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  • MENOPAUSA E HOMEOPATIA

    MENOPAUSA E HOMEOPATIA

    Menopausa não é doença, é apenas um importante estágio no amadurecimento da mulher. Quanto mais as mulheres compreenderem o sentido desta mudança, mais preparadas estarão para escolher os recursos disponíveis.

    Calores seguidos de dor de cabeça, suores ou “fogachos”, alteração de humor, irritabilidade, depressão, sensação de vazio ou de carência afetiva, insônia, aumento de peso, retenção de líquidos, isolamento, aumento das taxas de colesterol e triglicerídeos, taquicardia, dores poliarticulares, cansaço crônico e indisposição geral são os principais sintomas que as mulheres passam a ter geralmente depois dos 50 anos, com a chegada do climatério e da menopausa.

    É um período marcado pela diminuição gradativa da produção dos hormônios femininos no qual a menopausa é apenas um evento, o da última menstruação. Mas para muitas mulheres, a menopausa tem sido um pesadelo, tanto físico como emocional, principalmente nos dias de hoje, quando se valoriza demais a juventude, dando-lhe a sensação de envelhecimento, término de vigor e frustração. É preciso que as mulheres compreendam melhor este estágio em que todos os desconfortos são causados pelos esforços que o organismo faz para se adaptar às variações dos níveis hormonais. Ao mesmo tempo, devem buscar uma solução para minimizar os desconfortos com o mínimo de riscos à saúde.

    Para reduzir os incômodos do climatério, período que pode levar de 6 a 8 anos antes e depois da menopausa, existem hoje três tipos de terapêuticas disponíveis: a reposição hormonal sintética, a reposição hormonal de origem vegetal e a homeopatia.

    A reposição hormonal sintética, já relacionada a um aumento na incidência do câncer de mama, das doenças cardíacas e dos derrames, também quase dobra o risco de morte por câncer no pulmão em mulheres, segundo estudo recentemente publicado na revista The Lancet por pesquisadores do Centro de Pesquisas Biomédicas de Los Angeles, do Centro Médico Harbor – UCLA (EUA). De acordo com os pesquisadores, os resultados da pesquisa sugerem que os hormônios não provocam, por si mesmos, o câncer de pulmão, mas aceleram o crescimento de tumores existentes, tornando-os mais agressivos e aumentando a probabilidade de metástase.

    Outra forma alternativa para a terapia de reposição hormonal durante o climatério e menopausa é a reposição hormonal de origem vegetal, geralmente através de fitoestrógenos. O fitoestrógeno, estrutura encontrada numa substância chamada isoflavona, é muito semelhante ao estrógeno, só que atua de forma mais amena. No caso da menopausa, age suprindo a falta do estrógeno e, consequentemente, diminui os seus sintomas.

    Mas existe também uma terceira forma, totalmente natural, não hormonal, e que não aumenta o peso corpóreo: a terapêutica homeopática. O tratamento melhora comprovadamente os sintomas do climatério, além de poder se utilizado juntamente com outras drogas. Este tratamento, que precisa ser feito sempre com acompanhamento médico, pode ser feito com medicamentos homeopáticos.

    O Laboratório Almeida Prado, a maior e mais tradicional fabricante de produtos homeopáticos do país, lançou recentemente o MENOEX® que possui em sua fórmula seis ativos homeopáticos que promovem um tratamento que equilibra o organismo, com resultados visíveis.

    Um trabalho realizado pelo Ambulatório de Ginecologia da Unidade de Homeopatia do Hospital do Servidor Público Municipal, em São Paulo, demonstrou que o tratamento homeopático apresentou resposta benéfica em 89% das pacientes estudadas com idades entre 42 e 61 anos – sendo que deste total, 42% apresentaram melhora total da queixa principal – além de comprovar que o tratamento homeopático é mais acessível que o hormonal, além de ser isento de efeitos colaterais.

  • 12 PASSOS PARA UMA MENOPAUSA SAUDÁVEL

    12 PASSOS PARA UMA MENOPAUSA SAUDÁVEL

    Uma atitude positiva e um pouco de planejamento pode ajudar as mulheres a liderarem melhor com a menopausa. A preparação deve iniciar quando a mulher começa a experimentar os primeiros sintomas da menopausa – condição caracterizada pela cessação da menstruação na mulher.

    Conhecido como perimenopausa, esse estágio anterior à menopausa inicia por volta dos 40 anos, mas pode começar mais cedo, até mesmo na terceira década de vida”, explica Karen Deighan, professora de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Gottlieb Memorial, da Universidade de Loyola, em Chicago, nos Estados Unidos.

    A menopausa acontece quando os ovários cessam a produção de estrógenos, ao passo em que a capacidade reprodutiva diminui. Como o organismo naturalmente adapta-se aos níveis variáveis dos hormônios, vão surgindo em graus variados sintomas circulatórios como ondas de calor e palpitações, sintomas psicológicos, como aumento da depressão, ansiedade, irritabilidade, variações de humor e falta de concentração e, finalmente, sintomas de atrofia, como secura vaginal e urgência na urinação.

    Além desses sintomas, a mulher também pode apresentar ciclos menstruais cada vez mais espaçados, escassos e irregulares.

    “Sempre digo às minhas pacientes entrando em menopausa que elas não devem se limitar a simplesmente deixar essa transição acontecer. Digo a elas para serem proativas em relação à própria saúde e para trilhar todos os passos necessários para minimizar os efeitos colaterais da menopausa entes que eles apareçam”.

    A especialista dá algumas dicas:

    1. Comece a praticar atividades físicas para prevenir o ganho de peso típico da menopausa – de 3 a 5 quilos. Flutuações hormonais podem contribuir para esse aumento. “É mais difícil de prevenir ou perder aqueles quilinhos a mais se você esperar até a menopausa para começar um programa de exercícios.”

    2. Inicie um programa de fortalecimento da musculatura do assoalho pélvico, como exercícios de Kegel – série de exercícios criada nos anos 40 para prevenir problemas como a incontinência urinária – e não apenas do abdômen, das coxas ou das nádegas.

    3. Faça exercícios de levantamento de pesos para manter os ossos fortes e reduzir o risco de fraturas. É prudente buscar orientação específica para adequar o tipo e a carga de exercícios mais adequada para você.

    4. Desafie seu cérebro com exercícios de memória, palavras cruzadas e outros tipos de jogos de raciocínio – isso pode ajudar a diminuir o risco de perda de memória durante a menopausa.

    5. Desenvolva e mantenha bons hábitos de sono, a fim de combater potenciais problemas de sono causados por quedas nos níveis de estrogênio.

    6. Tente dormir o suficiente – falta de sono em si pode contribuir para a confusão mental e baixa libido, problemas frequentemente associados à menopausa.

    7. Pondere com seu médico o uso de um creme tópico de estrogênio para ajudar a tratar a secura vaginal. A prática regular de sexo também aumenta o desejo sexual e faz com que a lubrificação aumente.

    8. Faça todos os exames anuais recomendados pelo médico, incluindo controle de glicemia, colesterol, vitamina D e cálcio, bem como mamografias e exames pélvicos. Os resultados de uma colonoscopia feita aos 50 anos irão determinar a frequência de colonoscopias futuro.

    9. Não negligencie seus dentes. Escove-os duas vezes ao dia e use fio dentalposição diariamente para ajudar a prevenir a doença periodontal (inflamação das gengivas) – ela pode afetar sua saúde cardiovascular.

    10. Limite o consumo de alimentos industrializados e mantenha uma dieta rica em verduras e em gorduras saudáveis como a do salmão, do abacate e do azeite de oliva. Consumi-las ajuda a manter os cabelos e a pele saudáveis.

    11. Mulheres em pré-menopausa devem consumir de 1.000 a 1.200 miligramas de cálcio por dia (os especialistas recomendam tomar o cálcio em duas ou três doses menores ao longo do dia) e em pós-menopausa devem tomar 1.500 mg de cálcio por dia e 500 mg de magnésio e vitamina D, para a absorção máxima do cálcio ingerido.

    12. Discuta com o médico os prós e contras do uso da terapia de reposição hormonal. Ela não é recomendada para mulheres em situação de risco para câncer de mama, trombose ou doença cardíaca.

     

     

  • TPM TEM MAIS DE  2OO SINTOMAS

    TPM TEM MAIS DE 2OO SINTOMAS

    Os hormônios são a chave de muitas mudanças físicas e emocionais que acontecem no corpo. Há, portanto, uma diferença entre homens e mulheres. Enquanto nos homens, o único hormônio que determina a função sexual é a testosterona, nas mulheres em menos 15 dias tudo pode mudar.

    Na mulher, os hormônios que regulam o comportamento são o estrógeno e a progesterona e começam a ser liberados no corpo a partir da puberdade. Quando chega a última fase da puberdade, a chamada “menarca”, que é a primeira menstruação da mulher, também pode vir junto uma síndrome que, dependendo da intensidade, muda completamente a vida da mulher.

    A Tensão Pré Menstrual (TPM) é um conjunto de sintomas físicos e emocionais que começam no meio do ciclo menstrual da mulher e desaparecem como num passe de mágica quando chega a menstruação. São mais de 200 sintomas que variam de mulher para mulher. No Bem Estar desta quarta-feira (28), o ginecologista José Bento e a endocrinologista Cintia Cercato falaram sobre a puberdade e os diferentes níveis de TPM.

    Existe uma diferença entre o comportamento dos homens e das mulheres. Os médicos acreditam que o principal motivo dessa diferença é a oscilação hormonal. O homem nasce com uma produção baixa de testosterona, que aumenta na puberdade e se mantém estável até a andropausa, quando cai.

    Já a mulher nasce com uma quantidade reduzida de estrógeno e progesterona, que aumentam na primeira menstruação e, a partir daí, começam a oscilar freneticamente a cada duas semanas e só cai quando chega na menopausa. A variação hormonal tem o mesmo “desenho” da variação emocional. Enquanto os homens são estáveis e permanentes, as mulheres enfrentam altos e baixos durante todo período fértil.
    Um dos pressupostos básicos para que a mulher tenha TPM é ter um ciclo regular de menstruação. A TPM depende dessa oscilação hormonal, e o ciclo regular faz com que ela fique caracterizada. Portanto, a TPM só aparece depois da menarca, a primeira menstruação e última fase da puberdade.
    O estrógeno e a progesterona desempenham papeis diferentes no corpo da mulher. Basicamente, na primeira fase do ciclo, o estrógeno está subindo e a progesterona está em baixa quantidade. Após a ovulação, começa a TPM e as mudanças hormonais passam a determinar mudanças físicas e emocionais. As físicas tem mais relação com a progesterona e as emocionais com o estrógeno.  Mousse de absacate com cacau e banana alivia sintomas da TPM

    TPM afeta o humor das mulheres

    Estrógeno e serotonina: as mudanças hormonais da mulher têm relação com o estrógeno, pois ele está associado à produção e ação da serotonina.
    As pesquisas mostram que conforme o estrógeno sobe, a serotonina – hormônio que provoca sensação de bem estar – também sobe. E se o estrógeno desce, a serotonina acompanha a queda.
    Progesterona e retenção de líquido: a progesterona tem efeito “mineralocorticóide”. Basicamente, ela age nos receptores dos rins que fazem a reabsorção da água, estimulando essa reabsorção. Em outras palavras, ela bloqueia parcialmente a liberação de água pelo rim. Isso explica a retenção de líquido durante o período pré-menstrual e consequentemente os principais sintomas físicos, como o inchaço e massalgia (dor na mama).

    Tipos de TPM

    Os mais de 200 sintomas da TPM variam de mulher para mulher, mas 4 deles são mais comuns. Através destes sintomas, é possível dividir os tipos de TPM como mostra abaixo:

    Inchaço: para as mulheres em que o inchaço é o sintoma que aparece com mais força durante a TPM, a recomendação médica é fazer sessões regulares de drenagem linfática, um tipo de massagem que ajuda a combater a retenção de líquido, assim como a dieta sem sal. Atividade física também melhora o inchaço porque melhora a circulação. Para inchaço na perna, a meia elástica pode ajudar.
    Tomar bastante água ajuda a inibir o hormônio ACTH, o anti-diurético, que é produzido pelo rim e gera a quantidade de água no corpo. Nesse tipo de TPM também é comum a mulher apresentar dores, principalmente na mama (massalgia) e dor de cabeça. Reduzir sal também ajuda a evitar as dores. Evitar roupas muito apertadas também é uma boa dica, porque diminui a pressão no corpo e alivia esse tipo de dor.

    Ansiedade: para quem tem irritabilidade, nervosismo e sensibilidade emocional como principal sintoma da TPM, a recomendação médica é fazer atividades que ajudem a relaxar e reequilibrar o corpo, como yoga e meditação. É aconselhável reduzir alimentos ricos em cafeína (café, refrigerante, chá-preto). Cortar álcool também é importante porque o álcool é um excitante do cérebro.

    Depressão: não é recomendada a cafeína, porque nesse tipo de TPM, além do cansaço e da depressão, o sono também pode ser afetado. Por isso a primeira dica é tentar dormir mais e melhor. Para isso, o conselho é evitar comer demais e beber álcool logo antes de dormir. Banho morno à noite ajuda a relaxar e fazer atividade física de manhã é a melhor das dicas porque ajuda a dar disposição para enfrentar o dia através da liberação de endorfinas.

    Compulsão: é uma das piores queixas das mulheres porque a compulsão as faz engordar e desencadeia outros sintomas. A recomendação neste caso é levar lanches saudáveis e frutas para o trabalho e comer de três em três horas. Alimentos ricos em fibras têm maior poder de saciedade e por isso podem ajudar a controlar a compulsão. Estão na lista aveia, pão e arroz integral, sementes de linhaça e frutas com casca (como maçã, pêra e pêssego).
    Ao agendar uma consulta no médico, a mulher pode levar um caderno com anotações dos sintomas que sente normalmente durante a TPM. Isso pode ajudá-lo a resolver o problema.

    Pílula anticoncepciona: O uso da pílula faz com que as variações hormonais reduzam bastante, controlando a TPM. Em uma situação normal, a progesterona começa baixinha no começo do ciclo e vai crescendo bem devagar, até que na ovulação dá um pico e se mantém estável até a menstruação, quando cai abruptamente a nível zero. Já o estrógeno sobe gradualmente até a ovulação, quando atinge seu pico. Depois, ele começa a cair levemente e, quando vem a menstruação, cai abruptamente a nível zero. Quando a mulher toma pílula, os dois sobre gradualmente, mas muito menos, até a ovulação, onde atingem um leve pico, depois descem gradualmente, juntos.

    TPM x chocolate

    Muitas mulheres associam o chocolate à TPM. Além de ser doce, ele tem uma grande quantidade de triptofano, uma substância que se transforma em serotonina, o hormônio do bem-estar. A serotonina ajuda a aliviar os sintomas da TPM e, portanto, pode e deve ser usada nessa fase do ciclo. No entanto, o chocolate não é o campeão de triptofano.
    Por exemplo, uma barra de chocolate ao leite tem 0,13 gramas de triptofano, enquanto um ovo de galinha tem 1g, ou seja, equivale a 7 barras e meia de chocolate. Semente de girassol, abacate e banana também contém essa substância. Outros alimentos “anti-TPM” que podem ajudar a acelerar a criação da serotonina a partir do triptofano são os ricos em magnésio (abacate, nozes, castanhas, brócolis e folhas verde-escuras) e os ricos em vitamina B6 (banana, batata, feijão, ovo, carne vermelha, pão e cereais).

  • EXAMES DE ROTINA INDESPENSÁVEIS PARA MULHERES

    EXAMES DE ROTINA INDESPENSÁVEIS PARA MULHERES

    Exames são fundamentais para prevenir doenças e fazer diagnósticos precisos. Porém, na opinião do clínico geral e geriatra Paulo Camiz – médico do AvalDoc, uma consulta bem feita é tão ou mais importante do que fazer exames.

    “Enquanto conversamos com os pacientes, perguntando sobre sua profissão, hábitos alimentares, exposição a malefícios como tabagismo e consumo de álcool, histórico familiar e outros, já estamos investigando e identificando possíveis fatores de risco que serão o ponto de partida para a realização de exames, se for o caso”, justifica ele.

    Isto já é tendência na medicina: investigar a saúde – ou possíveis doenças – dos pacientes a partir de encontros periódicos com os médicos.
    Camiz, que é professor de Clínica Geral do Hospital das Clínicas de São Paulo, diz que, do ponto de vista populacional, não há nenhum exame preventivo necessário na infância ou na adolescência – a não ser que haja alguma queixa específica. “Nessa faixa etária, ir ao médico periodicamente – uma vez ao ano – ou quando houver algum tipo de queixa já é suficiente”, afirma.

    Quando se inicia a vida sexual ou a partir dos 35 anos, uma rotina básica de exames já é necessária. A seguir, o médico explica quais são os principais:

    A população feminina, em geral, têm uma saúde melhor que a dos homens. Isso pode ser explicada pelo fato do acompanhamento periódico que elas realizam junto ao ginecologista desde jovens.

    Por isso, incentiva os homens a também terem essa atitude. “Ir ao médico uma vez ao ano – ou com intervalos ainda maiores, se estiverem saudáveis – garante um bom monitoramento da saúde. O clínico geral está apto a resolver 99% dos problemas de homens e mulheres”, salienta.

    As mulheres devem fazer o Papanicolau depois do início da atividade sexual, e uma avaliação do colesterol, a partir dos 35 anos, anualmente. A partir dos 45 anos, devem avaliar anualmente o nível de glicose também. “Fatores como sedentarismo, obesidade ou disfunções endócrinas podem justificar outros exames, em idade menor. A menopausa precoce também deve antecipar esses cuidados”, pondera o médico.
    A partir dos 50 anos, as mulheres devem, ainda, se submeter a exames para detectar câncer de mama e o câncer no intestino grosso. Ecocardiograma, eletrocardiograma e outros também devem ser realizados apenas se houver algum fator de risco.

    Para finalizar, fica a dica: “orientações sobre como manter uma vida saudável, com atividade física constante, boa alimentação e vacinação de adultos – contra gripe e tétano – são mais impactantes que realizar exames a todo momento”, analisa o médico.

    POR: JESSICA MORAES.