Categoria: Terapias

  • FITOTERAPIA E O JOGO DOS 7 ERROS

    FITOTERAPIA E O JOGO DOS 7 ERROS

    Quando era criança, adorava revistas que traziam aqueles jogos dos 7 erros, onde você devia comparar uma figura com outra, teoricamente igual, e marcar as diferenças entre elas. Nunca soube exatamente porque eram sempre 7 erros e não 6 ou 8 ou 10, etc. Mas a lição ficou: nem sempre o que parece idêntico à primeira vista é realmente uma cópia fiel do original.

    Recentemente, a onda dos medicamentos naturais – especialmente os Fitoterápicos – levantou uma série de questionamentos que lembra bastante o jogo dos 7 erros. Alguns remédios naturais dizem possuir os mesmos compostos químicos, propriedades e indicações terapêuticas de remédios industrializados, e deixam para o consumidor a tarefa de descobrir as diferenças escondidas entre uns e outros. Em muitos casos, este tipo de jogo termina minando a confiança nos remédios naturais que são verdadeiramente eficazes.

    Uma pesquisa realizada em 1997 no Beth Israel Deaconess Medical Center (Boston, EUA) mostrou que 1 em cada 2 pessoas utiliza alguma forma de medicina alternativa, mas apenas 30% revelam o fato aos seus médicos. Os principais motivos da falta de comunicação incluem preconceito, vergonha e receio de ser criticado ou incompreendido.

    Muitos fitoterápicos funcionam de fato e a maioria deles possui interações medicamentosas relevantes. Não comunicar o fato ao seu médico pode resultar em conseqüências que você não será capaz de resolver. Por exemplo: a camomila pode potencializar o efeito de remédios anticoagulantes. Um caso desse tipo, envolvendo alterações hemorrágicas em uma senhora de 70 anos que fazia uso regular de Warfarina (anticoagulante utilizado no tratamento de tromboses), foi descrito recentemente no prestigiado Canadian Medical Association Journal.

    Além da camomila, outros alimentos e fitoterápicos também podem aumentar o risco de hemorragia em pessoas que utilizam remédios anticoagulantes. A lista inclui coenzima Q10, gengibre, alho, ginseng, ginkgo, garra do diabo e casca de salgueiro.

    Outra interação que freqüentemente passa despercebida é o uso de fitoterápicos e suplementos que estimulam o sistema imunológico (p.ex.: alfafa, astrágalo, equinácea, ginseng e suplementos de zinco). Este equívoco é perigoso no caso de pessoas que sofrem de doenças de fundo auto-imune, tais como Artrite Reumatóide, Lúpus e Diabetes tipo 1, ou pacientes sob tratamento imunossupressor por algum motivo (p.ex., pessoas que receberam órgãos transplantados). Nestes casos, ervas que estimulam o sistema de defesa podem resultar em exacerbação da doença ou rejeição do órgão transplantado, com graves conseqüências.

    Uma vez que a interação entre suplementos naturais e medicamentos anestésicos ainda não foi muito bem estudada, a maioria dos cirurgiões recomenda que qualquer suplemento ou fitoterápico seja suspenso pelo menos 2 semanas antes da operação.

    Algumas pessoas com queixa de cansaço fácil e “baixos níveis de energia” costumam procurar o auxílio de fitoterápicos antes mesmo de uma avaliação médica. E passam semanas tomando vitaminas naturais na esperança de resolver o problema. Infelizmente, alguns destes incautos na verdade podem estar sofrendo de Anemia, Hipotireoidismo, Apnéia Obstrutiva do Sono, Mononucleose Infecciosa, Insuficiência Cardíaca Congestiva, Diabetes, Insuficiência Renal ou mesmo Depressão, e sua busca por uma solução rápida e prática estaria apenas retardando o tratamento mais adequado.

    Substituir medicamentos tradicionais por similares naturais ou confiar que, se um fitoterápico foi eficaz para o seu vizinho também será para você, é um enorme risco. Em caso de dúvida, procure sempre a ajuda do seu médico
    de confiança. Ao contrário das figuras com 7 erros, sua saúde não merece ser tratada como um jogo.

    POR: DR. ALESSANDRO LOIOLA

    FONTE: ARTIGOS.COM

  • FITOTERÁPICO CASTANHA DA INDIA

    FITOTERÁPICO CASTANHA DA INDIA

    Uma das plantas mais utilizadas no Brasil para problemas circulatórios é a castanha da índia pois esta planta medicinal possui inúmeras funções e uma das que se destacam com certeza é o fortalecimento e auxílio no sistema cardio vascular.

    A planta em sí da castanha da india é semelhante a outras, por exemplo as folhas são parecidas com as de algumas espécies de pinheiros norte americanos ou até mesmo uma certa semelhança com a folha da mandioca, já a semente que é o que tem fins medicinais, se parece com o nosso guaraná.

    Mas o que diferencia a castanha da india de outras plantas com que ela se parece é seu valor medicinal como fitoterápico, ela tem o poder de restaurar a circulação especialmente em pernas de pessoas com varízes e também auxilia e muito no tratamento de hemorróidas se for feito uma associação com outra planta medicinal chamada de hamamelis, se for feita a associação com o ginko biloba ela potencializa seu poder de ajudar o sistema circulatório auxiliando também na circulação cerebral.

    Ela pode ser tomara tanto em forma de chá, sendo fervida se for colocada partes de sua semente ou até mesmo ela inteira, se for no caso de pó pode ser feita apenas a infusão, e também pode ser consumida em forma de capsulas que é encontrada em lojas de produtos naturais e farmácias. A castanha da india é um fitoterápico e deve ser consumido sob orientação de médico ou nutricionista, mas seus benefícios para a manutenção e prevenção da saúde são extraordinários.

     

  • FITOTERAPIA NO BRASIL

    FITOTERAPIA NO BRASIL

    No Brasil, o emprego das plantas na medicina popular surgiu por intermédio dos índios com a contribuição dos negros e dos europeus. Quando ainda era colônia de Portugal, os cuidados médicos eram restritos às metrópoles, enquanto na zona suburbana e rural, a população tinha que recorrer às ervas medicinais.

    Assim, essa terapia alternativa de cura surgiu da mistura de conhecimentos dos indígenas, fazendeiros e jesuítas. Os escravos africanos também tiveram sua contribuição na tradição do uso de plantas medicinais, em nosso país, ao trazerem consigo plantas para usarem nos rituais religiosos e por suas propriedades farmacológicas, descobertas empiricamente.

    Os índios que aqui habitam, em suas diversas tribos, utilizam as plantas medicinais e através dos pajés, o conhecimento sobre as ervas locais e sua utilização é transmitida e aprimorada entre as gerações. Quando os descobridores chegaram, depararam-se com esses conhecimentos, principalmente aqueles que passaram a viver no país, sentindo necessidade de utilizar o que a natureza lhes tinha a oferecer, além do contato com os índios que passaram a auxiliá-los. Dessa forma, os europeus ampliaram seu contato com a flora medicinal brasileira e utilizaram-na para suprir suas necessidades alimentares e medicamentosas.

    A partir daí, no Brasil, até o século XX, utilizavam-se bastante as plantas medicinais para curar diversas enfermidades, sendo essa prática tradicionalmente transmitida ao longo dos tempos.

    A partir do momento em que os leigos começaram a utilizar formas alternativas de cura, sem o conhecimento acadêmico, surge o conflito entre as formas de cura alternativa e o saber científico.

    Contudo, com a industrialização, a urbanização e também a evolução tecnológica relacionada à elaboração de fármacos sintéticos ocorreu aumento da utilização desses medicamentos pela população, deixando-se de lado o conhecimento tradicional das plantas medicinais.

    A crença na utilização das plantas no tratamento das doenças obtinha bons resultados, mas aos poucos foi sendo substituída pelo uso dos remédios industrializados, que prometia cura rápida e total.

    Porém, devido aos efeitos colaterais ou ao alto custo dos medicamentos, o uso das plantas foi novamente retomado. As pessoas estão questionando os riscos da utilização abusiva e irracional de produtos farmacêuticos e procuram substituí-los pelas plantas medicinais. Além disso, existe uma insatisfação da população em relação ao sistema de saúde oficial, assim como também a necessidade do controle de seu próprio corpo e recuperação de sua saúde, assumindo as práticas de saúde para si.

    Embora as drogas sintéticas ainda representem a maior parte dos fármacos utilizados pela população, o espaço da fitoterapia tem crescido na farmácia caseira.

    O uso dessa prática alternativa em saúde persiste até hoje devido à dificuldade no acesso à assistência de saúde para parte da população.

    Contudo, apesar de ser um método com baixo custo e não agressivo pode desencadear alguns efeitos colaterais se utilizada incorretamente. Assim, várias pesquisas científicas vêm sendo realizadas com objetivo de alertar e indicar o uso correto de determinadas plantas.

    Na década de 80, foram realizadas pesquisas a fim de verificar o uso de terapias alternativas de mães e gestantes em Centros de Saúde na cidade de São Paulo. Observou-se como eram utilizados e obtidos os conhecimentos sobre as plantas medicinais, constatando-se que a maioria já havia utilizado a fitoterapia para diversos males, como tentativas de aborto (com ou sem sucesso). Outras conheciam, porém não utilizavam por não acreditarem ou não encontrarem as plantas de que precisavam.

    Em uma pesquisa foi verificada a utilização de terapias alternativas por enfermeiros brasileiros com objetivo de descobrir o como, o porquê e o que eles utilizavam ou indicavam aos seus pacientes. Segundo os resultados obtidos, os enfermeiros utilizavam, cada vez mais, métodos alternativos no cuidado com os pacientes, justificado pela falta de credibilidade nos recursos alopatas e pela facilidade do cuidado e manutenção da saúde dos pacientes com um custo mais baixo.

    No Piauí foi realizado um trabalho com mulheres – mães de crianças até cinco anos – com objetivo de fazer comparação entre os saberes científicos e populares na utilização das plantas medicinais em condições de saúde-enfermidade. Essas mães tinham mais contato com farmácias vivas – criadas pela Universidade Federal do Ceará – para viabilizar a utilização de plantas medicinais aos que não tinham acesso à alopatia – do que com médicos. Constatou-se que o uso das plantas medicinais nos programas de atenção básica em saúde pode ser uma alternativa terapêutica devido ao baixo custo, facilidade na aquisição e compatibilidade com a cultura da população atendida.

    Desde 1976, a Organização Mundial da Saúde (OMS) tem o objetivo de considerar a chamada medicina tradicional, difundir práticas úteis e eficazes e a promover integração dos conhecimentos e das técnicas da medicina ocidental nos sistemas de medicina tradicional em seus programas de promoção de terapias alternativas.

    Em 1978, a OMS recomendou na Conferência de Alma-Ata, que fossem estabelecidas políticas nacionais de saúde com base no uso de recursos da medicina tradicional por meio dos sistemas nacionais de prestação de serviços de saúde.

    A OMS tem incentivado os países na identificação e exploração dos aspectos da medicina tradicional que fornecem remédios ou práticas eficazes e seguras, para que se obtenha saúde, as quais devem ser recomendadas em programas relacionados aos cuidados primários de saúde.

    Em 1986 no Brasil, aparece pela primeira vez oficialmente, no Relatório Final da VIII Conferência Nacional de Saúde, a proposta de se introduzir as práticas alternativas de assistência à saúde, nos serviços de saúde, dando ao usuário o direito democrático de escolher a terapêutica de sua preferência e incluir o conhecimento das práticas alternativas no currículo de ensino em saúde.

    O Conselho Federal de Enfermagem (COFEN), em 1995, aprova o parecer 004/95, que discute as atividades em terapias alternativas com fundamento na visão holística de totalidade do ser humano, o que favorece as práticas de terapias naturais de saúde por profissionais de enfermagem desde que os mesmos tenham comprovação de formação básica em tais terapias a fim de proporcionar o tratamento seguro para si e para o cliente.

    Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), hoje a utilização de plantas medicinais é a principal opção terapêutica da maior parte da população mundial (cerca de 80%). O mercado de fitoterápicos movimenta aproximadamente US$ 22 bilhões ao ano. No ano 2000, o setor arrecadou US$ 6,6 bilhões nos EUA e US$ 8,5 bilhões na Europa. Recentemente, uma pesquisa comprovou que aproximadamente 37% da população adulta dos EUA utiliza esses produtos, onde são considerados “suplementos dietéticos”, diferente do Brasil, onde são classificados como medicamentos, de acordo com a Portaria nº22/1967 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária e pela Resolução-RDC nº17/2000 5. Estima-se que, no Brasil, esse comércio seja da ordem de 5% do mercado total de fármacos, avaliados em mais de US$ 400 milhões.

     

  • CONHEÇA AS DIFERENÇAS ENTRE FITOTERAPIA E HOMEOPATIA

    CONHEÇA AS DIFERENÇAS ENTRE FITOTERAPIA E HOMEOPATIA

    A Fitoterapia é o tratamento mediante o uso de plantas (reino vegetal). As matérias-primas dos fitoterápicos são plantas (folhas, caule, flores, raízes ou frutos) com efeitos farmacológicos medicinais, alimentícios, coadjuvantes técnicos ou cosméticos.

    Na Homeopatia os medicamentos são preparados a partir de substâncias provenientes dos reinos mineral, vegetal ou animal. A lei que rege a homeopatia afirma que os semelhantes se curam pelos semelhantes. Uma pessoa sã ingere doses tóxicas de certa substância e apresenta dores gástricas, vômitos e diarréia; essa mesma substância, preparada homeopaticamente, é administrada ao enfermo que apresenta dores gástricas, vômitos e diarréia, obtêm-se a cura desses sintomas.

    As preparações básicas dessas substâncias recebem o nome de tinturas-mãe e a partir delas são iniciados os processos das diluições sucessivas seguidas de agitação (dinamização), chegando-se às doses mínimas. Desta maneira, a toxicidade das substâncias é atenuada e o potencial curativo é aumentado. A dinamização desperta na substância a capacidade de agir sobre a força vital do organismo vivo. A homeopatia não trata doenças trata a pessoa que apresenta a doença.

     

     

  • MENOPAUSA E HOMEOPATIA

    MENOPAUSA E HOMEOPATIA

    Menopausa não é doença, é apenas um importante estágio no amadurecimento da mulher. Quanto mais as mulheres compreenderem o sentido desta mudança, mais preparadas estarão para escolher os recursos disponíveis.

    Calores seguidos de dor de cabeça, suores ou “fogachos”, alteração de humor, irritabilidade, depressão, sensação de vazio ou de carência afetiva, insônia, aumento de peso, retenção de líquidos, isolamento, aumento das taxas de colesterol e triglicerídeos, taquicardia, dores poliarticulares, cansaço crônico e indisposição geral são os principais sintomas que as mulheres passam a ter geralmente depois dos 50 anos, com a chegada do climatério e da menopausa.

    É um período marcado pela diminuição gradativa da produção dos hormônios femininos no qual a menopausa é apenas um evento, o da última menstruação. Mas para muitas mulheres, a menopausa tem sido um pesadelo, tanto físico como emocional, principalmente nos dias de hoje, quando se valoriza demais a juventude, dando-lhe a sensação de envelhecimento, término de vigor e frustração. É preciso que as mulheres compreendam melhor este estágio em que todos os desconfortos são causados pelos esforços que o organismo faz para se adaptar às variações dos níveis hormonais. Ao mesmo tempo, devem buscar uma solução para minimizar os desconfortos com o mínimo de riscos à saúde.

    Para reduzir os incômodos do climatério, período que pode levar de 6 a 8 anos antes e depois da menopausa, existem hoje três tipos de terapêuticas disponíveis: a reposição hormonal sintética, a reposição hormonal de origem vegetal e a homeopatia.

    A reposição hormonal sintética, já relacionada a um aumento na incidência do câncer de mama, das doenças cardíacas e dos derrames, também quase dobra o risco de morte por câncer no pulmão em mulheres, segundo estudo recentemente publicado na revista The Lancet por pesquisadores do Centro de Pesquisas Biomédicas de Los Angeles, do Centro Médico Harbor – UCLA (EUA). De acordo com os pesquisadores, os resultados da pesquisa sugerem que os hormônios não provocam, por si mesmos, o câncer de pulmão, mas aceleram o crescimento de tumores existentes, tornando-os mais agressivos e aumentando a probabilidade de metástase.

    Outra forma alternativa para a terapia de reposição hormonal durante o climatério e menopausa é a reposição hormonal de origem vegetal, geralmente através de fitoestrógenos. O fitoestrógeno, estrutura encontrada numa substância chamada isoflavona, é muito semelhante ao estrógeno, só que atua de forma mais amena. No caso da menopausa, age suprindo a falta do estrógeno e, consequentemente, diminui os seus sintomas.

    Mas existe também uma terceira forma, totalmente natural, não hormonal, e que não aumenta o peso corpóreo: a terapêutica homeopática. O tratamento melhora comprovadamente os sintomas do climatério, além de poder se utilizado juntamente com outras drogas. Este tratamento, que precisa ser feito sempre com acompanhamento médico, pode ser feito com medicamentos homeopáticos.

    O Laboratório Almeida Prado, a maior e mais tradicional fabricante de produtos homeopáticos do país, lançou recentemente o MENOEX® que possui em sua fórmula seis ativos homeopáticos que promovem um tratamento que equilibra o organismo, com resultados visíveis.

    Um trabalho realizado pelo Ambulatório de Ginecologia da Unidade de Homeopatia do Hospital do Servidor Público Municipal, em São Paulo, demonstrou que o tratamento homeopático apresentou resposta benéfica em 89% das pacientes estudadas com idades entre 42 e 61 anos – sendo que deste total, 42% apresentaram melhora total da queixa principal – além de comprovar que o tratamento homeopático é mais acessível que o hormonal, além de ser isento de efeitos colaterais.

  • DEPRESSÃO E HOMEOPATIA

    DEPRESSÃO E HOMEOPATIA

     “A Depressão é a pior dor não física conhecida pelo ser humano”.

    O que é Depressão?

    Depressão

    É uma alteração significativa do estado de ânimo, qualificada mais recentemente como distúrbio do humor.

    O desequilíbrio das substâncias químicas do sistema nervoso central pode estar por trás das doenças mentais.
    As drogas usadas pela psiquiatria afetam os níveis destas substâncias, chamadas de neurotransmissores, pois transmitem sinais elétricos entre as células do cérebro.

    Elas são produzidas através dos alimentos e afetam nosso pensamento e comportamento.
    O excesso ou a deficiência de alguma delas prejudica a função cerebral, provocando distorções do humor, das percepções e das emoções. A deficiência de serotonina tem sido associada à ansiedade e à depressão.
    O organismo produz serotonina a partir do aminoácido l-triptofano na presença da vitamina b6 (piridoxal-5-fosfato). O ferro, o cromo, a vitamina c e o magnésio também ajudam a converter o triptofano em serotonina.
    Autópsias realizadas em muitos suicidas mostram um baixo nível de serotonina no cérebro. As drogas antidepressivas funcionam através do aumento do nível de serotonina e norepinefrina no cérebro.
    A dopamina está relacionada ao prazer. acredita-se que sua escassez possa resultar em depressão e o excesso em mania. O caminho para a produção de dopamina começa com o aminoácido fenilalanina e passa pelo aminoácido tirosina. Dentre outros nutrientes necessários à essa conversão estão as vitaminas b6, c e os minerais ferro, magnésio, manganês, cobre e zinco. O caminho para a produção de dopamina começa com o aminoácido fenilalanina e passa pelo aminoácido tirosina.Dentre outros nutrientes necessários à essa conversão estão as vitaminas b6, c e os minerais ferro, magnésio, manganês, cobre e zinco. Deficiência na transmissão cerebral de dopamina e de noradrenalina pode gerar estados depressivos.
    A serotonina está envolvida no ciclo do sono, na regulação términca, no controle do comportamento agressivo e nas oscilações do humor. sua depleção nos neurônios efetores está relacionada a quadros depressivos.
    Estimular o humor no sentido antidepressivo através da alimentação significa aumentar a formação e a transmissão da serotonina, dopamina e noradrenalina, envolvendo a administração dos seus precursores : l-triptofano, l-fenilalanina e l-tirosina com o devido complemento de vitamina b6 e cromo.
    Na depressão pode haver uma deficiência de vitamina b1, b3, b5, b6, b12, c, magnésio, zinco, ferro e cromo.
    Tomando os aminoácidos tirosina e triptofano, tanto os níveis de norepinefrina quanto de serotonina aumentam.
    A l-tirosina está envolvida na síntese da adrenalina e os níveis ade drenalina “são quase sempre ínfimos em pacientes com adepressão”. Cafeína, tabaco, álcool e açucar podem ser bastante problemáticos para pessoas propensas à depressão.
    Através de estudos foi observado uma sobrecarga de vanádio no organismo de pessoas com distúrbio bipolar, tanto na fase maníaca quanto na fase depressiva. A vitamina c pode ajudar a remover do organismo o excesso de vanádio.
    Muitas pessoas deprimidas melhoram sozinhas, mas a deterioração dos sentimentos pode aumentar, caracterizando uma depressão mais profunda.
    Algumas pessoas experimentam uma depressão tão severa, que suas vidas são transformadas, e se esforçam por achar um significado e um propósito para ela. Para estas pessoas existem várias abordagens que podem ajuda-las a sair da depressão : psicoterapia,homeopatia, alopatia, fitoterapia, alimentação natural e várias outras práticas com o corpo como a ioga, etc.
    “A depressão severa está sendo reconhecida como um dos maiores problemas de saúde pública neste século”.
    “A depressão é tão universal como o resfriado comum. pode ser tão superficial que nem mereça este nome… ou pode mudar para o outro extremo, podendo paralisar quase totalmente qualquer ação”.
    O médico grego hipócrates descreveu a depressão quatrocentos anos antes de cristo.
    Algumas pessoas deprimidas são capazes de levar uma vida relativamente normal. Para outras pessoas, todavia, certos estágios da depressão são por demais escuros e vazios para que elas tentem fazer qualquer coisa a respeito. Algumas pessoas conseguem controlar certas situações que contribuem para a autopreservação, como comer e beber; mas há quem fique tão deprimido que perde até mesmo essa capacidade.

    Sintomas da depressão

    Há muitos níveis diferentes de depressão, desde um vago sentimento doentio até sintomas extremos, como ouvir vozes, ter alucinações e passar por impulsos suicidas que algumas vezes acompanham as depressões mais profundas.

    Nos distúrbios depressivos de gravidade moderada as características centrais são humor depressivo, pessimismo, falta de alegria, diminuição da energia. O paciente pode se tornar negligente com sua aparência e o seu modo de vestir.

    Os outros sintomas são variáveis e incluem:

    • irritabilidade
    • impaciência, raiva e hostilidade incomuns
    • afastamento social
    • choro
    • perda ou ganho de peso
    • perda de apetite ou excesso de guloseimas
    • falta de concentração
    • incapacidade de tomar decisões
    • desinteresse pelo sexo
    • sensação de impotência
    • violentas mudanças de humor
    • desesperança
    • temor e ansiedade
    • culpa
    • sensibilidade às críticas
    • lágrimas sem motivo aparente
    • sentimento de inadequação
    • mudanças no hábito de dormir
    • desinteresse pelas pessoas e atividades antes consideradas importantes.
    • sentimentos descontrolados de desesepero total
    • retraimento

    A mudança no estilo de vida geralmente é o indicador mais claro da depressão.
    Em seus piores momentos a depressão assemelha-se a uma nuvem escura e espessa que desce sobre nós de maneira inesperada.
    Algumas pessoas notam que o indivíduo está sofrendo por dentro, mas geralmente elas não sabem o que poderiam fazer, como fazer ou dizer.

    Outras pessoas, que muitas vezes são os parentes mais próximos, os amigos, insistirão que a pessoa se controle, que ela não tem nada e precisa sair dessa para continuar a viver normalmente.
    As pessoas que acreditam em respostas simples estão equivocadas. As frases ditas por elas apenas lançam o indivíduo em uma depressão profunda. O mundo assume uma realidade de isolamento.É neste mundo em que vivem os depressivos.

    “Agora estou mergulhando no desconhecido. será preciso muito tempo para que me desvencilhe da tristeza. não há atalhos, será preciso percorrer todo o longo caminho”.

    Tipos diferentes de depressão

    Depressão endógena

    A Depressão é considerada como se viesse de dentro da pessoa, é uma indicação que há algum tipo de desequilibro na química do corpo da pessoa.
    Para os psicoterapeutas, essas causas podem proceder da infância ou de algum outro trauma que nunca foi resolvido.
    Na maioria das vezes os pacientes são tratados tanto por meio da terapia quanto por meio da medicação antidepressiva.

    Depressão reativa

    Com grande freqüência, a depressão é uma reação a eventos ou a circunstâncias. Quando as coisas importantes nos acontecem, reagimos. A morte de alguém a quem amamos, a idéia de deixarmos o nosso lar, uma doença pode fazer-nos mergulhar no desespero. Parte do nosso desespero pode vir da ira não-reconhecida e também causada pelo temor. Todas essas coisas servem de combustível para a depressão em potencial, visto que não conseguimos controlá-las, recuamos para a depressão reativa como medida de proteção.

    O estado de ansiedade

    A depressão é freqüentemente invocada como álibi psicológico por quem não quer enfrentar a ansiedade.
    As descrições de ansiedade e depressão parecem opostas:

    O ansioso apreende o futuro apoiando-se no passado, enquanto o deprimido está inteiramente voltado em direção ao passado e não percebe nenhum futuro;
    O ansioso possui uma grande energia, mesmo se estiver se sentindo bloqueado (inibição ansiosa), enquanto o depressivo vê sua energia sumir (desânimo depressivo);
    O ansioso procura desesperadamente uma saída, enquanto o deprimido se vê sem saída.
    O deprimido se sente esmagado pelo presente e se refugia no passado, e o ansioso se sente insatisfeito com o presente e apreensivo quanto ao futuro.
    É muito raro encontrar deprimidos que não apresentem nenhuma ansiedade e os estudos epidemiológicos mostram que os ansiosos correm grandes riscos de vir a sofrer depressão se não forem tratados. Os dois estados se misturam no que se convencionou chamar de:

    Estados ansiosos-depressivos:

    o ansioso / o depressivo
    inquieto / tem certeza da infelicidade
    inibido / desanimado
    febril / desligado
    ativo / inativo
    enerva-se / escarnece a situação
    fugidio / imóvel
    oprimido / desesperado
    irritado / triste
    não consegue dormir / acorda tarde
    procura uma saída / não vê solução
    quer sarar / não quer mais acordar
    teme a morte / deseja a morte
    se sente tenso / se sente vazio
    não consegue se concentrar / não consegue refletir
    colérico / indiferente
    suportam mal os outros / se auto-acusa
    não consegue fazer nada / deseja não fazer nada
    vê perigos / vê desgraças
    diarréia / resfriados
    transpira / frio

    Transtorno afetivo bipolar

    Num momento elevação do humor, da energia e da atividade (mania) e em outro momento um rebaixamento do humor com redução da energia e da atividade (depressão).
    Os três graus de depressão
    Leve, moderada ou grave, o paciente apresenta rebaixamento do humor, redução da energia e diminuição da atividade.
    Existe uma alteração da capacidade de experimentar o prazer, perda de interesse, diminuição da capacidade de concentração, associadas em geral a fadiga acentuada, mesmo após um esforço mínimo.
    Em geral com problemas de sono e diminuição do apetite.
    Existe quase sempre uma diminuição da auto-estima e da autoconfiança e freqüentente idéias de culpabilidade e/ou indignidade, mesmo nas formas leves.
    Pode ser acompanhado de sintomas somáticos como perda de interesse ou prazer, despertar precoce, depressão matinal, lentidão psicomotora acentuada, agitação, perda do apetite, perda de peso e perda da libido (desejo sexual).
    Na depressão leve ou na moderada o paciente vai perdendo gradativamente a capacidade de desempenhar as suas atividades de rotina.
    Na depressão grave surgem vários sintomas como perda da auto-estima, idéias de desvalia ou culpa, idéias e atos suicidas. pode surgir um episódio depressivo grave com sintomas psicóticos, como alucinações, idéias delirantes, lentidão psicomotora ou estupor com impossibilidade de manter as atividades sociais.
    Para o médico homeopata o mais importante é identificar o modo reacional de cada um ao meio onde vive, ou seja, os sintomas do paciente.
    A seguir descreveremos alguns tipos homeopáticos e como eles fazem seu quadro depressivo.

    Depressão Melancólica de Aurum Metallicum

    Uma cólera violenta pela menor contradição ou pelo menor obstáculo.
    Sua agitação o impede de dormir.
    Corre o risco de descompensar devido a um choque afetivo, um fracasso profissional e pela velhice.
    Decepcionado consigo, se sente inferior, se diz incapaz de fazer algo de bom, repleto de amargura. evita conversa.
    Se torna descuidado com suas roupas e seus modos, sentimentos irracionais de grande culpa, remorso, auto-acusação, delírio de autopunição.
    Desgosto pela vida, amargura, misantropia, desespero, pessimismo.
    Desejo de morrer, acha que merece a morte, desejo obsessivo pelo suicídio.
    Aurum é o medicamento homeopático mais freqüente nos riscos de suicídio quando acompanhado destes sintomas.
    Sente como se tivesse que fugir para longe.
    Gostaria de morrer ou dormir e nunca mais acordar.Sente tanta preguiça que prefere ficar sentado a ir para a cama.
    Triste com lágrimas, mas não consegue chorar, mesmo nos momentos mais dolorosos.
    Depressão com exaustão, se sente muito deprimido e aborrecido, quer ficar só com dor no coração.
    Mal humorado, não quer ver ninguém.
    Tem medo de ser envenenado.
    Se aborrece por visões, que lhe provocam choro.

    Depressão desesperadora de Arsenicum Album

    Queixas e reclamações do deprimido reivindicador.
    Astenia, sinal de esgotamento das possibilidades reacionais do paciente.
    Angústia intensa.
    Astenia, sinal de esgotamento das possibilidades reacionais do paciente.
    Diminuição dos interesses, apesar que persiste o desejo de ter uma companhia, quer ser tratado por um médico.

    Depressão Oculta de Lycopodium

    Se recusa a aceitar o medo e a humilhação de uma insuficiência psíquica.
    Não querem aceitar o apoio psicoterápico.
    Silencioso, reservado, distante e solitário.
    Retração e desinteresse.
    A angústia (com insônias) e a astenia não permitem negar o desmoronamento depressivo.

    Depressão Secreta de Sepia

    Enfraquecimento dos interesses habituais pelo trabalho que é a sua grande paixão, junto com sua religiosidade.
    A angústia impede o sono, tornando o dia insuportável de viver.
    Perda do impulso vital.

    Depressão Astênica de Calcarea Carbonica

    Astenia, cansaço desproporcional que não aliva pelo repouso, sob a influência de um estresse, sobretudo de natureza afetiva (luto, problema familiar).
    Perda dos interesses habituais.
    Tristeza e retração social, com sentimentos de incapacidade e de vergonha de não poder continuar trabalhando.

    Revolta Depressiva de Nux Vomica

    Não admite estar com depressão, acha que isto é uma desculpa para pessoas sem força de vontade.
    Angústia violenta e astenia contra a qual luta tanto quanto pode.
    Doente difícil de cuidar, impaciente, infiel ao médico e aos tratamentos.
    Sofre pelo fracasso familiar, profissional, humilhação.

    Ameaça Depressiva de Natrum Muriaticum

    Tenta negar o sofrimento.
    Angústia paralisante com mutismo.
    Interrupção no trabalho, ritmo de vida acomodado.
    Toda situação de sofrimento (luto, agressão, frustração) pode levar a um estado depressivo.
    Tem medo da vida ou pensa no suicídio após um sofrimento amoroso.

    Falha Depressiva de Phosphorus

    Astenia profunda atrapalhando qualquer atividade, sonolência diurna, lentidão motoro e ideativa.
    Consciência de estar um “morto-vivo”.
    Instáveis para seguir regularmente um tratamento.
    Perda dos interesses habituais.

    Depressão Trágica de Platina

    Nada existe, exceto o eu, o pedestal se desmorona.
    Desinteresse, nenhum projeto.
    Não tolera o fracasso, a menor ofensa. pode se suicidar por insatisfação existencial.

    Crises Depressivas de Lachesis

    Angústia em crises paroxísticas
    Delírios sobre ciúmes ou misteriosos complôs.
    Possessividade afetiva.

    Depressão Infantil de Pulsatilla

    Menina ou mulher infantil
    Imagina o seu fim, vive por antecipação com os olhos cheios de lágrimas, com pena de si.
    Meu caixão será o meu segundo berço.

    OBS.: Estes são apenas alguns dos mais de cem tipos homeopáticos sujeitos a depressão.

     

  • EMAGRECER COM HOMEOPATIA

    EMAGRECER COM HOMEOPATIA

    A homeopatia veio da Europa e foi introduzida no Brasil no ano de 1840 e, desde então, o uso tem crescido como tratamento para várias disfunções.

    Como funciona

    A homeopatia é usada atualmente para diversos fins, como por exemplo, a ansiedade, nervosismo, depressão, cefaleia, irritação e também para o emagrecimento, entretanto, ainda não existe na lista de medicamentos homeopáticos nenhum tipo de medicamento específico para o emagrecimento. Esses medicamentos trabalham com o emocional dos pacientes, promovendo o equilíbrio e afastando possíveis doenças e consequentemente o excesso de peso.

    Como é feito

    Os medicamentos homeopáticos são elaborados por uma ténica baseada em substâncias originadas da natureza, em quantidades e tipos específicos para cada tipo de fórmula. No Brasil, existem milhares de laborátorios especializados na manipulação de tais compostos.

    Homeopatia para o emagrecimento

    Para conseguir perder peso é preciso que o médico homeopata veja o obeso como um todo e identifique pontos que influenciam o excesso de peso: hereditariedade, dieta desequilibrada, falhas no metabolismo e outros. E a partir disso, trabalhar para corrigir tanto o físico como o emocional, proporcionando maior qualidade de vida e saúde.

    Mas, dietas e exercícios físicos devem ser aliados ao tratamento com os medicamentos homeopáticos, que devem ser prescritos por médicos homeopatas qualificados. Para que o resultado seja positivo é preciso força de vontade do paciente, tentando ao máximo encontrar o seu ponto de equilíbrio e assim prevenir doenças e o sobrepeso.

  • HOMEOPATIA VETERINÁRIA

    HOMEOPATIA VETERINÁRIA

    Como já vimos a homeopatia valoriza o indivíduo como um todo, e procura, através da compreensão do paciente, curá-lo de seus males.O uso da homeopatia para o tratamento de animais vem se desenvolvendo com o tempo e tem nos mostrado como essa prática pode ser benéfica. Temos presenciado a eficácia deste modo de tratamento, que é quase que uma filosofia.

    Para promover a cura, o homeopata precisa conhecer todos os sintomas de seu paciente. Estes sintomas irão revelar o modo como cada indivíduo interage com o meio que o cerca, e qual a solução para o mal que lhe aflige.

    Pelos sintomas apresentados e observados no animal, o homeopata irá escolher, com base na totalidade sintomática do paciente, aquele medicamento que espelhe o seu paciente, e que, portanto, seja capaz de curá-lo.

    Podemos destacar básicamente três grupos de sintomas que o profissional homeopata (seja ele médico ou veterinário) irá pesquisar:

    Sintomas Mentais não querem dizer doença mental, na concepção que estamos acostumados a ouvir. E sim se referem a um modo pessoal de reagir a determinadas situações; como por exemplo ao medo (alguns animais quando se deparam com situações de perigo recuam, enquanto que outros partem para o ataque). O que dificulta a coleta destes sintomas por parte do médico veterinário é devido ao fato da inexistência de comunicação falada entre o animal e o homem. Alguns sintomas podem até ser percebidos, mas sempre deixa um pouco a desejar em suas nuances. Por exemplo, podemos perceber que o animal está triste, mas não sabemos o porque; podemos perceber quando o animal tem medo, mas as vezes não sabemos de que; etc.

    Contamos apenas com a nossa observação e a observação do proprietário, que deve ser a mais detalhada possível; mas este deve ter o cuidado de somente relatar ao veterinário exatamente o que viu, sem tentar interpretar o que observou.

    Sintomas Gerais se referem ao animal como um todo, englobando várias esferas, tais como suas preferências alimentares, sua piora ou melhora diante de alguma situação, fato, hora do dia ou clima, por exemplo.

    Sintomas Físicos se referem àquilo que conhecemos como doenças; ou seja, as doenças que o animal já apresentou durante toda a sua vida. Verificaremos que determinados animais têm uma maior tendência a desenvolver determinadas doenças. Alguns têm otite por várias vezes, enquanto que outros têm pneumonias, enquanto outros têm insuficiência renal. Isto se deve ao fato de que cada organismo apresenta facilidade de exteriorizar seu mal desta ou daquela forma

    Também se faz necessário se qualificar a queixa (o motivo pelo qual fomos procurados) em todos os seus nuances. Quanto mais detalhado for um sintoma, maiores a chances de conseguirmos individualizá-lo, portanto mais facilmente chegaremos ao medicamento correto. Nestes nuances procuramos descobrir o que existe que piore ou melhore o quadro; horários em que sintoma aparece mais evidente; determinadas atitudes que o agravem ou o melhorem.

    O paciente que chega ao Médico Veterinário Homeopata, vem ou porque o proprietário já se trata com Homeopatia, ou porque apresenta alguma doença onde a alopatia está falhando, tais como problemas dermatológicos ou problemas de comportamento.

    Precisamos mudar esta visão da homeopatia, esta onde dizem que ela é ótima para este tipo de doenças.

    Realmente ela é ótima para isto, mas não somente para isto.

    Você pode tratar seu animalzinho com a Homeopatia para qualquer doença que seja tratável com a alopatia; sendo os resultados mais duradouros e os medicamentos mais inócuos.

    Os profissionais que se utilizam da homeopatia na medicina veterinária também examinam o paciente, fazem diagnósticos, se utilizam de exames complementares (radiografias, exames de sangue, ultrassonografias, etc.) e usam outras terapias quando necessário, não dispensando as novas descobertas da medicina veterinária.

    O homeopata também recomenda uma cirurgia, sendo ela realmente necessária; inclusive, no arsenal de medicamentos homeopáticos existem drogas que podem ser utilizadas para minimizar os efeitos traumáticos da cirurgia, bem como os efeitos indesejáveis da anestesia.

    Ou seja, o Médico Veterinário Homeopata é um Veterinário como outro qualquer, apenas vê o seu animal por um outro ângulo, mais complexo e mais completo.

    A homeopatia atua em todas as áreas, não existindo nenhuma contra indicação para a sua utilização.

    A única contra indicação ocorre quando pessoas leigas em homeopatia fazem prescrições, normalmente porque já se utilizaram deste ou daquele medicamento e conseguiram resultados. Isto não é uma garantia para que o tratamento funcione em outro indivíduo. Os medicamentos, na homeopatia, não são para este ou aquele quadro clínico, e sim para determinado indivíduo com aquele determinado quadro clínico.

    Justamente por isto, muitas pessoas que já fizeram uso de medicação homeopática não ficaram satisfeitas com o resultado. A “culpa” não é da homeopatia, e sim destas prescrições realizadas sem a correta individualização do quadro e do paciente; que, neste caso, não terá recebido o medicamento correto.

    O que acontece é que, na alopatia, qualquer um que tenha uma dor de cabeça, por exemplo, pode se utilizar de uma série de medicamentos. Já na homeopatia a dor de cabeça de um indivíduo será combatida com um medicamento escolhido para esta dor dele, enquanto que a dor de cabeça de outro paciente poderá não ceder com aquele mesmo medicamento, visto que não são a mesma dor de cabeça, terão nuances diferentes.

    E é isto tudo que torna o ato de saber prescrever medicamentos homeopáticos uma arte. Arte esta difícil, pois requer muita observação e estudo; mas, ao mesmo tempo, apaixonante.

     

     

  • SINUSITE TRATAMENTO NATURAL

    SINUSITE TRATAMENTO NATURAL

    Com a chegada do frio, aumentam os casos de rinite, sinusite e demais doenças respiratórias. O tratamento de escolha para estas doenças consiste geralmente de descongestionantes – que podem conter em sua formulação derivados da cortisona.

    No entanto, o uso indiscriminado de descongestionantes nasais, especialmente corticóides, tem suas desvantagens. Corticóides são substâncias semelhantes ao cortisol, hormônio produzido pelas glândulas adrenais (as mesmas que produzem a famosa adrenalina). Ele é secretado em situações de estresse, para aumentar a pressão arterial, elevar a glicemia, diminuir a dor e assim facilitar num processo de fuga. Por seu efeito antinflamatório, eles são largamente utilizados na prática clínica desde a década de 1950.

    Seus efeitos colaterais são bem conhecidos, dentre eles a Síndrome de Cushing, um desequilíbrio hormonal que leva a aumento de peso, depósito de gordura na face, no tronco e pescoço, além de afilamento dos braços e pernas, diminuição da musculatura e fraqueza. Há diversos relatos na literatura de pessoas que desenvolveram esta doença pelo uso abusivo de descongestionantes nasais e pomadas à base de corticóides.

    Como todo medicamento, eles exigem acompanhamento criterioso, mas com um cuidado extra. Mesmo com os derivados mais seguros que existem hoje, é fundamental respeitar a dose e o tempo de uso prescrito pelo médico.

    Por conta dos efeitos colaterais dos medicamentos alopáticos, é grande a procura por tratamentos naturais. Mas mesmo neste caso é preciso ter a orientação de um profissional de saúde.

    Das muitas plantas usadas popularmente para o tratamento de infecções respiratórias, como a sinusite, uma muito conhecida é o eucalipto. Essa árvore australiana pertence à mesma família botânica da goiaba, pitanga, jabuticaba, cambuci, entre outras frutas brasileiras. Ela foi introduzida no Brasil há mais de um século, para servir de matéria prima à produção de papel, devido ao seu crescimento rápido que permite um alto rendimento em celulose em pouco tempo. O eucalipto também apresenta a capacidade de absorver muita água do solo, e por isso é muito usado em paisagismo urbano para drenar terrenos úmidos.

    Das várias espécies de eucalipto, algumas são mais aromáticas, outras nem tanto. Mas praticamente todas elas têm o mesmo odor típico e agradável. Só de chegar perto de uma praça de eucaliptos, já sentimos abrir as narinas. Talvez seja por isso que os bosques de eucaliptos sejam tão procurados para a prática da caminhada.

    Há alguns anos, pesquisadores da Universidade Federal do Ceará, em parceria com o Medical College da Geórgia (EUA) testaram várias espécies de eucalipto, dentre elas Eucalyptus citriodora e Eucalyptus globulus. Eles constataram que o óleo essencial extraído das folhas dessa árvore induz a um efeito analgésico ao nível do sistema nervoso central. Ou seja, além da ação descongestionante local, ela também teria um efeito farmacológico, de aliviar dores e outros sintomas físicos comuns nas doenças respiratórias. Isso explicaria o seu uso popular.

    Há diversas outras plantas usadas comumente para o tratamento de sinusites e outras doenças respiratórias, dentre as quais podemos citar: a sálvia (Salvia officinalis), planta aromática da mesma família da hortelã e do orégano, possui propriedade antisséptica e descongestionante, e suas folhas são muito usadas para fazer inalações; a calêndula (Calendula officinalis), muito conhecida em pediatria e dermatologia, também é indicada para o mesmo fim (inalação com o chá das flores) e a equinácea (Echinacea purpurea) que já era usada pelos índios norte-americanos, e hoje é conhecida no mundo todo por sua propriedade estimulante do sistema imunológico.

    Como já dissemos, mesmo para o uso de plantas é preciso contar com o apoio de um profissional da saúde, e adquiri-las em local confiável. Uma planta tradicional brasileira, a buchinha do norte (Luffa operculata), pode provocar sangramento nasal e aborto se usada incorretamente. Plantas mal armazenadas podem trazer fungos e outros contaminantes que agravam ainda mais o quadro clínico.

    Mas, como nem sempre temos à mão os chás e outros materiais para inalação, podemos utilizar medicamentos elaborados a partir de plantas com longa tradição de uso, coletadas ou cultivadas de forma a produzirem princípios ativos seguros e confiáveis. Com base nas matérias médicas homeopáticas, no conhecimento goetheanístico da natureza e do ser humano, e em outras fontes como a Teoria das Assinaturas de Paracelso (segundo a qual uma planta possui indicação terapêutica relacionada ao ambiente onde ela cresce), já foram criados vários medicamentos. Rudolf Steiner resgatou esse conhecimento sob um olhar científico, e foi capaz de explicar fenômenos antes só experimentados na prática, mas sem uma explicação lógica. Exemplos? Dissemos que o eucalipto absorve muita água da terra, certo? Essa mesma propriedade “secativa” está presente no medicamento. E outra árvore que faz esse mesmo processo é o carvalho (Quercus), também indicado na homeopatia.

    LIMPEZA DAS NARINAS – JALA NETI

    Jala Neti é um dos Kryias do Yoga, uma técnica  usada para limpar as narinas através da condução de água pela cavidade nasal. Ele é indicado para eliminar a  mucosidade acumulada na cavidade nasal, desobstruir os orifícios de drenagem dos seios faciais evitando a sinusite, fazer a assepsia do local e como profilático para gripes e resfriados. Essa limpeza estimula os olhos e melhora a visão. Este método pode parecer incômodo, mas essa impressão se desfaz após a primeira tentativa, pois sua excecução é muito simples.

    EFEITOS:

    • Elimina o excesso de muco e os resíduos da poluição.
    • Previne e atenua doenças respiratórias como alergias, resfriados, sinusites e rinites.
    • Atua sobre olhos, ouvidos e garganta. Melhora miopia, alguns tipos de surdez por excesso de secreção e inflamação de adenóides.
    • Tem efeito calmante e refrescante sobre o cérebro e é benéfico no tratamento da enxaqueca e da epilepsia.
    • Ativa o ájña chakra, o centro energética entre as sobrancelhas, que é responsável pela intuição e meditação.

    COMO FAZER:

    Para fazer essa limpeza você precisa de um lota. Esse instrumento parece um pequeno bule e tem um bico apropriado para inserir nas narinas. Para manter seu lota sempre limpo, lave-o com água e sabão e guarde em local livre de poeira. O melhor horário para fazer o Jala Neti é pela manhã, ao acordar. Nunca faça antes de dormir, pois se ficar um pouco de água acumulada na cavidade nasal, poderá ir para o ouvido quando você estiver deitado. Coloque 1 colher (chá) de sal grosso em 1/2 de litro de água mineral. Ferva a mistura por alguns minutos e deixe esfriar até que a água esteja morna. Ponha a solução no lota e introduza o bico em uma das narinas. Tombe a cabeça para frente e para o lado e introduza o bico do lota de forma que a água flua de uma narina à outra. Respire pela boca durante o Jala Neti. Cuidado para que a cabeça não tombe para trás, nem deixe que ela tombe muito para os lados. Se o ouvido ficar mais baixo do que as narinas, a água poderá ir para o canal auditivo. Repita introduzindo a água pela outra narina. Termine secando as narinas como se você assoasse o nariz sem criar pressão nelas. Assoe algumas vezes com a cabeça tombando para frente, algumas com a cabeça tombando para cada lado e mais algumas com ela tombada para trás.

    CUIDADOS ESPECIAIS:

    Não faça o Jala Neti se as narinas estiverem completamente bloqueadas e a água não conseguir passar. Não force a passagem da água. Não faça o Jala Neti quando houver sangramento ou hemorragia nas narinas. Se sentir ardor nas narinas, procure ajustar melhor a quantidade de sal. Experimente aumentá-la ou diminuí-la. A medida que damos acima é muito confortável para a maioria das pessoas. Se der vontade de espirrar, veja se a temperatura da água está adequada. Você deve ser capaz de manter o dedo dentro da água sem desconforto. Se sentir que as narinas ressecam com o sal, diminua um pouca a quantidade de sal ou passe um pouco de azeite por dentro das narinas usando o dedo mínimo. Isso protegerá as mucosas.

    ONDE COMPRAR:

    Aqui no site INFORMALUZ, na nossa lojinha, entre fique à vontade, e compre o que quiser.

     

  • CHÁ VERDE ORIGEM E BENEFÍCIOS

    CHÁ VERDE ORIGEM E BENEFÍCIOS

    O Chá Verde é consumido há muitos de anos no Oriente, mas só se popularizou no mundo todo por volta de 2000, devido às suas propriedades medicinais.

    O Poder Emagrecedor do Chá Verde

    O Chá Verde é bastante indicado pela fitoterapia para pessoas que querem emagrecer, devido aos seus efeitos termogênicos que aceleram a queima de calorias  e, em consequência, a perda de gorduras corporais. A vantagem é que essa estimulação ocorre no organismo sem os inconvenientes de alguns medicamentos e suplementos, como problemas renais, cardíacos e dermatológicos (surgimento de acne).

    Pesquisas indicam também que o Chá Verde possui propriedades estimulantes que contribuem para um melhor desempenho na prática de exercícios físicos.

    Além da perda de peso corporal e da queima de calorias e gordura, o Chá Verde promove a drenagem de toxinas e retenção de líquidos, o que significa a redução de inchaços e melhora a aparência de celulite, ao amenizar o aspecto “casca de laranja” de locais como coxas e glúteos.

    O Chá Verde tem ainda propriedades hidratantes e ajuda na boa circulação sanguínea. Já a pele se beneficia do seu poder antioxidante que estimula a produção do colágeno e bloqueia a ação dos radicais livres.

    Apesar desses e outros benefícios do Chá Verde, sua ingestão deve ser acompanhada por um profissional, caso a pessoa tenha problemas de saúde, como obesidade, pressão alta e doenças cardíacas. O chá écontra-indicado para pessoas que apresentam problemas de ansiedade generalizada, insônia ou nervosismo, já que a erva é estimulante e pode piorar estes quadros.

    O Chá Verde pode ser consumido antes das refeições ou ao longo do dia (nesse caso, a quantidade diária ingerida não deve ultrapassar 800 ml). Vale ressaltar que o Chá Verde deve ser consumido até no máximo quatro horas antes de dormir, caso contrário, a bebida pode causar insônia e diurese noturna.

    Outra dica em relação ao uso da bebida é se certificar da autenticidade da erva, que deve ser originária da planta Camellia Sinensis, pois alguns chás vendidos no mercado não são elaborados com as folhas verdadeiras.

    Fitoterápicos para Emagrecer Proibidos no Brasil pela ANVISA

    Há décadas os remédios fitoterápicos para emagrecer são buscados por pessoas que querem se livrar dos efeitos colaterais causados pelos emagrecedores alopáticos. Os produtos fitoterápicos são fáceis de adquirir, principalmente pela internet, já que a maioria é vendida sem receita médica, e entre alguns dos mais populares estão o Agar Agar, a Quitosana e a Pholia Magra.

    No entanto, em alguns medicamentos de fitoterapia para emagrecer foram detectados efeitos colaterais que podem prejudicar a saúde de quem os ingere, e por isso eles estão proibidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

    Uma das substâncias naturais proibidas recentemente é Caralluma Fimbriata, originária de uma planta da índia que promete suprimir o apetite. A Anvisa não encontrou nenhuma evidência quanto ao seu poder emagrecedor, além de suspeitar da existência de efeitos colaterais. A fabricação e venda da Caralluma está proibida até que mais pesquisas comprovem sua eficácia e segurança.

    Outros medicamentos proibidos pela Anvisa são o Chá de Sete Ervas da marca Rouxinol e o Chá Emagrecedor 30 Ervas da marca Suco da Terra. Ambos não têm eficácia comprovada, não apresentam as ervas indicadas na embalagem e apresentam riscos gástricos para os usuários.

    O Dietrine Phaseolam é mais um medicamento cujas vendas estão suspensas pela Anvisa. Embora a Faseolamina (extrato de feijão branco), a qual é o composto do medicamento, não seja proibida no país, o fabricante não tem autorização da Anvisa para comercializá-la.

    A Erva de São João não teve sua comercialização proibida, mas entrou para a lista dos medicamentos controlados da Anvisa e só pode ser vendida com retenção de receita médica de controle especial. A erva tem efeitos ansiolíticos e antidepressivos comprovados e é indicada como auxiliar em tratamentos para a perda de peso.

    Apesar de outros remédios fitoterápicos não serem proibidos pela Anvisa, o consumo só deve ser feito com a indicação de um médico, pois eles não estão livres de efeitos colaterais. Por exemplo, a Quitosana (extraída da casca de crustáceos) pode causar alergias graves em pessoas com intolerância a peixes e frutos do mar. Já o Chá Verde pode causar insônia em pessoas ansiosas, se consumido poucas horas antes de dormir.

    Chás da Origem ao Preparo

    Acredita-se que o chá tenha sido descoberto por um imperador chinês que, esperava que sua água fosse fervida, embaixo de uma árvore. Ao bebê-la notou um gosto agradável e uma cor diferente, e viu que isso se devia à queda de uma folha da árvore no seu copo. Nascia o chá, costume que foi difundido pelo mundo todo.
    Chás são infusões em água quente, preparadas a partir de folhas, raízes e flores. Popularmente, a infusão feita a partir de qualquer planta é conhecida como chá, mas o verdadeiro chá é preparado a partir da Camellia sinensis. A partir dessa planta, podem-se obter outros tipos de chá, como o chá preto, chá verde, oolong e aromatizados.
    Para extrair o princípio ativo da planta, recorremos a processos como a maceração e a decocção. Na maceração, deve-se triturar ou amassar a parte que deseja utilizar e mergulhar no líquido escolhido (água, óleo, álcool de cereais, etc.), de acordo com sua necessidade. A mistura deve descansar durante o tempo necessário, que pode ser de até 24 horas.
    A decocção é um processo mais utilizado em cascas, caules e frutos secos. A parte da planta utilizada deve ser fervida e permanecer tampada por alguns minutos. Quando mais fresca, por menos tempo a planta deve ser fervida.
    Muitas pessoas preferem as ervas frescas na hora de preparar o seu chá, devido ao sabor mais acentuado. Mas algumas delas têm o sabor e propriedades mais acentuadas após sua secagem. Outro fator que favorece o uso das ervas secas reside no fato de nem sempre haver a disponibilidade da versão fresca da planta.
    Há três maneiras básicas para secar folhas: pendurar, congelar ou através da imersão em óleo. As folhas devem ser colhidas, de preferência, no final da manhã e antes das flores nascerem, para garantir um melhor resultado e sabor.
    Os chás são bebidas muito utilizadas no mundo todo, já que trazem benefícios ao organismo. Mas é bom tomar cuidado para não fazer o seu mau uso, como cometer excessos ou consumir um chá cuja conservação não tenha sido feita da maneira correta, pois os efeitos podem ser o contrário do que se espera.

     

  • FITOTERAPIA CHINESA

    FITOTERAPIA CHINESA

    A Fitoterapia, literalmente terapia através das plantas, é conhecida na China há quase 3000 anos, época em que os livros eram escritos em pergaminhos, casco de tartaruga e seda.

    Na época da última dinastia Han (25-220 dC), quando os clássicos foram compilados, surgiu a Matéria Medica Clássica do Esposo Divino e Discussões de Desordens Induzidas pelo Frio (Shang Han Lun) de Zhang Zhong Jing, os quais são as fontes de todas as prescrições utilizadas até hoje.

    O povo acreditava na sua habilidade de observar e entender a natureza, a saúde e a doença eram objetos dos princípios da ordem natural.

    O universo é composto de várias forças: a complementaridade oposta do Yin e Yang e os Cinco Elementos. O microcosmo humano é a miniatura destas forças.

    No Shang Han Lun o autor separa as agressões externas (vento, frio, calor, umidade, secura) dos fatores internos (alegria, medo, raiva, melancolia, preocupação) como causas das doenças. Ele distingue as energias que causam perturbações das infecções por penetração de um agente nocivo.

    O respeito à milenar tradição da Fitoterapia Chinesa fez com que as fórmulas utilizadas hoje fossem as mesmas da Dinastia Han. Estas Fórmulas Magistrais encontradas nos livros em diversos idiomas são utilizadas e estudadas em quase todos os países. No Japão, desde 1950 o Ministério da Saúde Japonês reconhece 148 destas fórmulas como de utilidade pública.

    Na fitoterapia chinesa, não se pensa em cura mas sim em equilibrio, pois o organismo busca a auto-cura. Para isto precisamos desestagnar algumas energias paradas, como no caso da TPM – que para medicina chinesa é estagnação do sangue e a pessoa necessita de ervas, que aqueçam e melhorem a circulação do sangue, principalmente naquela parte do corpo.

    O mais importante é suprir o que o corpo necessita naquele momento:

    Seja um Tônico para aumentar a energia de um organismo com falta de CHI (energia), ou uma fórmula para sedar e ajudar a dormir melhor, restaurando esta energia, ou ainda um Tônico de Sangue, por que a pessoa não esta se alimentando direito. Tudo isto pode ser visto, num diagnóstico chinez, de pulso e de lingua ou no diagnóstico japonês do Hara. Se você fornece o que o organismo esta precisando, a pessoa fica em seu melhor estado, com a mente clara, alegre e com energia. Fora deste estado está o desequilibrio, pois saúde é bem estar.

    Devemos conservar o que se tem de mais precioso: O corpo, a Energial Vital dentro do corpo, o Sangue (principalmente as mulheres, pois possuem Deficiência de Sangue, por causa de partos e menstruações, etc) e a mente tranquila. Por isso a maioria dos fitoterápicos são de carater preventivo. A idéia é não deixar o corpo adoecer.

    A Fitoterapia Chinesa é como a alquimia, para se fazer uma fórmula é preciso conhecer as capacidades energéticas, curativas e sinérgicas das ervas, ou seja, a interação de uma planta com as outras. Na formulação Chinesa existe uma erva Imperador, que vai determinar a ação da fórmula, as ervas Ministros, que ajudam a potencializar a ação do Imperador, as ervas Assistentes que são necessárias para o bem estar da pessoa e cuidam do estômago para que este receba bem a fórmula, e por fim as ervas Mensageiras que levam as ervas para o local necessário.

    Acreditamos que trabalhar com as Fórmulas Magistrais, que pertecem na sua maioria a Dinastia Han, seja o modo mais eficientes de se usar a Fitoterapia Chinesa.

  • FITOTERÁPICOS COMO ALTERNATIVA DE TRATAMENTO

    FITOTERÁPICOS COMO ALTERNATIVA DE TRATAMENTO

    Os benefícios das plantas medicinais e de medicamentos fitoterápicos são reconhecidos em todo o mundo como elementos importantes na prevenção, promoção e recuperação da saúde. Para ampliar o acesso a esses medicamentos, o Ministério da Saúde disponibiliza a utilização de fitoterápicos na rede pública.

    Atualmente, 12 medicamentos são oferecidos pelo Sistema Único de Saúde. Entre eles, estão a Aloe vera (Babosa) para o tratamento de psoríase e queimaduras, o Salix Alba (Salgueiro) contra dores lombares e a Rhamnus purshiana(Cáscara-sagrada) para prisão de ventre.

    Financiados com recursos da União, estados e municípios, os medicamentos podem ser manipulados ou industrializados, e devem possuir registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Os produtos são oferecidos em 14 estados: Acre, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Pará, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo, Tocantins e Distrito Federal.

    São medicamentos que desempenham um papel importante em cuidados contra dores, inflamações, disfunções e outros incômodos, ampliando as alternativas de tratamento seguras e eficazes pelo SUS. Indicado para o alívio sintomático de doenças de baixa gravidade e por curtos períodos de tempo, os fitoterápicos podem ser produzidos a partir de plantas frescas ou secas e de seus derivados que ganham diferentes formas farmacêuticas, como xaropes, soluções, comprimidos, pomadas, géis e cremes.

    O secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha, explica que os investimentos em pesquisas para a produção de medicamentos, a partir da flora brasileira, contribuem para o acesso da população e o seu uso racional. “O desenvolvimento dos fitoterápicos no Brasil incorpora as três dimensões do desenvolvimento sustentável: a econômica, a social e a ambiental, numa mesma iniciativa”, observa.

    Como todo medicamento, o fitoterápico deve ser utilizado conforme orientação médica. Para ter acesso, o usuário tem que procurar um profissional – médico legalmente habilitado em prescrever fitoterápicos – em uma das unidades básicas de saúde dos 14 estados que disponibilizam esses medicamentos. Nessas unidades, o cidadão pode receber atendimento médico gratuito. Com um documento de identificação pessoal e a receita atualizada em mãos, o paciente pode retirar o medicamento em uma das farmácias dessas unidades básicas.

    FITOTERÁPICOS NO SUS

    A promoção do acesso aos medicamentos fitoterápicos teve início em 2007, com a disponibilização pelas secretarias estaduais e municipais de saúde da Maytenus ilicifolia (Espinheira-santa), utilizada no tratamento de úlceras e gastrites, e da Mikania glomerata (Guaco), indicada para os sintomas da gripe. Em 2008, o Governo Federal aprovou o Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos. O programa tem como objetivo garantir à população o acesso seguro e o uso racional a plantas medicinais e aos fitoterápicos.

    São diretrizes do programa a promoção da pesquisa, desenvolvimento e inovação; a regulamentação e produção de fitoterápicos e insumos à base de plantas medicinais e o cultivo e manejo dessas plantas. Também integram essas diretrizes a distribuição pelo SUS; a comercialização pelo setor privado; a capacitação de recursos humanos e a orientação aos usuários. A iniciativa, além de melhorar o acesso da população a tratamentos integrativos e complementares – seguros e eficazes – promove o uso sustentável da biodiversidade brasileira, o fortalecimento da agricultura familiar e o desenvolvimento tecnológico e industrial da saúde.

    Este ano, o programa ganhou reforço com o repasse pelo Ministério da Saúde de R$ 6,7 milhões a 12 municípios em sete estados, para apoiar o projeto Arranjos Produtivos Locais de Plantas Medicinais e Fitoterápicos no SUS. O montante visa o investimento na aquisição de equipamentos e materiais, contratação de pessoal e qualificação técnica para promover a interação e a cooperação entre os agentes produtivos, o desenvolvimento de toda a cadeia produtiva, a produção e a distribuição de plantas medicinais e fitoterápicos no SUS.

     

  • A FITOTERAPIA NO MUNDO ATUAL

    A FITOTERAPIA NO MUNDO ATUAL

    Por trás da beleza da natureza esconde-se uma guerra surda pela sobrevivência dos mais aptos. As plantas para sobreviver e evoluir têm que competir por espaço e se defender do ataque de herbívoros e patógenos, em geral. Neste embate de milhões de anos, as plantas foram desenvolvendo suas próprias defesas químicas.

    Esta é uma das razões pelas quais a constituição química das plantas é tão complexa, e porque muitas plantas biossintetizam substâncias para atuar em alvos específicos moleculares de seus predadores. Metabólitos secundários de plantas e micro-organismos são produzidos para modular seus próprios metabolismos e, consequentemente, também podem alcançar alvos terapêuticos de doenças humanas.

    Ao longo do processo evolutivo, o homem foi aprendendo a selecionar plantas para a sua alimentação e para o alívio de seus males e doenças. O resultado desse processo é que muitos povos passaram a dominar o conhecimento do uso de plantas e ervas medicinais.

    O uso de medicamentos é muito recente e sua comprovação por testes clínicos é ainda mais recente. Enquanto os medicamentos apresentam, em sua quase totalidade, um único princípio ativo que é responsável pelo seu efeito farmacológico, os extratos vegetais e de fungos, por exemplo, são constituídos por misturas multicomponentes de substâncias ativas, parcialmente ativas e inativas, que, muitas das vezes, atuam em alvos farmacológicos diferentes. A eficácia destes extratos é o resultado de seu uso, durante muitos anos, por diferentes grupos étnicos.

    Até hoje, alguns povos ainda fazem uso consciente de medicamentos fitoterápicos tradicionais relacionados com saberes e práticas que foram adquiridas ao longo dos séculos. No entanto, deve-se ressaltar que, muitas vezes, o uso desta medicina tradicional se dá por falta de acesso ao medicamento, e é nesse cenário que aparecem os espertalhões que vendem fitoterápicos falsos e milagrosos.

    As plantas consideradas medicinais beneficiaram, e continuam beneficiando a humanidade. Não precisaram dos testes clínicos como os fármacos sintéticos, credenciaram-se pelo seu uso tradicional ao longo de séculos. Ainda hoje muitas são utilizadas para tratamento de enfermidades, mesmo havendo medicamentos sintéticos no mercado para o tratamento das mesmas patologias. No entanto, existem plantas que são venenos por conterem toxinas poderosas que podem levar à morte. Algumas plantas medicinais são, inclusive, incompatíveis com o uso de certos medicamentos.

    A sociedade tem a percepção de que todo produto natural é seguro e desprovido de efeitos colaterais. Em alguns casos, os efeitos dos produtos naturais são apenas psicológicos e, em outros, causam danos irreversíveis à saúde. A falta de informação do público sobre os fitoterápicos tem sido explorada por muitos espertalhões em busca de curas milagrosas e lucros fáceis. Outros com intenções duvidosas, ao invés de esclarecerem os seus benefícios, lançam dúvidas e emitem opiniões sem levar em consideração os milênios que as plantas medicinais estão a serviço da humanidade. A única maneira de combater estes espertalhões é levar informações confiáveis de cientistas ao grande público, sem parcialidade ou interesses econômicos escusos.

    As indústrias farmacêuticas foram, e continuam sendo beneficiadas pelos conhecimentos populares sobre o uso medicinal das plantas. Recentemente, mostrou-se que 50% dos medicamentos aprovados entre 1981 e 2006, pelo FDA, são direta ou indiretamente derivados de produtos naturais. As chances de se obter novas entidades químicas de plantas, fungos, bactérias etc, terrestres ou marinhos são reais. Mesmo que a nova entidade química não passe em todos os testes clínicos, ela servirá de modelo para a síntese de novos candidatos a fármaco.

    Apesar dos muitos desafios enfrentados nas últimas décadas, a Química de Produtos Naturais tem tido avanços importantes com a intersecção com outras áreas afins como Bioquímica, Biologia Molecular, Etnofarmacologia, Imunologia, e de tecnologias inovadoras de análise e elucidação estrutural como a ressonância magnética nuclear, espectrometria de massas4 etc… No Brasil, a Química de Produtos Naturais (QPN) sempre foi uma das áreas que lideraram o desenvolvimento da Química.5 Porém, a QPN enfrenta atualmente diversos desafios a nível global e econômico. A biodiversidade está diminuindo com a redução das florestas e dos recifes de coral, em razão do aumento populacional, da poluição atmosférica e da expansão do agronegócio. Além disso, não se sabe exatamente qual será o efeito do aumento do CO2 na sobrevivência e desenvolvimento das grandes florestas. Como consequência, muitos protótipos naturais para o desenvolvimento de novos fármacos estão sendo perdidos.

    O Brasil precisa avançar no campo da fitoterapia. Este avanço depende de uma forte campanha de esclarecimento público, que deve incluir a classe médica, para mostrar a segurança e eficácia das plantas medicinais de uso tradicional, como uma alternativa terapêutica. É também importante que os melhores químicos de produtos naturais se envolvam com o estudo de plantas medicinais, desde o trabalho de identificação do princípio ativo ao controle de qualidade dos produtos oferecidos ao consumidor. A complexidade na composição química dos extratos dos fitoterápicos é uma das principais razões para a reprodução dos seus efeitos farmacológicos desejados, e este é o grande desafio que os químicos precisam vencer, padronizando o extrato e informando ao usuário quais são o(s) princípio(s) ativo(s) e a(s) sua(s) concentração(ões).

    Há países que aceitam medicamentos fitoterápicos com vários ingredientes, sinalizando uma mudança de atitude para o reconhecimento destes medicamentos, desde que tenham uma boa observação clínica. Esta mudança está ligada ao entendimento de que o corpo humano é um organismo complexo e que poucas doenças podem ser atribuídas a uma única causa.

    O Ministério da Saúde ao recomendar e indicar 66 plantas medicinais aprovadas pela ANVISA, cujo uso está consagrado na cultura da medicina popular brasileira, teve uma atitude correta e coerente. A etapa seguinte é fiscalizar a comercialização destes fitoterápicos para preservar a saúde do consumidor.

     

  • HISTÓRIA DA HOMEOPATIA

    HISTÓRIA DA HOMEOPATIA

    A construção da Homeopatia ocorreu primeiro pela observação dos fatos e posteriormente pela experimentação das drogas. Em 1790, Hahnemann, que já há algum tempo havia abandonado a prática médica por considerá-la prejudicial às criaturas, mantinha sua família à custa de traduções de obras médicas e literárias.

    Traduzindo para o alemão o “Tratado de Matéria Médica de W. Cullen”, onde o autor relatava que a intoxicação por China officinalis causava os mesmos sintomas da febre malárica e que essa planta era usada no tratamento da malária, resolveu experimentar tal planta, ingerindo aproximadamente 13g de quina duas vezes ao dia.

    Descreveu seus sintomas com riqueza de detalhes e concluiu que a quina não curava febres intermitentes por ser droga amarga e adstringente como se supunha, mas sim porque produzia no homem saudável sintomas parecidos ao da febre intermitente. O que produz sintomas é capaz de curá-los, é o princípio da semelhança – semelhante cura semelhante. Nos anos seguintes Hahnemann experimentou mais de noventa e nove drogas.

    Os estudos evoluíram e pela observação notou que as substâncias grandemente diluídas e potencializadas produziam estímulos maiores no organismo, obtendo-se uma resposta melhor. Daí o uso de medicamentos altamente diluídos.

    “…Cada potência que atua sobre a vitalidade, cada medicamento, afeta mais ou menos a força vital e causa certa alteração na saúde do indivíduo por um período mais longo ou mais curto. … À sua ação a nossa força vital procura opor sua própria energia. Esta ação resistente é uma propriedade e, de fato, uma ação automática de nosso poder de preservar a vida, chamada de ação secundária ou reação.”

    “…Contudo, uma ação contrária secundária certa, não se deverá notar na ação de doses homeopáticas mínimas dos agentes perturbadores no corpo são. Uma pequena dose de cada uma delas produz, certamente uma ação primária que é perceptível ao observador atento; mas o organismo vivo emprega contra ela somente a reação que for necessária para o restabelecimento do estado normal.”

    “…No tratamento antipático, o médico dá para um único sintoma incômodo, entre muitos sintomas da moléstia um remédio que se sabe produzir o oposto exato do sintoma que se tenta eliminar.”

    Ao ingerir de café para evitar o sono segue-se uma excitação excessiva(ação primária), porém mais tarde ocorre certa indolência e sonolência que permanece por algum tempo (reação, ação secundária), se não for sempre removida outra vez, por pouco tempo, bebendo-se mais café. Esse seria um tratamento alopático, onde combate-se o sono com um estimulante, a reação do organismo é combater a excitação com mais sono.

    “A mais importante missão do médico é restabelecer a saúde nos doentes. É o que se chama arte de curar”

    Obtáculos à Curas

    Fatores alimentares, ambientais ou emocionais podem servir de obstáculo à cura. A chegada de um novo animalzinho, a falta de um ente querido, não adaptação à novas pessoas na casa, todos esses eventos podem retardar o tratamento, quando não temos a volta ao início do caso.

    A alimentação também interfere no tratamento, deve haver um padrão alimentar em qualidade e quantidade. Muitas vezes o proprietário não obtém sucesso em bloquear certos alimentos, muitos alimentos saudáveis para os humanos não o são para os animais.Cães e gatos são carnívoros por natureza, proteínas vegetais oferecidas não oferecem os nutrientes necessários na forma que melhor seriam aproveitadas pelo organismo.

    Animais que não podem ter acesso livre ao sol ou espaço para exercícios, moradia úmida, insalubre, vida sedentária, etc podem não apresentar o desenvolvimento desejado do tratamento.

     

     

  • DEFINIÇÃO DE FITOTERAPIA

    DEFINIÇÃO DE FITOTERAPIA

    Do ponto de vista etimológico, o termo “fito” de fitoterapia vem do grego antigo, com o termo mais preciso para “phyton”, que significa “vegetal”. Fitoterapia é a “terapia pelo vegetal ou do mundo vegetal”, hoje consideramos mais fitoterapia como “terapia das plantas”.

    O que é Fitoterapia ?

    Uma prática tradicional, às vezes, muito antiga, baseada na utilização de plantas, as quais tiveram suas virtudes descobertas empiricamente. Segundo a OMS, a fitoterapia é considerada como uma terapia tradicional, e é muito utilizada nos países em desenvolvimento. É uma medicina não convencional, devido à ausência de estudos clínicos.

    Uma prática baseada em pesquisas avançadas e em provas científicas de extratos ativos de plantas. Os extratos ativos identificados são padronizados. Essa prática faz com que os fitoterápicos sejam reconhecidos e estejam de acordo com os regulamentos em vigor no país. A sua circulação está sujeita à autorização de colocação no mercado para produtos acabados, e à regulamentação de matérias primas farmacêutica para preparações magistrais de plantas medicinais, sendo essas manipuladas apenas em farmácias. Falamos de Farmacognosia e Biologia farmacêutica. Mundialmente, estima-se que existam cerca de 35.000 espécies de plantas medicinais.

    Princípios ativos
    São substâncias químicas encontradas nas plantas, que agem isoladamente ou em conjunto para uma ação terapêutica (fonte: Jardim Botânico Bauru, SP).

    Os medicamentos convencionais e a fitoterapia, qual o lugar deles ?

    Você deve saber que mais de um terço dos medicamentos conhecidos como químicos ou alopáticos (encontrados nas farmácias), provem originalmente das plantas. A molécula é utilizada tanto na sua forma original, quanto pode ser modificada por um químico (por exemplo, a aspirina).

    Esse é sobretudo o caso de alguns medicamentos antigos, e de alguns medicamentos utilizados hoje, contra o câncer (por exemplo, o extrato de taxol). Por enquanto, a maioria dos novos medicamentos é produzida por processos químicos e matemáticos muito complexos (síntese), no qual são produzidas milhões de moléculas até o final, sendo selecionadas apenas algumas para realização de ensaios clínicos.

    Exemplos de medicamentos com origem fitoterápica:

    – A aspirina tem sua origem na planta salgueiro e contém uma molécula de ácido acetilsalicílico. O ácido salicílico é um composto do Salgueiro, o qual é transformado quimicamente em ácido acetilsalicílico (aspirina), tendo essa transformação química sido descoberta por um químico alemão da empresa Bayer.

    – A digitalina, que vem da planta dedaleira, é utilizada na insuficiência cardíaca.

    – A papoula é uma planta que contém muitos alcaloides. Estes grupos de substâncias nitrogenadas (contém uma molécula de nitrogênio) são a base de muitas moléculas que agem sobre o sistema nervoso. Algumas são, infelizmente, muito perigosas e ilegais (heroína), mas existem moléculas que possuem uma solução extraordinária na luta contra a dor, no caso a morfina. Esta molécula é isolada a partir da planta papoula. Também pode ser extraída dessa planta a codeína, uma molécula de ação central e muito eficaz contra a tosse seca e a dor (na verdade, esta molécula é transformada na maioria das pessoas em 10% de morfina).

    Mais recentemente, uma molécula virou notícia: a artemisina. Esta substância é extraída de uma planta que cresce na China, a Atermisia annua L. Esta molécula é muito eficaz em associação com outros tratamentos, na luta contra a malária (que causa milhões de mortes por ano). Artemisia annua é uma planta chinesa que há alguns anos deixou a medicina tradicional chinesa e passou a ser empregada com sucesso nos laboratórios farmacêuticos ocidentais. Esta molécula ilustra o potencial incrível das plantas medicinais na luta contra doenças graves. Enquanto investimos pesadamente em técnicas de laboratório para triagem de moléculas (técnica que combina química e informática) para desenvolver um número astronômico de moléculas, a fitoterapia oferece uma alternativa surpreendente. Isso explica o grande interesse geoestratégico, mas também, como vemos, do potencial fitoterápico desse “ouro verde” da China e de sua capital econômica Shangai!

     

     

  • HOMEOPATIA PARA ANSIEDADE E NERVOSISMO

    HOMEOPATIA PARA ANSIEDADE E NERVOSISMO

    A terapia alternativa visa tratar diversas doenças, sem agredir o organismo, podendo ser usada no tratamento dos sintomas da TPM, menopausa, estresse, ansiedade, nervosismo, inflamações nas vias aéreas, disfunções hormonais femininas, lesões graves, tumores, alergias e outros.

    A homeopatia tem a cura baseada na semelhança, pois usa substâncias que são capazes de produzir efeitos similares aos sintomas que o paciente apresenta, induzindo assim uma reação do sistema imunológico do organismo para curar a doença, estimulando os sintomas para que o corpo se regenere.

    Composição e função

    Os medicamentos são feitos a base de substâncias de origem vegetal, animal e mineral que são diluídas em água ou álcool, podendo ser encontrados em gotas, pomada e xarope. Há medicamentos homeopáticos para diversas doenças, como por exemplo, o nervosismo e a ansiedade, para os quais os medicamentos são preparados segundo os fundamentos da homeopatia e respeitando as técnicas da Farmacopeia Homeopática Brasileira, podendo ser usados por pessoas ansiosas e nervosas de qualquer faixa etária. Mas, antes é preciso fazer uma visita ao seu médico psicólogo, pois o mesmo irá diagnosticar se o problema realmente é nervosismo e ansiedade e, a partir disso, irá prescrever um tratamento médico convencional e você pode pedir informações sobre um tratamento terapêutico a partir da homeopatia.

    Recomendações de uso

    Os medicamentos homeopáticos devem ser usados três vez ao dia no caso de xarope ou gotas e no caso de comprimido deve ser tomado somente uma ao dia. A quantidade de gotas deve ser prescrita pelo médico homeopata.
    É importante ressaltar que algumas farmácias de manipulação de medicamentos homeopáticos só comercializam os remédios com prescrição médica, levando sempre em consideração as regras da ANVISA. Entretanto, a maioria normalmente é vendida sem a necessidade de uma receita médica, porém, isso não significa que as pessoas podem se automedicar, pois é fundamental consultar um médico homeopata para tirar todas as dúvidas e relatar os sintomas para poder chegar ao diagnóstico correto e o tratamento homeopático adequado.

    Para manipular os seus remédios homeopáticos, lembre-se sempre de procurar laboratórios de manipulação de sua região de boa procedência e que usam substâncias naturais verdadeiras para que não corra o perigo de causar uma possível intoxicação medicamentosa e levar a problemas sérios de saúde.

    Técnicas para controlar o nervosismo

    O nervosismo atinge muitas pessoas durante o dia seja em casa ou no trabalho, devemos saber que ele pode nos trazer sérias consequência A vida agitada e os problemas diários causam estresse e nervosismo que prejudicam a saúde de forma geral, ficamos á flor da pele e sentimos ansiedade, vontade de roer as unhas, irritação e tensão muscular, as pessoas com nervosismo constante podem desenvolver doenças. Não devemos ultrapassar nosso limite, é muito importante realizar as tarefas diárias com calma e agendar os compromissos de acordo com a disponibilidade de horários, devemos ter calma, paciência e respirar fundo diante de situações difíceis e estressantes, existem técnicas de relaxamento que ajudam a controlar o nervosismo, como a prática de yoga, meditação, massagens relaxantes, acupuntura e exercícios físicos.

    Benefícios da atividade física

    É fundamental aprender a controlar a respiração, inspire pelo nariz e aspire pela boca de forma lenta, essa técnica é eficaz para aliviar a tensão e o nervosismo. A caminhada é uma atividade física que melhora o humor e ajuda a acalmar e tranquilizar a mente, auxilia o corpo na produção de serotonina que é o hormônio capaz de proporcionar sensações de bem estar, quando caminhar respire levemente e devagar, tenha pensamentos positivos para limpar a sua mente, refletir momentos especiais ajuda a limpar a sua mente dos problemas que te deixam nervoso.

    Sintomas

    O nervosismo pode desenvolver doenças na pele, pode desencadear doenças gástricas, respiratórias, circulatórias, saiba que as doenças que se desenvolvem devido ao estresse e ansiedade geralmente costumam causar espinhas, cefaléia, ulcera, gastrite, hipertensão e asma.

    Receita caseira

    Você pode tomar duas xícaras de chá de camomila, erva cidreira ou melissa nos intervalos das refeições, pois as ervas possuem propriedades calmantes e terapêuticas em sua composição ajudam a acalmar a mente e diminuir o nervosismo, você pode preparar também suco de maracujá que é excelente para relaxar o corpo e tranquilizar a mente.

    A yoga tem também exercícios que são fisicamente intensos, mas que acalmam a mente porque é necessário concentrar-se naquilo que o seu corpo está a fazer, ela exige a meditação que se focam na respiração. Cuide-se mais e não deixe que pequenas atitudes deixe seu dia para baixo, reaja e mostre que você é maior que seus problemas.

     

  • DESFRUTE DA REFLEXOLOGIA

    DESFRUTE DA REFLEXOLOGIA

    todo mundo gosta de uma boa massagem nos pés. Mas, quando ela é realizada por especialistas em reflexologia, seu efeito não é apenas relaxante, mas pode auxiliar no tratamento de doenças físicas e psicológicas.

    Reconhecida pelo Ministério da Saúde do Reino Unido como uma terapia complementar, a técnica possui tradição milenar e já era conhecida na antiguidade em países como Egito, Índia e China. No início do século XX, o otorrinolaringologista americano William Fitzgerald descobriu a reflexologia moderna (terapia zonal), que pressupõe linhas de energia ramifi cando-se por todo o corpo. Segundo Noriyuki Kashiwaya, professor de Reflexologia do Centro de Estudos de Acupuntura e Terapias Alternativas, a prática compreende a estimulação de determinados pontos situados nos pés, que se relacionam a regiões específicas do corpo humano, conhecidas como áreas reflexas. “Cada área corresponde aos órgãos, nervos, glândulas e partes do corpo inteiro”, diz Kashiwaya.

    A partir da pressão desses pontos, o corpo relaxa, a circulação sanguínea melhora e os órgãos e glândulas se equilibram. Como a maioria dos problemas de saúde está relacionada ao estilo de vida, a reflexologia se apresenta como uma terapia útil, não invasiva, sem contraindicações, que estimula o funcionamento correto do corpo, fortalecendo o organismo e desbloqueando tensões.

    Por dentro da técnica

    Louise Keet, diretora da London School of Refl exology (Reino Unido) e autora do livro A bíblia da reflexologia, um guia definitivo para a reflexologia (Pensamento), afi rma: “Esta não é uma terapia para diagnosticar doenças, nem um tratamento médico. Ela não cura: só o corpo pode fazer isso. A reflexologia apenas facilita sua recuperação”. Kashiwaya completa: “O que acontece é que o terapeuta, através da técnica, ativa essa capacidade que todo corpo possui, levando-o ao equilíbrio”.

    A técnica pode ser aplicada em qualquer pessoa: bebês, idosos, grávidas e até em pacientes oncológicos, ou como parte dos cuidados paliativos. Estudos científicos preliminares têm demonstrado que a reflexologia é efetiva para distúrbios como ansiedade, estresse, tensões, constipação crônica, diabetes do tipo 2, bem como no controle da dor. Kashiwaya acrescenta que o objetivo final é o equilíbrio integral. “Por isso, a terapia é indicada para todo tipo de patologia, a menos que seja um caso cirúrgico, onde houve uma fratura exposta”, exemplifica.

    Numa primeira visita, o terapeuta observará atentamente a pessoa e investigará seu histórico para conhecer seus hábitos de vida. Após essa primeira fase, ela será convidada a se sentar ou a se deitar para exame dos pés. Avaliadas as áreas a serem tratadas, as sessões terão duração média de 20 minutos. E as sessões serão semanais ou, em casos mais graves, poderão ocorrer a cada três dias. “É difícil dizer quanto tempo durará o tratamento, pois isso dependerá da evolução e da saúde de cada um”, fala o professor.

    A formação se dá por e diploma de graduação em  terapia naturista  e também por meio de cursos livres. Segundo Kashiwaya, na hora de escolher um profissional, o melhor a fazer é investigar sua formação. “O bom profissional deve se empenhar em utilizar todo conhecimento adquirido. Mas o importante é sua intenção. Esta, somada à capacidade de ouvir a pessoa, representa 50% do trabalho”, conclui.

    Desfrute da reflexologia
    Conheça uma prática milenar suave e segura que visa a saúde integral e tem trazido alívio no controle da dor até para quem tem câncer

    TIRE SUAS DÚVIDAS

    A reflexologia é feita somente nos pés?
    Não, ela pode ser também manual, facial, nasal, auricular, óssea, ocular e até dental.

    A técnica dói?
    Em geral é indolor, mas pode doer em determinados pontos. Terapeutas bem treinados devem avaliar os limites de cada indivíduo.

    Dá cócegas?
    Os terapeutas têm conhecimento e habilidade para manusear e estimular pontos com firmeza que nada se parece com cócegas.

    É segura?
    Sim, e pode ser aplicada em bebês, idosos, grávidas e até em pessoas submetidas a tratamentos oncológicos ou cuidados paliativos.

    É um tipo de massagem embelezadora para os pés?
    Não, é uma terapia que estimula pontos que se relacionam a órgãos vitais do organismo e leva ao equilíbrio integral.

    Todos os benefícios que você pode ter

    •  A técnica ajuda o corpo a restabelecer-se de quaisquer distúrbios a que esteja sujeito
    • Diminui o efeito do estresse
    • Estimula o sistema imunológico
    • Alivia a dor
    • Melhora a circulação
    • Agiliza o trânsito intestinal
    • Elimina detritos orgânicos
    • Livra o corpo de toxinas
    • Estimula os nervos
    • Promove relaxamento geral
    • Cria vínculos mais sólidos com as crianças
    • Facilita o convívio entre as pessoas
    • Ajuda na recuperação pós-cirúrgica, diminuindo a dor e acelerando a cura

     

  • O QUE É QUIROPRAXIA

    O QUE É QUIROPRAXIA

    Quiropraxia é a ciência, arte e filosofia que se preocupa com a saúde plena, restabelecendo e mantendo o sistema nervoso livre de interferências e funcionando apropriadamente, sem o uso de medicamentos ou cirurgia.

    Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a Quiropraxia é uma profissão da saúde que lida com o diagnóstico, tratamento e a prevenção das desordens do sistema neuro-músculo-esquelético e dos efeitos destas desordens na saúde em geral. Há uma ênfase em técnicas manuais, incluindo o ajuste e/ou a manipulação articular e com um enfoque particular nas subluxações.

    Complexo de Subluxação

    Segundo o CID -10 M99.1 (Código Internacional de Doenças), “complexo de subluxação é uma relação aberrante entre duas estruturas articulares adjacentes que pode ter sequelas funcionais ou patológicas, causando uma alteração nas reflexões neurofisiológicas e/ou biomecânicas destas estruturas articulares, e/ou outros sistemas corpóreos que podem ser diretamente ou indiretamente afetados por estas estruturas.”

    A Quiropraxia baseia-se no fato de que o corpo é um organismo com características auto-reguladoras e auto-curadoras. Estas funções importantes são controladas pelo cérebro e por todos os nervos do corpo que passam pela coluna vertebral. Os ossos do crânio protegem os tecidos delicados do cérebro. Os ossos móveis da coluna protegem as trilhas de comunicação da medula espinhal e suas raízes nervosas que saem em todas as direções. Se a comunicação do sistema nervoso sofrer algum tipo de “interferência” ou “irritação” por um mau posicionamento ou movimento inadequado dos ossos, ele pode causar o mau funcionamento dos tecidos e órgãos por todo o corpo. Os Quiropraxistas chamam isso de Complexo de Subluxação .

    A manipulação articular promove o ajuste Quiropráxico que tem por objetivo remover o complexo de subluxação e devolver a normalidade possível ao organismo. Assim ao retirar o que está causando a interferência ou irritação nervosa, aumenta o movimento, melhora a circulação, reduz o inchaço e a dor. Uma coluna vertebral saudável, bem alinhada e movendo-se por toda a faixa de movimento permite que o sistema nervoso funcione apropriadamente e o corpo volta a ser capaz de exercer sua fisiologia natural para curar-se.

    Tipos de Subluxação

    1.CERVICAL – Dores de cabeça, insônia, pressão alta, acne, sinusite, alergias, estrabismo, problemas oculares e auditivos, amnésia, crises nervosas, cansaço crônico, vertigem, febres, catarro, dormência de braços, dores, neurite, surdez, neuralgias, torcicolos, faringite, ronco.

    2.TORÁCICA – Artrite, asma, úlcera, gastrite, reumatismo, tosse, dificuldades para respirar, dores em braços, problemas coronários, dores no peito, bronquite, pleurite, pneumonia, gripe, congestão, herpes, má circulação, sanguínea, indigestão, cardiologia, dor no abdómen, gases fadigas, urticária, problemas renais.

    3.LOMBAR – Prisão de ventre, varizes, dor em nervo ciático, lombalgia, hérnias, cólicas, diarreia, dor e debilidade crônica, problemas de bexiga, problemas menstruais, incontinência, impotência, dores de joelho, edemas em membro inferior, pés frios, pernas tensas, esterilidade, pernas fracas.

    4.SACRO – Dores ao sentar, hemorróidas, certos tipos de esterilidade, coceira, varizes, dores no quadril.

    O tratamento de Quiropraxia

    Da mesma maneira que há razões diferentes para visitar um quiropraxista, há tipos diferentes de tratamentos. Alguns pacientes querem simplesmente o alívio da dor. Outros estão procurando um modo de se manter saudável. Em qualquer desses casos a Quiropraxia atua.

    Quiropraxia só trata de dores nas costas?

    O tratamento de quiropraxia corrige problemas vertebrais (subluxações) em qualquer lugar em sua coluna, não só sua dor nas costas. Uma subluxação existe quando os ossos vertebrais (vértebras) se tomam desalinhados ou perdem sua amplitude normal de movimento. Nesses locais ocorrem irritações ou pressões sobre os nervos o que interfere na comunicação entre o cérebro e o corpo (e vice-versa). Usando ajustes altamente específicos, a subluxação será eliminada, e a comunicação restabelecida. Assim, sua coluna e seu sistema nervoso voltam a funcionar corretamente. Para que isso aconteça, estão disponíveis diferentes tipos de cuidado quiropraxista.

    Quais os cuidados necessários?

    Todo tratamento de quiropraxia começa com um exame inicial depois do qual podem ser recomendadas radiografias para determinar a seriedade de seu problema. Além de ser ajustado, você pode ser orientado a fazer exercícios, mudar seus hábitos alimentares além de dicas sobre como melhorar sua postura. Tratamento de alívio – Aqui buscamos o alívio de dor aguda e do desconforto que o acompanha. Dependendo do diagnóstico, da idade e da condição física, podem ser requeridas visitas freqüentes por um período relativamente curto. Tratamento corretivo – Busca eliminar os problemas vertebrais que existem há mais tempo. Como eles existiram por um tempo mais longo requerem um período mais longo de tratamento. É como se o corpo já estivesse acostumado àquela posição “errada”, e o trabalho da Quiropraxia será o de “ensinar” o corpo a aceitar como “normal” esta nova posição. Tratamento de manutenção- Ajuda a manter os benefícios que você alcançou nos tratamentos de alívio e corretivo. Continuando o trabalho de quiropraxia e recebendo ajustes periódicos você se mantém saudável e previne a volta ou o aparecimento de novas subluxações. O cuidado da quiropraxia, exercícios e uma dieta sensata lhe ajudarão a desfrutar de uma melhor saúde no futuro.

    Sabemos ainda que é o cérebro que coordena todas as células, órgãos, sistemas e funções do organismo. É o cérebro que controla a temperatura corpórea, a pressão arterial, a frequência cardíaca e a respiração, controla ainda nossos movimentos físicos ao andarmos, ficarmos em pé ou sentarmos, aceita milhares de informações vindas dos nossos vários sentidos (visão, audição, olfato) além de nos deixa pensar, sonhar, raciocinar, sentir emoções, etc.

  • TERAPIA FLORAL

    TERAPIA FLORAL

    Acreditando que determinadas flores têm propriedades vibracionais, ou seja, energéticas semelhantes à da alma humana em equilíbrio, o médico inglês Edward Bach legou para o mundo, na primeira metade deste século, 38 essências florais inglesas, indicadas para re-harmonizar as emoções humanas e, conseqüentemente, promover a saúde das pessoas.

    Seguindo seus passos, pesquisadores florais de diferentes regiões do mundo continuam extraindo, de novas flores, as vibrações necessárias para inúmeros males.

    As flores veiculam a mensagem das forças vitais da natureza. Consideradas, pelos adeptos da terapia floral, elementos de transformação e equilíbrio entre as forças vitais da natureza e do cosmo, as essências florais são utilizadas como instrumento de harmonização, funcionando como auxiliares eficazes na cura de diversos males. Sutis, essas essências transferem suas vibrações suaves, harmonizadoras, para quem se utiliza delas, levando às pessoas uma agradável sensação de conforto e bem-estar.

    As essências florais sintetizam os fundamentos de uma nova medicina, criada pelo dr. Bach, e tornam-se extremamente benéficas e eficazes na promoção da saúde, já que as doenças se originam, em grande parte, nas emoções mais profundas, que estão em desequilíbrio e mal resolvidas dentro de nós.

    Estresse, cansaço, ansiedade, medo, pânico, solidão, insegurança, ciúme, problemas de relacionamento em casa ou no trabalho, além de angústia, depressão, desespero e crises em diferentes fases da vida (adolescência, idade adulta, menopausa e andropausa, terceira idade), problemas na infância, pesadelos, insônia, tabagismo, alcoolismo, drogas, dificuldades na escola e uma série de conflitos internos ou externos vêm-se tornando responsáveis por distúrbios físicos e mentais que afetam cada vez mais gente.

    Para preencher a lacuna instalada no coração, na mente e na alma das pessoas, os florais aparecem como espécies de “remédios” contra as inquietações e desarmonias internas, que comprometem a saúde da pessoa.

     

     

  • MOXABUSTÃO

    MOXABUSTÃO

    A Moxabustão é uma técnica milenar chinesa que visa prevenir e tratar doenças pelo aquecimento de pontos de acupuntura através da queima de ervas medicinais. A erva mais utilizada é a  Artemísia Vulgaris. Também podem ser utilizados outros materiais como o carvão, que apresenta odor mais suave. A Moxabustão já era realizada pelas famílias reais quando a Acupuntura falhava. Segundo os textos chineses antigos, todas as pessoas que desejam ter uma vida longa e saudável devem realizar moxabustão em pontos específicos do corpo.

    A Moxabustão realiza a tonificação energética, elimina a estagnação e regula a circulação de energia. Dessa forma, melhora o funcionamento de órgãos e vísceras do corpo.

    Tem como indicações principais o tratamento de dores nas costas, ombros, joelhos, tornozelos, calcâneo, epicondilite, ansiedade, estresse, depressão, asma, bronquite, diarréia, doenças crônicas de pele, hemorróidas, enurese, incontinência urinária, paralisia facial, enxaqueca, cólica menstrual, infertilidade, impotência sexual, compulsão alimentar, fraqueza e cansaço.

    Como contra-indicação encontram-se os estados de excesso de calor pela Medicina Chinesa, como febre. Por isto, é importante que seja feito o diagnóstico correto pela Medicina Tradicional Chinesa, para melhor direcionar o tratamento.

    A Moxabustão pode ser direta ou indireta. A Moxabustão direta é realizada diretamente sobre a pele e pode ocasionar bolhas ou cicatrizes. Geralmente não é utilizada pelos médicos acupunturistas. A Moxabustão indireta realizada com o bastão de Moxabustão é o método mais usado atualmente, a uma distância de 1 a 2 cm da pele. A Moxabustão indireta também pode ser realizada sobre fatia de gengibre, camada de sal,caixa de madeira, sobre o cabo da agulha, moxa adesiva.

    Um método desenvolvido recentemente e que tem conseguido bons resultados é a Moxa Elétrica, um aparelho projetado para aquecer os pontos de acupuntura, simulando a Moxabustão indireta com uso de bastão de A. vulgaris.

     

     

  • ACUPUNTURA E AURICULOTERAPIA

    ACUPUNTURA E AURICULOTERAPIA

    A acupuntura é uma tecnologia de intervenção em saúde, que aborda de modo integral e dinâmico o processo saúde-doença no ser humano. Pode ser usada isolada ou de forma integrada com outros recursos terapêuticos. Ela tem origem na medicina tradicional chinesa (MTC) e compreende um conjunto de procedimentos, que permitem o estímulo preciso de locais anatômicos definidos por meio da inserção de agulhas filiformes metálicas, para promoção, manutenção e recuperação da saúde, bem como para prevenção de agravos e doenças.

    Como uma das ferramentas da MTC, utiliza linguagem que retrata simbolicamente as leis da natureza e que valoriza a inter-relação harmônica entre as partes visando à integridade.

    Como fundamento, aponta a teoria do Yin-Yang, divisão do mundo em duas forças ou princípios fundamentais, interpretando todos os fenômenos em opostos complementares.
    O objetivo desse conhecimento é obter meios de equilibrar essa dualidade.
    Também inclui a teoria dos Cinco Movimentos, que atribui a todas as coisas e fenômenos na natureza, assim como no corpo, uma das cinco energias (madeira, fogo, terra, metal, água).

    Sua origem e história

    A história da acupuntura confunde-se com a história da medicina na China. Seus primórdios remontam à pré-história chinesa, cerca de 5.000 AC. A linguagem escrita milenar permitiu a continuidade do conhecimento.
    Posteriormente, outros países orientais contribuíram para o desenvolvimento das técnicas de acupuntura.
    As notícias sobre acupuntura no velho mundo ocidental chegaram com os primeiros exploradores europeus, que visitaram o império Chinês, ainda na idade média. A denominação chinesa zhen jiu, que significa agulha (zhen) e calor (jiu), foi adaptada nos relatos trazidos pelos jesuítas no século XVII, resultando no vocábulo acupuntura (derivado das palavras latinas acus, agulha, e punctio, punção). O efeito terapêutico da estimulação de zonas neuro-reativas ou “pontos de acupuntura” foi, a princípio, descrito e explicado numa linguagem de época, simbólica e analógica, consoante com a filosofia clássica chinesa.

    Como funciona

    A Medicina Tradicional Chinesa parte do pressuposto que existe uma energia que permeia e dá vida a todos os seres. Esta energia, denominada, Qi, também se encontra nos seres humanos e circula no corpo através de 12 caminhos principais, denominados meridianos. A inserção de agulhas em determinados pontos destes meridianos faz a manipulação da energia Qi, para equilibrar as forças opostas do Yin e do Yang.
    Quando o Yin e o Yan estão em harmonia, o Qi flui livremente pelo corpo e a pessoa está saudável.
    Quando o indivíduo está doente, ferido, recém operado, ou se sente mal, tem conflitos emocionais, má alimentação ou outras dificuldades com o meio externo, significa que o fluxo da energia Qi está obstruído ao longo de um ou mais destes meridianos.
    Daí a inserção das agulhas na superfície cutânea, em pontos específicos – há centenas deles – para remover obstruções energéticas do Qi, prejudiciais à saúde, portanto, reparadoras do equilíbrio entre o Yin e o Yang.
    Dependendo da situação, essas agulhas podem ser giradas, aquecidas, estimuladas com correntes elétricas, ondas curtas, ultra som ou luz.

    O diagnóstico do acupunturista

    A acupuntura não trata a doença; e sim o doente. Ela utiliza as técnicas baseadas na lei dos 5 elementos e a lei do Yin e Yang para a promoção do equilíbrio e harmonização dos ritmos energéticos do paciente. Uma meticulosa anamnese, com a apreciação da variação dos sintomas, mais uma análise profunda das alterações do pulso; da morfologia da língua; e o conhecimento de fatores etiológicos importantes na Medicina Chinesa, como o vento, o frio, o calor, o verão, a umidade, o seco e o calor de fogo são importantíssimos para o plano diagnóstico e terapêutico do acupunturista.

    Sobre a língua: A avaliação da língua, por exemplo, (cor, forma e saburra) possibilita avaliar a condição energética (Yin e Yang), dos órgãos e das vísceras.

    Sobre o pulso: A avaliação do pulso (pulsologia) informa sobre o estado energético dos meridianos principais do corpo, evidenciando bloqueios ou deficiências. Esse exame permite identificar quais os procedimentos técnicos nos meridianos, que garantam a capacidade de adaptação energética do paciente às mudanças externas, como as climáticas sazonais, locais e etiológicas.

    Indicações

    A OMS – Organização Mundial de Saúde recomenda a acupuntura aos seus Estados-Membros, tendo produzido várias publicações sobre sua eficácia e segurança, capacitação de profissionais, bem como métodos de pesquisa e avaliação dos resultados terapêuticos das medicinas complementares e tradicionais. O consenso do National Institutes of Health dos Estados Unidos referendou a indicação da acupuntura, de forma isolada ou como coadjuvante, em várias doenças e agravos à saúde. Além disso, uma pesquisa publicada no fim de 2006 na China, pelo jornal oficial China Daily, informou que a acupuntura pode tratar 461 doenças, a maioria delas relacionada ao sistema nervoso e imunológico, aos aparelhos digestivo e geniturinário, e aos sistemas muscular e ósseo, além da pele.
    O responsável pelo estudo, é o Dr. Du Yuanhao, do Centro de Pesquisa de Acupuntura Chinesa de Tianjin.

    Ela é indicada:

    Analgésica – Dor de qualquer origem, crônica ou aguda.
    Antiinflamatória – Artrite e traumatismo
    Relaxante muscular – Contratura muscular, torcicolo
    Ansiolítica (calmante) – Insônia, stress, ansiedade, irritabilidade, síndrome de abstinência de dependência química
    Antidepressiva (leve) – Angústia, depressão, irritabilidade
    Broncodilatadora – Asma, enfisema, bronquite
    Vasodilatadora – Anomalias circulatórias (arteriais), AVC (derrame cerebral), angina de peito, seqüelas do infarto.
    Antiemética – Náuseas e vômitos de origem gastrointestinal, da gravidez e/ou pós-quimioterapia, constipação, gastrite, retocolite ulcerativa.
    Cicatrizante – melhoria da circulação, escaras, acne, incisões cirúrgicas
    Imunidade – Rinite, alergia, asma, herpes, sinusite
    Odontalgias pós-operatórias, paralisia facial
    Distúrbios hormonais – menopausa, impotência sexual, frigidez, infertilidade, TPM – tensão pré menstrual, distúrbios do crescimento.

    Contra-Indicações
    A Acupuntura deve ser realizada por um profissional capacitado, pois, é um procedimento invasivo, que exige conhecimentos de anatomia e fisiologia. Não existem contra-indicações e nem efeitos colaterais, salvo eletro-acupuntura em pacientes portadores de marca-passo.

    Auriculoacupuntura

    Esta é uma especialidade da Acupuntura que tem como foco o tratamento diretamente no pavilhão auricular (na orelha) tonificando assim os pontos patógenos, através de agulhas previamente preparadas para este fim.

  • MASSOTERAPIA

    MASSOTERAPIA

    A massoterapia tem desempenhado um papel importante nos cuidados gerais de saúde para muita gente, principalmente no mundo estressante como é aquele em que vivemos hoje. A massoterapia, como o nome sugere, consiste no tratamento ou terapia através de massagens e pode ser aplicada a diferentes partes do corpo ou de forma contínua em todo o corpo, para aliviar o stress e a tensão, diminuir as dores musculares, controlar a dor, eliminar traumas físicos, melhorar a circulação sanguínea e flexibilidade, promover a saúde e bem-estar e também melhorar a qualidade de vida.

    O massoterapeuta é o profissional que pratica a massoterapia e pode utilizar diversas técnicas de massagens de acordo com o seu diagnóstico. Isto é o que distingue a massoterapia de uma massagem comum. A capacidade de um profissional qualificado, neste caso o massoterapeuta, direccionar o seu trabalho em função das necessidades do cliente.Por exemplo, se o cliente tiver dores musculares ou quiser aumentar a flexibilidade o massoterapeuta usará um conjunto de técnicas de massagem da massoterapia diferentes das que usaria para um cliente que quer aliviar o stress e relaxar. No entanto, numa massagem comum, o massagista segue uma determinada sequência, geralmente igual para todos os clientes.

    O massoterapeuta pode-se especializar em diversos tipos de massagem. Uma pessoa que faz um curso de massoterapia passa a ser um profissional qualificado e pode trabalhar em locais como: clínicas de massoterapia, de estética ou reabilitação, clubes esportivos, spas entre outros. O massoterapeuta é o responsável pela seleção das melhores técnicas de massagens que cada paciente vai receber na sua sessão consoante as suas necessidades.

    A massoterapia engloba os mais diversos tipos de massagens, tanto de origem ocidental como oriental. Algumas das técnicas utilizadas na massoterapia são: A Drenagem Linfática, o Shiatsu, a Reflexologia Podal, o Do-in, o Tuiná, a Ayurvédica, a Tailandesa, a Massagem Relaxante entre outras.

    Abaixo estão alguns dos benefícios da massoterapia:

    1 – Estimula a circulação sanguínea de uma forma geral

    2 – Ajuda a controlar o estress, as tensões, a irritabilidade e ansiedade

    3 – Alivia e ajuda a combater as dores musculares

    4 – Ajuda a normalizar as funções fisiológicas

    5 – Contribui para o fortalecimento do sistema imunológico

    6 – Promove o bem-estar e uma melhor qualidade de vida

    7 – Contribui para a eliminação de resíduos metabólicos no corpo

    Lembre-se sempre antes de marcar e fazer uma sessão de massoterapia de contactar o seu médico. Ele vai avaliar se as técnicas envolvidas na sessão são indicadas para o seu caso em específico.

     

     

  • CÉTICOS VERSUS HOMEOPATIA

    CÉTICOS VERSUS HOMEOPATIA

    Não é novidade saber que a homeopatia sofre ataques reiterados, em forma de surtos, como um sofrimento crônico por parte dos desinteressados na saúde dos povos do Brasil e do Mundo; por parte daqueles que buscam o caminho desesperado de lançar o ceticismo como arma de propaganda contra esta TERAPÊUTICA que tanto tem ajudado as populações do mundo há mais de dois séculos, nos seus diversos continentes.

    Com apelos publicitários expressivos, lançam mão agora de falsos conceitos sobre a ciência, para enganar a opinião pública e principalmente tentar ludibriar as INSTITUIÇÕES de ensino, de pesquisa e de profissionais. Seu objetivo central é tirar a chance daqueles que porventura poderiam procurar a HOMEOPATIA como forma de tratamento,subtraindo-lhes também a possibilidade de mais uma opção na busca de resultados satisfatórios para seus sofrimentos. Os motivos verdadeiros que os movem, naturalmente se escondem atrás das fontes de seus financiamentos. E estas fontes não são oriundas da ciência nem daqueles que são sinceros com os interesses da mesma!

    A homeopatia tem sido uma ferramenta a mais nas mãos das ciências médicas há mais de 200 anos,prestando serviços à saúde das populações. Ao longo destes anos, os HOMEOPATAS jamais se furtaram ao debate acadêmico e científico. Aliás, buscam com esforços permanentes, estarem inseridos nos meios institucionais e propícios ao mesmo. E do ponto de vista da ciência, existe algo que nunca se pode abrir mão: SÃO OS FATOS. Os resultados dos tratamentos daqueles que buscam a HOMEOPATIA são fatos repetidos em todos os lugares deste planeta, onde ela possa surgir e ser aplicada, com técnica e método bem descrito e publicado, acessível a todos, bem diferente dos produtos e conhecimentos patenteados, que se tornam objetos restritos a países e empresas que os detêm por puros interesses econômicos.

    Os resultados clínicos são A PROPAGANDA principal da homeopatia, responsável pelo seu crescimento no Mundo e constatado pela própria Organização Mundial de Saúde, em seus sucessivos relatórios dos últimos anos. Vale ressaltar que uma parcela expressiva destes pacientes percorrem previamente outros caminhos de tratamentos, e poderiam bem ter obtido resultados de efeito placebo com qualquer outra técnica ou por simples sugestão.

    É importante salientar que a Organização Mundial de Saúde, além de constatar o crescimento do uso da homeopatia nos diversos continentes, vem também adotando como estratégia o incentivo aos seus países membros, para que adotem o uso da homeopatia como recurso terapêutico e adotem pesquisas sobre a segurança e a eficácia de seu uso.

    Na tentativa de explicarem os efeitos da HOMEOPATIA, inúmeros homeopatas e pesquisadores ao longo da história, procuraram teorizar sobre esta forma terapêutica. No entanto, em ciência, a teorização é uma permanente tentativa de explicação do fenômeno, e para alcançar tal objetivo, esta se modifica ou se ajusta, acompanhando novas descobertas, até que se chegue a uma conclusão teórica satisfatória em relação ao conhecimento científico. Isto faz parte da história do conhecimento. Uma teoria não nega cientificamente um fato. Ao contrário, é o fato que pode negar ou confirmar uma teoria. O fato, enfim, não existe devido a uma teoria, mas ao contrário, uma teoria existe devido a um fato. Eis a questão central. Os grandes laboratórios, quando lançam no mercado suas drogas, o fazem com alarde de muitas teorias, falando sobre seus efeitos, explicando teoricamente como e porquê funcionam. Depois de algum tempo, quantas delas são retiradas do mercado, por apresentarem efeitos não previstos em suas formulações e teorizações, muitas vezes fatais e/ou mutiladores de seres humanos. Outras vezes, apresentam reações terapêuticas novas, não evidenciadas em suas pesquisas, incorporando nova indicação de seu uso terapêutico.

    SÃO OS FATOS OBSERVADOS PELA EVOLUÇÃO CLÍNICA DOS PACIENTES E DOENTES que atestam e cientificamente definem o valor de um tratamento, pois a prova final será dada pela qualidade dos resultados clínicos, em termos de segurança e eficácia, para a medicina. Assim é a ciência. Assim também é a ciência médica. Dizer que a teoria está acima dos fatos, é colocar a ciência de cabeça para baixo. Isto é gesto e atitude daqueles que não têm boas intenções para com o conhecimento.

    Quanto ao uso de qualquer medicamento, é preciso lembrar que em primeiro lugar, se leva em consideração a segurança do mesmo. No caso dos medicamentos homeopáticos, a descoberta e o desenvolvimento da técnica de seu preparo, de forma dinamizada e em doses pequenas (popularmente conhecidas como doses homeopáticas), foi o fator definitivamente seguro para o seu uso, pois afastou a possibilidade de efeitos tóxicos, tão bem demonstrado pelos manifestantes. O segundo critério para o uso de um medicamento, diz respeito à sua eficácia. Neste caso, a eficácia do medicamento homeopático, por ser usado em pequenas doses, está ligada à qualidade do medicamento escolhido, e não à sua quantidade. É a escolha criteriosa do medicamento para cada paciente, de forma que este seja sensível ao mesmo (escolha qualitativa) que pode fazê-lo reagir ao mesmo, ainda que a pequenas doses. Eis o segredo do seu funcionamento: Isto se deve à aplicação da chamada lei dos semelhantes. Usar o mesmo medicamento para um conjunto de indivíduos que não apresentem semelhanças sintomatológicas entre si e nem tampouco com o medicamento utilizado, e desejar efeitos, é puro desconhecimento sobre o assunto.

    Outro objetivo dessas manifestações de ataque contra a homeopatia se dão também no sentido de querer afastá-la dos serviços de saúde pública nos países onde a mesma está presente. A preocupação que os move não é com os gastos com a homeopatia nos serviços públicos onde a mesma está inserida, pois estes não são capazes de desequilibrar nenhum orçamento. A humanidade, que nos tempos modernos, se vê às voltas com inúmeras doenças, sejam as crônico degenerativas, sejam as epidêmicas infecto-contagiosas emergentes ou re-emergentes, que desafiam os sistemas de saúde do mundo todo para serem enfrentadas e resolvidas de forma definitiva, encontrando limites no conhecimento; na tecnologia; na capacidade de solução definitiva; nos custos financeiros cada vez mais elevados aos sistemas sanitários, ainda que conte com grandes avanços e conquistas nos conhecimentos e na tecnologia médico-farmacêutica, continua tendo na HOMEOPATIA uma aliada, se somando aos outros esforços das diversas especialidades na área médica.

    Sabemos que a crise econômica na EUROPA e nos EUA tem feito com que empresas manifestem seu lado mais selvagem, na competição pelo mercado. No entanto, queremos afirmar que isto jamais se deve fazer às custas da saúde e da vida humana. REPUDIAMOS TAIS AÇÕES E REAFIRMAMOS O RESPEITO À VIDA. No Brasil, a HOMEOPATIA está presente há 170 anos, prestando serviços ao nosso povo desde então, inclusive aos escravos, que não tinham garantias de atendimento público de saúde e muito menos privado, nos primeiros tempos de sua chegada a este País. Hoje, há uma grande luta pela ampliação de sua presença no SUS e nas UNIVERSIDADES. Tem o seu reconhecimento como especialidade médica junto ao Conselho Federal de Medicina desde 1980, e vem construindo um grande amadurecimento nas relações institucionais, particularmente mais intenso no convívio fraterno com todas as outras especialidades médicas, junto ao Conselho Federal de Medicina e à Associação Médica Brasileira. Neste sentido, os médicos homeopatas se prestam à mesma luta pelo aprimoramento e respeito ao trabalho médico, dividindo com todas as especialidades irmãs, a responsabilidade de elevar o prestígio e a qualidade da nossa medicina. Por isso, o nosso repúdio a este movimento de pseudo-céticos ingleses, que procuram expandir mundo afora os seus ataques à Homeopatia, que insultam deliberadamente a inteligência, a autonomia, as instituições, a auto-determinação e a soberania da nação brasileira!

     

     

  • COMPROVAÇÃO DA CURA HOMEOPÁTICA

    COMPROVAÇÃO DA CURA HOMEOPÁTICA

    Frequentemente, a classe homeopática é surpreendida por críticas ao seu modelo terapêutico, na maioria das vezes por indivíduos que desconhecem os preceitos básicos da Homeopatia. O jargão mais utilizado é que a Homeopatia “não apresenta comprovação científica”.

    Lembrando que os pilares fundamentais da Homeopatia são o princípio terapêutico pela similitude e a experimentação dos medicamentos em indivíduos humanos (sadios), iremos discorrer nessa introdução sobre a comprovação científica da lei dos semelhantes, confirmada em inúmeros estudos clínicos e experimentais da Farmacologia moderna.

    Importa salientar que o modelo homeopático é fundamentalmente experimental, fruto da observação criteriosa do efeito das substâncias no organismo humano. Apoiado nestas evidências, Samuel Hahnemann propôs o tratamento pelo princípio da semelhança. Nos parágrafos 63 e 64 de sua obra máxima, Organon da arte de curar, Hahnemann estipula o mecanismo universal de ação das drogas, sistematizando-o: “todo medicamento causa certa alteração no estado de saúde humano pela sua ação primária; a esta ação primária do medicamento, o organismo opõe sua força de conservação, chamada ação secundária ou reação vital, no sentido de neutralizar o distúrbio inicial”.

    Observando que esta “ação secundária ou reação vital do organismo” poderia ser empregada de forma curativa, desde que direcionada no sentido correto, Hahnemann propôs um modelo terapêutico no qual se administra ao indivíduo doente um medicamento que causou (experimentação em indivíduos sadios) sintomas semelhantes aos seus, com o intuito de estimular uma reação do organismo contra a própria doença. Daí surgiu o princípio terapêutico pela similitude: “todo medicamento capaz de despertar determinados sintomas no indivíduo sadio, pode curar esses mesmos sintomas no indivíduo doente”.

    Assim fundamentado, Hahnemann passou a experimentar uma série de substâncias em indivíduos considerados “sadios”, anotando todos os sintomas (ações ou efeitos primários, patogenéticos) que neles surgissem, confeccionando com isto a Matéria Médica Homeopática. À medida que defrontava pacientes com sintomas semelhantes às drogas experimentadas, aplicava-as a esses enfermos, no sentido de estimular a reação vital, secundária e curativa do organismo, obtendo com isso a melhora progressiva e duradoura dos sintomas.

    Desse modo, a aplicação do princípio terapêutico homeopático implica no estimular uma reação homeostática e curativa do organismo, direcionada pelos efeitos primários da droga que causou nos experimentadores sadios sintomas semelhantes aos sintomas da doença original.

    Fundamentando cientificamente o princípio da similitude perante a Farmacologia e a Fisiologia modernas, vimos estudando nas últimas décadas os eventos adversos das drogas alopáticas e encontrando uma infinidade de evidências, tanto em compêndios farmacológicos quanto em ensaios clínicos e estudos experimentais, que descrevem uma reação secundária e oposta do organismo ao estímulo primário das drogas, confirmando as observações de Hahnemann e os pressupostos homeopáticos. Esta ação secundária e oposta do organismo, no sentido de manter a homeostase orgânica, é denominada efeito rebote ou reação paradoxal do organismo, segundo a racionalidade científica moderna.

    Ilustrando o acima exposto, teríamos que drogas utilizadas classicamente para o tratamento da angina de peito e que promovem, inicialmente, a melhora da dor torácica como efeito primário, despertam, como ação secundária ou efeito rebote, após a descontinuação da medicação ou tratamento irregular, exacerbação dessa dor torácica, tanto na frequência quanto na intensidade, em alguns casos não responsivos a qualquer terapêutica. Drogas utilizadas usualmente no controle da hipertensão arterial podem provocar uma hipertensão arterial rebote, como reação secundária ao estímulo primário. Agentes cardiotônicos, empregados no tratamento da insuficiência cardíaca, promovem, após a suspensão da administração, rebote hemodinâmico, com riscos de desencadear severos problemas cardíacos. Fármacos empregados para diminuir o colesterol, despertam um aumento rebote e significante do colesterol sanguíneo. No emprego de drogas psiquiátricas (ansiolíticas, sedativas, antidepressivas, antipsicóticas, etc.), observa-se uma reação do organismo no sentido de manter a homeostase orgânica, despertando como resposta secundária sintomas opostos aos esperados na sua utilização terapêutica primária, agravando os quadros iniciais. Medicamentos neurológicos, utilizados em sua ação primária para evitar convulsões, movimentos discinéticos ou contrações musculares apresentam, como reação secundária ou efeito rebote, uma exacerbação desses mesmos sintomas após a suspensão da medicação. Drogas antiinflamatórias, utilizadas primariamente para suprimir a inflamação, desencadeiam respostas paradoxais no organismo aumentando a inflamação. Drogas antiagregantes plaquetárias, empregadas por seu efeito primário na profilaxia da trombose sanguínea, promovem complicações trombóticas como ação secundária ou efeito rebote. Diuréticos, utilizados primariamente para diminuir a volemia (edema, hipertensão arterial, ICC, etc.), causam aumento da retenção de sódio e potássio, em consequência do aumento rebote da volemia. Medicamentos empregados para a acidez gástrica ou dispepsia (gastrites, úlceras gastroduodenais, etc.) promovem aumento rebote da acidez gástrica com consequente piora das gastrites e das úlceras gastroduodenais após o efeito primário antiácido. Fármacos empregados na asma brônquica desencadeiam piora da bronco constrição, como resposta secundária do organismo à suspensão ou descontinuidade do tratamento, etc.

    Trazendo algumas das muitas evidências encontradas na Ciência moderna sobre o princípio da similitude terapêutica, completo o relato com exemplos do emprego de drogas convencionais segundo o método homeopático. Utilizando-se da reação secundária do organismo como forma de tratamento (princípio homeopático), administrou-se um contraceptivo bifásico (anovulatório) para pacientes que apresentavam esterilidade funcional, incapazes de ovular e engravidar. Após a suspensão da droga, observou-se a ovulação em aproximadamente 25% das pacientes e, dentre estas, 10% engravidaram. Outras drogas modernas poderiam ser utilizadas segundo o método homeopático de tratamento, desde que provocassem no indivíduo humano os mesmos sintomas que se desejam tratar no indivíduo doente.

    Nesse breve relato, citei algumas evidências científicas do princípio de cura homeopático ou princípio terapêutico pela similitude, descritas com detalhes no livro “Semelhante Cura Semelhante: o princípio de cura homeopático fundamentado pela racionalidade médica e científica”.

     

     

     

  • ESCLARECENDO A HOMEOPATIA

    ESCLARECENDO A HOMEOPATIA

    Grande incompreensão existe a respeito da especialidade médica denominada Homeopatia, sendo confundida, pela maioria das pessoas, com a Fitoterapia, que é a utilização de plantas medicinais no tratamento de doenças, que se assemelha mais ao tratamento convencional do que ao modelo homeopático, como veremos a seguir.

    Desde a Grécia Antiga, a Medicina possui duas correntes terapêuticas, fundamentadas no princípio dos contrários e no princípio dos semelhantes. Em consequência do princípio dos contrários surgiu a chamada “Alopatia” (Enantiopatia) e a própria Fitoterapia, que buscam suprimir os sintomas das doenças com substâncias (sintéticas ou naturais) que atuem “contrariamente” aos mesmos (“anti-“) (Ex: antiinflamatório para a inflamação, antiácido para a acidez, antidepressivo para a depressão, antitérmico para a febre, etc.).

    Baseando-se no princípio dos semelhantes, em 1796, o médico alemão Samuel Hahnemann criou a Homeopatia (tratamento através de substâncias que causam sintomas “semelhantes” aos da doença a ser tratada), apoiando-se na observação experimental de que toda substância capaz de provocar determinados sintomas numa pessoa sadia pode curar estes mesmos sintomas numa pessoa doente. Contrariamente ao que se pensa, a Homeopatia é um sistema científico definido, com uma metodologia de pesquisa própria, apoiada em dados da experimentação farmacológica dos medicamentos em indivíduos humanos (sadios), reproduzidos ao longo dos séculos.

    O médico homeopata tem como finalidade encontrar um medicamento que foi capaz de causar nos indivíduos sadios sintomas semelhantes (“homeo”) aos que se desejam combater nos indivíduos doentes, estimulando o organismo a reagir contra a sua enfermidade. As ultra diluições das substâncias (medicamento dinamizado) são utilizadas com o intuito de diminuir o poder patogenético das mesmas, evitando uma possível agravação dos sintomas quando se administram doses fortes de uma substância que causa sintomas semelhantes aos do paciente, de forma análoga às doses infinitesimais da imunoterapia clássica.

    Cada medicamento homeopático experimentado em indivíduos humanos (sadios) provoca uma série de sintomas (mentais, gerais e físicos), que devem ser semelhantes aos sintomas do indivíduo doente, para que se consiga trazê-lo de volta ao estado de saúde. Em vista disso, torna-se indispensável o conhecimento dos sinais e sintomas objetivos e subjetivos do paciente, a fim de podermos encontrar o medicamento que mais se lhe assemelhe. É por isso que o médico homeopata se interessa por particularidades individuais, considerado estranho por quem não entenda o modelo homeopático.

    Assim sendo, é imperioso realizar um interrogatório abrangente e minucioso, no qual o médico homeopata busca compreender a totalidade sintomática característica do indivíduo, manifesta na forma de ser e reagir frente as situações cotidianas, ao meio e às pessoas que o cercam. Tudo que diga respeito ao paciente exprime o estado de sua vitalidade, desde os conteúdos imaginários e fantásticos, passando pelos sonhos, sensações, sentimentos e pensamentos, incluindo as características gerais e físicas que o caracterizam. O médico homeopata espera que o paciente expresse os seus sofrimentos físicos, psíquicos e emocionais de forma espontânea, sincera e detalhada, a fim de que num clima de compreensão mútua (médico-paciente) possa-se desenvolver o trabalho de equipe na busca do medicamento correto (individualizado).

    Para isso ocorrer, torna-se fundamental ao paciente e aos que o acompanham a observação constante do seu modo de pensar, sentir e agir, buscando entender as causas profundas que o fizeram adoecer e renovando em si mesmo o diálogo interior na prática do ensinamento grego: “conheça-te a si mesmo”. Devemos frisar que o entendimento íntimo do ser humano é um trabalho difícil e incomum, mas pode ser adquirido de forma gradativa segundo o esforço que cada um empregue nessa tarefa de auto-análise, estando nesse conteúdo de “conflitos” (suscetibilidades), geralmente, o fator desencadeante para a instalação de grande parte das doenças e enfermidades humanas.

    Em vista desse grau de complexidade do ser humano (equilíbrio bio-psico-sócio-espiritual), que deve direcionar a escolha do medicamento homeopático individualizado, o tratamento pode ser mais ou menos demorado, considerando-se também a gravidade e a duração da enfermidade.

    Para os sintomas físicos, com os quais estamos mais familiarizados segundo a medicina convencional, devemos observar todas as particularidades ou modalidades que os tornam característicos a cada indivíduo: tipo de dor ou sensação; localização e irradiação; época e hora de surgimento; fatores de melhora ou piora; sintomas ou sensações concomitantes; etc.

    Quanto aos sintomas gerais, que representam as características generalizantes do organismo e que se relacionam aos vários sintomas melhorando ou agravando-os, devemos valorizar as seguintes modalidades: posições ou movimentos; temperatura, clima ou estação do ano; condições atmosféricas e do tempo; comidas e bebidas; transpiração, eliminações, evacuações; etc.

    A grande importância dada por Hahnemann aos sintomas mentais, ou seja, às características relacionadas ao pensar e ao sentir, ao caráter e à moral, mostra a compreensão ampla que ele tinha do binômio doente-doença, por abordar um tema (psicossomática) que apenas recentemente começa a ser valorizado pela medicina convencional. São esses os sintomas mais difíceis de serem relatados, por constituírem um plano mais importante da individualidade e por delatarem nossas “limitações” e “fraquezas” (suscetibilidades) que, por defesa, buscamos esconder a todo custo. No entanto, esses mesmos sintomas estão diretamente relacionados aos desequilíbrios fisiológicos (sistema integrativo psico-neuro-imuno-endócrino-metabólico) que predispõem o surgimento das diversas classes de doenças ou enfermidades (“mente sã em corpo são”).

    Na escolha do medicamento individualizado para o binômio doente-doença, a Homeopatia Unicista procura abranger com um único medicamento a totalidade característica dos sintomas, buscando na compreensão íntima do indivíduo as suscetibilidades mentais, gerais e físicas que o fazem adoecer. Importa frisarmos que a Homeopatia não é inócua, podendo causar danos ao organismo quando mal empregada, devendo-se evitar a auto-medicação pouco criteriosa.

    É de fundamental importância que o paciente (ou seus acompanhantes) observe o aparecimento de qualquer mudança significativa após a ingestão do medicamento, em todos os níveis (mentais, gerais e físicos), anotando-se as suas características particulares, época de surgimento, duração, intensidade, etc. Algumas vezes, podem ocorrer reações passageiras (agravação inicial dos sintomas, retorno de sintomas antigos, episódios febris benignos, eliminação ou exoneração através da pele, das secreções ou por vias naturais, etc.), indicando que o organismo está reagindo na busca de seu equilíbrio e, por isso, devem ser respeitadas. Vale ressaltar que, quando ocorrerem, essas reações benéficas são breves e acompanhadas de uma melhora do quadro geral, tornando-se muitas vezes imperceptíveis. O surgimento de sintomas novos e incomodativos que antes não existiam, além das reações intensas e prolongadas, devem ser comunicados ao médico, de forma análoga aos efeitos adverso-colaterais do tratamento convencional.

    Com esses breves esclarecimentos, desejamos auxiliar os indivíduos a compreenderem aspectos básicos do modelo terapêutico homeopático, familiarizando-os com conceitos e condutas diversas do modelo terapêutico alopático ou convencional.

    Para finalizar, lembramos que segundo a compreensão homeopática do processo saúde-doença a verdadeira cura não significa o simples desaparecimento deste ou daquele sintoma em si; ela requer que o doente tenha atingido um ótimo estado de equilíbrio geral, físico, emocional e psíquico:

    “No estado de saúde, a força vital imaterial, que dinamicamente anima o corpo material, reina com poder ilimitado e mantém todas as suas partes em admirável atividade harmônica, nas suas sensações e funções, de maneira que o espírito dotado de razão que reside em nós possa livremente dispor desse instrumento vivo e são para atender aos mais altos fins de nossa existência”. (Samuel Hahnemann, Organon da arte de curar, § 9)

     

  • CROMOTERAPIA

    CROMOTERAPIA

    Várias foram as civilizações antigas, como a egípcia, a grega, a indiana, a chinesa e outras que fizeram uso das cores para tratamento de saúde. Na China e na Índia a cor era mais relacionada à Mitologia e à Astrologia. Na Grécia muitos filósofos-médicos foram absorver o conhecimento da ciência médica na fonte egípcia, com os sacerdotes-médicos.

    A Cromoterapia está intimamente ligada ao antigo Egito assim como a própria Medicina. O vínculo da Medicina ao Egito data de 2800 a.C. com IMHOTEP, considerado o Pai Universal da Medicina, pois foi ele quem escreveu os primeiros livros de Medicina, em rolos de papiros. E também foi ele quem fundou a primeira Escola de Medicina.Séculos mais tarde, Hipócrates (460-377 a.C.), médico grego, esteve no Egito estudando a matéria Médica com os sacerdotes-médicos, durante três anos. De retorno a Cós, sua cidade natal, fundou a primeira Escola de Medicina da Grécia e elaborou o Juramento Médico baseado nos escritos de Imhotep.
    Também o tratamento médico com o uso de cores iniciou no Egito, conforme pesquisas do Dr. Paul Galioughi, autor do livro “La Médicine des Pharaons”, onde relata como os sacerdotes-médicos tratavam os doentes com as cores, utilizando-se de flores e pedras preciosas.
    Então, podemos dizer que a Cromoterapia nasceu no antigo Egito; adormeceu milênios; e ressurge como uma Medicina-energética, assim como a Homeopatia e a Acupuntura.
    Diversos foram os pesquisadores do uso das cores, dos quais citamos:

    JOHN OTT – Médico e Diretor do Instituto Sarasota – Flórida/USA, que pesquisou o efeito das cores sobre tumores cancerosos. Autor do livro “Health And Light”;

    DINSHAH GHADIALI – Médico indiano, residente em New Jersey/USA, que estruturou a Cromoterapia em bases científicas. Autor de uma Enciclopédia, em 3 volumes, sobre a utilização das cores nas doenças;

    NIELS FINSEN – Médico em Copenhague, Dinamarca.
    Autor do livro “Propriedades Actínicas da Luz do Sol”. Fundou o Instituto da Luz para a cura de pacientes com tuberculose. Realizou curas surpreendentes em cerca de dois mil pacientes com a aplicação da Cromoterapia, recebendo o Prêmio Nobel, em 1903;

    RENÉ NUNES – Jornalista, Conferencista e Professor, de Brasília – Brasil (falecido em 1995), que se dedicou à pesquisa e aplicação da Cromoterapia em mais de dez mil pacientes, obtendo grande índice de recuperação. Autor de diversas obras, das quais cito “Cromoterapia Técnica”. Foi o grande divulgador da Cromoterapia como ciência médica-energética no Brasil e no exterior.

    Define-se Cromoterapia como a ciência que utiliza as cores do Espectro Solar para restaurar o equilíbrio físico-energético em áreas do corpo humano atingidas por alguma disfunção.
    As 7 cores do Espectro são:

    – VERMELHO
    – LARANJA
    – AMARELO
    – VERDE
    – AZUL
    – ANIL
    – VIOLETA

    A Cromoterapia está fundamentada em três ciências:

    Medicina – A arte de curar;
    Física – Ciência que estuda as transformações da energia, em especial no capítulo dedicada à natureza da luz: sua origem no espectro eletromagnético e seus elementos, como comprimento de onda, freqüência e velocidade;
    Bioenergética – Ciência que demonstra a existência do corpo bioenergêtico, analisando a energia vital.

    A Cromoterapia traz benefícios aos portadores de qualquer disfunção, começando por aliviar as dores e finalmente pela recuperação dos pacientes, na maioria das doenças.
    Salienta-se a eficácia da Cromoterapia no tratamento da ENXAQUECA, doença que atinge um terço da população mundial adulta, conforme estatística da OMS (Organização Mundial de Saúde). A causa principal da Enxaqueca é energética (entrada de energia cósmica pela região occipital), mas pode estar aliada a uma disfunção orgânica como tensão pré-menstrual, má digestão, sinusite, problemas de visão, obstrução das carótidas que conduzem o sangue até os neurônios, compressão das vértebras da coluna cervical, etc…
    A Cromoterapia faz o equilíbrio do fluxo energético e trata a causa física, eliminando a dor e restabelecendo a saúde após uma série de aplicações, numa média de dez a quinze.
    A CROMOTERAPIA consta da relação das principais terapias alternativas ou complementares reconhecidas pela OMS em 1976, de acordo com a Conferência Internacional de Atendimentos Primários em Saúde de 1962, em Alma-Ata. Essa relação foi ratificada pela OMS em 1983, através do Diretor Geral da World Health Organization-OMS, Dr. Halfdan Mahler, e pelo Diretor do Programa de Medicinas Tradiconais da OMS, Dr. Robert Bannerman.

     

     

  • TERAPIA HOLÍSTICA

    TERAPIA HOLÍSTICA

    TERAPIA HOLÍSTICA (Terapia = harmonizar, equilibrar; Holística = do grego holus: totalidade) é mais Qualidade e Bem-Estar em sua vida, utilizando-se de uma somatória de técnicas milenares e modernas, sempre suaves e naturais, proporcionando harmonia, autoconhecimento e incrementando sua capacidade de ser bem-sucedido.

    Aconselhamento, Terapia Floral, Terapia Corporal , Acupuntura, Auriculoterapia, Cromoterapia, Fitoterapia, Reiki, dentre muitas outras técnicas popularmente chamadas de ” terapias alternativas ” são aplicadas pelo Terapeuta Holístico, que procede ao estudo e à análise do cliente, realizados sempre sob o paradigma holístico, cuja abordagem leva em consideração os aspectos sócio-somato-psíquicos.Cada caso é considerado único e deve-se dispor dos mais variados métodos, para possibilitar a opção por aqueles com os quais o cliente tenha maior afinidade, promovendo a otimização da qualidade de vida, estabelecendo um processo interativo com seu cliente, levando este ao autoconhecimento e a mudanças em várias áreas, sendo as mais comuns: comportamento, elaboração da realidade e/ou preocupações com a mesma, incremento na capacidade de ser bem-sucedido nas situações da vida (aumento máximo das oportunidades e minimização das condições adversas), além de conhecimento e habilidade para tomada de decisão. Avalia os desequilíbrios energéticos, suas predisposições e possíveis consequências, além de promover a catalização da tendência natural ao auto-equilíbrio, facilitando-a pela aplicação de uma somatória de terapêuticas de abordagem holística, com o objetivo de transmutar a desarmonia em autoconhecimento.

    Paradigma Holístico: tendência atual de abordagem em diversas áreas do saber, onde a visão de totalidade, de síntese e de interconexão entre todos os ítens se sobrepõe à análise e “dissecação” das “partes”. Exemplos: Terapia Holística*, Empresariado Holístico (meio ambiente, qualidade de vida do empregador e do funcionário, lucro, tudo é tido como interdependente e igualmente importante), Educação Holística (as matérias são estudadas interconectadas entre si).

    A profissão de Terapeuta Holístico é LÍCITA, ou seja, inexiste Lei que a preveja, limite ou impeça o seu LIVRE exercício. Entretanto, ela não é REGULAMENTADA, ou seja, não existe Lei ou Decreto Federal específicos sobre o tema. A ausência de Regulamentação pelo governo para muitas profissões tem sido altamente benéficas, para outras, nem tanto, pois a colocam como alvo de polêmicas e perseguições. A correta interpretação da Constituição Federal garante que a ausência de regulamentação por Lei Federal torna LIVRE o exercício profissional. A CBO – Classificação Brasileira de Ocupações registra mais de 30.000 profissões e destas, cerca de 17 possuem Lei regulamentando e órgão de fiscalização próprio. Ou seja, via de regra, a esmagadora maioria das profissões brasileiras são desregulamentadas, cabendo à “lei de mercado” a seleção dos trabalhadores, daí a grande importância da Auto-Regulamentação, das Normas Técnicas Voluntárias, Certificados de Conformidade e do CRT – Carteira de Terapeuta Holístico Credenciado, cuja adesão espontânea por parte do profissional, possibilita ao público interessado selecioná-los como seus escolhidos.

     

     

  • OS BENEFÍCIOS DO REIKI

    OS BENEFÍCIOS DO REIKI

    Reiki é uma técnica de cura através das mãos, onde o iniciado em Reiki impõe suas mãos sobre pontos energéticos (chacras), da pessoa que está realizando o tratamento  promovendo bem estar geral . A energia Reiki  passa pelo corpo do iniciado, e é transmitido pela suas mãos para o paciente.

    Reiki é uma terapia que trabalha a nível emocional, mental e espiritual e pode mudar muita coisa na sua vida, aqui estão exemplos práticos dessas mudanças:

    * Reiki acalma, reduz o stress e provoca no organismo uma sensação de profundo relaxamento, conforto e Paz.

    * Reiki pode trazer-lhe uma clareza espiritual que antes não sentia.

    * Reiki oferece-lhe uma sensação de alívio emocional durante o tratamento e até prolongando-se após a aplicação. O Reiki ajuda no processo de libertação das emoções.

    * Reiki limpa e clarifica o seu campo energético.

    * Reiki alivia a dor.

    * Reiki consegue aumentar o nivel e a qualidade do sangue que circula no nosso organismo, conseguindo mesmo fazer parar pequenas hemorragias.

    * Reiki consegue “limpar” os nossos órgãos como o fígado, rins, as artérias e outros.

    * Reiki é seguro no tratamento de doenças crónicas e agudas, doenças relacionadas com stress e desordens, como nos casos de sinusite, rinite, menopausa, cistite, asma, fadiga crónica, artrite, ciática, insónia, depressão, apenas para mencionar algumas delas.

    * Reiki acelera o processo de recuperação em caso de cirurgia ou doença de longo termo. Reiki tem ainda a capacidade de reduzido os efeitos secundários e ajustar a ajuda aos tratamentos tradicionais do paciente. Por exemplo um paciente sujeito a quimioterapia que receba Reiki durante o mesmo processo nota uma redução significativa dos efeitos secundários do tratamento.

    * Reiki pode ser aplicado às plantas, animais, comida, água, dirigido ao Nosso Planeta Terra.

    * Reiki purifica os ambientes e remove as “más” energias ou espíritos, seja do seu escritório, da sua casa, carro, jardim ou divisão da casa, onde quer que seja o local, você pode canalizar energia e purificar o ambiente.

    * Reiki ajuda atletas a recuperar mais rápidamente das suas lesões e entrar mais rapidamente na sua atividade.

    * Reiki é para todos, ele cura adultos, idosos, crianças e bebés, os seus animais, as suas plantas e até mesmo o Planeta Terra, se assim o desejar, tudo está dentro do pensamento e amor que emite na prática do mesmo.

    * Reiki é para animais, é claro que sim, eles ajudam-nos a recuperar de doenças, situações de stress, separações e ansiedades, traumas. Os animais devem sempre ser tratados como membros da nossa familia, mas atenção o Reiki não substitui os cuidados médicos que os mesmos possam necessitar.

    * Reiki é energia positiva, nunca pode causar qualquer mal a nada e nem a ninguém. A Energia do Reiki é amor no estado puro, todo o Terapeuta ao aplicar Reiki a si ou ao próximo deverá estar num estado de Amor Incondicional e perfeita União com Deus e o Universo!

    A Cura Pelo Reiki

    Pode ser uma verdadeira surpresa, ela é usada para curar todos os tipos de condições e males instalados no seu corpo físico, emocional e/ou espiritual.

    Muitos pacientes experimentam uma aceleração do seu processo de Cura quando combinam o Reiki com a medicina tradicional ou outras terapias.

    Reiki vem do Universo

    Vem de uma inteligência Superior que gere toda a vida no Nosso Planeta, o Reiki funciona através das necessidades específicas e individuais de cada paciente, a qual resulta sempre em cura, mas nem sempre ocorre na forma de cura desejada pelo paciente. A sintonia entre o paciente, o terapeuta e o Universo é de uma grande valia, assim como a receptividade do paciente durante o tratamento.

    Acontece muitas vezes que o paciente andou desviado do seu caminho, isso causou demasiados desequilíbrios no nosso organismo e muitas vezes não estamos conscientes destes processos, uma vez ultrapassadas algumas questões que são clarificadas com a terapia Reiki, ocorrem surpresas muito boas, o cliente encontra um estado de alívio e de cura desejada para o seu processo.

    O Reiki permite aos pacientes um estado de profundo relaxamento e Paz. Está provado que o Reiki tem sido decisivo e responsável pelos processos de Cura de muitos pacientes pelo mundo fora.

    Reiki e Ciência

    Muitos cientistas concordam que uma força inteligente e superior existe, que um espirito divino/universal continua a suportar e a criar constantemente no Universo.

    Eles assumem ainda que é um Campo da mais Pura Energia e que é ela que comanda tudo que vemos e não vemos no nosso Planeta e Universo.

    Afirmam ainda que Nós Somos Energia, assim como tudo o que existe, é constituído por energia, está provado também que o nosso corpo tem pontos de energia mais fortes sendo uma d’elas as nossas mãos.

     

     

  • AROMATERAPIA

    AROMATERAPIA

    O que é Aromaterapia ?

    Aromaterapia é uma terapia complementar utilizada para promover e manter a saúde e o equilíbrio físico, mental e espiritual. Pela sua natureza holística, procura buscar a causa da doença em vez de tratar somente os sintomas, preparando o corpo a despertar a sua habilidade de se manter em estado de equilíbrio.

    A Aromaterapia utiliza os óleos essenciais puros extraídos de várias partes de plantas e árvores. Os óleos essenciais são substâncias líquidas e aromáticas, que apresentam uma ampla variedade de propriedades terapêuticas, podendo ser relaxantes, estimulantes ou equilibrantes.

    A Aromaterapia é muito mais do que a simples aplicação de óleos essenciais. É a arte de utilizar os óleos essenciais, empregando a ciência do seu potencial curativo para estimular a descontração e, ao mesmo tempo, criar uma sensação de prazer e de tranqüilidade em quem a ela se submete.

    Origens da Aromaterapia

    A prática do uso de substâncias aromáticas para elevar o espírito ou para auxiliar a cura de doenças tem sido usada por todas as civilizações através da História. Antigos textos descrevem a arte de preparar unguentos, óleos medicinais e preparações para a saúde do corpo e da alma, e “perfumes mágicos” para aumentar o carisma e restaurar a felicidade são referências comuns nesses textos.

    A moderna Aromaterapia como conhecemos hoje é um desenvolvimento do século XX (1901-2000). O termo “Aromaterapia” foi inicialmente usado por um químico francês chamado Gattefossé, cuja família possuía uma indústria de perfumes. Trabalhando em seu laboratório, um dia Gattefossé queimou sua mão acidentalmente e mergulhou-a numa vasilha contendo óleo essencial de Lavanda. A queimadura curou-se rapidamente, sem bolhas, e esse evento levou Gattefossé a estudar as propriedades terapêuticas dos óleos essenciais.

    Após Gattefossé, outro pioneiro foi Dr. Jean Valnet, que usou os óleos essenciais para tratar os ferimentos dos soldados na Segunda Guerra Mundial e desenvolveu suas pesquisas. Mas, foi a bioquímica francesa Marguerite Maury que desenvolveu o método de diluição e aplicação dos óleos através da massagem – o tratamento hoje conhecido como Aromaterapia.

    A Aromaterapia é atualmente recomendada como uma terapia natural e complementar por muitos profissionais de saúde.

    Abordagem holística

    O tratamento de Aromaterapia encontra-se entre os mais eficientes quando usado para tratar a pessoa como um todo, isto é, focando todos os aspectos da saúde e bem estar do indivíduo, seja físico, mental/emocional ou espiritual.

    Um excelente meio para aliviar o estresse

    O apelo popular da Aromaterapia com o público geral deve-se, em grande parte, na divulgação de seus efeitos benéficos para aliviar o estresse e a maravilhosa sensação de bem-estar que os óleos essenciais promovem. E também, a facilidade de uso doméstico para problemas comuns como resfriados comuns, dores musculares, dores de cabeça, machucados, micoses, etc.

    Quem se beneficia

    A Aromaterapia pode beneficiar uma série de indivíduos e problemas. Ela tem sido particularmente útil em problemas relacionados ao estresse tais como:

    · Problemas de pele· Má digestão
    · Distúrbios de sono
    · Falta de ânimo
    · Dores e mal-estar
    · Ansiedade

    Contudo, você não precisa se sentir mal antes de consultar um aromaterapeuta. Neste mundo moderno e agitado, a Aromaterapia pode ser usada para trazer um rápido estímulo no nível de energia e induzir um estado de espírito calmo e descontraído.