Brilhante sequência de Quino, sobre como a sociedade de consumo moderna infuencia nos hábitos das crianças e da humanidade como um todo, de uma forma ou de outra.
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NOVAS TECNOLOGIAS EM EDUCAÇÃO
Especialistas apontam para a necessidade de novas práticas de ensino que atendam as exigências da educação do século 21. Há aqueles que apostam nas tecnologias digitais como ferramentas indispensáveis capazes de endereçar essas demandas de ensino-aprendizagem.No entanto, outros estudiosos garantem que, ao mesmo tempo em que a chamada era digital democratiza a informação, ela também pode estar desprovida de objetivos formativos, colocando a informação apenas a serviço do mercado, da publicidade, do consumo.
Para o especialista em educação brasileira, José Carlos Libâneo, antes de propor qualquer adoção tecnológica em sala de aula, é preciso, primeiro, que os professores repensem como ajudar no desenvolvimento das capacidades intelectuais dos estudantes por meio dos conteúdos de suas disciplinas.
“Penso que as características de todo bom professor precisam ser identificadas a partir de sua base pedagógica. Não são as tecnologias digitais que as definem e nem apenas as demandas da escola do futuro”, afirma ele, que é pós-doutor em Educação pela Universidad de Valladolid, da Espanha.
Libâno aponta três características fundamentais para a prática docente: dominar a matéria que ensina, saber como ensinar os conteúdos e identificar as necessidades individuais de cada estudante. Essas condições, afirma, são importantes para atender às novas exigências educacionais, como: formar jovens com capacidade reflexiva, capazes de fundamentar e lidar criticamente com a informação e a produção própria de conteúdo utilizando a palavra, a imagem, o movimento, o hipertexto etc.
No caso da primeira característica, o domínio do conteúdo que o docente leciona é imprescindível para a formação dos alunos. “Para um professor ensinar matemática aos seus alunos, por exemplo, ele precisa, primeiramente, e como condição absoluta, dominar o conteúdo. Nada feito sem saber o conteúdo que ensinará. É sumamente desejável que tenha uma cultura geral, ou melhor, uma cultura interdisciplinar”, diz.
Além disso, o educador também precisa saber como ensinar, mais especificamente, como pode ajudar o aluno a entender a lógica mental por trás dos conteúdos da disciplina. “Ele precisa identificar na matéria as capacidades intelectuais (conceitos, ações mentais) mais importantes a serem desenvolvidas e propor atividades e experiências que estimulem, envolvam e melhorem a aprendizagem ativa e a compreensão dos alunos”, assegura.
Conhecer o aluno
Por fim, é preciso identificar quem é o estudante ao qual leciona, principalmente seus motivos, seus objetivos subjetivos, a relação que ele tem com a matéria trabalhada. “É preciso saber em que contexto sociocultural e institucional ‘João’ vive, como esse contexto influi na sua aprendizagem e como esse contexto pode ser modificado. Entre essas práticas socioculturais incluem-se o contexto familiar, as foras de organização e funcionamento da escola, mas também o contexto das TICs [Tecnologias da Informação e Comunicação].”De acordo com Libâno, só a partir dessas tarefas, consideradas “básicas”, é que as tecnologias digitais podem desempenhar um papel mais assíduo na prática docente.
“Como pedagogo, posso afirmar que as TICs atuam no âmbito psíquico dos estudantes, na sua relação com os objetos de conhecimento, nas formas de percepção, expressão e comunicação com os outros”, diz. “São inúmeros os benefícios. Elas ajudam a modificar as formas de aprender dos estudantes, seja definindo novas interações com os conteúdos, colocando os estudantes nas redes sociais, intervindo nas relações na sala de aula, entre outros.”
No entanto, ele pondera que é impossível aceitar que a escola trabalhe com o uso ferramental das tecnologias ou a partir de um currículo fixado apenas nas habilidades dissociadas do seu conteúdo e significado.
“Elas [as tecnologias], dessa forma, praticamente não contribuem para o desenvolvimento das capacidades intelectuais e a formação da personalidade dos estudantes. É necessário o domínio da linguagem informacional, habilidade de articular as aulas com as mídias e multimídias, as lógicas e modos de lidar com o conhecimento das tecnologias”, diz.
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SUPERFATURAMENTO NA MERENDA ESCOLAR
Os contratos foram assinados com as empresas Atacadista de Alimentos Fonte Fofinho Ltda e Comércio J. A. de Mercadorias e Serviços Ltda, em 11 de setembro de 2012 e tiveram vigência até 10 de março de 2013.
O TCDF apurou que com a empresa Atacadista de Alimentos Fonte Fofinho Ltda foram adquiridos 710.859 quilos de leite em pó, ao valor de R$ 18,50 a unidade. No pregão eletrônico feito pela secretaria no mesmo período, a unidade foi cotada em R$ 11,10. Isso representa uma diferença de 67%.
Na empresa Comércio J. A. de Mercadorias e Serviços Ltda foram adquiridos 131.352 quilos de milho verde, a R$ 8,90 por quilo. Em licitação feita no mesmo ano, foi pago R$ 4,08 por quilo. Uma diferença de 118%, de acordo com o tribunal.
O TCDF determinou que a Secretaria de Educação do Distrito Federal pague somente os valores cotados para os mesmos produtos no último pregão eletrônico. A secretaria tem dez dias para explicar as irregularidades.
Em nota, a Secretaria de Educação informou que os dois últimos pagamentos referentes aos contratos foram suspensos, atendendo às orientações do tribunal. “A contratação emergencial foi necessária tendo em vista que não havia sido concluído o processo licitatório regular”, diz a nota. “Caso não fosse feita a compra emergencial, cerca de 500 mil crianças poderiam ficar sem merenda escolar”.
A secretaria diz ainda que 20 empresas foram consultadas sobre a contratação emergencial e apenas quatro se interessaram. A de menor preço declinou da proposta e o segundo colocado foi chamado. “Diante disso, os preços unitários dos itens contratados puderam ser comparados com a estimativa de preços do processo regular que estava em andamento e percebeu-se que os valores não estavam tão díspares”.
O órgão diz que “no caso de uma compra emergencial, os preços exercidos acabam sendo sempre mais altos. Mas a avaliação dos órgãos técnicos demonstrou que tais valores não eram tão mais elevados que aqueles previstos no processo licitatório”, e ressalta a dificuldade de encontrar fornecedores “capazes de atender a grande demanda da Secretaria de Educação, principalmente de forma emergencial”.
Além disso, a secretaria alega que “todos os trâmites legais foram cumpridos e a compra emergencial foi feita com o aval da Procuradoria-Geral do Distrito Federal”.
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CONHECER O CAMINHO: DAS PALAVRAS

O efeito do que falamos, do que proferimos, vai torna-se nossa própria colheita.
“A ação das palavras perdura tempos depois, por isso pensem duas vezes antes de ofender, três antes de magoar, quatro antes de cobrar e infinitamente antes de machucar.
Às vezes, um simples comentário pode desestimular uma pessoa ou incentivá-la a realizar algo fantástico. Para muitos, pode parecer que não, mas a realidade é que as palavras são extremamente poderosas, cabe a cada um escolher se irá usar esse poder para construir ou para destruir. E, apenas o fato de você estar lendo este artigo, se interessando em saber mais sobre o assunto, demonstra que a sua intenção é usar as suas palavras para o bem, e isso é maravilhoso.Para que entenda melhor sobre o poder das palavras, imagine a seguinte situação. Uma pessoa está muito feliz, porque decidiu que irá cursar medicina, sente que essa é a sua vocação. Então, ao compartilhar sua decisão com amigos e familiares, ouve comentários ruins, de que não conseguirá passar no vestibular, de que o curso é caro demais e não terá condições e assim por diante. Se essa pessoa não tiver muita segurança do que quer, pode acabar desistindo do seu sonho por causa de opiniões alheias.
É claro que cada um deve se responsabilizar por suas decisões, entretanto, é fato que as coisas que as pessoas com as quais convivemos dizem têm um peso significativo em nossas escolhas. Então, se você tem a opção de dizer algo positivo e que estimule, por que falar coisas ruins? Lembrando que ninguém deve mentir e dizer coisas nas quais não acredita apenas para agradar, e sim pensar melhor no que fala, tendo mais cautela e empatia.
A Importância do Cuidado Com as Palavras nas Redes Sociais
Quando se trata de tomar cuidado com as palavras, é interessante citar um tema que está bastante em voga atualmente, as redes sociais. Hoje, elas são usadas por uma parcela significativa da população para se comunicar, divulgar trabalhos, trocar ideias. E um problema bastante comum que muitos usuários enfrentam é lidar com pessoas que falam coisas que, talvez, não diriam pessoalmente, como se o fato de estarem atrás de uma tela as desse coragem.VOCÊ É FELIZ?
A verdade é que, apesar de ser uma modalidade diferente de comunicação, as redes sociais são uma ferramenta que conecta pessoas. Assim, um comentário que um indivíduo faz será lido por um ser humano, que tem sentimentos como qualquer outro, e com o agravante de que aquelas palavras poderão ser lidas por um grande número de usuários, gerando uma exposição desconfortável.Por tudo isso, é fundamental ter cuidado com o que diz a alguém, seja pessoalmente ou através da internet, seja para um amigo ou um indivíduo famoso. Coloque-se sempre no lugar daquele que receberá a sua mensagem, considerando se gostaria de ler aquilo e, se a resposta for negativa, não envie. Prefira usar essa ferramenta para propagar coisas boas, acompanhar o trabalho daqueles que admira, se comunicar com amigos, compartilhar o bem.
5 Cuidados Com as Palavras Que Todos Devem Ter
Se quer usar as suas palavras para o bem, para estimular pessoas e se comunicar de forma clara e gentil, coloque as cinco dicas a seguir em prática. Assim, além de beneficiar os relacionamentos que tem com terceiros, irá também melhorar a sua forma de falar e se conectar com o seu eu interior.
1 – Coloque-se no Lugar do Outro Antes de Expor Sua Opinião Sobre Ele
A empatia é a chave para melhorar as relações humanas, pois quando você se coloca no lugar da outra pessoa, evita fazer coisas ofensivas, já que não gostaria que fizessem aquilo contigo. Portanto, faça sempre este exercício e se pergunte: eu gostaria de ouvir isso? É claro que cada indivíduo tem as suas preferências, porém, isso irá ajudar a guiar as suas palavras sempre para o bem.2 – Considere o Tom de Voz
Além daquilo que se fala, é necessário pensar no modo como se fala, o que inclui principalmente o tom de voz, que tem uma grande influência sobre a interpretação de uma frase. Nesse sentido, evite alterar o tom ou falar de forma sarcástica, pois isso pode ser recebido de forma negativa e magoar a outra pessoa.3 – Seja Sincero Sem Ser Rude
Alguns indivíduos usam a sinceridade como desculpa para serem grosseiras, e a realidade é que é totalmente possível ser verdadeiro sem ser rude. Para isso, é necessário que escolha bem as palavras e, principalmente, analise se a sua opinião pode mesmo ajudar e agregar de alguma maneira. Se a resposta for não, guarde para si.4 – Evite Falar Quando Estiver Com Raiva
As emoções têm uma forte influência sobre as nossas palavras. Por esse motivo, evite dizer qualquer coisa a alguém quando estiver com raiva, pois são grandes as chances de que fale coisas ruins, que possam magoar. Prefira dar um tempo, se acalmar e, se for necessário, continue a conversa em outro momento, quando tiver controle sobre o que irá dizer.5 – Peça Desculpas Se Falar Algo Que Magoar Alguém
Mesmo que se esforce e tome todos os cuidados para não magoar ninguém com as suas palavras, é normal que vez ou outra acabe falhando. Quando isso acontecer, use o poder das palavras para pedir perdão e explicar que não teve a intenção de dizer aquilo. Mesmo que a pessoa demore a desculpar, você estará fazendo a sua parte.Deepak Chopra disse que aquilo que falamos cria a nossa realidade e que, por isso, devemos falar sempre com o objetivo de criar felicidade. Acredita que as suas palavras estão seguindo esse caminho? Se acha que não, sempre é tempo de melhorar e evoluir!
Tomem cuidado com as palavras.
Palavras proferidas jamais poderão ser guardadas.
Palavras são como lâminas que uma vez desembainhadas, não terão para onde retornar.”
Cuidem-se, sejam suaves e doces como sua alma o é. -

A INTENÇÃO DA PALAVRA
O que muda com as Festas Natalinas? O que muda com a entrada de um Novo Ano?
Considero o Natal como sendo uma festividade eminentemente FAMILIAR. Neste momento nos tornamos mais sinceros, mais amigos, mais justos, mais pais, mais filhos, mais avôs, mais irmãos, mais e muito mais saudosos; além é claro, de nos tornarmos mais humildes.
Infelizmente ainda não nos comportamos como sendo uma grande família. Tais predicados só se resumem aos nossos entes queridos; quando, em verdade isto deveria ser uma praxe dentro do nosso cotidiano. Enfim, sinto saudade da minha educação quando me levantava e dava lugar a uma senhora ou a um senhor dentro de um simples ônibus.
A propagada FRATERNIDADE UNIVERSAL só existe em determinados momentos e, ainda, sem acontecer todos os dias e em todas as horas. Que lástima! O pior é que nos julgamos evoluídos. O pior é que nos comportamos dentro de um EGOISMO SEM PRECEDENTES. O pior é que precisamos de Leis para dizer como devemos nos comportar, não importando o lugar ou em qual ocasião, que se faça necessária exercitarmos o respeito ao nosso próximo.
Ah! Jesus, meu Jesus Sertanejo, pelo visto ainda haveremos de caminhar e muito caminhar para fazermos renascer dentro de nós, o verdadeiro espírito da confraternização universal, não como Palavras; mas, sim, com Intenções, Atenções, Gestos e Atitudes da forma mais simples e trivial possível.
Considero o Natal como sendo o momento de “lavarmos a nossa roupa suja”. A sujeira vem mais como sendo uma tentativa de purificação do nosso EGOÍSMO. Nós tornamos bonzinhos, cordeirinhos bem comportados e supostamente atenciosos. Tentamos com meros presentes e mensagens mexer com o amor próprio das pessoas, dos nossos congêneres e pasmem até mesmo com os animais e a própria natureza. Sim, porque enfeitamos ÁRVORES que lá sempre estiveram e nunca receberam as devidas atenções, no sentido amplo da palavra.
Poderia discorrer fatos e mais fatos, comparações e mais comparações. Mas, de que adiantaria se continuamos, espero que poucos ainda se deixem levar por um período Natalino, para refletir, para se autoanalisar e, mesmo que momentaneamente aja de forma diferente, daquela praticada ao longo dos meses, semanas, dias, horas, minutos e segundos, que antecedem a este luminoso período.
E quanto ao sentimento do Ano Novo? O que podemos realmente, de fato, desejar ou sonhar para que aconteça durante o novo ano? É neste momento que conhecemos todas as intenções, o intimo, o interior de cada um de nós. Neste momento a materialidade e o egoísmo imperam sobremaneira – com certeza! Infelizmente os desejos (espero que de muitos poucos), se voltam para o nosso egocentrismo. São desejos eminentemente mesquinhos e altamente pessoais e individualizados.
Como diz o matuto, cá para as nossas bandas Nóis num vai cum sede, nós vai com a bexiga taboca! Nóis num percebe, nóis dá fé! Nóis num se diverte, nóis bota pra decê!
Quem sabe se a máxima da vida não seria bem mais aconselhável, nesta reflexão, do tipo: Amar ao Criador sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo? Agora sim, posso esperar que todos vocês tenham tido e curtido O BOM NATAL e, assim, com certeza haveremos de raiar no novo ANO com muita LUZ, envoltos na poderosa Luz da Fraternidade Universal, ampla e irrestrita!
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A RITA TINHA RAZÃO

O ano era 1977. De todos os esfuziantes anos 70, talvez tenha sido o mais sem graça deles. Destaque, destaque mesmo, e mesmo assim negativo, só a morte de Elvis e Chaplin. Há quem diga até hoje que o rei do rock ainda anda por aí. Clarice Lispector e o ativista antiapartheid Steve Biko também partiram naquele ano. Todos eles nos deixaram com a sensação ruim de que ainda tinham muito para dar.
O rei Pelé parava de jogar profissionalmente, o cinema estreava a primeira aventura da série “Star Wars” sem ter a menor ideia do que isso iria virar, os Sex Pistols lançavam seu primeiro e único disco “Never mind the bollocks”. Ah, é claro: o mundo era invadido pela febre dos “Embalos de Sábado á Noite” com John Travolta fazendo todo mundo dançar ao som dos Bee Gees.
Eu mesmo andei dando minhas reboladas. As coisas que a gente não faz para ganhar uma mulher… E tinha também a Apple que apresentava o primeiro microcomputador moderno, o Apple II. Começava a pintar por aqui o macarrão instantâneo que ficou conhecido por Miojo e já quebrava o galho de muito estudante.
O São Paulo de Waldir Peres, Chicão e Mirandinha virava zebra e conquistava o seu primeiro título brasileiro encima do poderoso Atlético Mineiro de Reinaldo , Toninho Cerezzo e Angelo em pleno Mineirão. O Corinthians depois de um jejum histórico de 23 anos sem título era campeão paulista diante de uma valorosa Ponte Preta com gol histórico de Basílio em um Morumbi com mais de 120 mil torcedores. Tem aquela história do Rui Rei ter se vendido, mas isso fica pras rodinhas de bar. Na política…bom, deixa a política prá lá.
Meu assunto é outro.
Naquele ano, Rita Lee, a hoje vovó do rock nacional, mas ainda na ativa e ainda polêmica, lançava a música “Arrombou a festa II”. Era uma sátira escrachada ao momento atual da MPB da época, com Sidney Magal cantando Sandra Rosa Madalena, Lady Zu na onda discoteca e Sergio Malandro enchendo nossos ouvidos com “Bilú Tetéia” e “Farofa-fa”. Quem ouviu se lembra bem. Quem não ouviu, não perdeu nada.
Pois é, Rita… Ainda bem que você ainda está no pedaço para ver que o que parecia não poder piorar, piorou. E muito.
Se na época os grandes sucessos do rádio e do programa Silvio Santos eram criticados por sua excessiva ingenuidade e falta de conteúdo, a música brasileira de hoje quase que virou sinônimo de bebedeira, sexo pelo sexo e refrões popularescos. Conforme alguns críticos e produtores musicais: é música “prá fazer neném”. Fazem a alegria de rodeios , puteiros e bailões.
O Brasil já teve vários modismos musicais dada a sua maravilhosa afinidade com os ritmos das mais variadas tendências. Merengue, disco, lambada, brega e pagode tiveram sua época onde nada mais parecia existir. Mas passaram. A pedra da vez é o tal de sertanejo universitário que, para muita gente, ainda está no ensino fundamental tal é a mesmice das letras e arranjos. Elas falam de sexo, cama, paixão, balada, sexo, coração, sofrer, sexo, beber, chorar e por último, sexo. Nada contra, é claro. Sexo é primordial em uma relação saudável, renova os sentimentos e até a pele. Sem falar no ego e na alma. Aprofunda as sensações entre seres que se amam ou que simplesmente se atraem. Não vamos discutir aqui aquela história se sexo tem que ter amor ou não. Fica a critério de cada um. Sexo bem feito é muito bom e fim de papo. Não vem ao caso em que nível isso acontece.
Beber? Quem não gosta de uma cervejinha gelada, um vinho ou uma branquinha de vez em quando. Até eu que sou mais bobo.
Mas as letras induzem não a um relacionamento progressivo, onde cada fase tem seus encantos, segredos, e conquistas mas sim a algo superficial e sem conteúdo. Tipo assim: “foi bom prá você também? Legal… a propósito, qual é mesmo o seu nome?” Você não precisa nem saber o nome do cara ou da gatinha e pode já estar na cama com ela. Aliás, no funk as mulheres agora são chamadas até de cachorras. E a maioria gosta…
Aí alguém pode dizer que o importante é chegar logo no tchu e no tchá. Então tá. Só lembro a essa galera que existe uma grande diferença entre fazer amor e transar. Os animais transam, nós fazemos amor. Ou deveríamos fazer. E quem não sabe a diferença não sabe o que está perdendo.
Que não pensem que não gosto de música sertaneja. Não é minha preferida, mas não tem como não gostar de Paula Fernandes (ela diz que não é só sertaneja), Victor & Léo, Daniel e mais um ou outro. Sem falar na verdadeira música sertaneja, aquela que fala do pôr do sol no sertão, do cheiro da mata e do canto dos pássaros no amanhecer. Mas a enorme maioria “comete” as mesmas canções começando na balada, passando pela cerveja e terminando com a fila anda. Tudo embalado por lê, lê, lê e outras baboseiras mais. Ouviu uma? Ouviu todas!
Falo de conteúdo, de músicas que o tempo não apaga. De canções que quando você ouve outra vez parecem que fazem o tempo parar e as sensações voltarem. A música é o sentimento da alma, dizia Bach. E o cara sabia do que estava falando. Como não fechar os olhos e sonhar ouvindo “Detalhes” e “Os botões da blusa” do Roberto, “Deslizes” e “Coração Alado” de Fagner, “Flor de Lis” e “Oceano” de Djavan?
Quer sentir o poder da música? Ouça “A tempestade” de Tchaikowski ou a 5ª Sinfonia de Beethoven. Música clássica? É sim, mas ouça com atenção e depois diga se não se sentiu diferente. O que vale é ter “ouvido” para a música e não “zoreia”.
Tem prá todo mundo: “Fly me to the moon” e “My way” de Sinatra. “Crazy” e “All of you” de Julio Iglesias. No rock, experimente “Stairway to heaven” e “Black Dog” do Led Zeppelin, “With or without you” e “Vertigo” do U2 , “Us and them” e “Money” do Pink Floyd , “It’s only rock and roll” e “Angie” dos Stones e por aí vai.
A lista é interminável: Belchior, Zizi Possi , Maria Rita , Alcione , Jobim , Engenheiros do Havaí , Legião , Rita Lee , Beatles , Bob Dylan , Tony Bennett , Luis Miguel , Martinho da Vila , Ivan Lins , Tim Maia, Almir Satter , Rush , Eduardo Dusek , Capital Inicial , Elis, Raul Seixas, Tonico & Tinoco, ufa…
Todos eles e mais um monte de gente deixaram sua marca na história da música e o tempo não passa para esses talentos. São e continuarão a ser referências de qualidade musical.
Música é arte. E um dos versos do manifesto do Afro Reggae diz: “Salve a arte que nos salva”. A boa música nos faz seres humanos melhores. Não é o que se ouve nos celulares por aí. O funk começou como música de protesto, algo próximo do rock, mas sem o mesmo impacto. Hoje, as letras são pornográficas e violentas. Trilha sonora da tragédia urbana. Uma pena.
Uma de minhas filhas tem 22 anos e quando era criança ouvia Xuxa e a Turma do Balão Mágico. As crianças de hoje repetem refrões cheios de duplos sentidos enquanto rebolam em poses sensuais.
Léo Santana, do grupo de axé Parangolé –aquele do rebolation – disse em entrevista á revista Trip que “o negócio é fazer música para mulher rebolar. É sucesso garantido. Quem quiser ouvir poesia, que vá ouvir Caetano”.
Pois é, Rita … Pode repetir com força seu refrão: “Ai, ai meu Deus, o que foi que aconteceu com a MPB?”
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CONSTITUIÇÃO DO CORPO HUMANO
O corpo humano é constituído por células e substâncias intracelulares líquidas. São eles:Célula: É a menor unidade formadora dos tecidos do corpo humano. Ela é microscópica e constitui-se de uma membrana externa, citoplasma e um núcleo. Essas estruturas são imersas no citoplasma que é líquido. No núcleo encontra-se o material genético da célula.
Tecido: É um grupo de células que possuem a mesma função e estrutura interna. O corpo humano é formado por tecidos nos quais podemos dividi-los.
Tecido epitelial: É formado por células justapostas e reveste o organismo externamente e internamente, ou seja, a pele e as mucosas. Os tecidos epiteliais são divididos em germinativos, glandulares e de absorção.
Tecido conjuntivo: É formado por células separadas com muita substância intercelular, na qual se encontram fibras elásticas e conjuntivas. Sua função é de proteger os órgãos de armazenar gorduras.
Tecido adiposo: É o tecido que contém energia em forma de gordura, localizado logo abaixo da pele.
Tecido cartilaginoso: Este tecido é formado por células afastadas entre as quais fica uma substância intercelular rígida, porém flexível. É o que forma a cartilagem encontrada na traqueia, na orelha, nos tendões, septo nasal e nas extremidades ósseas.
Tecido ósseo: É formado por células chamadas de osteócitos, com muitas substâncias intercelulares formada por sais de cálcio deixando-a rígida, formando assim, os ossos do corpo humano.
Tecido hematopoiético: É o tecido encontrado em determinados pontos dos organismos que é responsável pela produção de elementos do sangue
Tecido muscular: É o tecido que forma os músculos do corpo humano. Possui células que têm a propriedade de se contrair e se alongar chamados de fibras musculares. O tecido muscular pode ainda ser subdividido conforme veremos abaixo.
Musculatura lisa: Não apresentam estrias e são responsáveis pela de contração involuntária.
Musculatura estriada: As células possuem estrias transversais e são responsáveis pela contração voluntária. Apresentam-se na cor vermelha. O tecido muscular cardíaco é estriado, mas sua contração é involuntária.
Tecido nervoso: É formado por células nervosas chamadas neurônio. Sua função é transmitir os estímulos através de suas células.
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A BASE DE TODA METAFÍSICA
e nas vossas memórias
como princípio e também como fim
de toda a metafísica.




