Tag: desenvolvimento

  • 20 anos do Pacto Global

    20 anos do Pacto Global

    Faz 20 anos que o Pacto Global foi criado pela ONU, baseado nas áreas dos direitos humanos, trabalho, meio ambiente e combate à corrupção .

    Mas será que este pacto foi aplicado globalmente ? Infelizmente todos  sabemos que não…

    Pois é… existe um Pacto Global,   onde é sugerido às empresas, aceitar, apoiar e aplicar, dentro da sua esfera de influência, um conjunto de valores fundamentais nas áreas de direitos humanos, padrões trabalhistas, meio ambiente e combate à corrupção.

    O Pacto Global é uma iniciativa proposta pela Organização das Nações Unidas para encorajar empresas a adotar políticas de responsabilidade social corporativa e sustentabilidade.

    Este pacto foi anunciado pelo ex-secretário das Nações Unidas Kofi Annan no Fórum Econômico Mundial (Fórum de Davos) na reunião de 31 de janeiro de 1999 e foi oficialmente lançado em 26 de julho de 2000 no escritório da ONU em Nova Iorque.

    O pacto é baseado nos seguintes documentos:

    • Declaração Universal dos Direitos Humanos
    • Declaração da Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre Princípios e Direitos Fundamentais no Trabalho
    • Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento
    • Convenção das Nações Unidas Contra a Corrupção

    Vamos aos 10 principios do Pacto:

    Direitos Humanos

    Princípio 1- As empresas devem apoiar e respeitar a proteção dos direitos humanos reconhecidos internacionalmente; e
    Princípio 2 – certificar-se de que não são cúmplices em abusos dos direitos humanos.

    Trabalho

    Princípio 3 – As empresas devem defender a liberdade de associação e o reconhecimento efetivo do direito à negociação coletiva;
    Princípio 4 – A eliminação de todas as formas de trabalho forçado ou compulsório;
    Princípio 5 – A erradicação efetiva do trabalho infantil; e
    Princípio 6 – A eliminação da discriminação no emprego e ocupação.

    Meio Ambiente

    Princípio 7 – As empresas devem apoiar uma abordagem preventiva sobre os desafios ambientais;
    Princípio 8 – desenvolver iniciativas a fim de promover maior responsabilidade ambiental;
    Princípio 9 – incentivar o desenvolvimento e a difusão de tecnologias ambientalmente sustentáveis;

    Combate à Corrupção

    Princípio 10 – As empresas devem combater a corrupção em todas as suas formas, inclusive extorsão e propina.

    Ainda dá tempo. Vamos modificar o que precisa ser modificado em nosso mundo.

  • Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para a Humanidade

    Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para a Humanidade

    Estes são os objetivos para uma humanidade sustentável até 2030, determinados pela ONU.

    São fruto do trabalho conjunto de Governos e Cidadãos de todo o mundo para criar um modelo global de governança com a finalidade de acabar com a pobreza, proteger o ambiente e promover a prosperidade e o bem-estar de todos até 2030. (mais…)

  • NOVAS TECNOLOGIAS EM EDUCAÇÃO

    NOVAS TECNOLOGIAS EM EDUCAÇÃO

    angry-birds-space-1332532601393 956x500Especialistas apontam para a necessidade de novas práticas de ensino que atendam as exigências da educação do século 21. Há aqueles que apostam nas tecnologias digitais como ferramentas indispensáveis capazes de endereçar essas demandas de ensino-aprendizagem.

    No entanto, outros estudiosos garantem que, ao mesmo tempo em que a chamada era digital democratiza a informação, ela também pode estar desprovida de objetivos formativos, colocando a informação apenas a serviço do mercado, da publicidade, do consumo.

    Para o especialista em educação brasileira, José Carlos Libâneo, antes de propor qualquer adoção tecnológica em sala de aula, é preciso, primeiro, que os professores repensem como ajudar no desenvolvimento das capacidades intelectuais dos estudantes por meio dos conteúdos de suas disciplinas.

    “Penso que as características de todo bom professor precisam ser identificadas a partir de sua base pedagógica. Não são as tecnologias digitais que as definem e nem apenas as demandas da escola do futuro”, afirma ele, que é pós-doutor em Educação pela Universidad de Valladolid, da Espanha.

    Libâno aponta três características fundamentais para a prática docente: dominar a matéria que ensina, saber como ensinar os conteúdos e identificar as necessidades individuais de cada estudante. Essas condições, afirma, são importantes para atender às novas exigências educacionais, como: formar jovens com capacidade reflexiva, capazes de fundamentar e lidar criticamente com a informação e a produção própria de conteúdo utilizando a palavra, a imagem, o movimento, o hipertexto etc.

    No caso da primeira característica, o domínio do conteúdo que o docente leciona é imprescindível para a formação dos alunos. “Para um professor ensinar matemática aos seus alunos, por exemplo, ele precisa, primeiramente, e como condição absoluta, dominar o conteúdo. Nada feito sem saber o conteúdo que ensinará. É sumamente desejável que tenha uma cultura geral, ou melhor, uma cultura interdisciplinar”, diz.

    Além disso, o educador também precisa saber como ensinar, mais especificamente, como pode ajudar o aluno a entender a lógica mental por trás dos conteúdos da disciplina. “Ele precisa identificar na matéria as capacidades intelectuais (conceitos, ações mentais) mais importantes a serem desenvolvidas e propor atividades e experiências que estimulem, envolvam e melhorem a aprendizagem ativa e a compreensão dos alunos”, assegura.

    Conhecer o aluno
    Por fim, é preciso identificar quem é o estudante ao qual leciona, principalmente seus motivos, seus objetivos subjetivos, a relação que ele tem com a matéria trabalhada. “É preciso saber em que contexto sociocultural e institucional ‘João’ vive, como esse contexto influi na sua aprendizagem e como esse contexto pode ser modificado. Entre essas práticas socioculturais incluem-se o contexto familiar, as foras de organização e funcionamento da escola, mas também o contexto das TICs [Tecnologias da Informação e Comunicação].”

    De acordo com Libâno, só a partir dessas tarefas, consideradas “básicas”, é que as tecnologias digitais podem desempenhar um papel mais assíduo na prática docente.

    “Como pedagogo, posso afirmar que as TICs atuam no âmbito psíquico dos estudantes, na sua relação com os objetos de conhecimento, nas formas de percepção, expressão e comunicação com os outros”, diz. “São inúmeros os benefícios. Elas ajudam a modificar as formas de aprender dos estudantes, seja definindo novas interações com os conteúdos, colocando os estudantes nas redes sociais, intervindo nas relações na sala de aula, entre outros.”

    No entanto, ele pondera que é impossível aceitar que a escola trabalhe com o uso ferramental das tecnologias ou a partir de um currículo fixado apenas nas habilidades dissociadas do seu conteúdo e significado.

    “Elas [as tecnologias], dessa forma, praticamente não contribuem para o desenvolvimento das capacidades intelectuais e a formação da personalidade dos estudantes. É necessário o domínio da linguagem informacional, habilidade de articular as aulas com as mídias e multimídias, as lógicas e modos de lidar com o conhecimento das tecnologias”, diz.

     

     

  • HISTÓRICO DA PERMACULTURA

    HISTÓRICO DA PERMACULTURA

    Você pratica permacultura ?

    A palavra PERMACULTURA foi criada por Bill Mollison e David Holmgren, e significa muito mais do que uma junção das palavras permanente e agricultura. A palavra diz respeito a uma<strong> cultura permanente

    permaculturano-mundoCom valores, ideais, respeito e dignidade, utilizando  harmonicamente os elementos do meio ambiente para uma arquitetura, agricultura e cultura permanente. Bill Mollison preocupado com as questões referentes a redução dos recursos naturais em algumas regiões do planeta e em especial na Austrália começou a estudar sistemas de agriculturas sustentáveis no final da década de 1960.

    Junto com David Holmgren desenvolveu um modelo de agricultura sustentável baseado em policultivo, tendo os resultados publicados mais tarde, em 1978 com o livro Permacultura Um. A visão holística, multi e interdisciplinar misturando (biologia com arquitetura, agricultura com florestas e zootecnia), deixou muitos profissionais descontentes e contrários a tal modelo e os especialistas se sentiam incomodados com tais metodologias, por outro lado a opinião popular já era diferente e em muitos lugares já se discutiam modos de produção com base em sistemas ecológicos. Neste momento o próprio Mollison via a permacultura como uma associação de plantas e animais que visava apenas a subsistência e possivelmente uma iniciativa comercial.

    Com o passar do tempo outras estratégias foram envolvidas e outros objetivos como autofinanciamento e economia regional entraram no modelo permacultural. Nos fins da década de 1970 já haviam sido projetadas varias propriedades na Austrália se utilizando da visão e metodologia permacultural.
    Permacultura busca o planejamento e manutenção consciente de sistemas agrícolas produtivos que possam manter a diversidade, estabilidade e resistência de ecossistemas naturais.

    Procura integrar de forma harmoniosa, pessoas e paisagem focando alimento, abrigo e energia bem com outras necessidades. De forma mais resumida, são práticas agrícolas tradicionais aliadas a tecnologias atuais unindo conhecimento secular às descobertas da ciência moderna, proporcionando o desenvolvimento integrado da propriedade rural de forma viável e segura para o agricultor familiar e o meio ambiente com sustentabilidade, atualmente utiliza também praticas para o meio urbano – Permacultura Urbana, como a otimização de pequenos espaços, redução de consumo, reciclagem e reutilização de resíduos domésticos. Prioriza redução do consumo energético, adequando nossos costumes e infra-estrutura para uma melhor utilização destes. Na permacultura acredita-se que ao participar da produção de alimentos, por menor que seja a escala já estaremos contribuindo para redução das grandes áreas agrícolas, além disso, estaremos criando uma atividade prazerosa, cuidar de uma pequena horta ou jardim, por exemplo. Uma grande vantagem da permacultura sob o aspecto humano é a interação entre os mais diversos profissionais na hora de pensar o projeto ou sistema seja para uma comunidade, sitio, fazenda, casa ou mesmo uma cidade, isso faz com que todos opinem no que diz respeito dentro da área que possui conhecimento e experiência, promovendo dessa forma uma grande troca de informações – visão holística. No inicio da década de 1980 os primeiros graduados em permacultura estavam atuando em projetos na Austrália.

  • A MÚSICA INSTRUMENTAL BRASILEIRA

    A MÚSICA INSTRUMENTAL BRASILEIRA

    Pode-se dizer que a Música Instrumental Brasileira surgiu e foi feita sempre onde os músicos profissionais trabalharam: começando pelas confeitarias, hotéis e salas de cinema (onde produziu um Ernesto Nazareth), passando pelo mercado da partitura e da música do teatro de revista (Chiquinha Gonzaga) e chegando aos estúdios das rádios e gravadoras (Pixinguinha e Radamés Gnattali).

    Segue abaixo um pequeno roteiro de gravações para se ouvir, que podem traçar um pequeno panorama dos grandes nomes da Música Instrumental Brasileira:

    Pixinguinha sera o primeiro da minha lista. Um grande pioneiro da profissionalização, arranjador mais importante da década de 1930 e que depois passou a atuar como instrumentista no conjunto de Benedito Lacerda.

    Outro time de profissionais pioneiros são os músicos que trabalharam ao lado de Radamés Gnattali na Rádio Nacional. Além dos músicos da orquestra, que tocava ao vivo nos programas, Radamés formou um conjunto espetacular de base, que incluiu, em diversos momentos, os seguintes músicos: Aníbal Augusto Sardinha, o Garoto (violão); Chiquinho do Acordeom; Luciano Perrone (bateria); Edu da Gaita; Zé Menezes (guitarra). Além, é claro, do próprio Radamés ao piano.

    Uma boa mostra do trabalho desse pessoal também está nas gravações realizada pelo Sexteto Radamés.

    Uma terceira geração de instrumentistas foi a que surgiu nos estúdios e palcos às voltas com os grandes cancionistas que surgiram nos movimentos dos anos 1960. São tantos músicos, que não dá para falar de todos. Então apenas uma pequena seleção:

    Baden Powell, aluno de Meira, do célebre regional do Canhoto, que tocou também com Jacob do Bandolim. O Baden ficou célebre a partir dos Afro-sambas, feitos em parceria com Vinícius de Morais. Mas desde cedo ele também gravou muita música instrumental. Como vai ser comum a partir desta época – o músico instrumental tem mais campo de trabalho nos EUA ou Europa do que no Brasil. Baden Powell transferiu-se para Paris, onde viveu muitos anos.

    Outro conjunto instrumental pioneiro, surgido por estas épocas foi o Quarteto Novo. Inicialmente Trio Novo, que acompanhou Geraldo Vandré por uma turnê. Depois veio se somar mais um músico ao conjunto que tinha Theo de Barros (violão e contrabaixo), Heraldo do Monte (violão, viola caipira e guitarra elétrica) e Airto Moreira (percussão). Em 1967 o grupo gravou seu célebre disco instrumental.

    Músicos que acompanham cantores. Os melhores são contratados pelos grandes nomes da MPB, mas tem ganas de fazer sua música autoral, instrumental.

    E dois grandes nomes da MPB se notabilizaram por ter sempre os melhores instrumentistas do país atrás de si no palco: Elis Regina e Milton Nascimento. Basta que se diga que a banda de Elis Regina contou com Cesar Camargo Mariano nos instrumentos de teclado, Hélio Delmiro na Guitarra, e Luizão Maia no contrabaixo.

    Hélio Delmiro deve ser colocado entre os principais guitarristas que já pisaram no planeta, o que pode ser comprovado por quem ouvir com atenção seu principal disco: Emotiva, de 1980.

    Dos que andaram tocando e gravando com Milton, destaque para Tonhinho Horta, outro monstro da guitarra, reconhecido universalmente.

    Na verdade, são trilhões de grupos instrumentais ou artistas solo de altíssimo nível que o Brasil ostenta em atividade. De um modo ou de outro eles derivam de escolas começadas por estes grandes pioneiros e fazem músicas que vem sendo chamadas com maior ou menor propriedade de Choro, de jazz brasileiro, de samba-jazz, entre outros nomes.

    Eu considero que o nome Música Instrumental Brasileira reflete melhor a proposta de usar ritmos e idiomas musicais associados à música popular brasileira e criar a partir deles obras autorais, com muito improviso, dialogando com a tradição internacional do jazz e da música instrumental, e criando uma expressão muito brasileira – ao mesmo tempo muito reconhecida internacionalmente.

  • FITOTERÁPICOS COMO ALTERNATIVA DE TRATAMENTO

    FITOTERÁPICOS COMO ALTERNATIVA DE TRATAMENTO

    Os benefícios das plantas medicinais e de medicamentos fitoterápicos são reconhecidos em todo o mundo como elementos importantes na prevenção, promoção e recuperação da saúde. Para ampliar o acesso a esses medicamentos, o Ministério da Saúde disponibiliza a utilização de fitoterápicos na rede pública.

    Atualmente, 12 medicamentos são oferecidos pelo Sistema Único de Saúde. Entre eles, estão a Aloe vera (Babosa) para o tratamento de psoríase e queimaduras, o Salix Alba (Salgueiro) contra dores lombares e a Rhamnus purshiana(Cáscara-sagrada) para prisão de ventre.

    Financiados com recursos da União, estados e municípios, os medicamentos podem ser manipulados ou industrializados, e devem possuir registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Os produtos são oferecidos em 14 estados: Acre, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Pará, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo, Tocantins e Distrito Federal.

    São medicamentos que desempenham um papel importante em cuidados contra dores, inflamações, disfunções e outros incômodos, ampliando as alternativas de tratamento seguras e eficazes pelo SUS. Indicado para o alívio sintomático de doenças de baixa gravidade e por curtos períodos de tempo, os fitoterápicos podem ser produzidos a partir de plantas frescas ou secas e de seus derivados que ganham diferentes formas farmacêuticas, como xaropes, soluções, comprimidos, pomadas, géis e cremes.

    O secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha, explica que os investimentos em pesquisas para a produção de medicamentos, a partir da flora brasileira, contribuem para o acesso da população e o seu uso racional. “O desenvolvimento dos fitoterápicos no Brasil incorpora as três dimensões do desenvolvimento sustentável: a econômica, a social e a ambiental, numa mesma iniciativa”, observa.

    Como todo medicamento, o fitoterápico deve ser utilizado conforme orientação médica. Para ter acesso, o usuário tem que procurar um profissional – médico legalmente habilitado em prescrever fitoterápicos – em uma das unidades básicas de saúde dos 14 estados que disponibilizam esses medicamentos. Nessas unidades, o cidadão pode receber atendimento médico gratuito. Com um documento de identificação pessoal e a receita atualizada em mãos, o paciente pode retirar o medicamento em uma das farmácias dessas unidades básicas.

    FITOTERÁPICOS NO SUS

    A promoção do acesso aos medicamentos fitoterápicos teve início em 2007, com a disponibilização pelas secretarias estaduais e municipais de saúde da Maytenus ilicifolia (Espinheira-santa), utilizada no tratamento de úlceras e gastrites, e da Mikania glomerata (Guaco), indicada para os sintomas da gripe. Em 2008, o Governo Federal aprovou o Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. O programa tem como objetivo garantir à população o acesso seguro e o uso racional a plantas medicinais e aos fitoterápicos.

    São diretrizes do programa a promoção da pesquisa, desenvolvimento e inovação; a regulamentação e produção de fitoterápicos e insumos à base de plantas medicinais e o cultivo e manejo dessas plantas. Também integram essas diretrizes a distribuição pelo SUS; a comercialização pelo setor privado; a capacitação de recursos humanos e a orientação aos usuários. A iniciativa, além de melhorar o acesso da população a tratamentos integrativos e complementares – seguros e eficazes – promove o uso sustentável da biodiversidade brasileira, o fortalecimento da agricultura familiar e o desenvolvimento tecnológico e industrial da saúde.

    Este ano, o programa ganhou reforço com o repasse pelo Ministério da Saúde de R$ 6,7 milhões a 12 municípios em sete estados, para apoiar o projeto Arranjos Produtivos Locais de Plantas Medicinais e Fitoterápicos no SUS. O montante visa o investimento na aquisição de equipamentos e materiais, contratação de pessoal e qualificação técnica para promover a interação e a cooperação entre os agentes produtivos, o desenvolvimento de toda a cadeia produtiva, a produção e a distribuição de plantas medicinais e fitoterápicos no SUS.

     

  • POBREZA E BEM-ESTAR SOCIAL

    POBREZA E BEM-ESTAR SOCIAL

    No mundo contemporâneo, aumenta cada vez mais a distância entre o mundo rico – chamado desenvolvido – e o mundo pobre – chamado subdesenvolvido. Entre esses o chamado mundo em desenvolvimento, no qual o Brasil se insere.

    Para isso, no entanto, é preciso plasmar uma nova ordem mundial centrada na paz, nos valores humanos e no respeito à soberania dos povos, combinando liberdade, justiça e equidade.

    No mundo contemporâneo, aumenta cada vez mais a distância entre o mundo rico – chamado desenvolvido – e o mundo pobre – chamado subdesenvolvido. Entre esses o chamado mundo em desenvolvimento, no qual o Brasil se insere.

    Para isso, no entanto, é preciso plasmar uma nova ordem mundial centrada na paz, nos valores humanos e no respeito à soberania dos povos, combinando liberdade, justiça e equidade.

    No campo, a política de apoio à agricultura familiar ganhou impulso notável e a de aquisição de produtos dos agricultores familiares começa a criar novas possibilidades de incentivar o mercado de consumo popular de alimentos. A de reforma agrária, no entanto, apesar das metas alcançadas em termos de assentamentos, ainda carece de melhor desenvoltura em razão de fatores que extrapolam a vontade do governo, como a nossa herança colonial e escravista ainda fortemente presente em nossa sociedade e nas instâncias do Estado brasileiro. O desafio, portanto, será aprofundar a democratização do espaço rural abolindo o latifúndio improdutivo em nosso país.

    É preciso também vencer a guerra contra ao analfabetismo, a evasão e o baixo rendimento escolar. Ao lado de outras iniciativas do governo, a proposta de criação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), em tramitação no Congresso Nacional, vem na direção de qualificar a educação do ensino infantil ao ensino médio. Um passo adiante, seguindo o esforço do governo em intensificar as ações socioeducativas – em turno alternado – para crianças e adolescentes que estavam em situação de trabalho, será agendarmos a implantação das escolas em tempo integral.

    Abolir a pobreza, fortalecer a democracia e construir um estado de bem estar social sustentável exigem um novo padrão de desenvolvimento com justiça social em todo o mundo. O Brasil precisa acelerar a retomada do crescimento econômico com distribuição de renda, gerando os empregos necessários, principalmente para a juventude. Precisa investir mais intensamente em geração de conhecimento e tecnologia, com ênfase na qualidade da educação, de modo a criar as premissas para o desenvolvimento sustentável de novo tipo e melhores oportunidades e condições de vida para a população.

    É preciso, igualmente, consolidar a rede de proteção e promoção social em construção no Brasil, garantindo políticas públicas de saúde, previdência e assistência social, tendo como centralidade a família em determinado território e fortalecendo os laços familiares e comunitários, bem como os mecanismos institucionais de atenção integral às pessoas mais vulneráveis, sejam crianças, adolescentes, idosos ou pessoas com deficiência.

    O mercado não tem como princípio a equidade social – este papel cabe ao Estado exercer. O neoliberalismo dos nossos dias aprofundou a pobreza, as desigualdades e o fenômeno da exclusão. Se formos capazes de enfrentar esses novos-velhos desafios, equilibrando liberdade e equidade, estaremos construindo as novas bases do bem estar social no mundo.

     

     

     

  • SISTEMAS DO CORPO HUMANO

    SISTEMAS DO CORPO HUMANO

    O corpo humano é dividido em sistemas e o instrumentador cirúrgico deve ter conhecimento básico sobre estes sistemas para que possa atuar em qualquer tipo de cirurgia. Este sistema é representado pela pele e seus anexos. A pele é o responsável pelo revestimento do corpo.

    Sua função é proteger o corpo contra a entrada ou saída exagerada de líquidos, manterem a temperatura interna estável, defender o organismo das agressões ambientais, sejam essas, de ordem química, física ou biológica, além de desempenhar um grande papel sensitivo e contribuir na produção da vitamina D.

    É composta pela derme, epiderme e tecido subcutâneo. Abaixo descreveremos os detalhes de cada camada e seus anexos. São eles:

    Epiderme: Formada por cinco camadas de células sobrepostas, não possui irrigação sanguíneas nem terminações nervosas! É ela que dá resistência à pele, pois possui grande quantidade de queratina. A epiderme que confere a pela a elasticidade e a flexibilidade.

    Derme: Encontra-se logo abaixo da epiderme, é irrigada por vasos sanguíneos e aloja as terminações nervosas, o que confere a sensibilidade à pele como um todo. Nesta camada também se localizam os vasos linfáticos, as glândulas sebáceas e as sudoríparas.

    Subcutâneo: é uma camada de tecido conjuntivo frouxo localizado abaixo da derme, a camada profunda da pele, unindo-a de maneira pouco firme aos órgãos adjacentes

    A pele possui os seus anexos, são eles:
    Pelos; Cabelos; Unhas;

    Glândulas sebáceas: São responsáveis pela lubrificação da pele e possui poder bactericida. Formam-se junto à raiz dos pelos, havendo geralmente várias glândulas para cada pelo.

    Glândulas sudoríparas: Existentes em toda a extensão do corpo, porém concentrando-se em algumas áreas específicas, como por exemplo, na região das axilas, produzindo o suor.

    Esse sistema é formado pelos ossos, cartilagens e articulações. Sua função é dar sustentação ao corpo, proteger os órgãos internos localizados em cavidades por ele limitados, como por exemplo, a caixa torácica e o crânio.

    É um elemento fundamental para a inserção dos musculoesqueléticos, alguns deles possuem em seu interior tecido hematopoiético. São de forma variada e no adulto são em número de 206.

    Podemos destacar os seguintes tipos de ossos:
    Longos: No comprimento predomina sobre a largura e espessura. Podemos citar como exemplo os ossos dos membros superiores;

    Curtos: São os que se equivalem nas três dimensões. São exemplos, rótula, ossos do carpo e vértebra.

    Planos: Comprimento e largura predominam sobre a espessura. Podemos citar como exemplos os ossos de crânio;

    Pneumáticas: Apresentam ar em seu interior e são bastante leves. Como exemplo, temos os ossos do maxilar.

    Temos ainda outras estruturas que estão relacionadas com o sistema esquelético. São elas:

    Esqueleto cefálico: É formado por uma parte superior, o crânio e uma parte inferior, a face. Os ossos do crânio formam uma caixa resistente protegendo o cérebro. Os ossos da face por sua vez protegem os órgãos do sentido como a visão, olfato e gustação.

    Articulação: É a união de dois ou mais ossos.

    Coluna vertebral: Possui 33 vértebras em sua extensão, dispostas nas regiões cervical, torácica, lombar, sacral e coccígea.

    Costelas: São formadas por doze pares de ossos alongados que delimitam a cavidade torácica. Sua função é de proteção do órgão e dar sustentação do corpo.

    Esterno: É o osso achatado ímpar e ocupa a parte anterior do tórax.

    Membros superiores: São formados pela cintura escapular, braço, antebraço e mão.

    Membros inferiores: São formados pela cintura pélvica, coxa, perna e pé.

     

     

  • A BASE DE TODA METAFÍSICA

    A BASE DE TODA METAFÍSICA

    e nas vossas memórias
    como princípio e também como fim
    de toda a metafísica.

    (mais…)

  • A DUPLA METAFÍSICA

    A DUPLA METAFÍSICA

    A diferenciação existente na fundamentação da doutrina, a primeira parte baseando-se em princípios da experiência e a segunda baseando-se em princípios a priori. Para Kant, o conhecimento pressupõe a sensibilidade e o entendimento. A sensibilidade dá o conteúdo que é submetido às categorias do entendimento. (mais…)