Categoria: Reciclagem

  • Acredite, tem prata no lixo!

    Acredite, tem prata no lixo!

    Prata obtida com reciclagem eletrônica pode contribuir para a economia

    Prata foi separada dos metais que compõem placas de circuitos e utilizada para sintetizar nanopartículas
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  • COLETA SELETIVA

    COLETA SELETIVA

    Muitas pessoas dotadas de consciência ambiental deixam de contribuir para o aproveitamento pós-consumo de material reciclável simplesmente porque não sabem como agir nesse sentido. Na maioria das cidades do país, coleta seletiva de lixo ainda é uma proposta utópica, longe da prática, e os cidadãos, nesse contexto, terminam por estacionar no terreno das boas intenções.

    A população ganhou um instrumento de apoio para quem procura transcender a inoperância do poder público, demanda suprida por intermédio de uma ação da iniciativa privada.

    A Tetra Pak acaba de lançar uma ferramenta preciosa para facilitar a busca por pontos de coleta s, com suporte do Google Maps, aponta cooperativas, eletiva e reciclagem de resíduos. O portal Rota da Reciclagem (www.rotadareciclagem.com.br) pontos de entrega voluntária e comércios ligados à cadeia de reciclagem em todo o Brasil.

    Embora o instrumento de busca priorize postos de coleta de embalagens longa vida (caixas de leite, sucos, molhos de tomate e outros alimentos), ele acaba atendendo a demanda de todo o ciclo de reaproveitamento do “lixo”, ao mostrar estabelecimentos que, em geral, também lidam com outros materiais – latas de cerveja, papelão etc.

    “O principal ponto é a conscientização do cidadão comum de que é preciso já criar este hábito para a conservação do planeta. Não há mais aquela desculpa de não saber onde entregar suas embalagens longa vida e demais materiais recicláveis, pois existe agora um buscador específico que aponta estes locais próximos ao endereço consultado”, disse a AmbienteBrasil Fernando von Zuben, diretor de Meio Ambiente da Tetra Pak.

    Segundo ele, nas primeiras duas semanas do portal, houve mais de 10 mil consultas no site. “É um resultado incrível e animador, pois retrata o interesse do público em colaborar com a coleta seletiva das embalagens longa vida e material reciclável”, diz ele. “Deixando a modéstia de lado, a Rota da Reciclagem será referência para quem pretende divulgar a reciclagem em todo o Brasil. Nossa meta é de ter cinco mil visitantes únicos por dia”, completa.

    O leitor é convidado no site a informar se existem pontos de coleta, voluntária ou comercial, não listados.

    De todas as embalagens Tetra Pak comercializadas no país, o Brasil recicla 25,5%, ou seja, uma em cada quatro. Em 2007, passaram por esse processo, no mercado brasileiro, cerca de 50 mil toneladas, montante que, ainda assim, alça o país à terceira colocação no ranking mundial, perdendo apenas para Alemanha e Espanha. “Há ainda um potencial enorme de crescimento”, diz Fernando.

    Outro objetivo do portal é esclarecer ao cidadão que não é necessário ter em casa cinco recipientes para a prática da coleta seletiva (papel, vidro, plástico, orgânicos e metal), mas apenas dois recipientes (úmido e seco), pois a separação do lixo é feita na cooperativa coletora dos resíduos. “Com isso, a coleta seletiva fica mais fácil e aumentará entre a população”, acredita ele.

    A Tetra Pak assumiu este compromisso bem antes da “moda” pegar, demonstrando um caráter vanguardista. E, seguindo esta premissa, a empresa desenvolve soluções inovadoras como, por exemplo, o sistema plasma, que separa o alumínio do plástico das embalagens e renova o alumínio em forma de lingote e parafina como matéria-prima para a produção de peças plásticas.

    Outra novidade é a aplicação do Sinal Verde, um selo na lateral das embalagens da empresa, que tem o objetivo de promover a conscientização do público consumidor sobre questões importantes, como consumo de materiais renováveis, a coleta seletiva do lixo e a reciclagem. Cada selo é composto pela caricatura de uma embalagem animada da Tetra Pak e uma mensagem de apelo ambiental.

     

     

  • RECICLAGEM DE GARRAFA PET

    RECICLAGEM DE GARRAFA PET

    O que é PET

    pets-coloridasO politereftalato de etileno, mais conhecido como PET, é um tipo de plástico muito utilizado na fabricação de garrafas (refrigerantes, água, sucos, óleos e etc.) e de alguns tipos de tecidos. Do ponto de vista químico, o PET é um polímero termoplástico.

    Uma das grandes vantagens do PET é que ele pode ser reprocessado várias vezes, facilitando e favorecendo seu processo de reciclagem e uso contínuo na cadeia produtiva.

    A importância da reciclagem do PET

    Com o uso em grande escala das garrafas PET, principalmente a partir da década de 1990, surgiu um problema ambiental sério. Muitas destas garrafas eram descartadas e acabam parando em terrenos, rios, esgotos, mares e matas. Como este material pode se manter até 750 anos na natureza, tornou-se de fundamental importância a sua coleta e reciclagem.

    Além de favorecer o meio ambiente, a reciclagem de garrafas PET gera empregos nas cooperativas de catadores de lixo reciclável e também nas empresas que trabalham diretamente com o processo de reciclagem e produção de matéria-prima a partir de embalagens PET. Ao invés de ficar poluindo o meio ambiente, o material pode voltar a cadeia produtiva.

    A reciclagem de garrafas PET passa pelos seguintes processos:

    1º) As embalagens PET passam por um processo de lavagem e prensagem;

    2º) Os fardos de PET passam por um processo de trituração, resultando em flocos;

    3º) Os flocos passam por um processo conhecido como extrusão, resultando em grãos;

    4º) Os grãos são transformados em fios de poliéster ou produtos plásticos como, por exemplo, embalagens.

    Grãos resultantes do processo de reciclagem servem para artesanato e reutilização em vaso decorativo feito a partir de garrafa PET.

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    Com criatividade podemos criar em casa vários objetos úteis ou decorativos com garrafas PET como, por exemplo:

    • Luminárias
    • Vasos para plantas
    • Regadores para plantas
    • Porta guardanapo
    • Banquinhos
    • Porta lápis e canetas
    • Jogos educativos
    • Potes para utensílios

     

     

     

  • GESTÃO DO LIXO

    GESTÃO DO LIXO

     

    lixo-no-lixoReciclagem nos últimos anos, o volume de lixo urbano reciclado no Brasil aumentou. Entre 2003 e 2008, passou de 5 milhões de toneladas para 7,1 milhões, equivalente a 13% dos resíduos gerados nas cidades, segundo dados do Compromisso Empresarial para a Reciclagem (Cempre).O setor movimenta cerca de R$ 12 bilhões por ano. Mesmo assim, o País perde em torno de R$ 8 bilhões anualmente por deixar de reciclar os resíduos que são encaminhados aos aterros ou lixões, de acordo com estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) encomendado pelo Ministério do Meio Ambiente. Isso porque o serviço só está presente em 8% dos municípios brasileiros.“Se os resíduos são misturados, em geral, apenas 1% pode ser reciclado. Se há a separação correta, o índice de aproveitamento passa para 70% ou mais”, explica a diretora-excutiva da Brasil Ambiental, Marialva Lyra. Ela destaca a importância da coleta seletiva para o processo da reciclagem.
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    Catadores

    O Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR) surgiu no final dos anos 90 e hoje está presente em praticamente todo território nacional por meio de 600 bases, entre associações e cooperativas, e de 85 mil catadores organizados.
    “Noventa e nove porcento do material reciclável que vai para a indústria passa pelas mãos dos catadores “organizados e não organizados”, relatou o articulador e um dos fundadores do movimento, Eduardo Ferreira de Paula, também secretário da Rede Latino Americana e do Caribe de Catadores.
    O Diagnóstico do Manejo de Resíduos Sólidos de 2009, realizado pela Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental, apontou que a participação das associações de catadores com apoio da prefeitura na coleta seletiva ocorre em 30% das cidades brasileiras.
    A lei 11.445 estabelece as diretrizes nacionais para o saneamento básico e permite que as prefeituras contratem as organizações de catadores para fazer o trabalho de coleta seletiva. “Assim as cooperativas viram um negócio e não apenas uma atividade social”, afirma Eduardo Ferreira de Paula.
    Para a socióloga, Elisabeth Grimberg, coordenadora-executiva do Instituto Polis, as prefeituras são fundamentais. “O poder público municipal terá que investir e coordenar todo processo e implantar tecnologias voltadas para a reciclagem e co-implementar processos de integração dos catadores, associações e cooperativas”, afirma.

    latinha-de-aluminioO alumínio é o campeão de reciclagem no País, com índice de 90%, segundo os Indicadores de Desenvolvimento Sustentável de 2010 do IBGE. Isso se deve ao alto valor de mercado de sua sucata, associado ao elevado gasto de energia necessário para a produção de alumínio metálico.
    Para o restante dos materiais, à exceção das embalagens longa vida, os índices de reciclagem variam entre 45% e 55%.

     

     

     

     

  • ENTULHO ELETRÔNICO

    ENTULHO ELETRÔNICO

    catadores-de-lixoO Drama do entulho eletrônico

    A obsolescência programada, que faz tudo ficar velho antes da hora, é o alimento para um dos grandes problemas ambientais de nosso tempo. Nos movimentados portos de Karachi, no Paquistão -o homônimo Karachi e Qasim-, cargueiros provenientes de Dubai transportam contêineres com peças velhas e quebradas de computadores.

    O lixo eletrônico recolhido vem dos Estados Unidos, Japão, Austrália, Inglaterra, Kuwait, Arábia Saudita, Singapura e Emirados Árabes.

    Esse material (carcaças de discos rígidos, monitores, impressoras ou mesmo aparelhos inteiros) é reciclado no bairro de Sher Shah, onde se separa o joio do trigo. Ali, mais de 20 000 pessoas vivem da reciclagem, que é feita sem cuidados com o meio ambiente ou com a saúde. Sher Shah tem o mais alto índice de casos de câncer de pulmão e de problemas respiratórios do país, por causa da inalação de gases tóxicos, emitidos durante o processo de separação das peças. “O quilo de metal extraído na reciclagem do lixo eletrônico é comercializado a 120 rupias, ou 1,40 dólar”, diz Madhumita Dutta, da organização Toxics Link India. Em Gana, na África, o quadro é semelhante.

    O subúrbio de Agbogbloshie, da capital do país, Acra, é talvez o maior aterro eletrônico do mundo. É chamado pelos moradores de “Sodoma e Gomorra”. No local, gangues fazem pente-fino em drives de computadores, laptops, palmtops, tablets e smartphones provenientes dos Estados Unidos e da Europa, em busca não só de material a ser vendido, mas também de informações sigilosas dos antigos proprietários. Os dados, que permanecem em geral intactos no computador, mesmo obsoleto, são usados depois em golpes pela internet. “O lixo eletrônico é um dos problemas de mais rápido crescimento no mundo”, disse a VEJA a consultora Leslie Byster, da ONG International Campaign for Responsible Technology (Campanha Internacional pela Tecnologia Responsável).

    O MAPA-MÚNDI DO FERRO VELHO, as idas e vindas do chamado e-lixo (em toneladas por ano).

    Apesar de a Convenção de Basileia, na Suíça, em 1989, ter proibido o movimento entre fronteiras de resíduos perigosos (entre os quais as sobras eletrônicas), a legislação e notoriamente driblada pelos exportadores de traquitanas com chip, que etiquetam a carga como doação de equipamentos usados. O relatório ambiental de 2010 da ONU sobre lixo tecnológico calcula que são produzidos anualmente 50 milhões de toneladas. O relatório também prevê que o volume de dejetos procedentes de computadores abandonados crescera 500% em países como Índia, China e África do Sul ate 2020. O Brasil, o México e o Senegal são, entre as nações em desenvolvimento, os campeões mundiais de lixo per capita, com 0,5 quilo anual produzido por habitante.

    O quadro brasileiro pode ser ainda mais grave. Segundo a professora Wanda Gunther, da Faculdade de Saúde Pública da USP, faltam dados e estudos nacionais amplos sobre o problema. mas o crescimento econômico fará aumentar a podridão eletrônica, em um caminho natural — e saudável, até que provoque sujeira — do capitalismo. As pessoas tendem a trocar seus produtos, passando a frente os já velhos e ultrapassados. Querem o novo, e o destino final do que já não presta, ou não tem interessados na cadeia econômica, e o descarte.
    Simples assim. O nome do jogo, nesse caminho, e obsolescência programada, recurso de administração desenvolvido nos anos 20 pelo americano Alfred Sloan, então presidente da General Motors. Sloan criou um mecanismo, hoje tão natural que parece ter existido desde tempos imemoriais, de modo a atrair os consumidores a trocar de carro frequentemente, tendo como apelo a mudança anual de modelos e acessórios. Bill Gates, fundador da Microsoft, usou a estratégia nas atualizações do Windows, o onipresente programa de computador. Mais recentemente, a obsolescência programada virou regra nos produtos da Apple. O iPad foi lançado em janeiro de 2010. em marco de 2011, surgiu o iPad 2. Há rumores de que já em fevereiro de 2012 seja anunciada a versão 3. Não tardará que cheguem aos lixões do Paquistão e também aos da África, rejeitados. No início dos anos 90, a vida media de equipamentos eletrônicos nos estados Unidos era de quatro anos, num casamento entre a qualidade do material usado para o hardware e a espantosa velocidade de desenvolvimento dos softwares.

    Hoje, a vida media é de um ano e meio. Segundo Neil maycroft, professor da Lincoln School of Art & design, da Inglaterra, a curta existência dos aparelhos e resultado de dois fatores. “de um lado, os produtos são feitos para durar pouco. De outro, ha a obsolescência estilística”, diz. “Somos regidos pela cultura de trocar a cada ano de modelo — de computador, de tablita, de celular — quando o antigo ainda funcionava muito bem”, diz maycroft. Trata-se de uma das características mais evidentes de nosso tempo, o efêmero a impor hábitos. Não e postura necessariamente danosa, e sim produto da agilidade da tecnologia ancorada nos espetaculares avanços dos microprocessadores associados a internet. Segundo o instituto de pesquisa Gartner, 364 milhões de PCs e 468 milhões de celulares e smartphones serão vendidos globalmente ate o fim deste ano. E um mar de equipamentos que presumivelmente engrossara as estatísticas do lixo tecnológico ate 2014. O nó eletrônico parece um nó górdio — impossível de desatar. “E necessária uma legislação internacional mais rigorosa sobre o problema”, diz Leslie byster.

    Porém, como salienta o especialista em sustentabilidade britânico James Clark, da Universidade de York, não haverá solução sem a conscientização das vantagens econômicas envolvidas na reciclagem do lixo eletrônico. “o Japão, graças a um programa benfeito de reaproveitamento de equipamentos, hoje acumula três vezes mais ouro, prata e o metal índio (usado na fabricação de telas de cristal líquido e painéis solares) do que o mundo usa anualmente”, diz Clark. Iniciativas como a japonesa, na contramão da deposição pura e simples, numa selva de malversações e contrabando, alimentam um negócio interessante, e de futuro, desde que organizado e com regras claras. O mercado de reciclagem do lixo eletrônico crescerá dos 5,7 bilhões de dólares atuais para 15 bilhões de dólares até 2014. Há solução para o drama do lixo eletrônico, e ela é limpa.

     

     

  • MANUAL DA RECICLAGEM

    MANUAL DA RECICLAGEM

    Os especialistas derrubam alguns dos mitos mais difundidos sobre a reciclagem e dão dicas básicas para quem quer começar a separar o lixo.

    VALE A PENA FAZER
    Separar o lixo seco de todos os restos orgânicos: um copo sujo de cafezinho pode inutilizar quilos de papel limpo- e reciclável. Lavar as embalagens para retirar os resíduos dos alimentos e dos produtos de higiene e limpeza.

    NÃO VALE A PENA FAZER

    Separar o lixo seco por tipo de material. As empresas e cooperativas farão uma nova triagem- estando o lixo organizado ou não. Amassar latas e garrafas PET ou desmontar as embalagens longa-vida, são medidas que não encurtam em nada o processo de reciclagem.

    lampadaO LIXO ESPECIAL

    Lâmpadas
    O que fazer: separar as fluorescentes num lixo à parte. Misturados aos outros restos, os cacos costumam ferir os catadores. Já as lâmpadas incandescentes não são recicladas, uma vez que, segundo mostram as pesquisas, não causam impacto negativo no meio ambiente – elas devem ser depositadas, portanto, no lixo comum.

    bateriaBaterias
    O que fazer: reciclam-se só as de telefones sem fio, filmadoras e celulares – as outras, assim como as pilhas domésticas, têm alta concentração de metais pesados e por essa razão são tidas como prejudiciais ao meio ambiente. Deposite as pilhas domésticas em um posto de coleta e para reciclar as baterias, faça um lixo separado: como as baterias são frágeis, podem romper-se e contaminar o restante dos detritos.

    Cacos de vidros planos e de espelhos
    O que fazer: embalar em jornal e colocar num lixo separado. Seguirão para vidraçarias – e não para as tradicionais fábricas que reciclam vidro.

    OS ESTRAGOS DO ÓLEO DE COZINHAoleo
    O óleo de cozinha é um dos alimentos mais nocivos ao meio ambiente. Jogado no ralo da pia, ele termina contaminando rios e mares. Eis o número:
    1 LITRO de óleo de cozinha polui 1 MILHÃO DE LITROS de água.

    Como reciclar: colocar o óleo em garrafas PET bem vedadas e entregá-las a uma das várias organizações especializadas nesse tipo de reciclagem (ver no site www.cempre.org.br).

    Destinos do óleo usado: fábricas de sabão e produção de biodiesel.

     

     

  • A IMPORTÂNCIA DA RECICLAGEM

    A IMPORTÂNCIA DA RECICLAGEM

    Reciclar significa transformar objetos materiais usados em novos produtos para o consumo. Esta necessidade foi despertada pelos seres humanos, a partir do momento em que se verificou os benefícios que este procedimento trás para o planeta Terra.
    Importância e vantangens da reciclagem
    A partir da década de 1980, a produção de embalagens e produtos descartáveis aumentou significativamente, assim como a produção de lixo, principalmente nos países desenvolvidos. Muitos governos e ONGs estão cobrando de empresas posturas responsáveis: o crescimento econômico deve estar aliado à preservação do meio ambiente. Atividades como campanhas de coleta seletiva de lixo e reciclagem de alumínio e papel, já são comuns em várias partes do mundo.

    No processo de reciclagem, que além de preservar o meio ambiente também gera riquezas, os materiais mais reciclados são o vidro, o alumínio, o papel e o plástico. Esta reciclagem contribui para a diminuição significativa da poluição do solo, da água e do ar. Muitas indústrias estão reciclando materiais como uma forma de reduzir os custos de produção.

    Um outro benefício da reciclagem é a quantidade de empregos que ela tem gerado nas grandes cidades. Muitos desempregados estão buscando trabalho neste setor e conseguindo renda para manterem suas famílias. Cooperativas de catadores de papel e alumínio já são uma boa realidade nos centros urbanos do Brasil.

    Sacolas feitas com papel reciclável
    sacolas-reciclaveisMuitos materiais como, por exemplo, o alumínio pode ser reciclado com um nível de reaproveitamento de quase 100%. Derretido, ele retorna para as linhas de produção das indústrias de embalagens, reduzindo os custos para as empresas.

    Muitas campanhas educativas têm despertado a atenção para o problema do lixo nas grandes cidades. Cada vez mais, os centros urbanos, com grande crescimento populacional, tem encontrado dificuldades em conseguir locais para instalarem depósitos de lixo. Portanto, a reciclagem apresenta-se como uma solução viável economicamente, além de ser ambientalmente correta. Nas escolas, muitos alunos são orientados pelos professores a separarem o lixo em suas residências. Outro dado interessante é que já é comum nos grandes condomínios a reciclagem do lixo.

    Símbolos da reciclagem por material
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    Assim como nas cidades, na zona rural a reciclagem também acontece. O lixo orgânico é utilizado na fabricação de adubo orgânico para ser utilizado na agricultura.

    Como podemos observar, se o homem souber utilizar os recursos da natureza, poderemos ter , muito em breve, um mundo mais limpo e mais desenvolvido. Desta forma, poderemos conquistar o tão sonhado desenvolvimento sustentável do planeta.

     

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    Exemplos de Produtos Recicláveis

     

    • Vidro: potes de alimentos (azeitonas, milho, requeijão, etc), garrafas, frascos de medicamentos, cacos de vidro.
    • Papel: jornais, revistas, folhetos, caixas de papelão, embalagens de papel.
    • Metal: latas de alumínio, latas de aço, pregos, tampas, tubos de pasta, cobre, alumínio.
    • Plástico: potes de plástico, garrafas PET, sacos pláticos,embalagens e sacolas de supermercado.