alinhada e movendo-se por toda a faixa de movimento permite que o sistema nervoso funcione apropriadamente e o corpo volta a ser capaz de exercer sua fisiologia natural para curar-se.

    Tipos de Subluxação

    1.CERVICAL – Dores de cabeça, insônia, pressão alta, acne, sinusite, alergias, estrabismo, problemas oculares e auditivos, amnésia, crises nervosas, cansaço crônico, vertigem, febres, catarro, dormência de braços, dores, neurite, surdez, neuralgias, torcicolos, faringite, ronco.

    2.TORÁCICA – Artrite, asma, úlcera, gastrite, reumatismo, tosse, dificuldades para respirar, dores em braços, problemas coronários, dores no peito, bronquite, pleurite, pneumonia, gripe, congestão, herpes, má circulação, sanguínea, indigestão, cardiologia, dor no abdómen, gases fadigas, urticária, problemas renais.

    3.LOMBAR – Prisão de ventre, varizes, dor em nervo ciático, lombalgia, hérnias, cólicas, diarreia, dor e debilidade crônica, problemas de bexiga, problemas menstruais, incontinência, impotência, dores de joelho, edemas em membro inferior, pés frios, pernas tensas, esterilidade, pernas fracas.

    4.SACRO – Dores ao sentar, hemorróidas, certos tipos de esterilidade, coceira, varizes, dores no quadril.

    O tratamento de Quiropraxia

    Da mesma maneira que há razões diferentes para visitar um quiropraxista, há tipos diferentes de tratamentos. Alguns pacientes querem simplesmente o alívio da dor. Outros estão procurando um modo de se manter saudável. Em qualquer desses casos a Quiropraxia atua.

    Quiropraxia só trata de dores nas costas?

    O tratamento de quiropraxia corrige problemas vertebrais (subluxações) em qualquer lugar em sua coluna, não só sua dor nas costas. Uma subluxação existe quando os ossos vertebrais (vértebras) se tomam desalinhados ou perdem sua amplitude normal de movimento. Nesses locais ocorrem irritações ou pressões sobre os nervos o que interfere na comunicação entre o cérebro e o corpo (e vice-versa). Usando ajustes altamente específicos, a subluxação será eliminada, e a comunicação restabelecida. Assim, sua coluna e seu sistema nervoso voltam a funcionar corretamente. Para que isso aconteça, estão disponíveis diferentes tipos de cuidado quiropraxista.

    Quais os cuidados necessários?

    Todo tratamento de quiropraxia começa com um exame inicial depois do qual podem ser recomendadas radiografias para determinar a seriedade de seu problema. Além de ser ajustado, você pode ser orientado a fazer exercícios, mudar seus hábitos alimentares além de dicas sobre como melhorar sua postura. Tratamento de alívio – Aqui buscamos o alívio de dor aguda e do desconforto que o acompanha. Dependendo do diagnóstico, da idade e da condição física, podem ser requeridas visitas freqüentes por um período relativamente curto. Tratamento corretivo – Busca eliminar os problemas vertebrais que existem há mais tempo. Como eles existiram por um tempo mais longo requerem um período mais longo de tratamento. É como se o corpo já estivesse acostumado àquela posição “errada”, e o trabalho da Quiropraxia será o de “ensinar” o corpo a aceitar como “normal” esta nova posição. Tratamento de manutenção- Ajuda a manter os benefícios que você alcançou nos tratamentos de alívio e corretivo. Continuando o trabalho de quiropraxia e recebendo ajustes periódicos você se mantém saudável e previne a volta ou o aparecimento de novas subluxações. O cuidado da quiropraxia, exercícios e uma dieta sensata lhe ajudarão a desfrutar de uma melhor saúde no futuro.

    Sabemos ainda que é o cérebro que coordena todas as células, órgãos, sistemas e funções do organismo. É o cérebro que controla a temperatura corpórea, a pressão arterial, a frequência cardíaca e a respiração, controla ainda nossos movimentos físicos ao andarmos, ficarmos em pé ou sentarmos, aceita milhares de informações vindas dos nossos vários sentidos (visão, audição, olfato) além de nos deixa pensar, sonhar, raciocinar, sentir emoções, etc.

  • COMO COMBATER A CASPA

    COMO COMBATER A CASPA

    A caspa é resultado do processo de renovação das células da pele. De fato, você pode removê-la pela simples lavagem. Você pode não perceber, mas está sempre renovando as células mortas da pele de todo o co­rpo. Essa é a forma natural da pele se revitalizar.

    Na verdade, você recebe uma nova camada de pele a cada 27 ou 28 dias aproximadamente. O material velho, uma espécie de floco, é eliminado. A tendência é você não perceber as minúsculas células da pele que caem dos braços, das pernas e até mesmo do couro cabeludo.

    Mas se o processo de renovação é normal, por que a caspa se torna tão embaraçosamente visível?

    Os cientistas descobriram que a caspa ocorre quando um fungo semelhante à levedura, chamado malassezia, multiplica-se no couro cabeludo. Esse fungo microscópico, um habitante normal da cabeça de um ser humano saudável, alimenta-se dos óleos gordurosos secretados pelos folículos pilosos no couro cabeludo. Mas, às vezes, por razões ainda desconhecidas, o fungo cresce descontroladamente, causando uma irritação que acelera a troca das células no couro cabeludo. Conseqüentemente, o processo normal da troca das células, que geralmente leva um mês, pode levar menos de duas semanas quando a malassezia descontrolada irrita o couro cabeludo. Dessa forma, muitas células mortas se renovam ao mesmo tempo, misturando-se ao óleo dos folículos pilosos e formando crostas gordurosas tão grandes que são visíveis a olho nu. O óleo também faz com que as crostas geralmente fiquem grudadas nos cabelos (e nos ombros), em vez de caírem rapidamente.

    Como se livrar da caspa

    Mesmo que a malassezia tenha se multiplicado rapidamente, você não precisa conviver com a caspa. Siga as nossas dicas para eliminar esses flocos de uma vez por todas.

    Uso diário de xampu. Existe maneira mais fácil de se livrar da caspa do que lavar a cabeça? Tirar o excesso de óleo (que pode contribuir para o crescimento excessivo da malassezia, em primeiro lugar) e dos flocos lavando diariamente com xampu pode ser a maneira mais fácil de tratar seus cabelos.
    É caspa?
    Pode ser que você tenha alguma coisa que se pareça com caspa, mas não seja. A escamação da pele também pode ser causada pela dermatite seborréica ou psoríase.

    A dermatite seborréica é um distúrbio crônico caracterizado pela inflamação da pele, além de escamação. Pode afetar as sobrancelhas e o contorno do cabelo, as laterais do nariz, as orelhas e o peito.

    A psoríase caracteriza-se por manchas escamosas avermelhadas na pele e é resultado da troca rápida das células. Existem medicamentos prescritos para controlar as duas doenças.

    Então, se você ainda tiver problema com caspa depois de experimentar os remédios caseiros, procure um médico.

    Mude de xampu. Se seu xampu normal não está resolvendo o problema, mesmo com lavagem diária, está na hora de passar a usar um xampu anticaspa. Verifique os componentes dos xampus para caspa vendidos diretamente e procure um que contenha piritiona de zinco, que pode reduzir os fungos; sulfeto de selênio, que pode limitar a troca das células e possivelmente diminuir a quantidade de fungos; ácido salicílico, que funciona como uma espécie de esfregão para soltar a pele morta; ou cetoconazol, que funciona contra uma grande variedade de fungos.

    Procure os três. Seu xampu para caspa preferido pode não ter mais efeito após um tempo, e aqueles pequenos flocos podem voltar. Não culpe o xampu. Pode ser que você simplesmente tenha criado resistência a esse componente ativo. Para evitar isso, procure usar três marcas diferentes de xampu anticaspa (cada um com uma formulação diferente), cada um durante um mês. Em outras palavras, use um xampu por um mês, no mês seguinte, use a segunda marca, e no terceiro mês o outro, para então retornar ao xampu original por mais um mês.

    Ensaboe duas vezes. A primeira aplicação e enxágüe removem os flocos soltos e o óleo formado nos cabelos e no couro cabeludo. É uma espécie de limpeza da área, de modo que a segunda ensaboada tenha efeito. Deixe a segunda espuma do xampu pelo menos cinco minutos na cabeça antes de enxaguar os cabelos. Isso permite que o xampu penetre nas células da pele e faça o que supostamente deveria fazer.

    Experimente alcatrão. Se os xampus anticaspa não estiverem funcionando, é hora de utilizar o grande trunfo: o xampu de alcatrão, um remédio comprovado por mais de 200 anos. O alcatrão diminui a troca das células de maneira eficaz, mesmo que haja algumas desvantagens. Os xampus de alcatrão têm um odor forte, podem manchar a raiz de cabelos descoloridos (você pode usar um xampu mais suave durante semanas até se livrar da descoloração) e podem irritar a pele, experimente lavar com bicabornato de sódio.

    Use rinçagem. Se decidir usar um xampu de alcatrão, enxagüe o cabelo com suco de limão, passe um condicionador ou creme rinse para eliminar o cheiro do xampu. Usar um condicionador após lavar o cabelo com qualquer xampu anticaspa é uma boa opção, pois os xampus medicinais tendem a ressecar o cabelo, deixando-os mais difíceis de se lidar. Muitos deles também ressecam o couro cabeludo, o que pode aumentar a escamação, um condicionador pode ajudar a manter sua umidade.

    Fique atento à sua sensibilidade. Há pessoas que não podem usar xampu de alcatrão. Por quê? Porque são muito sensíveis. Este ou outros xampus podem irritar e inflamar seus folículos pilosos, causando uma condição chamada foliculite. A cura? Passar a usar um xampu mais suave.

    Pare de coçar. Procure resistir à tentação de coçar as manchas. Suas unhas podem ferir o couro cabeludo. Se machucar a pele do couro cabeludo, suspenda por um período o uso do xampu medicinal. Passe a usar diariamente um xampu mais suave, como um infantil, até que as feridas cicatrizem.

    Elimine o suor. Após exercícios ou trabalhos que o façam transpirar, procure tomar banho e lavar a cabeça em seguida. O suor irrita o couro cabeludo e acelera a descamação das células da pele.

    Vá devagar com os produtos viscosos. Embora você não precise deixar de usar musse, spray e gel, procure usá-los com menos freqüência. Esses produtos para cabelos podem contribuir para a produção de óleo.

    A caspa pode ser um problema desagradável, mas você pode se livrar desses flocos horríveis, seguindo um controle cuidadoso.

     

     

  • 12 PASSOS PARA UMA MENOPAUSA SAUDÁVEL

    12 PASSOS PARA UMA MENOPAUSA SAUDÁVEL

    Uma atitude positiva e um pouco de planejamento pode ajudar as mulheres a liderarem melhor com a menopausa. A preparação deve iniciar quando a mulher começa a experimentar os primeiros sintomas da menopausa – condição caracterizada pela cessação da menstruação na mulher.

    Conhecido como perimenopausa, esse estágio anterior à menopausa inicia por volta dos 40 anos, mas pode começar mais cedo, até mesmo na terceira década de vida”, explica Karen Deighan, professora de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Gottlieb Memorial, da Universidade de Loyola, em Chicago, nos Estados Unidos.

    A menopausa acontece quando os ovários cessam a produção de estrógenos, ao passo em que a capacidade reprodutiva diminui. Como o organismo naturalmente adapta-se aos níveis variáveis dos hormônios, vão surgindo em graus variados sintomas circulatórios como ondas de calor e palpitações, sintomas psicológicos, como aumento da depressão, ansiedade, irritabilidade, variações de humor e falta de concentração e, finalmente, sintomas de atrofia, como secura vaginal e urgência na urinação.

    Além desses sintomas, a mulher também pode apresentar ciclos menstruais cada vez mais espaçados, escassos e irregulares.

    “Sempre digo às minhas pacientes entrando em menopausa que elas não devem se limitar a simplesmente deixar essa transição acontecer. Digo a elas para serem proativas em relação à própria saúde e para trilhar todos os passos necessários para minimizar os efeitos colaterais da menopausa entes que eles apareçam”.

    A especialista dá algumas dicas:

    1. Comece a praticar atividades físicas para prevenir o ganho de peso típico da menopausa – de 3 a 5 quilos. Flutuações hormonais podem contribuir para esse aumento. “É mais difícil de prevenir ou perder aqueles quilinhos a mais se você esperar até a menopausa para começar um programa de exercícios.”

    2. Inicie um programa de fortalecimento da musculatura do assoalho pélvico, como exercícios de Kegel – série de exercícios criada nos anos 40 para prevenir problemas como a incontinência urinária – e não apenas do abdômen, das coxas ou das nádegas.

    3. Faça exercícios de levantamento de pesos para manter os ossos fortes e reduzir o risco de fraturas. É prudente buscar orientação específica para adequar o tipo e a carga de exercícios mais adequada para você.

    4. Desafie seu cérebro com exercícios de memória, palavras cruzadas e outros tipos de jogos de raciocínio – isso pode ajudar a diminuir o risco de perda de memória durante a menopausa.

    5. Desenvolva e mantenha bons hábitos de sono, a fim de combater potenciais problemas de sono causados por quedas nos níveis de estrogênio.

    6. Tente dormir o suficiente – falta de sono em si pode contribuir para a confusão mental e baixa libido, problemas frequentemente associados à menopausa.

    7. Pondere com seu médico o uso de um creme tópico de estrogênio para ajudar a tratar a secura vaginal. A prática regular de sexo também aumenta o desejo sexual e faz com que a lubrificação aumente.

    8. Faça todos os exames anuais recomendados pelo médico, incluindo controle de glicemia, colesterol, vitamina D e cálcio, bem como mamografias e exames pélvicos. Os resultados de uma colonoscopia feita aos 50 anos irão determinar a frequência de colonoscopias futuro.

    9. Não negligencie seus dentes. Escove-os duas vezes ao dia e use fio dentalposição diariamente para ajudar a prevenir a doença periodontal (inflamação das gengivas) – ela pode afetar sua saúde cardiovascular.

    10. Limite o consumo de alimentos industrializados e mantenha uma dieta rica em verduras e em gorduras saudáveis como a do salmão, do abacate e do azeite de oliva. Consumi-las ajuda a manter os cabelos e a pele saudáveis.

    11. Mulheres em pré-menopausa devem consumir de 1.000 a 1.200 miligramas de cálcio por dia (os especialistas recomendam tomar o cálcio em duas ou três doses menores ao longo do dia) e em pós-menopausa devem tomar 1.500 mg de cálcio por dia e 500 mg de magnésio e vitamina D, para a absorção máxima do cálcio ingerido.

    12. Discuta com o médico os prós e contras do uso da terapia de reposição hormonal. Ela não é recomendada para mulheres em situação de risco para câncer de mama, trombose ou doença cardíaca.

     

     

  • TPM TEM MAIS DE  2OO SINTOMAS

    TPM TEM MAIS DE 2OO SINTOMAS

    Os hormônios são a chave de muitas mudanças físicas e emocionais que acontecem no corpo. Há, portanto, uma diferença entre homens e mulheres. Enquanto nos homens, o único hormônio que determina a função sexual é a testosterona, nas mulheres em menos 15 dias tudo pode mudar.

    Na mulher, os hormônios que regulam o comportamento são o estrógeno e a progesterona e começam a ser liberados no corpo a partir da puberdade. Quando chega a última fase da puberdade, a chamada “menarca”, que é a primeira menstruação da mulher, também pode vir junto uma síndrome que, dependendo da intensidade, muda completamente a vida da mulher.

    A Tensão Pré Menstrual (TPM) é um conjunto de sintomas físicos e emocionais que começam no meio do ciclo menstrual da mulher e desaparecem como num passe de mágica quando chega a menstruação. São mais de 200 sintomas que variam de mulher para mulher. No Bem Estar desta quarta-feira (28), o ginecologista José Bento e a endocrinologista Cintia Cercato falaram sobre a puberdade e os diferentes níveis de TPM.

    Existe uma diferença entre o comportamento dos homens e das mulheres. Os médicos acreditam que o principal motivo dessa diferença é a oscilação hormonal. O homem nasce com uma produção baixa de testosterona, que aumenta na puberdade e se mantém estável até a andropausa, quando cai.

    Já a mulher nasce com uma quantidade reduzida de estrógeno e progesterona, que aumentam na primeira menstruação e, a partir daí, começam a oscilar freneticamente a cada duas semanas e só cai quando chega na menopausa. A variação hormonal tem o mesmo “desenho” da variação emocional. Enquanto os homens são estáveis e permanentes, as mulheres enfrentam altos e baixos durante todo período fértil.
    Um dos pressupostos básicos para que a mulher tenha TPM é ter um ciclo regular de menstruação. A TPM depende dessa oscilação hormonal, e o ciclo regular faz com que ela fique caracterizada. Portanto, a TPM só aparece depois da menarca, a primeira menstruação e última fase da puberdade.
    O estrógeno e a progesterona desempenham papeis diferentes no corpo da mulher. Basicamente, na primeira fase do ciclo, o estrógeno está subindo e a progesterona está em baixa quantidade. Após a ovulação, começa a TPM e as mudanças hormonais passam a determinar mudanças físicas e emocionais. As físicas tem mais relação com a progesterona e as emocionais com o estrógeno.  Mousse de absacate com cacau e banana alivia sintomas da TPM

    TPM afeta o humor das mulheres

    Estrógeno e serotonina: as mudanças hormonais da mulher têm relação com o estrógeno, pois ele está associado à produção e ação da serotonina.
    As pesquisas mostram que conforme o estrógeno sobe, a serotonina – hormônio que provoca sensação de bem estar – também sobe. E se o estrógeno desce, a serotonina acompanha a queda.
    Progesterona e retenção de líquido: a progesterona tem efeito “mineralocorticóide”. Basicamente, ela age nos receptores dos rins que fazem a reabsorção da água, estimulando essa reabsorção. Em outras palavras, ela bloqueia parcialmente a liberação de água pelo rim. Isso explica a retenção de líquido durante o período pré-menstrual e consequentemente os principais sintomas físicos, como o inchaço e massalgia (dor na mama).

    Tipos de TPM

    Os mais de 200 sintomas da TPM variam de mulher para mulher, mas 4 deles são mais comuns. Através destes sintomas, é possível dividir os tipos de TPM como mostra abaixo:

    Inchaço: para as mulheres em que o inchaço é o sintoma que aparece com mais força durante a TPM, a recomendação médica é fazer sessões regulares de drenagem linfática, um tipo de massagem que ajuda a combater a retenção de líquido, assim como a dieta sem sal. Atividade física também melhora o inchaço porque melhora a circulação. Para inchaço na perna, a meia elástica pode ajudar.
    Tomar bastante água ajuda a inibir o hormônio ACTH, o anti-diurético, que é produzido pelo rim e gera a quantidade de água no corpo. Nesse tipo de TPM também é comum a mulher apresentar dores, principalmente na mama (massalgia) e dor de cabeça. Reduzir sal também ajuda a evitar as dores. Evitar roupas muito apertadas também é uma boa dica, porque diminui a pressão no corpo e alivia esse tipo de dor.

    Ansiedade: para quem tem irritabilidade, nervosismo e sensibilidade emocional como principal sintoma da TPM, a recomendação médica é fazer atividades que ajudem a relaxar e reequilibrar o corpo, como yoga e meditação. É aconselhável reduzir alimentos ricos em cafeína (café, refrigerante, chá-preto). Cortar álcool também é importante porque o álcool é um excitante do cérebro.

    Depressão: não é recomendada a cafeína, porque nesse tipo de TPM, além do cansaço e da depressão, o sono também pode ser afetado. Por isso a primeira dica é tentar dormir mais e melhor. Para isso, o conselho é evitar comer demais e beber álcool logo antes de dormir. Banho morno à noite ajuda a relaxar e fazer atividade física de manhã é a melhor das dicas porque ajuda a dar disposição para enfrentar o dia através da liberação de endorfinas.

    Compulsão: é uma das piores queixas das mulheres porque a compulsão as faz engordar e desencadeia outros sintomas. A recomendação neste caso é levar lanches saudáveis e frutas para o trabalho e comer de três em três horas. Alimentos ricos em fibras têm maior poder de saciedade e por isso podem ajudar a controlar a compulsão. Estão na lista aveia, pão e arroz integral, sementes de linhaça e frutas com casca (como maçã, pêra e pêssego).
    Ao agendar uma consulta no médico, a mulher pode levar um caderno com anotações dos sintomas que sente normalmente durante a TPM. Isso pode ajudá-lo a resolver o problema.

    Pílula anticoncepciona: O uso da pílula faz com que as variações hormonais reduzam bastante, controlando a TPM. Em uma situação normal, a progesterona começa baixinha no começo do ciclo e vai crescendo bem devagar, até que na ovulação dá um pico e se mantém estável até a menstruação, quando cai abruptamente a nível zero. Já o estrógeno sobe gradualmente até a ovulação, quando atinge seu pico. Depois, ele começa a cair levemente e, quando vem a menstruação, cai abruptamente a nível zero. Quando a mulher toma pílula, os dois sobre gradualmente, mas muito menos, até a ovulação, onde atingem um leve pico, depois descem gradualmente, juntos.

    TPM x chocolate

    Muitas mulheres associam o chocolate à TPM. Além de ser doce, ele tem uma grande quantidade de triptofano, uma substância que se transforma em serotonina, o hormônio do bem-estar. A serotonina ajuda a aliviar os sintomas da TPM e, portanto, pode e deve ser usada nessa fase do ciclo. No entanto, o chocolate não é o campeão de triptofano.
    Por exemplo, uma barra de chocolate ao leite tem 0,13 gramas de triptofano, enquanto um ovo de galinha tem 1g, ou seja, equivale a 7 barras e meia de chocolate. Semente de girassol, abacate e banana também contém essa substância. Outros alimentos “anti-TPM” que podem ajudar a acelerar a criação da serotonina a partir do triptofano são os ricos em magnésio (abacate, nozes, castanhas, brócolis e folhas verde-escuras) e os ricos em vitamina B6 (banana, batata, feijão, ovo, carne vermelha, pão e cereais).

  • 10 CUIDADOS DIÁRIOS COM A PELE

    10 CUIDADOS DIÁRIOS COM A PELE

    A pele é o maior órgão do corpo humano, mas muitas vezes é deixada de lado. As pessoas se preocupam demais com o tamanho da cintura, mas a pele pode ser totalmente esquecida. Claro, você pode até passar um pouco de hidratante no cotovelo seco de vez em quando, ou colocar um pouquinho de protetor solar no nariz antes de ir à praia, mas isso é tudo o que a maioria das pessoas faz no dia a dia, além de esfregar a toalha no corpo.

    No entanto, não é isso que os dermatologistas recomendam. A pele precisa de um pouco de amor e carinho para permanecer saudável, assim como todos os seus outros órgãos, e isso significa separar um tempo para ela todos os dias. Algumas dessas dicas são apenas conselhos que beneficiam também outras partes do corpo, mas a maioria é específica para a pele. Então, sem uma ordem específica, aqui estão 10 cuidados essenciais para você ter uma pele mais saudável e jovem.

    1. Limpeza

    Vamos começar com o básico: produtos de limpeza para a pele são seus amigos. Isso provavelmente não é novidade para ninguém, mas uma das principais estratégias para garantir que sua pele tenha um brilho saudável é lavá-la. Tipos de pele diferentes precisam de produtos de limpeza diferentes, assim como a maioria dos outros produtos, então procure um específico para as suas necessidades.

    Encarar prateleiras e mais prateleiras de produtos diferentes na farmácia pode inibi-lo, mas aqui estão algumas dicas. Fragrâncias e corantes podem irritar a pele de algumas pessoas, então você deve evitá-los se não tem certeza de que sua pele irá aguentar. É melhor não agredir muito a pele também – pode parecer ótimo fazer uma supersessão esfoliante, mas isso às vezes pode prejudicar mais do que ajudar. Você não precisa sentir que sua pele está esticada e seca para que ela pareça limpa. Na verdade, sentir isso significa que você tirou camadas importantes de óleos naturais ou deixou algum resíduo de sabonete. Então dê uma folga para sua pele e ela irá agradecer depois.

    2. Hora de Relaxar

    Recomendamos que você reserve um tempo para você mesmo e relaxe. Estresse pode fazer estragos até na melhor das peles, e causar outros efeitos desagradáveis no resto do corpo também.

    Se a pele está sob pressão exagerada (mesmo se a pele for exatamente a causa do seu estresse), ela eventualmente se torna fina e com menos capacidade de se auto-regenerar. E se você acha que a acne está grave, não queira saber quando começarem coceira, vermelhidão e eczema.

    Então tente se acalmar – aquela espinha não está tão feia quanto parece, e se você não conseguiu cumprir todos os compromissos da sua lista, as chances de o mundo parar são mínimas. Com alguma sorte, sua pele vai começar a acalmar também.

    3. Faça exercícios

    Exercícios frequentes ajudam a limpar os poros e remover as toxinas.

    Você deve estar cansado de ouvir o quanto os exercícios são importantes para a saúde, mas que tal ouvir apenas mais uma vez? Exercícios são importantes para a saúde – incluindo a saúde da pele. E também não é tão ruim assim. Tente frequentar a academia ou fazer uma caminhada no seu bairro, e você pode gostar da sensação de um exercício completo.
    Exercícios frequentes não ajudam apenas a limpar os poros e a combater a acne, mas também ajudam a pele ao induzir a remoção de toxinas. Além disso, os sinais do envelhecimento diminuem com o aumento da produção de colágeno, que diminui as rugas.

    O problema da acne funciona assim (apesar de o resultado variar, assim como o resto dos benefícios): o estresse aumenta a produção de certos hormônios – muitos dos quais já foram ligados aos surtos de acne – e os exercícios são conhecidos por diminuir os níveis de estresse. Portanto, menos acne. Um bom treinamento também manda mais oxigênio e nutrientes para a corrente sanguínea.

    4. Dieta nutritiva

    Nem todos os produtos para cuidar da pele são encontrados na gaveta do banheiro; muitos deles aparecem na sua cozinha. Mesmo que sejam necessárias mais pesquisas sobre o assunto, muitas comidas são suspeitas de ajudar a pele a continuar jovem e bonita.

    É uma boa idéia consumir comidas frescas e não muito processadas – tente fazer suas compras nas prateleiras e gôndolas ao redor do supermercado e evite os corredores internos – é lá que estão as comidas menos saudáveis. Uma mistura balanceada de nutrientes, vitaminas, minerais e antioxidantes deve manter sua pele vibrante. Biotina, um tipo de vitamina B, ajuda a hidratar a pele, assim como cabelo e unhas. A vitamina A é importante quando se trata de reparar tecido danificado e manter a pele saudável. Vitaminas C e E são exemplos de fontes de energia antioxidante que protegem dos radicais livres e protegem a pele dos raios solares nocivos.

    Esses mocinhos podem ser encontrados em várias frutas e vegetais, assim como em muitas outras comidas. Os tipos certos de proteína também são importantes – elas podem ajudar as células a se tratar sozinhas quando forem prejudicadas. Um estudo sugere que pessoas que comem legumes, vegetais e azeite, associados a comidas com pouco açúcar e laticínios, têm uma pele com menos rugas quando velhos [fonte: Purba]. Então encontre uma boa dieta que deixe sua pele feliz e mantenha-se fiel a ela.

    5. Sono

    Não se sinta culpado da próxima vez que apertar o botão “soneca” do despertador e voltar a dormir. Ter uma boa noite de descanso é um ritual diário necessário, e sua pele irá puni-lo se você deixar passar. Isso porque o sono é o momento em que sua pele tem para rejuvenescer e relaxar. Você pode adorar sorrir ou franzir muito a testa, e ambos são muita ação para sua pele aguentar. Adicione ainda um eventual corte, arranhão ou contusão, e sua pele está pronta para pedir férias.

    A pele fica ocupada se reabastecendo durante um bom sono. Também é ótimo porque, pelo menos por uma boa parte do dia, a pele evita toda a poeira, poluição e outras coisas ruins flutuando no ar.

    6. Água

    Provavelmente pode parecer um pouco básico, mas água é algo importante quando se trata de pele. Pense desta maneira: como no resto do corpo humano, a pele é composta em sua maioria por água, certo? Mas como você está exposto aos elementos externos, ela pode perder essa água facilmente e rapidamente ficar seca.

    Você precisa de muita água para manter sua pele fresca.

    Água é como uma fonte de juventude para a pele, sem precisar de aditivos mágicos. Ela absorve água durante o banho, mas a maioria da água que a pele absorve vem de dentro, significando que você é o único responsável por colocá-la lá. E a água traz muitos benefícios para a pele. Por exemplo, ela mantém as células grandes e suculentas, o que pode fazer com que as rugas fiquem menos notáveis. Ela também faz com que o fluxo de sangue aumente e limpe toxinas compostas. Então, quanto mais água, melhor.

    7. Filtro solar

    Pode parecer um pouco radical, mas os especialistas recomendam filtro solar em excesso, mesmo em locais ou horários em que normalmente a maioria das pessoas não usaria. Uma coisa é passar um pouco antes de ir à piscina, por exemplo, mas e no caminho do trabalho ou num pulinho básico à padaria? Sim, nesses casos também.

    Essas táticas extremas contra os raios UV podem não ser possíveis para todo mundo, mas é uma boa ideia considerar o filtro solar como parte do seu ritual diário. Assim, quando você estiver exposto ao sol, estará preparado para os ataques dos raios malvados.

    Além disso, tenha sempre em mente que, apesar de rótulos e propagandas com muitas promessas, muitos filtros solares não deixam você a salvo durante o dia inteiro. Eles geralmente precisam ser reaplicados a cada duas horas para manter sua máxima eficiência. E para quem gosta de tomar sol e manter o bronzeado, aquele FPS 2 ou 4 não faz nada bem para a sua pele. Geralmente é preciso um FPS no mínimo 15 para manter a pele saudável.

    8. Maus hábitos (a falta deles, na verdade)

    Seu pulmão diz não, sua pele também. É hora de parar!
    Você começou a usar filtro solar e agora come direito. Você sai para uma caminhada todas as manhãs, já que está indo para a cama na hora certa e dormindo direito. Mas sempre tem uma lata de refrigerante ou copo de café inocentemente descansando na sua mesa todos os dias, e depois do trabalho você ainda curte um cigarro ocasional ou uma cervejinha gelada.

    Esses pequenos pontos fracos podem não parecer muita coisa, mas eles costumam transparecer no seu rosto, claros como o dia. O rosto sofre com atividades como fumar e beber cafeína e álcool. Fumar deixa o fluxo sanguíneo da pele mais lento, portanto rouba oxigênio e nutrientes dela, e também pode deixar a aparência mais velha – a boca enrugada para tragar a fumaça e olhos apertados para se proteger dela podem causar várias rugas extras.

    Beber álcool e cafeína pode desidratar a pele, então se você definitivamente não conseguir evitar seu desejo por um cafezinho ou uma taça de vinho, tente compensar e beber bastante água. O álcool também pode prejudicar as veias sanguíneas com o tempo, causando manchas na pele.

    Agora que falamos bastante do que não pode, vamos ver as duas últimas dicas do que você pode fazer.

    9. Esfoliantes

    Pode ser bom também ter sempre um esfoliante em mãos. Todos certamente já ouviram aqueles dados assustadores sobre como um vasto número de células mortas ficam na pele. Um pouco após elas morrerem, elas continuam na pele e é preciso um empurrãozinho para que elas saiam.

    É aí que entram os esfoliantes. Eles retiram a pele morta e dão uma polida no que sobrou, deixando sua pele brilhante e fresca. Mas lembre-se de comprar um esfoliante leve, ou ele pode agredir sua pele e deixá-la machucada, especialmente se você tiver acne.

    10. Hidratantes

    Mesmo que sua pele seja oleosa, você ainda precisa de um bom hidratante.
    Nós começamos discutindo sobre como a limpeza é fundamental para qualquer boa rotina de cuidados com a pele, então para terminar a lista, vamos voltar ao seu aliado: o hidratante. Mesmo que sua pele seja a mais oleosa possível, provavelmente ainda precisa de um bom hidratante, talvez mais fraco. Uma boa dica é procurar algum que seja “não comedogênico” (não deixe que essa palavra difícil o engane; de acordo com a Mayo Clinic, isso significa apenas que o produto não obstrui os poros). Cremes e pomadas geralmente funcionam melhor para pessoas com a pele muito seca.

    A melhor coisa é passar um pouco de hidratante logo após o banho – isso prende a água que a sua pele conseguiu absorver no chuveiro. Passe gentilmente na pele e deixe absorver. Vai deixá-lo com uma aparência mais saudável num piscar de olhos, com uma pele macia e hidratada.

     

  • DESODORANTES NATURAIS

    DESODORANTES NATURAIS

    O produto que você usa todos os dias não precisa ter ingredientes químicos. Você não precisa passar muito tempo na Internet para encontrar textos afirmando que seu antiperspirante está tentando matá-lo; apesar de não haver evidência definitiva de que ingredientes antiperspirantes causem mal de Alzheimer ou câncer de mama, não faltam sites na web que aleguem uma ligação entre eles.

    E se você pretende ter um estilo de vida natural e orgânico, provavelmente vai desconfiar de uma lista de ingredientes cheia de palavras parecendo químicas e com várias sílabas. Seja qual for a razão para procurar um desodorante natural, você deve saber quais ingredientes está tentando evitar: alumínio, parabeno, fragrâncias sintéticas e triclosano geralmente estão na lista perversa de qualquer pessoa especializada em viver naturalmente. Mas você sabe quais ingredientes desodorantes você está procurando?

    1: Hamamélia (hamamelis)

    Se você tem a pele muito sensível, pode achar que os desodorantes e antiperspirantes normais irritam sua pele por conter álcool. Se isso acontecer, procure um desodorante que contenha hamamélis, que é conhecida por suas propriedades calmantes na pele. A hamamélia, que é derivada das folhas e cascas de um arbusto, funciona como adstringente em desodorantes; ela diminui os poros das axilas. Ela também faz com que o suor que escapar por esses poros evapore. Como bônus para aqueles que depilam as axilas, a hamamélia é muito usada em produtos pós-depilatórios, então ela pode ser usada para amenizar a dor da depilação.

    2: Óleos essenciais

    Você não precisa de perfumes artificiais para sua axila cheirar bem; para isso, você pode procurar óleos essenciais, que são derivados de plantas. Mas os óleos essenciais valem a pena por mais de um motivo – alguns deles têm propriedades antibacterianas que ajudam a prevenir o odor antes que ele comece. O suor só cheira mal quando bactérias o comem e o digerem, então ao matar as bactérias, o óleo essencial acaba com o odor antes mesmo de ele começar. Alguns óleos essenciais antibacterianos incluem alecrim, líquen, sálvia, capim-limão e tea tree.

    3: Sais Minerais

    Antiperspirantes normais dependem muito de algum tipo de alumínio como ingrediente ativo; o alumínio cria uma tampa na glândula sudorípara que previne o suor de sair. No entanto, como mencionamos antes, não é o ato de suar que causa o mau cheiro, mas sim a mistura do suor com as bactérias que se alimentam dele.

    Sais minerais, ou alúmen de potássio, formam uma camada temporária na pele, em vez de fechar o poro. Essa camada previne o crescimento dessas bactérias da pele cujo processo de digestão faz o suor ficar tão fedido. Em outras palavras, você ainda vai liberar suor, mas as bactérias não estarão esperando para se alimentar dele. Sais minerais, que são naturais e não irritam a pele, são geralmente encontrados em desodorantes de cristal.

    4: Bicarbonato de sódio

    Você conta com uma caixa de bicarbonato de sódio para deixar sua geladeira sem cheiros desagradáveis; por que você não faria o mesmo com as suas axilas? Bicarbonato de sódio é quase um produto milagroso, já que pode deixar tudo longe de cheiros desagradáveis, desde caixas higiênicas de gatos até uma rede de esgotos [fonte: Horovitz]. A composição química do bicarbonato de sódio reage com moléculas de odor até que elas fiquem neutralizadas com o impacto. E ele não apenas reage com o odor, mas também com a umidade. Diferentemente de antiperspirantes comuns, nada no bicarbonato de sódio vai impedir o suor de escapar de suas glândulas. No entanto, o bicarbonato de sódio vai absorver o excesso de perspiração para que suas axilas pareçam secas.

    5: Lúpulo

    Se você é um profundo conhecedor de cerveja, deve conhecer o lúpulo como o ingrediente que dá a certos tipos seu gosto amargo. Além de afetar o gosto, esses lúpulos amargos atuam como conservantes da cerveja porque evitam o cheiro ruim dela. Isso acontece porque eles impedem o crescimento de bactérias, e portanto, o cheiro na cerveja; acontece que o lúpulo pode fazer o mesmo nas suas axilas. Quando aplicado como desodorante, o extrato de lúpulo serve como um agente antimicrobiano, então as bactérias das axilas não têm a menor chance de interagir com o suor.

     

  • EXAMES DE ROTINA INDESPENSÁVEIS PARA MULHERES

    EXAMES DE ROTINA INDESPENSÁVEIS PARA MULHERES

    Exames são fundamentais para prevenir doenças e fazer diagnósticos precisos. Porém, na opinião do clínico geral e geriatra Paulo Camiz – médico do AvalDoc, uma consulta bem feita é tão ou mais importante do que fazer exames.

    “Enquanto conversamos com os pacientes, perguntando sobre sua profissão, hábitos alimentares, exposição a malefícios como tabagismo e consumo de álcool, histórico familiar e outros, já estamos investigando e identificando possíveis fatores de risco que serão o ponto de partida para a realização de exames, se for o caso”, justifica ele.

    Isto já é tendência na medicina: investigar a saúde – ou possíveis doenças – dos pacientes a partir de encontros periódicos com os médicos.
    Camiz, que é professor de Clínica Geral do Hospital das Clínicas de São Paulo, diz que, do ponto de vista populacional, não há nenhum exame preventivo necessário na infância ou na adolescência – a não ser que haja alguma queixa específica. “Nessa faixa etária, ir ao médico periodicamente – uma vez ao ano – ou quando houver algum tipo de queixa já é suficiente”, afirma.

    Quando se inicia a vida sexual ou a partir dos 35 anos, uma rotina básica de exames já é necessária. A seguir, o médico explica quais são os principais:

    A população feminina, em geral, têm uma saúde melhor que a dos homens. Isso pode ser explicada pelo fato do acompanhamento periódico que elas realizam junto ao ginecologista desde jovens.

    Por isso, incentiva os homens a também terem essa atitude. “Ir ao médico uma vez ao ano – ou com intervalos ainda maiores, se estiverem saudáveis – garante um bom monitoramento da saúde. O clínico geral está apto a resolver 99% dos problemas de homens e mulheres”, salienta.

    As mulheres devem fazer o Papanicolau depois do início da atividade sexual, e uma avaliação do colesterol, a partir dos 35 anos, anualmente. A partir dos 45 anos, devem avaliar anualmente o nível de glicose também. “Fatores como sedentarismo, obesidade ou disfunções endócrinas podem justificar outros exames, em idade menor. A menopausa precoce também deve antecipar esses cuidados”, pondera o médico.
    A partir dos 50 anos, as mulheres devem, ainda, se submeter a exames para detectar câncer de mama e o câncer no intestino grosso. Ecocardiograma, eletrocardiograma e outros também devem ser realizados apenas se houver algum fator de risco.

    Para finalizar, fica a dica: “orientações sobre como manter uma vida saudável, com atividade física constante, boa alimentação e vacinação de adultos – contra gripe e tétano – são mais impactantes que realizar exames a todo momento”, analisa o médico.

    POR: JESSICA MORAES.

  • A TV ANTIEDUCATIVA

    A TV ANTIEDUCATIVA

    por Valdemar Setzer

     Introdução

    As forças que estão por trás da tecnologia são infinitamente inteligentes, mas não tem um pingo de bom senso. Com isso, sempre exageram, e pessoas que antes não percebiam os problemas que ela produz passam a notá-los. Esse é o caso da TV. Nas décadas de 1960 e 70, quando meus filhos eram crianças ou adolescentes, eu e minha esposa éramos considerados “bichos papões”, devido à nossa posição contra esse aparelho, principalmente quanto ao mal que ele causa em crianças e adolescentes. (mais…)

  • COMO CUIDAR DOS SEUS PÉS

    COMO CUIDAR DOS SEUS PÉS

    Pode ser que você não pense com muita freqüência nos seus pés – bem no final de suas pernas – mas eles são parte essencial de quase tudo que você faz. Seja para andar, correr, exercitar-se ou apenas ficar em pé, ter pés confortáveis e bem cuidados (em vez de doloridos) torna a experiência muito mais prazerosa.

    Hei! Lembra-se de nós? Bem aqui embaixo? Cuide de seus pés para evitar dores que possam se transformar em problemas crônicos. Veja mais imagens da saúde dos pés (em inglês).

    E isso não é apenas uma questão de se sentir bem. Quando seus pés não recebem a atenção de que precisam, podem se desenvolver problemas crônicos que possivelmente o incomodarão durante anos. Em muitos casos, há alguns alongamentos e exercícios simples que podem ajudar a manter seus pés em forma. Esse artigo apresentará algumas idéias, além de orientações valiosas que o tornarão um especialista em comprar calçados – capaz de sempre escolher sapatos confortáveis e que lhe dêem sustentação (no tamanho certo).

    Entretanto, existem algumas situações em que não se recomenda que você cuide de seus pés por conta própria. Quando ocorre alguma lesão séria ou uma emergência, você deve procurar um podólogo – ou mesmo um pronto-socorro. As pessoas que têm problemas constantes de circulação ou diabetes,  também devem se consultar com um médico para resolver quaisquer problemas relacionados aos pés. Aqui vai o porquê: problemas de circulação geralmente estão associados a pés de pessoas de idade, mas o fato é que qualquer pessoa pode ter esse tipo de problema. Quando não há sangue suficiente circulando nos pés, você pode sentir formigamento, dormência, cãibra e descoloração da pele e das unhas.

    Circunstâncias do dia-a-dia podem limitar o fluxo de sangue: quando os pés ficam gelados ao ar livre ou em água fria; quando os sapatos, meias ou roupas íntimas estão muito apertadas; mesmo quando você fica sentado por muito tempo com as pernas cruzadas. Fumar (em inglês) diminui a circulação do corpo todo, assim como beber muito café ou refrigerante cafeinado (tanto a nicotina quanto a cafeína comprimem os vasos sanguíneos). E se você estiver sob muita pressão, seus nervos podem comprimir seus vasos sanguíneos pequenos, diminuindo sua capacidade de conduzir o sangue. Alguns noivos nervosos realmente ficam com os “pés gelados”!

    Outras pessoas têm problemas de saúde contínuos, como a diabetes, que faz a circulação ficar mais lenta. Além disso, para a maioria de nós, um corte ou uma bolha no pé até incomoda, mas é um problema relativamente insignificante. Para um diabético, essas “pequenas” feridas podem ter sérias conseqüências. Os pés de um diabético têm duas desvantagens comuns que podem levar a problemas sérios e específicos.

    Além da circulação reduzida, uma perda da sensibilidade nos pés, chamada neuropatia, pode fazer com que o diabético não sinta pequenas dores que normalmente indicam que nos cortamos ou machucamos. Como resultado, os problemas menores podem passar despercebidos e não serem tratados, e se desenvolver uma infecção.

    Por esse motivo, saber como cuidar de seus pés é importantíssimo.

    Uma das melhores maneiras de evitar problemas nos pés é o cuidado preventivo.

     

     

  • MASTIGAR DEVAGAR AJUDA A PERDER PESO

    MASTIGAR DEVAGAR AJUDA A PERDER PESO

    Na busca quase eterna por boa forma e qualidade de vida, a alimentação adequada é fundamental. Mas, além de se preocupar com a ingestão de alimentos saudáveis e nutritivos, uma das primeiras dicas para quem quer perder peso é mastigar devagar. Isso faz com que se coma menos, já que a sensação de saciedade chegará antes de se comer mais do que o necessário.

    Isso porque o organismo leva de 15 a 20 minutos para avisar o cérebro de que está saciado.

    A mastigação lenta proporciona uma comunicação efetiva entre estômago e cérebro, fazendo com que haja maior liberação de hormônios de saciedade e também aumente a percepção de quando se está realmente satisfeito. Com isso, há uma menor ingestão de alimentos e, consequentemente, o controle do peso  explica a nutricionista Bruna Chagas Petrungaro.

    No caso de alimentos sólidos especialmente as carnes bovinas, o ideal é mastigar pelo menos 30 vezes antes de engolir. Ao mastigar devagar, os alimentos se mantêm por mais tempo em contato com as papilas gustativas presentes na língua. Como é por meio delas que se sente o sabor, quanto mais mastigações, maior será a apreciação do alimento e o estímulo das papilas. Logo, maior será a percepção da saciedade.

    O processo de digestão inicia-se pela boca. Com uma mastigação correta, a produção de saliva é mais eficiente, o que ajuda a formar um bolo alimentar mais macio e fácil de ser deglutido, evitando vários problemas e desconfortos gástricos.

    Além disso, a mastigação mantém a força dos músculos do rosto, modela a forma do osso e a posição dos dentes, além de ser a primeira fase da digestão complementa a fonoaudióloga Paula Pinheiro.

    Para melhorar a digestão

    • Descanse os talheres no prato a cada mastigação.
    • Coloque pouca comida no garfo.
    • Escolha um local calmo e tranquilo para fazer suas refeições.
    • Evite realizar outras atividades durante a refeição (como ver TV, ler jornal ou acessar a internet).
    • Inicie a refeição com um prato ou porção generosa de salada. Enquanto mastiga lentamente as verduras e legumes, você ganha tempo para que a mensagem de saciedade chegue ao cérebro e se reduz a chance de repetir, por gula, o prato quente _ e mais calórico.
    •  Limite a ingestão de líquidos como acompanhamento da refeição a um copo de 200 ml. Dê preferência à água sem gás ou sucos naturais. Além de atrapalhar a digestão, o excesso de bebida pode aumentar o volume do estômago, fazendo com que a pessoa consuma uma maior quantidade de alimentos.

     

     

  • O QUE PROVOCA O ENVELHECIMENTO

    O QUE PROVOCA O ENVELHECIMENTO

    Há poucas diferenças físicas entre um grupo de alunos da primeira série. Porém, se você der uma olhada no mesmo grupo 65 anos depois, as diferenças físicas são em número muito maior do que as semelhanças. Alguns serão símbolos da saúde, ao passo que outros estarão lutando com um ou mais problemas crônicos. Uns estarão vigorosos; outros, letárgicos.

    Os genes e o ambiente são apenas alguns dos fatores que podem afetar ou causar o envelhecimento.

    À medida que envelhecemos, vamos ficando cada vez menos fisicamente parecidos com nossos semelhantes. Isso acontece em razão da soma de nossas experiências de vida. Aos seis anos, ainda não aconteceu muita coisa a nossos corpos a ponto de nos deixar radicalmente diferentes dos outros.

    Na meia-idade e na terceira idade, já tivemos décadas para desenvolver e manter hábitos que causam grandes impactos sobre nossa saúde, tanto positiva quanto negativamente.

    Mãos velhas

    Muita gente se preocupa com o envelhecimento do rosto e esquece das mãos. Saiba o que causa o envelhecimento das mãos e os tratamentos específicos.O ambiente também afeta nossa saúde, incluindo o local onde trabalhamos e vivemos e o quanto nos expomos a doenças contagiosas. O ato de envelhecer é universal, mas cada um de nós passa por isso de maneiras diferentes.

    Quando estamos velhos?

    O envelhecimento pode até ser inevitável, mas o ritmo em que ele acontece não é. O motivo e a maneira como nossos corpos envelhecem ainda estão envoltos em bastante mistério, embora estejamos aprendendo mais a cada ano que passa. Os cientistas, no entanto, acreditam que a idade cronológica tem pouco a ver com a idade biológica, ou seja, o número de velas em seu bolo de aniversário só funciona como um marcador de tempo e, na verdade, diz muito pouco sobre sua saúde.

    Natureza ou criação?

    As complexidades do envelhecimento dificultam a descoberta do motivo exato pelo qual uma pessoa envelhece bem, enquanto outra parece e age como se fosse mais velha do que realmente é. Boa saúde e resistência são passados de geração para geração como olhos azuis e cabelos loiros?

    Ou será que são produto do ambiente, incluindo os alimentos que comemos, a exposição a compostos químicos perigosos ou doenças contagiosas ou a falta de exercícios regulares? Certamente todos têm sua importância, mas ainda não sabemos qual exerce mais influência.Os genes são muito bons em prever a saúde e a longevidade, ou doenças e morte, mas são apenas uma parte da história toda. Se seus pais e avós chegaram bem aos 90 anos, são boas as chances de que você também consiga, contanto que não abuse de seu corpo no meio do caminho (cientistas dizem que toda a genética pára de exercer influência quando chegamos aos 80, pois a partir daí o histórico familiar não afeta a longevidade, ou afeta pouquíssimo).

    Caso seu pai tenha morrido jovem com um ataque do coração ou sua mãe tenha tido câncer, você pode estar geneticamente predisposto a ter essas doenças. Os cientistas do Projeto Genoma Humano continuam a descobrir mais e mais determinantes genéticos para doenças crônicas e fatais.Embora os genes determinem, parcialmente, quem irá desenvolver problemas crônicos que aceleram o processo de envelhecimento, como câncer e doenças cardíacas, não há dúvidas de que um estilo de vida saudável é sua melhor arma contra seus genes, ou mesmo a chave de ouro, caso já tenha genes bons.Um homem cujos pais e irmãos tenham morrido de ataque cardíaco durante os 40 e 50 anos de idade pode escapar do mesmo destino ao se exercitar regularmente e manter seus níveis de colesterol e peso corporal sob controle.

    Por outro lado, um homem sem nenhuma predisposição genética para doenças do coração pode criar problemas cardíacos se comer alimentos gordurosos e que obstruem as artérias ou levar um estilo de vida totalmente sedentário.Estilos de vida saudáveis atrasam várias das mudanças trazidas pela idade e nunca é tarde demais para pegar a estrada da saúde. Ingerir alimentos nutritivos ajuda muito a garantir a boa saúde; por exemplo, obter quantidade suficiente de cálcio e vitamina D em qualquer idade irá retardar o início e a progressão da osteoporose, uma doença óssea que causa dor, fraturas, hospitalização e até morte para os mais velhos.Caso seja um fumante e decida parar, em qualquer momento de sua vida, já terá diminuídas as chances de ter um ataque cardíaco. Praticar exercícios ou tornar-se mais ativo fisicamente aumenta o funcionamento pulmonar e diminui o risco de um ataque cardíaco, independentemente de sua idade.

    Como envelhecemos?

    As células, unidade mais básica do corpo, estão no cerne de qualquer discussão sobre o envelhecimento. Temos trilhões de células e elas se dividem em diferentes tecidos que compõem órgãos, como seu cérebro, coração e pele.Algumas células, como as que revestem o trato gastrointestinal, reproduzem-se continuamente, ao passo que outras, como as células no interior das artérias, ficam dormentes e se replicam em resposta a ferimentos.

    Há outras, contudo, incluindo as células cardíacas, nervosas e musculares, que não podem se reproduzir. Algumas dessas células que não se reproduzem possuem curtos períodos de vida e devem ser substituídas continuamente por outras células (células vermelhas e brancas do sangue são bons exemplos disso).Outras, como as células nervosas e cardíacas, vivem por anos ou até décadas. Ao longo do tempo, a morte celular ocorre em um ritmo mais rápido do que a produção celular, o que nos deixa com menos células. Como resultado, ficamos com uma capacidade menor de reparar o desgaste do corpo e com nosso sistema imunológico comprometido.

    Acabamos ficando mais suscetíveis a infecções e menos eficientes na tarefa de procurar e destruir células mutantes que poderiam causar tumores. Na verdade, vários adultos mais velhos sucumbem a problemas a que teriam resistido quando eram mais jovens.Embora a morte celular seja a base necessária para a compreensão do processo de envelhecimento, não é o único fator. Esse processo é extremamente complicado e costuma ser difícil distingüir entre as alterações que são resultado do tempo e as que derivam de condições médicas mais comuns, incluindo pressão alta e doenças cardíacas.O envelhecimento é o declínio inevitável da resistência do corpo levando à diminuição das capacidades, tanto mentais quanto físicas.

    Algumas alterações da idade afetam a todos nós. Um exemplo é a diminuição da qualidade da visão: consideramos normal a necessidade de óculos para compensar a perda de visão, principalmente porque esse problema afeta todo mundo que viver muito tempo.Por outro lado, a catarata, formações no cristalino do olho que nublam nossa visão, pode ser prevenida e não é considerada parte do processo de envelhecimento, apesar de surgir predominante em pessoas mais velhas. Para complicar ainda mais, os órgãos envelhecem em velocidades diferentes, o que explica o motivo de alguém de 50 anos conseguir ouvir tão bem quanto alguém 20 anos mais novo, mas, ao mesmo tempo, ter artrite e pressão alta.Há várias teorias sobre as causas do envelhecimento. Algumas dizem que o envelhecimento está pré-programado em nossas células, ao passo que outras afirmam que o envelhecimento é o principal resultado dos danos sofridos por nossas células.

    Que som é esse?

    De acordo com a teoria, é seu relógio biológico, movendo-se a um ritmo pré-determinado. Essa mesma teoria diz que o DNA, o material genético das células, tem a data de morte marcada desde o dia em que você nasce. Embora essa teoria pareça fatalista na superfície, lembre-se de que biologia não tem nada a ver com destino. Não dá para mudar seus genes, mas é possível diminuir o ritmo do tempo com boa alimentação e atividade física regular.

    Seu corpo produz hormônios que ajudam a regular inúmeras funções, incluindo crescimento, comportamento, reprodução e sistema imunológico. Na juventude, a produção hormonal é alta, mas, conforme se vai envelhecendo, os níveis hormonais caem diminuindo a capacidade do corpo de se reparar e se manter funcionando perfeitamente.

    O trabalho das células produz dejetos. Ao longo do tempo, as células acabam produzindo mais dejetos do que conseguem eliminar, o que pode afetar sua própria capacidade de funcionamento e lentamente levar à morte. A lipofuscina, ou pigmento do envelhecimento, é um dos dejetos encontrados principalmente em células nervosas e nos músculos cardíacos. A lipofuscina, que liga gordura a proteínas nas células, vai se acumulando com o tempo e pode interferir no funcionamento celular.

    O colágeno da proteína está no centro dessa teoria. O colágeno, algo como a cola do corpo, é uma das proteínas mais comuns na composição da pele, ossos, ligamentos e tendões. Na juventude, ele é flexível, mas conforme envelhecemos vai se tornando mais rígido e encolhe. É por isso que sua pele fica menos elástica do que antes.

    Deixando a estética de lado, ligações cruzadas podem bloquear o transporte de nutrientes para as células e obstruir a remoção de dejetos. Os radicais livres são saqueadores que circulam por seu corpo, prontos a atacar células saudáveis, sendo produzidos como parte das milhões de reações químicas realizadas por seu corpo para sustentar a vida.

    Além disso, seu corpo também produz radicais livres em resposta a toxinas do ambiente, como quantidade excessiva de exposição desprotegida à luz do sol e à fumaça do cigarro. Os radicais livres oxidam suas células (assim como o metal, que enferruja). Como são moléculas desequilibradas e voláteis, sacrificam as células saudáveis para ficarem mais estáveis.

    Ao fazer isso, os radicais livres destroem ou alteram o DNA, o diagrama genético da célula, e afetam várias outras funções celulares. Os radicais livres podem matar as células como resultado de seus ataques ou criar células mutantes que levam a outros problemas crônicos, incluindo câncer e doenças cardíacas. Felizmente, o corpo tem um sofisticado sistema de defesa contra os radicais livres. Infelizmente, porém, essas defesas perdem eficácia com o tempo e os danos celulares se tornam maiores.

    Essa teoria também poderia ser chamada de Teoria Use e Perca. A idéia é de que o uso e o excesso de uso dos órgãos os deixa cada vez mais perto da destruição. Acredita-se que a alimentação ruim, o excesso de álcool e o fumo aceleram o desgaste natural do corpo. Com a idade, o corpo perde sua capacidade de se reparar.

    Como ocorre o desgaste?

    Os radicais livres, que causam os danos celulares, podem ser os culpados. Assim como a ideia do desgaste, essa teoria diz que você nasce com uma certa quantidade de energia. Se viver em ritmo “rápido”, vai morrer jovem, já que usou suas reservas de energia mais rapidamente. Já as “pessoas relaxadas”, que sofrem menos estresse e levam a vida com mais tranqüilidade, conseguiriam viver mais se essa teoria se mostrar correta.

    A defesa mais importante contra germes e toxinas é um sistema imunológico forte. São as células brancas que englobam e destroem possíveis pestes, como as bactérias e os vírus. Além disso, elas ainda fabricam anticorpos, os “soldados” que patrulham a corrente sanguínea, atacando e desarmando qualquer substância que não reconheçam como parte do corpo.

    O problema é que o sistema imunológico perde sua eficiência com o tempo, fazendo com que menos anticorpos sejam produzidos e aumentando seu risco de contrair infecções. E mais: o corpo pode começar a produzir anticorpos que destroem seu próprio tecido, as chamadas doenças auto-imunes, como lúpus e artrite reumatoide.

     

     

  • COMO FUNCIONA O CORAÇÃO

    COMO FUNCIONA O CORAÇÃO

    Todo sabemos que o coração é um órgão vital. Não podemos viver sem nosso coração. Porém, sendo muito direto, o coração é apenas uma bomba. Uma bomba importante e complexa, mas ainda assim, apenas uma bomba e, como qualquer outra bomba, pode entupir, quebrar e precisar de conserto.

    É por isso que é importante saber como funciona o coração. Com um pouco de conhecimento sobre o que é bom ou ruim para ele, você pode reduzir significativamente o risco de ter uma doença cardíaca.

    Coração artificial

    Itália anuncia implante de coração artificial permanente em adolescente. O sangue do jovem será bombeado por uma bomba hidráulica ativada eletricamente.
    As doenças cardíacas são a causa principal de mortes nos EUA e no Brasil 300 mil brasileiros morrem do coração todos os anos. Isso significa uma morte a cada 44 segundos. A boa notícia é que essa taxa está caindo. Infelizmente, as doenças cardíacas causam morte súbita e muitas pessoas morrem antes de chegar ao hospital.
    O coração também tem um lugar especial em nossa psique coletiva. Ele é sinônimo de amor, mas tem outras associações também. Veja aqui alguns exemplos:
    ter coração – ser piedoso
    mudar o coração – mudar de idéia
    saber algo de cor (de coração) – memorizar algo
    coração partido – perder um amor
    sentir do fundo do coração – sentir profundamente
    ter um bom coração – ser bom
    sem coração – maldoso
    coração pesado – tristeza
    ouvir seu coração – seguir sua intuição

    Certamente nenhum outro órgão do corpo traz à tona tanto sentimento.

    Neste artigo, estudaremos este órgão importante para que possamos entender o que faz seu coração bater.

    O coração é músculo oco em forma de cone, localizado entre os pulmões e atrás do esterno (osso do peito). Dois terços do coração fica ao lado esquerdo da linha mediana do corpo e 1/3 à direita.

    O ápice (ponta final) aponta para baixo e para a esquerda. Ele tem 12 cm de comprimento, 8-9 cm de largura e 6 cm da frente para trás e é mais ou menos do tamanho do seu punho. O peso médio do coração de uma mulher é 250 g e de um homem 300 g. O coração representa menos de 0,5% do peso total do corpo.

    Ele tem três camadas: a camada lisa, dentro do coração, é chamada endocárdio, a camada média do músculo cardíaco é chamada miocárdio, ele é rodeado por uma película chamada pericárdio.

    O som do coração

    Quando alguém escuta seu coração com um estetoscópio, os som é freqüentemente descrito como tum-tuum tum-tuum. O som da primeira batida do coração (tum) é provocado pela aceleração e desaceleração do sangue e por uma vibração do coração no momento em que as válvulas tricúspede e mitral se fecham. A segunda batida do coração (tuum) é causada pela mesma aceleração e desaceleração do sangue e vibrações no momento que que as vávulas pulmonar e aórtica se fecham.
    O coração é dividido em quatro câmaras:

    átrio direito (AD)
    ventrículo direito (VD)
    átrio esquerdo (AE)
    ventrículo esquerdo (VE)

    Cada câmara tem um tipo de válvula unidirecional em sua saída que evita que o sangue retorne. Quando cada câmara se contrai, a válvula em sua saída se abre. Quando a contração termina, a válvula se fecha evitando que o sangue retorne na direção contrária.

    a válvula tricúspide fica na saída do átrio direito.
    a válvula pulmonar fica na saída do ventrículo direito.
    a válvula mitral fica na saída do átrio esquerdo.
    a válvula aórtica fica na saída do ventrículo esquerdo.

    Quando o músculo cardíaco se contrai ou bate (chamada sístole), ele bombeia o sangue para fora do coração. O coração contrai em dois estágios. No primeiro estágio, os átrios se contraem ao mesmo tempo, bombeando o sangue para os ventrículos. Então os ventrículos se contraem juntos para empurrar o sangue para fora do coração. Depois o músculo cardíaco relaxa (chamada diástole) antes da próxima batida. Isso permite que o sangue preencha o coração novamente.

    Os lados direito e esquerdo do coração têm funções separadas. O lado direito coleta sangue venoso (pobre em oxigênio) do coração e bombeia para os pulmões, onde o sangue pega oxigênio e libera dióxido de carbono. O lado esquerdo do coração coleta o sangue arterial (rico em oxigênio) dos pulmões e bombeia para o corpo, para que todas as células recebam oxigênio adequadamente.

    Quanto sangue seu coração bombeia?

    Um coração normal bombeia 70 ml por batida. E, como já mencionamos, um batimento cardíaco normal é de 72 batidas por minuto. Portanto, um coração médio bombeia 5 litros por minuto. Em outras palavras, bombeia 7.200 litros por dia, quase 2.628.000 litros por ano ou 184.086.000 litros até os 70 anos de idade. Nada mal para uma bomba de 300 gramas!

     

     

  • COMO FUNCIONA O CHORO

    COMO FUNCIONA O CHORO

    Todo mundo tem um daqueles dias em que tudo parece dar errado. Seu despertador não funciona, você fica sem gasolina no caminho para o trabalho (para o qual você já estava atrasado), você derrama café na sua mesa, e fica preso em um engarrafamento na hora de voltar para casa. No final do dia, só o que você quer fazer é tomar um banho quente e correr para a cama. E neste ponto, muitos de nós recorremos ao verdadeiro e natural método para aliviar o estresse – o choro.

    O choro alivia o estresse

    Obviamente, experiências mais sérias e traumáticas podem “abrir a torneira” instantaneamente como nascimentos, mortes, doenças (particularmente em filhos ou pais), infidelidade e crimes violentos. As causas mais comuns do choro, no entanto, são baixos níveis de estresse ou frustração e assistir algo triste na televisão.

    De qualquer forma, nem mesmo os mais “machos” dos homens estão livres das lágrimas. Como seres humanos, estamos sempre propensos a chorar e somos os únicos seres do planeta que derramam lágrimas emocionais (os elefantes e gorilas podem ser exceções, embora ainda não tenham sido comprovadas). Então, a não ser que você seja um crocodilo de água salgada que chora apenas para eliminar o excesso de sal dos olhos, as chances são grandes de que você já tenha chorado muito – e ainda venha a chorar mais ainda.

    Já se fala sobre o choro há bastante tempo. Rumores históricos dizem até mesmo que São Francisco de Assis ficou cego por derramar tantas lágrimas. Uma antiga pesquisa sobre esse tema atribuiu essa resposta fisiológica à cremação de entes queridos nos tempos pré-históricos. De acordo com Paul D. MacLean, quando nossos antigos ancestrais cremavam seus mortos eles eram inundados por emoções, bem como pela fumaça que entravam em seus olhos. MacLean acreditava que esses fatores causavam lágrimas reflexivas e que com o tempo acabaram ligadas à morte em nossas psiques.

    Neste artigo, você lerá sobre como a sociedade atual percebe o choro e como homens e mulheres diferem tanto física como emocionalmente quando se trata de chorar. Nós também discutiremos a fisiologia por trás do choro, os vários tipos de lágrimas e como o choro pode te ajudar a evitar e diagnosticar problemas de saúde.

    O propósito do choro

    O que acontece exatamente quando você chora? Um fluido salgado cheio de proteína, água, muco e óleo é liberado da glândula lacrimal na região superior e externa de nosso olho. Em seguida este fluido, mais conhecido como lágrima, escorre pelo nosso olho, atravessa o rosto e, no caso das mulheres, estraga a maquiagem.

    No entanto, nem todas as lágrimas são emocionais. Na verdade, existem três tipos de lágrimas, e todas elas com diferentes propósitos. As lágrimas basais estão onipresentes em nossos olhos. Essas constantes lágrimas são o que impedem os nossos olhos de secar completamente. O corpo humano produz uma média de 140 a 280 gramas de lágrimas basais por dia. Elas drenam através da cavidade nasal, razão pela qual muitos de nós ficamos com o nariz escorrendo.

    Piscando os olhos

    O segundo tipo são as lágrimas reflexivas que servem para proteger o olho humano de algo irritante como a fumaça, cebolas ou até mesmo um forte vento empoeirado. Para conseguir essa façanha, os nervos sensoriais de sua córnea comunicam essa irritação ao seu tronco cerebral, que por sua vez envia hormônios para as glândulas localizadas nas pálpebras. Esses hormônios fazem com que os olhos produzam lágrimas, livrando-os da substância irritante.

    O terceiro tipo de lágrimas são as lágrimas emocionais. Tudo começa na parte do cérebro onde a tristeza é registrada. O sistema endócrino é então acionado para que libere hormônios para a área ocular que então causa a formação de lágrimas. As lágrimas emocionais são comuns entre as pessoas que vêem a mãe de Bambi morrer ou sofrem perdas pessoais.

    A frase “o choro lava a alma” sugere que chorar pode verdadeiramente fazer com que você se sinta física e emocionalmente melhor. Alguns cientistas concordam com essa teoria, afirmando que o choro lava os produtos químicos acumulados no organismo durante momentos de grande estresse. Esses pesquisadores acreditam que o choro emocional é a forma que o corpo tem de se livrar dessas toxinas.

    Na verdade, um estudo coletou tanto lágrimas reflexivas como emocionais (depois de descascar uma cebola e assistir a um filme triste, respectivamente). Quando os cientistas analisaram o conteúdo dessas lágrimas, eles descobriram que elas eram bem diferentes. As lágrimas reflexivas são compostas geralmente por 98% de água, enquanto que vários produtos químicos estão presentes nas lágrimas emocionais [fonte: The Daily Journal).

    Em primeiro lugar aparece uma proteína chamada de prolactina, que já é bem conhecida por controlar a produção de leite materno. Hormônios adrenocorticotróficos são também comuns e indicam um alto nível de estresse. A outra substância química encontradas nas lágrimas emocionais é a encefalina-leucina, uma endorfina que reduz a dor e trabalha para melhorar o humor. É claro que muitos cientistas apontam que a pesquisa nessa área ainda é bastante limitada e que outros estudos devem ser realizados antes de que se chegue à alguma conclusão.

    Ponha o choro para fora

    Como dito anteriormente, muitas pessoas e até mesmo cientistas acreditam que o choro é benéfico. Frey acredita que o choro pode ser um mecanismo de segurança, pois livra o corpo das toxinas relacionadas ao estresse.

    Concorde você ou não com esta teoria, a maioria dos psicólogos acredita que conter suas emoções pode se tornar algo perigoso a longo prazo. Algumas pesquisas indicam até mesmo que sufocar lágrimas emocionais pode aumentar o risco para doenças cardíacas e hipertensão. Outros estudos têm mostrado que pessoas que sofrem de doenças como colite e úlceras tendem a ter uma atitude menos positiva em relação ao choro do que seus homólogos mais saudáveis. Os psicólogos recomendam que as pessoas que sofrem de tristeza e mágoa devem expressar seus sentimentos através da fala e do choro, em vez de tentar manter suas emoções sob controle.

    Infelizmente, muitas doenças e condições têm no choro o principal sintoma, ao invés de uma solução. Por exemplo, a depressão pós-parto é um período de muita tristeza vivenciado por 9 entre 16% das mulheres após o parto. Isso pode resultar em choro excessivo, entre outros sintomas.

    O aumento no choro também é grande em indivíduos que sofrem de transtorno de estresse pós-traumático, muitas vezes enfrentado por aqueles que vivenciaram crimes violentos ou outra grave situação emocional, como por exemplo os soldados quando voltam de uma guerra.

    No geral, é importante lembrar que o choro faz parte da composição humana, bem como o riso. Embora você não queira chorar na frente de seu chefe ou de seu ex-namorado que está agora ao lado de sua bela e nova namorada, acredita-se que é sempre melhor emocional e fisicamente “colocar o choro para fora” no lugar de prendê-lo.