Tag: homeopatia

  • CONHEÇA AS DIFERENÇAS ENTRE FITOTERAPIA E HOMEOPATIA

    CONHEÇA AS DIFERENÇAS ENTRE FITOTERAPIA E HOMEOPATIA

    A Fitoterapia é o tratamento mediante o uso de plantas (reino vegetal). As matérias-primas dos fitoterápicos são plantas (folhas, caule, flores, raízes ou frutos) com efeitos farmacológicos medicinais, alimentícios, coadjuvantes técnicos ou cosméticos.

    Na Homeopatia os medicamentos são preparados a partir de substâncias provenientes dos reinos mineral, vegetal ou animal. A lei que rege a homeopatia afirma que os semelhantes se curam pelos semelhantes. Uma pessoa sã ingere doses tóxicas de certa substância e apresenta dores gástricas, vômitos e diarréia; essa mesma substância, preparada homeopaticamente, é administrada ao enfermo que apresenta dores gástricas, vômitos e diarréia, obtêm-se a cura desses sintomas.

    As preparações básicas dessas substâncias recebem o nome de tinturas-mãe e a partir delas são iniciados os processos das diluições sucessivas seguidas de agitação (dinamização), chegando-se às doses mínimas. Desta maneira, a toxicidade das substâncias é atenuada e o potencial curativo é aumentado. A dinamização desperta na substância a capacidade de agir sobre a força vital do organismo vivo. A homeopatia não trata doenças trata a pessoa que apresenta a doença.

     

     

  • MENOPAUSA E HOMEOPATIA

    MENOPAUSA E HOMEOPATIA

    Menopausa não é doença, é apenas um importante estágio no amadurecimento da mulher. Quanto mais as mulheres compreenderem o sentido desta mudança, mais preparadas estarão para escolher os recursos disponíveis.

    Calores seguidos de dor de cabeça, suores ou “fogachos”, alteração de humor, irritabilidade, depressão, sensação de vazio ou de carência afetiva, insônia, aumento de peso, retenção de líquidos, isolamento, aumento das taxas de colesterol e triglicerídeos, taquicardia, dores poliarticulares, cansaço crônico e indisposição geral são os principais sintomas que as mulheres passam a ter geralmente depois dos 50 anos, com a chegada do climatério e da menopausa.

    É um período marcado pela diminuição gradativa da produção dos hormônios femininos no qual a menopausa é apenas um evento, o da última menstruação. Mas para muitas mulheres, a menopausa tem sido um pesadelo, tanto físico como emocional, principalmente nos dias de hoje, quando se valoriza demais a juventude, dando-lhe a sensação de envelhecimento, término de vigor e frustração. É preciso que as mulheres compreendam melhor este estágio em que todos os desconfortos são causados pelos esforços que o organismo faz para se adaptar às variações dos níveis hormonais. Ao mesmo tempo, devem buscar uma solução para minimizar os desconfortos com o mínimo de riscos à saúde.

    Para reduzir os incômodos do climatério, período que pode levar de 6 a 8 anos antes e depois da menopausa, existem hoje três tipos de terapêuticas disponíveis: a reposição hormonal sintética, a reposição hormonal de origem vegetal e a homeopatia.

    A reposição hormonal sintética, já relacionada a um aumento na incidência do câncer de mama, das doenças cardíacas e dos derrames, também quase dobra o risco de morte por câncer no pulmão em mulheres, segundo estudo recentemente publicado na revista The Lancet por pesquisadores do Centro de Pesquisas Biomédicas de Los Angeles, do Centro Médico Harbor – UCLA (EUA). De acordo com os pesquisadores, os resultados da pesquisa sugerem que os hormônios não provocam, por si mesmos, o câncer de pulmão, mas aceleram o crescimento de tumores existentes, tornando-os mais agressivos e aumentando a probabilidade de metástase.

    Outra forma alternativa para a terapia de reposição hormonal durante o climatério e menopausa é a reposição hormonal de origem vegetal, geralmente através de fitoestrógenos. O fitoestrógeno, estrutura encontrada numa substância chamada isoflavona, é muito semelhante ao estrógeno, só que atua de forma mais amena. No caso da menopausa, age suprindo a falta do estrógeno e, consequentemente, diminui os seus sintomas.

    Mas existe também uma terceira forma, totalmente natural, não hormonal, e que não aumenta o peso corpóreo: a terapêutica homeopática. O tratamento melhora comprovadamente os sintomas do climatério, além de poder se utilizado juntamente com outras drogas. Este tratamento, que precisa ser feito sempre com acompanhamento médico, pode ser feito com medicamentos homeopáticos.

    O Laboratório Almeida Prado, a maior e mais tradicional fabricante de produtos homeopáticos do país, lançou recentemente o MENOEX® que possui em sua fórmula seis ativos homeopáticos que promovem um tratamento que equilibra o organismo, com resultados visíveis.

    Um trabalho realizado pelo Ambulatório de Ginecologia da Unidade de Homeopatia do Hospital do Servidor Público Municipal, em São Paulo, demonstrou que o tratamento homeopático apresentou resposta benéfica em 89% das pacientes estudadas com idades entre 42 e 61 anos – sendo que deste total, 42% apresentaram melhora total da queixa principal – além de comprovar que o tratamento homeopático é mais acessível que o hormonal, além de ser isento de efeitos colaterais.

  • EMAGRECER COM HOMEOPATIA

    EMAGRECER COM HOMEOPATIA

    A homeopatia veio da Europa e foi introduzida no Brasil no ano de 1840 e, desde então, o uso tem crescido como tratamento para várias disfunções.

    Como funciona

    A homeopatia é usada atualmente para diversos fins, como por exemplo, a ansiedade, nervosismo, depressão, cefaleia, irritação e também para o emagrecimento, entretanto, ainda não existe na lista de medicamentos homeopáticos nenhum tipo de medicamento específico para o emagrecimento. Esses medicamentos trabalham com o emocional dos pacientes, promovendo o equilíbrio e afastando possíveis doenças e consequentemente o excesso de peso.

    Como é feito

    Os medicamentos homeopáticos são elaborados por uma ténica baseada em substâncias originadas da natureza, em quantidades e tipos específicos para cada tipo de fórmula. No Brasil, existem milhares de laborátorios especializados na manipulação de tais compostos.

    Homeopatia para o emagrecimento

    Para conseguir perder peso é preciso que o médico homeopata veja o obeso como um todo e identifique pontos que influenciam o excesso de peso: hereditariedade, dieta desequilibrada, falhas no metabolismo e outros. E a partir disso, trabalhar para corrigir tanto o físico como o emocional, proporcionando maior qualidade de vida e saúde.

    Mas, dietas e exercícios físicos devem ser aliados ao tratamento com os medicamentos homeopáticos, que devem ser prescritos por médicos homeopatas qualificados. Para que o resultado seja positivo é preciso força de vontade do paciente, tentando ao máximo encontrar o seu ponto de equilíbrio e assim prevenir doenças e o sobrepeso.

  • HOMEOPATIA VETERINÁRIA

    HOMEOPATIA VETERINÁRIA

    Como já vimos a homeopatia valoriza o indivíduo como um todo, e procura, através da compreensão do paciente, curá-lo de seus males.O uso da homeopatia para o tratamento de animais vem se desenvolvendo com o tempo e tem nos mostrado como essa prática pode ser benéfica. Temos presenciado a eficácia deste modo de tratamento, que é quase que uma filosofia.

    Para promover a cura, o homeopata precisa conhecer todos os sintomas de seu paciente. Estes sintomas irão revelar o modo como cada indivíduo interage com o meio que o cerca, e qual a solução para o mal que lhe aflige.

    Pelos sintomas apresentados e observados no animal, o homeopata irá escolher, com base na totalidade sintomática do paciente, aquele medicamento que espelhe o seu paciente, e que, portanto, seja capaz de curá-lo.

    Podemos destacar básicamente três grupos de sintomas que o profissional homeopata (seja ele médico ou veterinário) irá pesquisar:

    Sintomas Mentais não querem dizer doença mental, na concepção que estamos acostumados a ouvir. E sim se referem a um modo pessoal de reagir a determinadas situações; como por exemplo ao medo (alguns animais quando se deparam com situações de perigo recuam, enquanto que outros partem para o ataque). O que dificulta a coleta destes sintomas por parte do médico veterinário é devido ao fato da inexistência de comunicação falada entre o animal e o homem. Alguns sintomas podem até ser percebidos, mas sempre deixa um pouco a desejar em suas nuances. Por exemplo, podemos perceber que o animal está triste, mas não sabemos o porque; podemos perceber quando o animal tem medo, mas as vezes não sabemos de que; etc.

    Contamos apenas com a nossa observação e a observação do proprietário, que deve ser a mais detalhada possível; mas este deve ter o cuidado de somente relatar ao veterinário exatamente o que viu, sem tentar interpretar o que observou.

    Sintomas Gerais se referem ao animal como um todo, englobando várias esferas, tais como suas preferências alimentares, sua piora ou melhora diante de alguma situação, fato, hora do dia ou clima, por exemplo.

    Sintomas Físicos se referem àquilo que conhecemos como doenças; ou seja, as doenças que o animal já apresentou durante toda a sua vida. Verificaremos que determinados animais têm uma maior tendência a desenvolver determinadas doenças. Alguns têm otite por várias vezes, enquanto que outros têm pneumonias, enquanto outros têm insuficiência renal. Isto se deve ao fato de que cada organismo apresenta facilidade de exteriorizar seu mal desta ou daquela forma

    Também se faz necessário se qualificar a queixa (o motivo pelo qual fomos procurados) em todos os seus nuances. Quanto mais detalhado for um sintoma, maiores a chances de conseguirmos individualizá-lo, portanto mais facilmente chegaremos ao medicamento correto. Nestes nuances procuramos descobrir o que existe que piore ou melhore o quadro; horários em que sintoma aparece mais evidente; determinadas atitudes que o agravem ou o melhorem.

    O paciente que chega ao Médico Veterinário Homeopata, vem ou porque o proprietário já se trata com Homeopatia, ou porque apresenta alguma doença onde a alopatia está falhando, tais como problemas dermatológicos ou problemas de comportamento.

    Precisamos mudar esta visão da homeopatia, esta onde dizem que ela é ótima para este tipo de doenças.

    Realmente ela é ótima para isto, mas não somente para isto.

    Você pode tratar seu animalzinho com a Homeopatia para qualquer doença que seja tratável com a alopatia; sendo os resultados mais duradouros e os medicamentos mais inócuos.

    Os profissionais que se utilizam da homeopatia na medicina veterinária também examinam o paciente, fazem diagnósticos, se utilizam de exames complementares (radiografias, exames de sangue, ultrassonografias, etc.) e usam outras terapias quando necessário, não dispensando as novas descobertas da medicina veterinária.

    O homeopata também recomenda uma cirurgia, sendo ela realmente necessária; inclusive, no arsenal de medicamentos homeopáticos existem drogas que podem ser utilizadas para minimizar os efeitos traumáticos da cirurgia, bem como os efeitos indesejáveis da anestesia.

    Ou seja, o Médico Veterinário Homeopata é um Veterinário como outro qualquer, apenas vê o seu animal por um outro ângulo, mais complexo e mais completo.

    A homeopatia atua em todas as áreas, não existindo nenhuma contra indicação para a sua utilização.

    A única contra indicação ocorre quando pessoas leigas em homeopatia fazem prescrições, normalmente porque já se utilizaram deste ou daquele medicamento e conseguiram resultados. Isto não é uma garantia para que o tratamento funcione em outro indivíduo. Os medicamentos, na homeopatia, não são para este ou aquele quadro clínico, e sim para determinado indivíduo com aquele determinado quadro clínico.

    Justamente por isto, muitas pessoas que já fizeram uso de medicação homeopática não ficaram satisfeitas com o resultado. A “culpa” não é da homeopatia, e sim destas prescrições realizadas sem a correta individualização do quadro e do paciente; que, neste caso, não terá recebido o medicamento correto.

    O que acontece é que, na alopatia, qualquer um que tenha uma dor de cabeça, por exemplo, pode se utilizar de uma série de medicamentos. Já na homeopatia a dor de cabeça de um indivíduo será combatida com um medicamento escolhido para esta dor dele, enquanto que a dor de cabeça de outro paciente poderá não ceder com aquele mesmo medicamento, visto que não são a mesma dor de cabeça, terão nuances diferentes.

    E é isto tudo que torna o ato de saber prescrever medicamentos homeopáticos uma arte. Arte esta difícil, pois requer muita observação e estudo; mas, ao mesmo tempo, apaixonante.

     

     

  • SINUSITE TRATAMENTO NATURAL

    SINUSITE TRATAMENTO NATURAL

    Com a chegada do frio, aumentam os casos de rinite, sinusite e demais doenças respiratórias. O tratamento de escolha para estas doenças consiste geralmente de descongestionantes – que podem conter em sua formulação derivados da cortisona.

    No entanto, o uso indiscriminado de descongestionantes nasais, especialmente corticóides, tem suas desvantagens. Corticóides são substâncias semelhantes ao cortisol, hormônio produzido pelas glândulas adrenais (as mesmas que produzem a famosa adrenalina). Ele é secretado em situações de estresse, para aumentar a pressão arterial, elevar a glicemia, diminuir a dor e assim facilitar num processo de fuga. Por seu efeito antinflamatório, eles são largamente utilizados na prática clínica desde a década de 1950.

    Seus efeitos colaterais são bem conhecidos, dentre eles a Síndrome de Cushing, um desequilíbrio hormonal que leva a aumento de peso, depósito de gordura na face, no tronco e pescoço, além de afilamento dos braços e pernas, diminuição da musculatura e fraqueza. Há diversos relatos na literatura de pessoas que desenvolveram esta doença pelo uso abusivo de descongestionantes nasais e pomadas à base de corticóides.

    Como todo medicamento, eles exigem acompanhamento criterioso, mas com um cuidado extra. Mesmo com os derivados mais seguros que existem hoje, é fundamental respeitar a dose e o tempo de uso prescrito pelo médico.

    Por conta dos efeitos colaterais dos medicamentos alopáticos, é grande a procura por tratamentos naturais. Mas mesmo neste caso é preciso ter a orientação de um profissional de saúde.

    Das muitas plantas usadas popularmente para o tratamento de infecções respiratórias, como a sinusite, uma muito conhecida é o eucalipto. Essa árvore australiana pertence à mesma família botânica da goiaba, pitanga, jabuticaba, cambuci, entre outras frutas brasileiras. Ela foi introduzida no Brasil há mais de um século, para servir de matéria prima à produção de papel, devido ao seu crescimento rápido que permite um alto rendimento em celulose em pouco tempo. O eucalipto também apresenta a capacidade de absorver muita água do solo, e por isso é muito usado em paisagismo urbano para drenar terrenos úmidos.

    Das várias espécies de eucalipto, algumas são mais aromáticas, outras nem tanto. Mas praticamente todas elas têm o mesmo odor típico e agradável. Só de chegar perto de uma praça de eucaliptos, já sentimos abrir as narinas. Talvez seja por isso que os bosques de eucaliptos sejam tão procurados para a prática da caminhada.

    Há alguns anos, pesquisadores da Universidade Federal do Ceará, em parceria com o Medical College da Geórgia (EUA) testaram várias espécies de eucalipto, dentre elas Eucalyptus citriodora e Eucalyptus globulus. Eles constataram que o óleo essencial extraído das folhas dessa árvore induz a um efeito analgésico ao nível do sistema nervoso central. Ou seja, além da ação descongestionante local, ela também teria um efeito farmacológico, de aliviar dores e outros sintomas físicos comuns nas doenças respiratórias. Isso explicaria o seu uso popular.

    Há diversas outras plantas usadas comumente para o tratamento de sinusites e outras doenças respiratórias, dentre as quais podemos citar: a sálvia (Salvia officinalis), planta aromática da mesma família da hortelã e do orégano, possui propriedade antisséptica e descongestionante, e suas folhas são muito usadas para fazer inalações; a calêndula (Calendula officinalis), muito conhecida em pediatria e dermatologia, também é indicada para o mesmo fim (inalação com o chá das flores) e a equinácea (Echinacea purpurea) que já era usada pelos índios norte-americanos, e hoje é conhecida no mundo todo por sua propriedade estimulante do sistema imunológico.

    Como já dissemos, mesmo para o uso de plantas é preciso contar com o apoio de um profissional da saúde, e adquiri-las em local confiável. Uma planta tradicional brasileira, a buchinha do norte (Luffa operculata), pode provocar sangramento nasal e aborto se usada incorretamente. Plantas mal armazenadas podem trazer fungos e outros contaminantes que agravam ainda mais o quadro clínico.

    Mas, como nem sempre temos à mão os chás e outros materiais para inalação, podemos utilizar medicamentos elaborados a partir de plantas com longa tradição de uso, coletadas ou cultivadas de forma a produzirem princípios ativos seguros e confiáveis. Com base nas matérias médicas homeopáticas, no conhecimento goetheanístico da natureza e do ser humano, e em outras fontes como a Teoria das Assinaturas de Paracelso (segundo a qual uma planta possui indicação terapêutica relacionada ao ambiente onde ela cresce), já foram criados vários medicamentos. Rudolf Steiner resgatou esse conhecimento sob um olhar científico, e foi capaz de explicar fenômenos antes só experimentados na prática, mas sem uma explicação lógica. Exemplos? Dissemos que o eucalipto absorve muita água da terra, certo? Essa mesma propriedade “secativa” está presente no medicamento. E outra árvore que faz esse mesmo processo é o carvalho (Quercus), também indicado na homeopatia.

    LIMPEZA DAS NARINAS – JALA NETI

    Jala Neti é um dos Kryias do Yoga, uma técnica  usada para limpar as narinas através da condução de água pela cavidade nasal. Ele é indicado para eliminar a  mucosidade acumulada na cavidade nasal, desobstruir os orifícios de drenagem dos seios faciais evitando a sinusite, fazer a assepsia do local e como profilático para gripes e resfriados. Essa limpeza estimula os olhos e melhora a visão. Este método pode parecer incômodo, mas essa impressão se desfaz após a primeira tentativa, pois sua excecução é muito simples.

    EFEITOS:

    • Elimina o excesso de muco e os resíduos da poluição.
    • Previne e atenua doenças respiratórias como alergias, resfriados, sinusites e rinites.
    • Atua sobre olhos, ouvidos e garganta. Melhora miopia, alguns tipos de surdez por excesso de secreção e inflamação de adenóides.
    • Tem efeito calmante e refrescante sobre o cérebro e é benéfico no tratamento da enxaqueca e da epilepsia.
    • Ativa o ájña chakra, o centro energética entre as sobrancelhas, que é responsável pela intuição e meditação.

    COMO FAZER:

    Para fazer essa limpeza você precisa de um lota. Esse instrumento parece um pequeno bule e tem um bico apropriado para inserir nas narinas. Para manter seu lota sempre limpo, lave-o com água e sabão e guarde em local livre de poeira. O melhor horário para fazer o Jala Neti é pela manhã, ao acordar. Nunca faça antes de dormir, pois se ficar um pouco de água acumulada na cavidade nasal, poderá ir para o ouvido quando você estiver deitado. Coloque 1 colher (chá) de sal grosso em 1/2 de litro de água mineral. Ferva a mistura por alguns minutos e deixe esfriar até que a água esteja morna. Ponha a solução no lota e introduza o bico em uma das narinas. Tombe a cabeça para frente e para o lado e introduza o bico do lota de forma que a água flua de uma narina à outra. Respire pela boca durante o Jala Neti. Cuidado para que a cabeça não tombe para trás, nem deixe que ela tombe muito para os lados. Se o ouvido ficar mais baixo do que as narinas, a água poderá ir para o canal auditivo. Repita introduzindo a água pela outra narina. Termine secando as narinas como se você assoasse o nariz sem criar pressão nelas. Assoe algumas vezes com a cabeça tombando para frente, algumas com a cabeça tombando para cada lado e mais algumas com ela tombada para trás.

    CUIDADOS ESPECIAIS:

    Não faça o Jala Neti se as narinas estiverem completamente bloqueadas e a água não conseguir passar. Não force a passagem da água. Não faça o Jala Neti quando houver sangramento ou hemorragia nas narinas. Se sentir ardor nas narinas, procure ajustar melhor a quantidade de sal. Experimente aumentá-la ou diminuí-la. A medida que damos acima é muito confortável para a maioria das pessoas. Se der vontade de espirrar, veja se a temperatura da água está adequada. Você deve ser capaz de manter o dedo dentro da água sem desconforto. Se sentir que as narinas ressecam com o sal, diminua um pouca a quantidade de sal ou passe um pouco de azeite por dentro das narinas usando o dedo mínimo. Isso protegerá as mucosas.

    ONDE COMPRAR:

    Aqui no site INFORMALUZ, na nossa lojinha, entre fique à vontade, e compre o que quiser.

     

  • HISTÓRIA DA HOMEOPATIA

    HISTÓRIA DA HOMEOPATIA

    A construção da Homeopatia ocorreu primeiro pela observação dos fatos e posteriormente pela experimentação das drogas. Em 1790, Hahnemann, que já há algum tempo havia abandonado a prática médica por considerá-la prejudicial às criaturas, mantinha sua família à custa de traduções de obras médicas e literárias.

    Traduzindo para o alemão o “Tratado de Matéria Médica de W. Cullen”, onde o autor relatava que a intoxicação por China officinalis causava os mesmos sintomas da febre malárica e que essa planta era usada no tratamento da malária, resolveu experimentar tal planta, ingerindo aproximadamente 13g de quina duas vezes ao dia.

    Descreveu seus sintomas com riqueza de detalhes e concluiu que a quina não curava febres intermitentes por ser droga amarga e adstringente como se supunha, mas sim porque produzia no homem saudável sintomas parecidos ao da febre intermitente. O que produz sintomas é capaz de curá-los, é o princípio da semelhança – semelhante cura semelhante. Nos anos seguintes Hahnemann experimentou mais de noventa e nove drogas.

    Os estudos evoluíram e pela observação notou que as substâncias grandemente diluídas e potencializadas produziam estímulos maiores no organismo, obtendo-se uma resposta melhor. Daí o uso de medicamentos altamente diluídos.

    “…Cada potência que atua sobre a vitalidade, cada medicamento, afeta mais ou menos a força vital e causa certa alteração na saúde do indivíduo por um período mais longo ou mais curto. … À sua ação a nossa força vital procura opor sua própria energia. Esta ação resistente é uma propriedade e, de fato, uma ação automática de nosso poder de preservar a vida, chamada de ação secundária ou reação.”

    “…Contudo, uma ação contrária secundária certa, não se deverá notar na ação de doses homeopáticas mínimas dos agentes perturbadores no corpo são. Uma pequena dose de cada uma delas produz, certamente uma ação primária que é perceptível ao observador atento; mas o organismo vivo emprega contra ela somente a reação que for necessária para o restabelecimento do estado normal.”

    “…No tratamento antipático, o médico dá para um único sintoma incômodo, entre muitos sintomas da moléstia um remédio que se sabe produzir o oposto exato do sintoma que se tenta eliminar.”

    Ao ingerir de café para evitar o sono segue-se uma excitação excessiva(ação primária), porém mais tarde ocorre certa indolência e sonolência que permanece por algum tempo (reação, ação secundária), se não for sempre removida outra vez, por pouco tempo, bebendo-se mais café. Esse seria um tratamento alopático, onde combate-se o sono com um estimulante, a reação do organismo é combater a excitação com mais sono.

    “A mais importante missão do médico é restabelecer a saúde nos doentes. É o que se chama arte de curar”

    Obtáculos à Curas

    Fatores alimentares, ambientais ou emocionais podem servir de obstáculo à cura. A chegada de um novo animalzinho, a falta de um ente querido, não adaptação à novas pessoas na casa, todos esses eventos podem retardar o tratamento, quando não temos a volta ao início do caso.

    A alimentação também interfere no tratamento, deve haver um padrão alimentar em qualidade e quantidade. Muitas vezes o proprietário não obtém sucesso em bloquear certos alimentos, muitos alimentos saudáveis para os humanos não o são para os animais.Cães e gatos são carnívoros por natureza, proteínas vegetais oferecidas não oferecem os nutrientes necessários na forma que melhor seriam aproveitadas pelo organismo.

    Animais que não podem ter acesso livre ao sol ou espaço para exercícios, moradia úmida, insalubre, vida sedentária, etc podem não apresentar o desenvolvimento desejado do tratamento.

     

     

  • HOMEOPATIA PARA ANSIEDADE E NERVOSISMO

    HOMEOPATIA PARA ANSIEDADE E NERVOSISMO

    A terapia alternativa visa tratar diversas doenças, sem agredir o organismo, podendo ser usada no tratamento dos sintomas da TPM, menopausa, estresse, ansiedade, nervosismo, inflamações nas vias aéreas, disfunções hormonais femininas, lesões graves, tumores, alergias e outros.

    A homeopatia tem a cura baseada na semelhança, pois usa substâncias que são capazes de produzir efeitos similares aos sintomas que o paciente apresenta, induzindo assim uma reação do sistema imunológico do organismo para curar a doença, estimulando os sintomas para que o corpo se regenere.

    Composição e função

    Os medicamentos são feitos a base de substâncias de origem vegetal, animal e mineral que são diluídas em água ou álcool, podendo ser encontrados em gotas, pomada e xarope. Há medicamentos homeopáticos para diversas doenças, como por exemplo, o nervosismo e a ansiedade, para os quais os medicamentos são preparados segundo os fundamentos da homeopatia e respeitando as técnicas da Farmacopeia Homeopática Brasileira, podendo ser usados por pessoas ansiosas e nervosas de qualquer faixa etária. Mas, antes é preciso fazer uma visita ao seu médico psicólogo, pois o mesmo irá diagnosticar se o problema realmente é nervosismo e ansiedade e, a partir disso, irá prescrever um tratamento médico convencional e você pode pedir informações sobre um tratamento terapêutico a partir da homeopatia.

    Recomendações de uso

    Os medicamentos homeopáticos devem ser usados três vez ao dia no caso de xarope ou gotas e no caso de comprimido deve ser tomado somente uma ao dia. A quantidade de gotas deve ser prescrita pelo médico homeopata.
    É importante ressaltar que algumas farmácias de manipulação de medicamentos homeopáticos só comercializam os remédios com prescrição médica, levando sempre em consideração as regras da ANVISA. Entretanto, a maioria normalmente é vendida sem a necessidade de uma receita médica, porém, isso não significa que as pessoas podem se automedicar, pois é fundamental consultar um médico homeopata para tirar todas as dúvidas e relatar os sintomas para poder chegar ao diagnóstico correto e o tratamento homeopático adequado.

    Para manipular os seus remédios homeopáticos, lembre-se sempre de procurar laboratórios de manipulação de sua região de boa procedência e que usam substâncias naturais verdadeiras para que não corra o perigo de causar uma possível intoxicação medicamentosa e levar a problemas sérios de saúde.

    Técnicas para controlar o nervosismo

    O nervosismo atinge muitas pessoas durante o dia seja em casa ou no trabalho, devemos saber que ele pode nos trazer sérias consequência A vida agitada e os problemas diários causam estresse e nervosismo que prejudicam a saúde de forma geral, ficamos á flor da pele e sentimos ansiedade, vontade de roer as unhas, irritação e tensão muscular, as pessoas com nervosismo constante podem desenvolver doenças. Não devemos ultrapassar nosso limite, é muito importante realizar as tarefas diárias com calma e agendar os compromissos de acordo com a disponibilidade de horários, devemos ter calma, paciência e respirar fundo diante de situações difíceis e estressantes, existem técnicas de relaxamento que ajudam a controlar o nervosismo, como a prática de yoga, meditação, massagens relaxantes, acupuntura e exercícios físicos.

    Benefícios da atividade física

    É fundamental aprender a controlar a respiração, inspire pelo nariz e aspire pela boca de forma lenta, essa técnica é eficaz para aliviar a tensão e o nervosismo. A caminhada é uma atividade física que melhora o humor e ajuda a acalmar e tranquilizar a mente, auxilia o corpo na produção de serotonina que é o hormônio capaz de proporcionar sensações de bem estar, quando caminhar respire levemente e devagar, tenha pensamentos positivos para limpar a sua mente, refletir momentos especiais ajuda a limpar a sua mente dos problemas que te deixam nervoso.

    Sintomas

    O nervosismo pode desenvolver doenças na pele, pode desencadear doenças gástricas, respiratórias, circulatórias, saiba que as doenças que se desenvolvem devido ao estresse e ansiedade geralmente costumam causar espinhas, cefaléia, ulcera, gastrite, hipertensão e asma.

    Receita caseira

    Você pode tomar duas xícaras de chá de camomila, erva cidreira ou melissa nos intervalos das refeições, pois as ervas possuem propriedades calmantes e terapêuticas em sua composição ajudam a acalmar a mente e diminuir o nervosismo, você pode preparar também suco de maracujá que é excelente para relaxar o corpo e tranquilizar a mente.

    A yoga tem também exercícios que são fisicamente intensos, mas que acalmam a mente porque é necessário concentrar-se naquilo que o seu corpo está a fazer, ela exige a meditação que se focam na respiração. Cuide-se mais e não deixe que pequenas atitudes deixe seu dia para baixo, reaja e mostre que você é maior que seus problemas.

     

  • CÉTICOS VERSUS HOMEOPATIA

    CÉTICOS VERSUS HOMEOPATIA

    Não é novidade saber que a homeopatia sofre ataques reiterados, em forma de surtos, como um sofrimento crônico por parte dos desinteressados na saúde dos povos do Brasil e do Mundo; por parte daqueles que buscam o caminho desesperado de lançar o ceticismo como arma de propaganda contra esta TERAPÊUTICA que tanto tem ajudado as populações do mundo há mais de dois séculos, nos seus diversos continentes.

    Com apelos publicitários expressivos, lançam mão agora de falsos conceitos sobre a ciência, para enganar a opinião pública e principalmente tentar ludibriar as INSTITUIÇÕES de ensino, de pesquisa e de profissionais. Seu objetivo central é tirar a chance daqueles que porventura poderiam procurar a HOMEOPATIA como forma de tratamento,subtraindo-lhes também a possibilidade de mais uma opção na busca de resultados satisfatórios para seus sofrimentos. Os motivos verdadeiros que os movem, naturalmente se escondem atrás das fontes de seus financiamentos. E estas fontes não são oriundas da ciência nem daqueles que são sinceros com os interesses da mesma!

    A homeopatia tem sido uma ferramenta a mais nas mãos das ciências médicas há mais de 200 anos,prestando serviços à saúde das populações. Ao longo destes anos, os HOMEOPATAS jamais se furtaram ao debate acadêmico e científico. Aliás, buscam com esforços permanentes, estarem inseridos nos meios institucionais e propícios ao mesmo. E do ponto de vista da ciência, existe algo que nunca se pode abrir mão: SÃO OS FATOS. Os resultados dos tratamentos daqueles que buscam a HOMEOPATIA são fatos repetidos em todos os lugares deste planeta, onde ela possa surgir e ser aplicada, com técnica e método bem descrito e publicado, acessível a todos, bem diferente dos produtos e conhecimentos patenteados, que se tornam objetos restritos a países e empresas que os detêm por puros interesses econômicos.

    Os resultados clínicos são A PROPAGANDA principal da homeopatia, responsável pelo seu crescimento no Mundo e constatado pela própria Organização Mundial de Saúde, em seus sucessivos relatórios dos últimos anos. Vale ressaltar que uma parcela expressiva destes pacientes percorrem previamente outros caminhos de tratamentos, e poderiam bem ter obtido resultados de efeito placebo com qualquer outra técnica ou por simples sugestão.

    É importante salientar que a Organização Mundial de Saúde, além de constatar o crescimento do uso da homeopatia nos diversos continentes, vem também adotando como estratégia o incentivo aos seus países membros, para que adotem o uso da homeopatia como recurso terapêutico e adotem pesquisas sobre a segurança e a eficácia de seu uso.

    Na tentativa de explicarem os efeitos da HOMEOPATIA, inúmeros homeopatas e pesquisadores ao longo da história, procuraram teorizar sobre esta forma terapêutica. No entanto, em ciência, a teorização é uma permanente tentativa de explicação do fenômeno, e para alcançar tal objetivo, esta se modifica ou se ajusta, acompanhando novas descobertas, até que se chegue a uma conclusão teórica satisfatória em relação ao conhecimento científico. Isto faz parte da história do conhecimento. Uma teoria não nega cientificamente um fato. Ao contrário, é o fato que pode negar ou confirmar uma teoria. O fato, enfim, não existe devido a uma teoria, mas ao contrário, uma teoria existe devido a um fato. Eis a questão central. Os grandes laboratórios, quando lançam no mercado suas drogas, o fazem com alarde de muitas teorias, falando sobre seus efeitos, explicando teoricamente como e porquê funcionam. Depois de algum tempo, quantas delas são retiradas do mercado, por apresentarem efeitos não previstos em suas formulações e teorizações, muitas vezes fatais e/ou mutiladores de seres humanos. Outras vezes, apresentam reações terapêuticas novas, não evidenciadas em suas pesquisas, incorporando nova indicação de seu uso terapêutico.

    SÃO OS FATOS OBSERVADOS PELA EVOLUÇÃO CLÍNICA DOS PACIENTES E DOENTES que atestam e cientificamente definem o valor de um tratamento, pois a prova final será dada pela qualidade dos resultados clínicos, em termos de segurança e eficácia, para a medicina. Assim é a ciência. Assim também é a ciência médica. Dizer que a teoria está acima dos fatos, é colocar a ciência de cabeça para baixo. Isto é gesto e atitude daqueles que não têm boas intenções para com o conhecimento.

    Quanto ao uso de qualquer medicamento, é preciso lembrar que em primeiro lugar, se leva em consideração a segurança do mesmo. No caso dos medicamentos homeopáticos, a descoberta e o desenvolvimento da técnica de seu preparo, de forma dinamizada e em doses pequenas (popularmente conhecidas como doses homeopáticas), foi o fator definitivamente seguro para o seu uso, pois afastou a possibilidade de efeitos tóxicos, tão bem demonstrado pelos manifestantes. O segundo critério para o uso de um medicamento, diz respeito à sua eficácia. Neste caso, a eficácia do medicamento homeopático, por ser usado em pequenas doses, está ligada à qualidade do medicamento escolhido, e não à sua quantidade. É a escolha criteriosa do medicamento para cada paciente, de forma que este seja sensível ao mesmo (escolha qualitativa) que pode fazê-lo reagir ao mesmo, ainda que a pequenas doses. Eis o segredo do seu funcionamento: Isto se deve à aplicação da chamada lei dos semelhantes. Usar o mesmo medicamento para um conjunto de indivíduos que não apresentem semelhanças sintomatológicas entre si e nem tampouco com o medicamento utilizado, e desejar efeitos, é puro desconhecimento sobre o assunto.

    Outro objetivo dessas manifestações de ataque contra a homeopatia se dão também no sentido de querer afastá-la dos serviços de saúde pública nos países onde a mesma está presente. A preocupação que os move não é com os gastos com a homeopatia nos serviços públicos onde a mesma está inserida, pois estes não são capazes de desequilibrar nenhum orçamento. A humanidade, que nos tempos modernos, se vê às voltas com inúmeras doenças, sejam as crônico degenerativas, sejam as epidêmicas infecto-contagiosas emergentes ou re-emergentes, que desafiam os sistemas de saúde do mundo todo para serem enfrentadas e resolvidas de forma definitiva, encontrando limites no conhecimento; na tecnologia; na capacidade de solução definitiva; nos custos financeiros cada vez mais elevados aos sistemas sanitários, ainda que conte com grandes avanços e conquistas nos conhecimentos e na tecnologia médico-farmacêutica, continua tendo na HOMEOPATIA uma aliada, se somando aos outros esforços das diversas especialidades na área médica.

    Sabemos que a crise econômica na EUROPA e nos EUA tem feito com que empresas manifestem seu lado mais selvagem, na competição pelo mercado. No entanto, queremos afirmar que isto jamais se deve fazer às custas da saúde e da vida humana. REPUDIAMOS TAIS AÇÕES E REAFIRMAMOS O RESPEITO À VIDA. No Brasil, a HOMEOPATIA está presente há 170 anos, prestando serviços ao nosso povo desde então, inclusive aos escravos, que não tinham garantias de atendimento público de saúde e muito menos privado, nos primeiros tempos de sua chegada a este País. Hoje, há uma grande luta pela ampliação de sua presença no SUS e nas UNIVERSIDADES. Tem o seu reconhecimento como especialidade médica junto ao Conselho Federal de Medicina desde 1980, e vem construindo um grande amadurecimento nas relações institucionais, particularmente mais intenso no convívio fraterno com todas as outras especialidades médicas, junto ao Conselho Federal de Medicina e à Associação Médica Brasileira. Neste sentido, os médicos homeopatas se prestam à mesma luta pelo aprimoramento e respeito ao trabalho médico, dividindo com todas as especialidades irmãs, a responsabilidade de elevar o prestígio e a qualidade da nossa medicina. Por isso, o nosso repúdio a este movimento de pseudo-céticos ingleses, que procuram expandir mundo afora os seus ataques à Homeopatia, que insultam deliberadamente a inteligência, a autonomia, as instituições, a auto-determinação e a soberania da nação brasileira!

     

     

  • COMPROVAÇÃO DA CURA HOMEOPÁTICA

    COMPROVAÇÃO DA CURA HOMEOPÁTICA

    Frequentemente, a classe homeopática é surpreendida por críticas ao seu modelo terapêutico, na maioria das vezes por indivíduos que desconhecem os preceitos básicos da Homeopatia. O jargão mais utilizado é que a Homeopatia “não apresenta comprovação científica”.

    Lembrando que os pilares fundamentais da Homeopatia são o princípio terapêutico pela similitude e a experimentação dos medicamentos em indivíduos humanos (sadios), iremos discorrer nessa introdução sobre a comprovação científica da lei dos semelhantes, confirmada em inúmeros estudos clínicos e experimentais da Farmacologia moderna.

    Importa salientar que o modelo homeopático é fundamentalmente experimental, fruto da observação criteriosa do efeito das substâncias no organismo humano. Apoiado nestas evidências, Samuel Hahnemann propôs o tratamento pelo princípio da semelhança. Nos parágrafos 63 e 64 de sua obra máxima, Organon da arte de curar, Hahnemann estipula o mecanismo universal de ação das drogas, sistematizando-o: “todo medicamento causa certa alteração no estado de saúde humano pela sua ação primária; a esta ação primária do medicamento, o organismo opõe sua força de conservação, chamada ação secundária ou reação vital, no sentido de neutralizar o distúrbio inicial”.

    Observando que esta “ação secundária ou reação vital do organismo” poderia ser empregada de forma curativa, desde que direcionada no sentido correto, Hahnemann propôs um modelo terapêutico no qual se administra ao indivíduo doente um medicamento que causou (experimentação em indivíduos sadios) sintomas semelhantes aos seus, com o intuito de estimular uma reação do organismo contra a própria doença. Daí surgiu o princípio terapêutico pela similitude: “todo medicamento capaz de despertar determinados sintomas no indivíduo sadio, pode curar esses mesmos sintomas no indivíduo doente”.

    Assim fundamentado, Hahnemann passou a experimentar uma série de substâncias em indivíduos considerados “sadios”, anotando todos os sintomas (ações ou efeitos primários, patogenéticos) que neles surgissem, confeccionando com isto a Matéria Médica Homeopática. À medida que defrontava pacientes com sintomas semelhantes às drogas experimentadas, aplicava-as a esses enfermos, no sentido de estimular a reação vital, secundária e curativa do organismo, obtendo com isso a melhora progressiva e duradoura dos sintomas.

    Desse modo, a aplicação do princípio terapêutico homeopático implica no estimular uma reação homeostática e curativa do organismo, direcionada pelos efeitos primários da droga que causou nos experimentadores sadios sintomas semelhantes aos sintomas da doença original.

    Fundamentando cientificamente o princípio da similitude perante a Farmacologia e a Fisiologia modernas, vimos estudando nas últimas décadas os eventos adversos das drogas alopáticas e encontrando uma infinidade de evidências, tanto em compêndios farmacológicos quanto em ensaios clínicos e estudos experimentais, que descrevem uma reação secundária e oposta do organismo ao estímulo primário das drogas, confirmando as observações de Hahnemann e os pressupostos homeopáticos. Esta ação secundária e oposta do organismo, no sentido de manter a homeostase orgânica, é denominada efeito rebote ou reação paradoxal do organismo, segundo a racionalidade científica moderna.

    Ilustrando o acima exposto, teríamos que drogas utilizadas classicamente para o tratamento da angina de peito e que promovem, inicialmente, a melhora da dor torácica como efeito primário, despertam, como ação secundária ou efeito rebote, após a descontinuação da medicação ou tratamento irregular, exacerbação dessa dor torácica, tanto na frequência quanto na intensidade, em alguns casos não responsivos a qualquer terapêutica. Drogas utilizadas usualmente no controle da hipertensão arterial podem provocar uma hipertensão arterial rebote, como reação secundária ao estímulo primário. Agentes cardiotônicos, empregados no tratamento da insuficiência cardíaca, promovem, após a suspensão da administração, rebote hemodinâmico, com riscos de desencadear severos problemas cardíacos. Fármacos empregados para diminuir o colesterol, despertam um aumento rebote e significante do colesterol sanguíneo. No emprego de drogas psiquiátricas (ansiolíticas, sedativas, antidepressivas, antipsicóticas, etc.), observa-se uma reação do organismo no sentido de manter a homeostase orgânica, despertando como resposta secundária sintomas opostos aos esperados na sua utilização terapêutica primária, agravando os quadros iniciais. Medicamentos neurológicos, utilizados em sua ação primária para evitar convulsões, movimentos discinéticos ou contrações musculares apresentam, como reação secundária ou efeito rebote, uma exacerbação desses mesmos sintomas após a suspensão da medicação. Drogas antiinflamatórias, utilizadas primariamente para suprimir a inflamação, desencadeiam respostas paradoxais no organismo aumentando a inflamação. Drogas antiagregantes plaquetárias, empregadas por seu efeito primário na profilaxia da trombose sanguínea, promovem complicações trombóticas como ação secundária ou efeito rebote. Diuréticos, utilizados primariamente para diminuir a volemia (edema, hipertensão arterial, ICC, etc.), causam aumento da retenção de sódio e potássio, em consequência do aumento rebote da volemia. Medicamentos empregados para a acidez gástrica ou dispepsia (gastrites, úlceras gastroduodenais, etc.) promovem aumento rebote da acidez gástrica com consequente piora das gastrites e das úlceras gastroduodenais após o efeito primário antiácido. Fármacos empregados na asma brônquica desencadeiam piora da bronco constrição, como resposta secundária do organismo à suspensão ou descontinuidade do tratamento, etc.

    Trazendo algumas das muitas evidências encontradas na Ciência moderna sobre o princípio da similitude terapêutica, completo o relato com exemplos do emprego de drogas convencionais segundo o método homeopático. Utilizando-se da reação secundária do organismo como forma de tratamento (princípio homeopático), administrou-se um contraceptivo bifásico (anovulatório) para pacientes que apresentavam esterilidade funcional, incapazes de ovular e engravidar. Após a suspensão da droga, observou-se a ovulação em aproximadamente 25% das pacientes e, dentre estas, 10% engravidaram. Outras drogas modernas poderiam ser utilizadas segundo o método homeopático de tratamento, desde que provocassem no indivíduo humano os mesmos sintomas que se desejam tratar no indivíduo doente.

    Nesse breve relato, citei algumas evidências científicas do princípio de cura homeopático ou princípio terapêutico pela similitude, descritas com detalhes no livro “Semelhante Cura Semelhante: o princípio de cura homeopático fundamentado pela racionalidade médica e científica”.

     

     

     

  • ESCLARECENDO A HOMEOPATIA

    ESCLARECENDO A HOMEOPATIA

    Grande incompreensão existe a respeito da especialidade médica denominada Homeopatia, sendo confundida, pela maioria das pessoas, com a Fitoterapia, que é a utilização de plantas medicinais no tratamento de doenças, que se assemelha mais ao tratamento convencional do que ao modelo homeopático, como veremos a seguir.

    Desde a Grécia Antiga, a Medicina possui duas correntes terapêuticas, fundamentadas no princípio dos contrários e no princípio dos semelhantes. Em consequência do princípio dos contrários surgiu a chamada “Alopatia” (Enantiopatia) e a própria Fitoterapia, que buscam suprimir os sintomas das doenças com substâncias (sintéticas ou naturais) que atuem “contrariamente” aos mesmos (“anti-“) (Ex: antiinflamatório para a inflamação, antiácido para a acidez, antidepressivo para a depressão, antitérmico para a febre, etc.).

    Baseando-se no princípio dos semelhantes, em 1796, o médico alemão Samuel Hahnemann criou a Homeopatia (tratamento através de substâncias que causam sintomas “semelhantes” aos da doença a ser tratada), apoiando-se na observação experimental de que toda substância capaz de provocar determinados sintomas numa pessoa sadia pode curar estes mesmos sintomas numa pessoa doente. Contrariamente ao que se pensa, a Homeopatia é um sistema científico definido, com uma metodologia de pesquisa própria, apoiada em dados da experimentação farmacológica dos medicamentos em indivíduos humanos (sadios), reproduzidos ao longo dos séculos.

    O médico homeopata tem como finalidade encontrar um medicamento que foi capaz de causar nos indivíduos sadios sintomas semelhantes (“homeo”) aos que se desejam combater nos indivíduos doentes, estimulando o organismo a reagir contra a sua enfermidade. As ultra diluições das substâncias (medicamento dinamizado) são utilizadas com o intuito de diminuir o poder patogenético das mesmas, evitando uma possível agravação dos sintomas quando se administram doses fortes de uma substância que causa sintomas semelhantes aos do paciente, de forma análoga às doses infinitesimais da imunoterapia clássica.

    Cada medicamento homeopático experimentado em indivíduos humanos (sadios) provoca uma série de sintomas (mentais, gerais e físicos), que devem ser semelhantes aos sintomas do indivíduo doente, para que se consiga trazê-lo de volta ao estado de saúde. Em vista disso, torna-se indispensável o conhecimento dos sinais e sintomas objetivos e subjetivos do paciente, a fim de podermos encontrar o medicamento que mais se lhe assemelhe. É por isso que o médico homeopata se interessa por particularidades individuais, considerado estranho por quem não entenda o modelo homeopático.

    Assim sendo, é imperioso realizar um interrogatório abrangente e minucioso, no qual o médico homeopata busca compreender a totalidade sintomática característica do indivíduo, manifesta na forma de ser e reagir frente as situações cotidianas, ao meio e às pessoas que o cercam. Tudo que diga respeito ao paciente exprime o estado de sua vitalidade, desde os conteúdos imaginários e fantásticos, passando pelos sonhos, sensações, sentimentos e pensamentos, incluindo as características gerais e físicas que o caracterizam. O médico homeopata espera que o paciente expresse os seus sofrimentos físicos, psíquicos e emocionais de forma espontânea, sincera e detalhada, a fim de que num clima de compreensão mútua (médico-paciente) possa-se desenvolver o trabalho de equipe na busca do medicamento correto (individualizado).

    Para isso ocorrer, torna-se fundamental ao paciente e aos que o acompanham a observação constante do seu modo de pensar, sentir e agir, buscando entender as causas profundas que o fizeram adoecer e renovando em si mesmo o diálogo interior na prática do ensinamento grego: “conheça-te a si mesmo”. Devemos frisar que o entendimento íntimo do ser humano é um trabalho difícil e incomum, mas pode ser adquirido de forma gradativa segundo o esforço que cada um empregue nessa tarefa de auto-análise, estando nesse conteúdo de “conflitos” (suscetibilidades), geralmente, o fator desencadeante para a instalação de grande parte das doenças e enfermidades humanas.

    Em vista desse grau de complexidade do ser humano (equilíbrio bio-psico-sócio-espiritual), que deve direcionar a escolha do medicamento homeopático individualizado, o tratamento pode ser mais ou menos demorado, considerando-se também a gravidade e a duração da enfermidade.

    Para os sintomas físicos, com os quais estamos mais familiarizados segundo a medicina convencional, devemos observar todas as particularidades ou modalidades que os tornam característicos a cada indivíduo: tipo de dor ou sensação; localização e irradiação; época e hora de surgimento; fatores de melhora ou piora; sintomas ou sensações concomitantes; etc.

    Quanto aos sintomas gerais, que representam as características generalizantes do organismo e que se relacionam aos vários sintomas melhorando ou agravando-os, devemos valorizar as seguintes modalidades: posições ou movimentos; temperatura, clima ou estação do ano; condições atmosféricas e do tempo; comidas e bebidas; transpiração, eliminações, evacuações; etc.

    A grande importância dada por Hahnemann aos sintomas mentais, ou seja, às características relacionadas ao pensar e ao sentir, ao caráter e à moral, mostra a compreensão ampla que ele tinha do binômio doente-doença, por abordar um tema (psicossomática) que apenas recentemente começa a ser valorizado pela medicina convencional. São esses os sintomas mais difíceis de serem relatados, por constituírem um plano mais importante da individualidade e por delatarem nossas “limitações” e “fraquezas” (suscetibilidades) que, por defesa, buscamos esconder a todo custo. No entanto, esses mesmos sintomas estão diretamente relacionados aos desequilíbrios fisiológicos (sistema integrativo psico-neuro-imuno-endócrino-metabólico) que predispõem o surgimento das diversas classes de doenças ou enfermidades (“mente sã em corpo são”).

    Na escolha do medicamento individualizado para o binômio doente-doença, a Homeopatia Unicista procura abranger com um único medicamento a totalidade característica dos sintomas, buscando na compreensão íntima do indivíduo as suscetibilidades mentais, gerais e físicas que o fazem adoecer. Importa frisarmos que a Homeopatia não é inócua, podendo causar danos ao organismo quando mal empregada, devendo-se evitar a auto-medicação pouco criteriosa.

    É de fundamental importância que o paciente (ou seus acompanhantes) observe o aparecimento de qualquer mudança significativa após a ingestão do medicamento, em todos os níveis (mentais, gerais e físicos), anotando-se as suas características particulares, época de surgimento, duração, intensidade, etc. Algumas vezes, podem ocorrer reações passageiras (agravação inicial dos sintomas, retorno de sintomas antigos, episódios febris benignos, eliminação ou exoneração através da pele, das secreções ou por vias naturais, etc.), indicando que o organismo está reagindo na busca de seu equilíbrio e, por isso, devem ser respeitadas. Vale ressaltar que, quando ocorrerem, essas reações benéficas são breves e acompanhadas de uma melhora do quadro geral, tornando-se muitas vezes imperceptíveis. O surgimento de sintomas novos e incomodativos que antes não existiam, além das reações intensas e prolongadas, devem ser comunicados ao médico, de forma análoga aos efeitos adverso-colaterais do tratamento convencional.

    Com esses breves esclarecimentos, desejamos auxiliar os indivíduos a compreenderem aspectos básicos do modelo terapêutico homeopático, familiarizando-os com conceitos e condutas diversas do modelo terapêutico alopático ou convencional.

    Para finalizar, lembramos que segundo a compreensão homeopática do processo saúde-doença a verdadeira cura não significa o simples desaparecimento deste ou daquele sintoma em si; ela requer que o doente tenha atingido um ótimo estado de equilíbrio geral, físico, emocional e psíquico:

    “No estado de saúde, a força vital imaterial, que dinamicamente anima o corpo material, reina com poder ilimitado e mantém todas as suas partes em admirável atividade harmônica, nas suas sensações e funções, de maneira que o espírito dotado de razão que reside em nós possa livremente dispor desse instrumento vivo e são para atender aos mais altos fins de nossa existência”. (Samuel Hahnemann, Organon da arte de curar, § 9)

     

  • CROMOTERAPIA

    CROMOTERAPIA

    Várias foram as civilizações antigas, como a egípcia, a grega, a indiana, a chinesa e outras que fizeram uso das cores para tratamento de saúde. Na China e na Índia a cor era mais relacionada à Mitologia e à Astrologia. Na Grécia muitos filósofos-médicos foram absorver o conhecimento da ciência médica na fonte egípcia, com os sacerdotes-médicos.

    A Cromoterapia está intimamente ligada ao antigo Egito assim como a própria Medicina. O vínculo da Medicina ao Egito data de 2800 a.C. com IMHOTEP, considerado o Pai Universal da Medicina, pois foi ele quem escreveu os primeiros livros de Medicina, em rolos de papiros. E também foi ele quem fundou a primeira Escola de Medicina.Séculos mais tarde, Hipócrates (460-377 a.C.), médico grego, esteve no Egito estudando a matéria Médica com os sacerdotes-médicos, durante três anos. De retorno a Cós, sua cidade natal, fundou a primeira Escola de Medicina da Grécia e elaborou o Juramento Médico baseado nos escritos de Imhotep.
    Também o tratamento médico com o uso de cores iniciou no Egito, conforme pesquisas do Dr. Paul Galioughi, autor do livro “La Médicine des Pharaons”, onde relata como os sacerdotes-médicos tratavam os doentes com as cores, utilizando-se de flores e pedras preciosas.
    Então, podemos dizer que a Cromoterapia nasceu no antigo Egito; adormeceu milênios; e ressurge como uma Medicina-energética, assim como a Homeopatia e a Acupuntura.
    Diversos foram os pesquisadores do uso das cores, dos quais citamos:

    JOHN OTT – Médico e Diretor do Instituto Sarasota – Flórida/USA, que pesquisou o efeito das cores sobre tumores cancerosos. Autor do livro “Health And Light”;

    DINSHAH GHADIALI – Médico indiano, residente em New Jersey/USA, que estruturou a Cromoterapia em bases científicas. Autor de uma Enciclopédia, em 3 volumes, sobre a utilização das cores nas doenças;

    NIELS FINSEN – Médico em Copenhague, Dinamarca.
    Autor do livro “Propriedades Actínicas da Luz do Sol”. Fundou o Instituto da Luz para a cura de pacientes com tuberculose. Realizou curas surpreendentes em cerca de dois mil pacientes com a aplicação da Cromoterapia, recebendo o Prêmio Nobel, em 1903;

    RENÉ NUNES – Jornalista, Conferencista e Professor, de Brasília – Brasil (falecido em 1995), que se dedicou à pesquisa e aplicação da Cromoterapia em mais de dez mil pacientes, obtendo grande índice de recuperação. Autor de diversas obras, das quais cito “Cromoterapia Técnica”. Foi o grande divulgador da Cromoterapia como ciência médica-energética no Brasil e no exterior.

    Define-se Cromoterapia como a ciência que utiliza as cores do Espectro Solar para restaurar o equilíbrio físico-energético em áreas do corpo humano atingidas por alguma disfunção.
    As 7 cores do Espectro são:

    – VERMELHO
    – LARANJA
    – AMARELO
    – VERDE
    – AZUL
    – ANIL
    – VIOLETA

    A Cromoterapia está fundamentada em três ciências:

    Medicina – A arte de curar;
    Física – Ciência que estuda as transformações da energia, em especial no capítulo dedicada à natureza da luz: sua origem no espectro eletromagnético e seus elementos, como comprimento de onda, freqüência e velocidade;
    Bioenergética – Ciência que demonstra a existência do corpo bioenergêtico, analisando a energia vital.

    A Cromoterapia traz benefícios aos portadores de qualquer disfunção, começando por aliviar as dores e finalmente pela recuperação dos pacientes, na maioria das doenças.
    Salienta-se a eficácia da Cromoterapia no tratamento da ENXAQUECA, doença que atinge um terço da população mundial adulta, conforme estatística da OMS (Organização Mundial de Saúde). A causa principal da Enxaqueca é energética (entrada de energia cósmica pela região occipital), mas pode estar aliada a uma disfunção orgânica como tensão pré-menstrual, má digestão, sinusite, problemas de visão, obstrução das carótidas que conduzem o sangue até os neurônios, compressão das vértebras da coluna cervical, etc…
    A Cromoterapia faz o equilíbrio do fluxo energético e trata a causa física, eliminando a dor e restabelecendo a saúde após uma série de aplicações, numa média de dez a quinze.
    A CROMOTERAPIA consta da relação das principais terapias alternativas ou complementares reconhecidas pela OMS em 1976, de acordo com a Conferência Internacional de Atendimentos Primários em Saúde de 1962, em Alma-Ata. Essa relação foi ratificada pela OMS em 1983, através do Diretor Geral da World Health Organization-OMS, Dr. Halfdan Mahler, e pelo Diretor do Programa de Medicinas Tradiconais da OMS, Dr. Robert Bannerman.

     

     

  • TERAPIA HOLÍSTICA

    TERAPIA HOLÍSTICA

    TERAPIA HOLÍSTICA (Terapia = harmonizar, equilibrar; Holística = do grego holus: totalidade) é mais Qualidade e Bem-Estar em sua vida, utilizando-se de uma somatória de técnicas milenares e modernas, sempre suaves e naturais, proporcionando harmonia, autoconhecimento e incrementando sua capacidade de ser bem-sucedido.

    Aconselhamento, Terapia Floral, Terapia Corporal , Acupuntura, Auriculoterapia, Cromoterapia, Fitoterapia, Reiki, dentre muitas outras técnicas popularmente chamadas de ” terapias alternativas ” são aplicadas pelo Terapeuta Holístico, que procede ao estudo e à análise do cliente, realizados sempre sob o paradigma holístico, cuja abordagem leva em consideração os aspectos sócio-somato-psíquicos.Cada caso é considerado único e deve-se dispor dos mais variados métodos, para possibilitar a opção por aqueles com os quais o cliente tenha maior afinidade, promovendo a otimização da qualidade de vida, estabelecendo um processo interativo com seu cliente, levando este ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisão. Avalia os desequilíbrios energéticos, suas predisposições e possíveis consequências, além de promover a catalização da tendência natural ao auto-equilíbrio, facilitando-a pela aplicação de uma somatória de terapêuticas de abordagem holística, com o objetivo de transmutar a desarmonia em autoconhecimento.

    Paradigma Holístico: tendência atual de abordagem em diversas áreas do saber, onde a visão de totalidade, de síntese e de interconexão entre todos os ítens se sobrepõe à análise e “dissecação” das “partes”. Exemplos: Terapia Holística*, Empresariado Holístico (meio ambiente, qualidade de vida do empregador e do funcionário, lucro, tudo é tido como interdependente e igualmente importante), Educação Holística (as matérias são estudadas interconectadas entre si).

    A profissão de Terapeuta Holístico é LÍCITA, ou seja, inexiste Lei que a preveja, limite ou impeça o seu LIVRE exercício. Entretanto, ela não é REGULAMENTADA, ou seja, não existe Lei ou Decreto Federal específicos sobre o tema. A ausência de Regulamentação pelo governo para muitas profissões tem sido altamente benéficas, para outras, nem tanto, pois a colocam como alvo de polêmicas e perseguições. A correta interpretação da Constituição Federal garante que a ausência de regulamentação por Lei Federal torna LIVRE o exercício profissional. A CBO – Classificação Brasileira de Ocupações registra mais de 30.000 profissões e destas, cerca de 17 possuem Lei regulamentando e órgão de fiscalização próprio. Ou seja, via de regra, a esmagadora maioria das profissões brasileiras são desregulamentadas, cabendo à “lei de mercado” a seleção dos trabalhadores, daí a grande importância da Auto-Regulamentação, das Normas Técnicas Voluntárias, Certificados de Conformidade e do CRT – Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado, cuja adesão espontânea por parte do profissional, possibilita ao público interessado selecioná-los como seus escolhidos.