Tudo o que se passa ao seu redor é de acordo com a atitude interior.
Para compreender isso é importante lembrar que cada um reage de uma maneira própria à mesma situação. (mais…)

Tudo o que se passa ao seu redor é de acordo com a atitude interior.
Para compreender isso é importante lembrar que cada um reage de uma maneira própria à mesma situação. (mais…)

Sempre existiram estudos do oculto, dos mistérios da humanidade e do planeta Terra e da relação do humano com o divino. Porém, nem sempre isso foi visto com bons olhos pela maioria das pessoas. Por uma série de imposições sociais, os espiritualistas e intelectuais foram restringidos a pesquisas secretas e a esconder seu verdadeiro conhecimento da humanidade. (mais…)

Se você apresenta algum distúrbio físico , é importante perceber qual aspecto de sua vida não esta fluindo bem.A doença se manisfesta no corpo físico por causa de conflitos interiores que antes de serem somatizados no corpo físico, estão presentes no nosso emocional, como depressões, medos, inseguranças, angústias etc.
Uma vez somatizada a doença você precisará de um acompanhamento médico, e tomar medicamentos , mas se você não se concientizar e mudar sua condição interna, não existirá médico e medicamentos que ajudaram na sua cura, somente você pode se curar, com mudanças no seu padrão de pensamentos e atitudes.
Você através de sua própria leitura, poderá olhar para si mesmo é dizer:” qual área de minha vida não esta fluindo bem”?
Observe o que esta afetando sua estabilidade emocional, reflita sobre suas atitudes, e observe como seu corpo reage a essas emoções.
A consciência metafísica acelera o processo de recuperação, por indicar em você aquilo que esta mal resolvido.
Exemplos: Olhos: ” O que em sua vida, você não gosta de olhar e ver?
Fígado: Com quem ou com o que você esteve bravo nesses últimos dias?
Acidentes: São causados por raiva dos outros ou de si mesmo, sentimentos de carência, desesperança e desejo de atenção.
Aids: Raiva de si mesmo, culpa sexual, vergonha baixa auto estima, sentimentos de isolamento, solidão.
Alergias: Irritações consigo mesmo , ou com outras pessoas ou com a vida , a maioria das alergias são causadoas por traumas antigos.
Amnésia: Não querer saber ou lembrar de coisas do passado e não querer lidar com responsabilidades da vida.
Ansiedade: Medo de estar presente, ou chamar atenção, pelo fato de não se sentir seguro, ” de quem o do que você esta com medo”?
Apatia: medo e pouca disponibilidade de estar vivo e comprometido com a vida, origina-se de um trauma de infância ou de uma perda.
Artrite: pensamentos rígidos, medos ou inflexibilidade.
Bexiga: estar zangado com algo ou alguém.
Câncer: Raiva reprimida por si mesmo, ou dos outros, falta de ajuda, irritação, desistência da vida, vontade de morrer.
Coração: Medo ou pouco disposto a confiar no amor, medo de ser ferido, abuso.
Costas: representam o apoio, não apoiar a si mesmo, falta de amor, falta de apoio financeiro.
Depressão: Falta de convicção de que temos o poder de mudar nossas vidas.
Diabetes: Confira suas atitudes e convicções sobre o amor, alegria, felicidade e energia psíquica.
Enxaquecas: pouca disponibilidade de confiar no processo da vida.
Estômago: representa de digerir alimentos e idéias novas .
Fígado: Armazenar a raiva seja de si mesmo ou dos outros.
Garganta: medo de se comunicar livremente, tragamos nossas palavras e nos sufocamos com ela.
Joelhos: poucos dispostos a reder-nos a nos mesmos e a nossa personalidade.
Mandíbula: ressentimentos e raiva reprimidos e não verbalizados.
Mãos: vontade de alcançar, medo ou estar pouco disposto a receber ( mão direita), a dar ( mão esquerda).
Ombros: repugnância para com os processos da vida, fardos pesados demais, sentimentos frustados.
Ouvidos: medo de ouvir ou escutar por não querer se esforçar para fazê-lo.
Pernas: vontade de sair e avançar, não se sentir apoiado no seu caminho seja pelos outros ou por si mesmo.
Pés: representam vontade auto confiança, levantar e se firmar, medo de alguém ou de sair de algum lugar.
Pescoço: Pouco disposto a ser flexível, ” teimoso”, rigidez.
Pulmões: vontade de respirar, estar com medo ou pouco disposto a experimentar a vida e tomar tudo aquilo que a vida oferece.
Rins: quando o nível do medo no corpo sobe os rins são afetados, reter e armazenar o medo.
Pode ser definida como o estudo do ser ou da realidade, e se destina a buscar respostas para perguntas complexas como: O que é realidade? O que é a vida? O que é natural? O que é sobre-natural? O que nos faz essencialmente humanos? (mais…)

Ingredientes
MODO DE PREPARO
INFORMAÇÕES ADICIONAIS

Ingredientes
MASSA
RECHEIO:
Modo de Preparo
Massa:
Bata todos os ingredientes no liquidificador e reserve
Recheio:

Ingredientes
Modo de Preparo
Deixe o grão de bico de molho de um dia para o outro e cozinhe com sal
Depois amasse bem até que não sobre nenhum pedacinho, até o ponto de ter virado uma massa
E depois acrescente os outros ingredientes e misture todo muito bem
A quantidade do limão depende do gosto e pode colocar até mais que meio limão
Faça as bolinhas e frite em óleo quente

Ingredientes
Modo de preparo
Rale a batata e a cebola numa tigela e escorra qualquer excesso de líquido. Junte o ovo, sal, pimenta e farinha o suficiente para formar uma massa.
Preaqueça o forno em temperatura bem baixa (100ºC).
Aqueça o óleo numa panela e frite colheradas da massa até dourar de todos os lados. Transfira para um prato forrado com papel toalha e deixe no forno somente para manter os bolinhos aquecidos enquanto você frita o resto. Sirva quente.

2 xícaras (chá) de arroz cozido
1/2 xícara (chá) de leite
1 xícara (chá) de farinha de trigo
2 ovos
1 colher (sopa) de molho inglês (opcional)
2 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado
1/2 xícara (chá) de cebolinha verde picada
1/2 xícara (chá) de salsinha picada
1 colher (chá) de fermento em pó
Óleo suficiente para fritar
Sal e pimenta a gosto




As batidas são um excelente alimento para nos energizarmos e repormos o nosso corpo depois de um exercício. São o complemento ideal para todo aquele que deseja melhorar seu rendimento ou para as pessoas em geral, pois desta maneira adicionamos nutrientes na dieta de forma simples e deliciosa. Conheça a batida energética para obter energia rapidamente.
Ingredientes
Modo de preparo
1. Retirar a casca do kiwi e bater com os demais ingredientes.
2. Adicionar mel se desejar e servir em seguida. Recomenda-se tomar pelas manhãs devido ao seu alto nível de vitaminas.
O kiwi conta com um interessante aporte, tanto de vitaminas como de sais minerais, que ajudam no bom funcionamento dos sistemas nervoso e circulatório.

Ingredientes
Preparo
Ligue o forno em temperatura média (180 graus). Unte uma assadeira (25x15cm): espalhe um pouco de ghee com um pedaço de papel-toalha para ficar bem uniforme e polvilhe farinha.
Descasque as maçãs e retire os miolos. Corte as maçãs ao meio e apoie a parte plana sobre uma tábua. Com uma faquinha afiada, corte fatias bem finas. Coloque o suco de limão, a canela, as uvas-passa e as fatias de maçã numa tigela e misture bem.
Coloque a ghee e o açúcar mascavo numa panela pequena e leve ao fogo baixo para derreter. Coloque a farinha integral, a aveia e o sal numa tigela e misture bem. Junte a ghee e o açúcar derretidos aos ingredientes secos. Mexa com uma colher de pau até ficar homogêneo.
Separe esta massa em duas porções iguais. Acrescente uma porção da massa sobre a assadeira untada e aperte com as mãos, cobrindo todo o fundo.
Acrescente as maçãs reservadas sobre a massa. Acrescente a outra porção de massa sobre o recheio e aperte bem com as mãos, cobrindo todos os espaços. Leve a assadeira ao forno pré-aquecido por 25 minutos ou até que comece a dourar.
Retire do forno, espere 10 minutos e corte com uma faca as barras de cereais do tamanho desejado.
Após esfriarem, conserve em recipiente com tampa em local seco e arejado. Rende 15 porções.

Ingredientes
Para o molho:
Modo de Preparo

Ingredientes
Ingredientes
Modo de Preparo

Ingredientes
Modo de Preparo
Frite a cebola no óleo. Junte o tomate batido no liquidificador, a folha de louro e o molho de soja e deixe cozinhar ligeiramente. Retire do fogo. Acrescente o queijo de soja desmanchado e os ovos batidos. Junte os demais ingredientes. Ponha em uma travessa de vidro redonda untada e asse em forno quente por uns 40 a 45 minutos.

Ingredientes
MASSA
Recheio:
Modo de Preparo
Massa:
Recheio:

Ingredientes
Modo de Preparo
Refogue as cebolas na panela por 5 minutos. Junte tomates, cenoura ralada, farelo de pão, suco de legumes e cozinhe por 15 minutos. Junte as castanhas e amêndoas e despeje numa forma de pão. Asse a 200ºC por meia hora.

Ingredientes
Modo de Preparo
Molho
Assado de Glúten com Castanha do Pará
Ingredientes
Modo de fazer
Ingredientes
Modo de Preparo
Bata o tofu, a cebola e o alho no processador ou liquidificador até formar uma pasta. Transfira a mistura para um bowl e acrescente a cenoura, a salsinha, o sal, a pimenta e o azeite. Junte a farinha escolhida, misture bem e, se quiser, acrescente a azeitona. Faça bolinhas com a massa, passe na farinha de linhaça e asse em forno médio/alto por cerca de 15 min. Vale também fazer na fritadeira sem óleo a 180º por aproximadamente o mesmo tempo.

INGREDIENTESModo de Preparo
Primeiro coloque o arroz integral para cozinhar, use de 3 a 4 xícaras de água, o arroz pode ser feito do seu jeito, com óleo e alho, azeite cebola e alho, do jeito que você preferir
Enquanto o arroz cozinha descasque a cenoura, a beterraba e a cebola, rale tudo no ralador de espessura não muito fina, corte o pimentão e o queijo ricota em cubos e separe tudo
Em uma panela separada, coloque o duas colheres de azeite, espere esquentar e coloque a cebola, depois a beterraba e a cenoura, deixe fritar tudo por uns 10 minutos
Desligue o fogo, se preferir deixar mais molhadinho acrescente o molho de tomate e espere por uns 3 minutos até começar a ferver, se não preferir, desligue o fogo, acrescente o pimentão picado, e o arroz já cozido, mexa com cuidado ligue o fogo novamente e acrescente a ricota e mexa por mais 2 minutos
Desligue o fogo e está aí uma receita fácil, nutritiva e deliciosa

Ingredientes:
Massa
Modo de Preparo
Numa panela média, amasse bem o feijão e o arroz com a ajuda de um garfo. Verifique o sal.
Junte a farinha de trigo, o ovo e a salsa e leve ao fogo médio, mexendo sempre, até a mistura se desprender do fundo.
Retire do fogo e deixe esfriar.
Com as mãos untadas com óleo e uma colher (sopa), modele bolinhas de 3 cm de diâmetro.
Passe-as na farinha de rosca e reserve.
Aqueça o óleo em fogo alto e frite as almôndegas aos poucos até dourarem.
Escorra sobre papel-toalha e sirva em seguida.

Ingredientes:
Almôndega:
Molho de Tomate:
Modo de Preparo:

Paz e Amor, Bicho!, por certo os leitores estarão sentindo que chegou a hora de iniciarmos um outro modo de viver. Este precisa ter início a partir do completo respeito pelos nossos irmãos e companheiros de jornada, os animais, de um modo geral e, dentre estes, em especial, o gado, que tem servido com 100% de suas vidas e que nós temos massacrado impiedosamente ao longo da história, para consumirmos suas carcaças, como verdadeiros urubus devorando carniças, sem nenhum respeito por esses nossos irmãos!
Sem dúvida, chegou a hora de os humanos sentirem que tudo o que existe neste planeta é sagrado e, portanto, precisa ser respeitado como tal, a começar por todas as demais espécies vivas que convivem conosco neste lugar maravilhoso do universo.
Sabemos que será difícil para muitos esta mudança radical que precisamos fazer em nosso modo de viver, mas ela é necessária e urgente e requer o esforço individual de cada um de nós para que mudemos os nosso hábitos viciosos, a começar pelo “feio comportamento” de assassinar e ingerir os animais, nossos companheiros de jornada no plano evolutivo.
O que estamos vendo hoje em nosso mundo é o predomínio quase absoluto dos “falsos valores”. Criamos uma sociedade materialista e insensível, de criaturas que foram transformadas em verdadeiras máquinas de consumir, uma vez que desde nossa tenra infância nos ensinaram e prepararam para que nos tornássemos “consumidores inconscientes”. Isto chegou a tal ponto que trocamos o sábio slogan “Penso, logo existo” pelos odioso “Consumo,logo existo”.
Acompanhando esta máxima absurda, temos outro “slogan” que também baliza o nosso dia a dia dizendo que “tempo é dinheiro”. E lá vão os humanos completamente inconscientes correr atrás da melhor forma de ganhar o máximo de dinheiro possível para consumirem cada vez mais, geralmente para atender a “falsas necessidades”. Basta ver, por exemplo, que é comum aparecerem pessoas que se vangloriam de ter 50, 100, 200 ou até mais pares de sapatos e outras coisas do gênero.
Acabamos por esquecer que estamos aqui não para que nos tornemos “consumidores inconscientes”, mas sim para “servir e aprender, ajudar e amar”.
Muitos dirão que nada podem fazer para mudar esta perversa situação, uma vez que nem mesmo as autoridades constituídas nos ensinam algo diferente disso e tudo no planeta gira em torno desta triste realidade. A tal ponto que parece não existir uma saída.
Em parte, os que dizem isso têm razão, pois nossos “dirigentes” não tiveram até agora nem mesmo a capacidade de eliminar dos meios de comunicação, especialmente da televisão, a absurda publicidade de bebidas alcoólicas, contribuindo assim para criarmos uma juventude composta em grande parte por “beberrões inconsequentes”, que nem sabem por que bebem tanto e para o que serve e o que provoca a bebida que ingerem. Daí tantos acidentes graves em nosso trânsito, com perdas de preciosas vidas em pleno desabrochar.
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Aos que pensam que nada podem fazer para mudar este “triste estado das coisas” e que, infelizmente, são a grande maioria, é necessário relembrar o que nos ensinou nosso querido Gandhi: Nós devemos ser a mudança que queremos ver no mundo.
Este é o ponto chave e aqui deve começar sem demora a ação consciente e responsável dos humanos livres e despertos.
Seguindo o ensinamento de Gandhi, torna-se urgente que reorganizamos a sociedade em que vivemos, dando um caráter sagrado a todas as coisas, respeitando os nossos irmãos, os animais, parando imediatamente de assassiná-los barbaramente como temos feito. Pois não precisamos, de modo algum, consumir suas carcaças para nos alimentarmos, uma vez que estão ao nosso dispor no planeta alimentos maravilhosos e adequados para o tipo de corpos que temos e que não incluem carne de nenhum tipo de animal.
Temos legumes de todos os tipo, verduras, uma infinidade de grãos saudáveis e saborosos, como vários tipos de feijões, lentilha, grão-de-bico, milho, trigo, arroz, soja, cevada, linhaça e tantos outros.
Aqui no Brasil, em especial, temos uma quantidade imensa de frutas dos mais variados tipos e a culinária vegetariana nos oferece pratos deliciosos, de “lamber os beiços”.
Não vamos esquecer, também, de que temos solos férteis e abundantes por todo o país, assim como muita água, e de que este país é o lugar que “se plantando tudo dá”.
Para mostrar que tudo isso não é uma utopia, mas algo perfeitamente possível e viável, queremos apresentar aqui um modelo que estamos desenvolvendo e que denominado “Base 13:20 de Vida Alternativa e Sustentável”.
Trata-se de uma pequena área, na zona rural, no interior de São Paulo, na qual iniciamos nossa intervenção há pouco mais de três anos.
Começamos por tratar com muito amor a terra, que estava completamente degradada. Apagamos pouco a pouco os vestígios das interferências anteriores, que incluíram maus tratos aos animais, utilização de agrotóxicos e outras mazelas da exploração absurda do solo dentro da filosofia do “tempo é dinheiro”, pela qual a única coisa que se busca é “ganhar dinheiro”, ter lucro.
Incluímos no projeto energias alternativas como a energia eólica e o aquecimento da água através da energia solar.
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Estabelecemos como condição para se viver no local, o completo respeito aos animais e a todas as espécies que ali vivem, não sendo permitido que se mate nem mesmo uma cobra e muito menos que se eliminem as formigas, pois se tem algum invasor em nossa Base, somos nós e não as demais espécies que já estavam no local quando chegamos.
Mas o mais importante foram as plantações que começamos a fazer pó lá: iniciamos com 260 mudas bem desenvolvidas de mais de 60 tipos diferentes de frutas, que estão crescendo rapidamente, inclusive muitas delas já produzindo, dentre estas: manga, goiaba, acerola,calabura, alguns cítricos, carambola, abacate, caju, pitanga, nêspera, pessego, maracujá doce, mamão, banana, coco e outras.
Também incluímos o plantio de grãos de diferentes tipos de feijão; vagem, quiabo, tomate, milho, abóbora, abacaxi, berinjela, maxixe,caju, mandioca, batata doce, coco etc e a produção tem sido abundante e não temos dado conta de consumir tudo, precisamos fazer geleia, molho e suco de tomate, secar frutas e também distribuir muitas coisas para pessoas da região.
Já comprovamos para nós mesmos que é possível viver de uma outra maneira, diferente desta que oferece o mundo caótico e agonizante que aí está.
Em nossa base podemos viver com as coisas que nós mesmos produzimos.

Agora vem a melhor parte.
Aquela em terei o prazer de lhe dizer que você não vai ser um pobre infeliz, tornando-se vegetariano – um asceta comedor de folinhas de alface e cenouras cruas. (E as proteínas? E as proteínas ???).
E tu terás por sustento as ervas da Terra.
Gênese 3:18
Pois bem – as proteínas. Só o que a carne possui, já que ela é um deserto de vitaminas e sais minerais.(Em ferro e cálcio, perde longe para a maioria dos vegetais.) Pois saiba, caro companheiro herbívoro, que:
Os feijões e seus primos – Soja, lentilha, ervilha e grão-de-bico, contêm mais proteínas por peso que as carnes! E mais cálcio de ferro! Cem gramas de feijão preto, lentilha ou soja, por exemplo, contêm mais proteína que cem gramas de carne. O mesmo para o amendoim, o requeijão, o levedo de cerveja, o germe de trigo e o pão integral! E a aveia, o arroz integral, as nozes e suas primas, o leite, os ovos, e diversos outros alimentos são ricos em proteínas. Até brócolis e batata, entre outros vegetais, embora em menor proporção.
Ou seja: se você comer diariamente uma porção de feijão ou um de seus primos, algo de soja, ou um pouco de germe de trigo ou amendoim (creme de amendoim é uma delícia!) já resolveu sua proteína.
A soja é um festival de proteínas boas e baratas. A “proteína de soja”, em flocos, faz pratos deliciosos. Como? Você já provou e achou horrível Garanto-lhe que foi mal feita! A base para uma proteína irresistível é um reles detalhe que vou revelar-lhe: O pequeno segredo da proteína de soja gostosa é: ao contrário do que diz a embalagem, não a hidrate em água antes de usar. Ela fica “aguada” e meio sem graça. Hidrate colocando diretamente no molho – um caprichado molho, de tomate com cebola e temperinhos, e/ ou cebola com shoyo. O molho de soja – o shoyo – dá um belo sabor e uma cor caprichada (em pequena dose!).
A soja contêm isoflavonas – fitormônios que têm uma estrutura química semelhante à do estrogênio, hormônio sexual feminino. É portanto, um “repositor hormonal”, sem efeitos colaterais, e eficiente. Além da soja, o inhame produz esse efeito. Com ela, você terá centenas de opções, como patéis, croquetes, lasanhas, bolinhos, cheeseburger, guisadinho com vegetal, arroz e carreteiro… e tudo mais.
A soja em grão se presta para saladas, sopas etc.
O queijo de soja, o tofú, é a proteína mais “nobre” da soja. Parece queijo de minas. Com mel ou geléia, ou com sal, ou em patês, ou receitas deliciosa.
O leite de soja é um achado. Além de ser usado em receitas, pode substituir com vantagem o leite de vaca. (Reflita: o homem é o único mamífero que continua tomando leite depois de desmamado. Parece natural isso? Não. O leite produz muco(atenção, turma da rinite, da asma e cia), e o consumo de leite causa ou acentua a depressão!) Para mulheres na menopausa, é um achado: as isoflavonas da soja previne a osteoporose, o colesterol alto, os sintomas calóricos. Uma tranquilidade.
Não se atire em excesso de ovos, queijo, manteiga e leite, com receio de “enfraquecer” sem a carne. Se você mantiver uma dieta equilibrada, com cereais, verduras, e frutas, isso jamais acontecerá. Não é necessário abandonar os laticínios e os ovos de saída. Mas procure ovos caseiros, de galinhas criadas soltas, com milho (em lugares que vendem produtos orgânicos).
Guardei a declaração de um nutricionista, que me parece lapidar:
O prato comum do brasileiro, de feijão com arroz, se este for integral, já é uma refeição quase perfeita, com nutrientes básicos necessários. É só acrescentar verduras e ai está a refeição ideal.
Portanto, relaxe. Feijão com arroz integral – e deu para a proteína.
A propósito: a base de uma alimentação sadia deveriam ser cereais integrais. A base. Isso quer dizer, uns 60 por cento, mais ou menos. Arroz, trigo, centeio,cevada, aveia etc. Eles contêm proteínas, fibras, montes de vitaminas e sais minerais. (Experimente macarrão de trigo integral, de vários formatos).
Afinal, o que é um cereal integral? É exatamente um cereal – aquilo que a Mãe Natureza criou para nós: uma pequena urna cheia de nutrientes. Aí, vem o homo-dito-sapiens (homo-stupidus seria mais correto) e faz o quê? Tira as camadas externas do cereal – o chamado polimento – justamente as que contêm as proteínas, sais minerais e vitaminas em quantidade. Deixa a parte interna, que é quase só amido (engorda e pouco alimenta), jogando fora a porção nobre do cereal. Burrice é pouco para qualificar isso.
Aveia é um cereal fantástico. Use ao natural, com frutas,iogurte, etc, e em receitas – biscoitos, bolos, tortas salgadas. Uma criança criada com mingau de aveia adoçado com mel é um dínamo de saúde.
E finalmente, uma informação consoladora para novos (e velhos) vegetarianos: há uma alternativa de produtos – “carnes” vegetais – em formatos e aspectos próprios para substituir a carne, que permitem uma culinária prática e sem grandes traumas saudosistas. (“Ah! Um bifinho à milanesa! Uma carne acebolada! Um churrasquinho! Um cachorro-quente!”).
Refiro-me à linha de produtos marca “Superbom”, em latinhas (sem conservantes) intituladas “Carne Vegetal”, “Bife Vegetal” e “Salsicha Vegetal”, à base de gluten de trigo. O “Bife vem em rodelas, e com ele se faz a carne de panela, bife à milanesa, strogonoff, churrasco, e dezenas, centenas de variações. A “carne” é um guisadinho. E a salsicha – bem, é uma salsicha escrita. Onde se encontram? Nos bons supermercados, geralmente na prateleira dos “dietéticos” (mas nem sempre: pode ser na vizinhança da salsicha comum e das sardinhas). E em alguns armazéns de produtos naturais. (Não, não é marquetingue: eles nem sabem que eu existo).
E conclua: só não é vegetariano e feliz quem não quiser.
Ah! Você desejaria abandonar a carne, mas acha tão difícil… Que fazer?
Há uma receita infalível, com dois itens.
Primeiro: leia o capítulo inicial de Fisiologia da Alma, de Ramatís.
Segundo: vá por partes. Primeiro corte a carne suína. Depois de algum tempo, decida cortar a carne bovina. Também gradualmente – diminuindo os dias da semana, instituindo o “dia do peixe”, e um “dia da carne” – introduza as carnes vegetai, por exemplo. Dê-se um tempo; e livre-se depois das aves. Esse é o grande marco de sua liberdade.
Se chegar a “só peixe”, parabéns. Se precisar ficar por aí algum tempo, já pode respirar aliviado. Há uma distância que separa o animal bem individualizado – o mamífero, a ave – do peixe, que obedece ao comando de uma alma-grupo. (O que não significa que não sinta dor, não sofra. Se até os vegetais sentem!).
Tem gente, porém, que nem titubeia: encerra de repente, e de uma só vez, o capítulo carnívoro de sua vida. Sem sentir saudades. Sem recaídas.
Se você recair, não se desespere: retorne devagar e recomece.
Mas o dia chegará, e lhe desejo de todo coração, em que você estará liberto do condicionamento milenar, liberto da escravidão do hábito, livre do peso da crueldade.
Sua saúde vai melhorar, sua disposição e seu astral idem. Sua concentração, sua meditação, sua pele, suas articulações, rins, fígado, intestinos, e até (conheço casos!) dores de coluna vão melhorar/curar-se. Seu equilíbrio interior vai insensivelmente mudar – para melhor. Você estará mais leve, mais tranqüilo, mais pacífico – e provavelmente mais próximo do peso ideal. E muito, muito mais longe dos achaques da velice, da esclerose e da senilidade.
Um dia chegará, em que você vai sentar num gramado verde, olhar o céu, as árvores, os insetinhos nas folhas, ouvindo as cigarras e os pássaros, sentindo na pele o abraço do sol, vendo uma lagartinha que avança devagar num talo de grama, e lá em cima uma asa preguiçosa que plana no silêncio; estendendo a mão, vai sentir o dorso da pedra aquecida, a maciez da grama; vai pressentir, ao seu redor, os milhares de pequenas que se abrigam no regaço da Grande Mãe – e você vai sorrir, sabendo que pode se sentir, como se sente, irmão de todos eles – um Filho Universo.

Enquanto o homem assassinar animais e comer sua carne, vamos continuar tendo guerras.
Na Idade Média se acreditava que esta nossa terrinha minúscula era o centro do universo. Custamos a descobrir que a nossa galáxia tampouco era o universo, mas uma das tantas “ilhas de estrelas” – bilhões delas – do cosmo. Uma correção radical de foco em nosso sentimento de arrogância, mas pelo visto não bastou.
Recentemente, o mapeamento do genoma humano confirmou que somos geneticamente irmãos da comunidade animal – uma linhagem a mais, não os “reis da criação”. (Quanto tempo até que a mera informação intelectual produza efeitos conscienciais?). (mais…)

Enquanto aceitarmos ser túmulos ambulantes de animais sacrificados, como poderemos ter condições ideais nesta terra?
“O que está em cima é como o que está embaixo”. O preceito hermético é o que melhor descreve a constituição do universo.
A nutrição é processo inevitável em todos os planos. Nas regiões mais elevadas do plano astral, pela absorção consciente do prana, a energia solar, através da respiração.
Um terço, talvez, da humanidade atual (encarnada e desencarnada) habite esses níveis (nem falemos dos superiores).
O resto, é aquilo que se sabe: o Umbral — a extensa faixa vibratória colada à crosta terrestre, com vários sub-níveis, e as regiões das trevas mesmo. (mais…)

Os animais são os irmãos inferiores dos homens.
Eles também, como nós, vêm de longe, através de lutas incessantes e redentoras, e são, como nós,candidatos a uma posição brilhante na espiritualidade.
Faz apenas trezentos anos que, neste país, autoridades religiosas garantiam que os escravos negros não possuiam alma, e portanto nada impedia que fossem torturados e mortos por seus donos.
As mulheres, também, para certa religião do Oriente Médio, não eram dotadas desse “apêndice” invisível.
A vítima não tem alma, portanto pode sofrer à vontade. E os animais, têm alma? Sofrem?
Não há um só reencarnacionista, seja de que corrente for – hinduista, budista, espírita, umbandista, teosofista, rosa-cruz, esotérico de qualquer corrente – que possa alegar o desconhecimento da Lei da Evolução.
E é difícil esconder a verdade – a verdade de que o caminho das Centelhas de Vida divinas – nós – é um só: via reinos mineral, vegetal e animal, humano e super-humano, da inconsciência para a Consciência Cósmica.
É assim que fomos, nos evos da evolução, aprendendo a ser gente. O animal de hoje será o humano amanhã – como o humano de hoje esteve no mesmo nível de ontem.
Não fora assim, que espécie de deus seria Deus?
Segue-se dessa Regra Geral Cósmica que somos todos irmãos. E que a única diferença entre nós e o animal – qualquer animal – é apenas cronológica. Eles só entram numa turma depois da nossa.
O adepto de uma religião tradicional, ou materialista, pode esconder-se atrás do argumento eles não têm nada a ver conosco”. Mas como uma pessoa que se diz reencarnacionista e adepta da Lei da Evolução, concilia essa noção de fraternidade de todos os seres vivos, com o exercício de crueldade que é matá-los e come-los?
Falta de instrução superior não é. O hinduismo é claríssimo a respeito. O budismo, idem. Todas as tradições iniciáticas do passado tinham como condição básica para o discipulado, o vegetarianismo. Os essênios, com os quais conviveu o Mestre Jesus, eram de um vegetarianismo estrito. Ele mesmo – vide os Manuscricos do Mar Morto – era o maior dos vegetarianos.
Não há sofisma capaz de atenuar o peso dessa contradição: aqueles que se dizem adeptos da clara Lei Cósmica da fraternidade sentarem-se à mesa e devorarem os despojos sangrentos do irmão menor, em nome exclusivamente do “prazer” gustativo, porque da saúde ou da sobrevivência não é!
Todos os “argumentos pró-carnivorismo dos adeptos dessas correntes têm um claro objetivo: tentar justificar de alguma forma a sua dificuldade pessoal de abandonar o consumo da carne.
Quanto às doutrinas chamadas esotéricas, é dispensável argumentar: qualquer espiritualista honesto mesmo sabe o que deve fazer a respeito!
Quanto os espíritas, se verifica com frequência uma falta de memória sobre os conceitos claros, de Kardec como dos mais abalizados instrutores da doutrina.
No Livro dos Espíritos, cap. XI, fica bem explicadinha a nossa irmandade com os menores irracionais:
Há nos animais um princípio independente da matéria, que sobrevive ao corpo: é também uma alma. Estão sujeitos como o homem, a uma lei progressiva. Emanam de um único princípio a inteligência do homem e a dos animais; no homem, passou por uma elaboração, numa série de existências que procedem o período a que chamais de Humanidade. Nesses seres (animais) o principio inteligente se individualiza, e entra então no período de humanização. Nessa origem, coisa alguma há de humilhante para o homem. Reconhecei a grandeza de Deus nessa admirável harmonia, mediante a qual tudo é solidário na natureza. Acreditar que Deus haja criado seres inteligentes sem futuro, fora blasfemar da sua bondade. Então, metre Allan Kardec, o velho iniciado dos templos do passado, deixou bem claro: os animais têm uma alma, que não só sobrevive ao corpo como evolui, destinando-se no futuro a ser humana. Viver para evoluir é uma necessidade deles. Amputar-lhes a vida, além de cruel, é um débito pesado para com a lei evolutiva. Nós deveríamos ser os protetores dessas consciências pequeninas, já que somos – você já pensou nisso? – as únicas “divindades” que eles conhecem. Somos os “Seres Superiores” deles. Mas, ainda acrescenta o Livro dos Espíritos:
À medida que o espírito se purifica, o corpo que o reveste se aproxima igualmente da natureza espiritual (…) e menos grosseira se lhe fazem as necessidades físicas, não mais sendo preciso que os seres vivos se destruam mutuamente para se nutrirem. (Cap. IV, pergunta 82).
Ora, preciso não é que o homem destrua nenhum animal para se nutrir. Deve seguir-se, pela lógica irrefutável do texto, que quando o faz, só pode tratar-se de um espírito pouco purificado, e de grosseiras necessidades físicas. E mais:
P – Tendo dado ao homem a necessidade de viver, Deus lhe facultou, em todos os tempos,os meios de o conseguir?
R – Certo. Essa a razão por que faz com que a terra produza de modo a proporcionar o necessário aos que a habitam, visto que só o necessário é útil. O supérfluo nunca o é.
(Cap. V, pergunta 703).
Idem, pergunta 737:
Toda destruição que excede os limites da necessidade é uma violação da lei de Deus.
Os animais só destroem para satisfação de suas necessidades; enquanto que o homem destroí sem necessidade.
Terá que prestar contas do abuso da liberdade que lhe foi concedida, pois isso significa que cede aos maus instintos.
Atenção, pois, espíritas: os animais são nossos irmãos menores, destruí-los é próprio de espíritos grosseiros, e uma violação da lei de Deus, um abuso desnecessário, fruto dos maus instintos, e do qual o homem terá que prestar contas, não tendo para isso qualquer desculpa, já que a terra lhe oferece tudo o que é necessário para sobreviver. Bem claro, não?
Outro esquecido de muitos espíritas é o belo texto do “Irmão X”, intitulado “Treino para a Morte”, do livro Crônicas do Além Túmulo:
Comece a renovação de seus costumes pelo prato
de cada dia. Diminua gradativamente a volúpia de comer a carne dos animais. O cemitério na barriga é um tormento, depois da grande transição.
O lombo de porco ou o bife de vitela, temperados com sal e pimenta, não nos situam muito longe dos nossos antepassados, os tamoios e caiapós, que se devoravam uns aos outros.
Sugiro encarecidamente que o amigo leitor leia, ou releia, com a maior urgência possível, o capitulo inicial de Fisiologia da Alma, “A alimentação carnívora e o vegetarianismo”, de Ramatís.
Talvez tenha chegado o seu momento áureo de liberdade…