Autor: Lux

  • 10 CUIDADOS DIÁRIOS COM A PELE

    10 CUIDADOS DIÁRIOS COM A PELE

    A pele é o maior órgão do corpo humano, mas muitas vezes é deixada de lado. As pessoas se preocupam demais com o tamanho da cintura, mas a pele pode ser totalmente esquecida. Claro, você pode até passar um pouco de hidratante no cotovelo seco de vez em quando, ou colocar um pouquinho de protetor solar no nariz antes de ir à praia, mas isso é tudo o que a maioria das pessoas faz no dia a dia, além de esfregar a toalha no corpo.

    No entanto, não é isso que os dermatologistas recomendam. A pele precisa de um pouco de amor e carinho para permanecer saudável, assim como todos os seus outros órgãos, e isso significa separar um tempo para ela todos os dias. Algumas dessas dicas são apenas conselhos que beneficiam também outras partes do corpo, mas a maioria é específica para a pele. Então, sem uma ordem específica, aqui estão 10 cuidados essenciais para você ter uma pele mais saudável e jovem.

    1. Limpeza

    Vamos começar com o básico: produtos de limpeza para a pele são seus amigos. Isso provavelmente não é novidade para ninguém, mas uma das principais estratégias para garantir que sua pele tenha um brilho saudável é lavá-la. Tipos de pele diferentes precisam de produtos de limpeza diferentes, assim como a maioria dos outros produtos, então procure um específico para as suas necessidades.

    Encarar prateleiras e mais prateleiras de produtos diferentes na farmácia pode inibi-lo, mas aqui estão algumas dicas. Fragrâncias e corantes podem irritar a pele de algumas pessoas, então você deve evitá-los se não tem certeza de que sua pele irá aguentar. É melhor não agredir muito a pele também – pode parecer ótimo fazer uma supersessão esfoliante, mas isso às vezes pode prejudicar mais do que ajudar. Você não precisa sentir que sua pele está esticada e seca para que ela pareça limpa. Na verdade, sentir isso significa que você tirou camadas importantes de óleos naturais ou deixou algum resíduo de sabonete. Então dê uma folga para sua pele e ela irá agradecer depois.

    2. Hora de Relaxar

    Recomendamos que você reserve um tempo para você mesmo e relaxe. Estresse pode fazer estragos até na melhor das peles, e causar outros efeitos desagradáveis no resto do corpo também.

    Se a pele está sob pressão exagerada (mesmo se a pele for exatamente a causa do seu estresse), ela eventualmente se torna fina e com menos capacidade de se auto-regenerar. E se você acha que a acne está grave, não queira saber quando começarem coceira, vermelhidão e eczema.

    Então tente se acalmar – aquela espinha não está tão feia quanto parece, e se você não conseguiu cumprir todos os compromissos da sua lista, as chances de o mundo parar são mínimas. Com alguma sorte, sua pele vai começar a acalmar também.

    3. Faça exercícios

    Exercícios frequentes ajudam a limpar os poros e remover as toxinas.

    Você deve estar cansado de ouvir o quanto os exercícios são importantes para a saúde, mas que tal ouvir apenas mais uma vez? Exercícios são importantes para a saúde – incluindo a saúde da pele. E também não é tão ruim assim. Tente frequentar a academia ou fazer uma caminhada no seu bairro, e você pode gostar da sensação de um exercício completo.
    Exercícios frequentes não ajudam apenas a limpar os poros e a combater a acne, mas também ajudam a pele ao induzir a remoção de toxinas. Além disso, os sinais do envelhecimento diminuem com o aumento da produção de colágeno, que diminui as rugas.

    O problema da acne funciona assim (apesar de o resultado variar, assim como o resto dos benefícios): o estresse aumenta a produção de certos hormônios – muitos dos quais já foram ligados aos surtos de acne – e os exercícios são conhecidos por diminuir os níveis de estresse. Portanto, menos acne. Um bom treinamento também manda mais oxigênio e nutrientes para a corrente sanguínea.

    4. Dieta nutritiva

    Nem todos os produtos para cuidar da pele são encontrados na gaveta do banheiro; muitos deles aparecem na sua cozinha. Mesmo que sejam necessárias mais pesquisas sobre o assunto, muitas comidas são suspeitas de ajudar a pele a continuar jovem e bonita.

    É uma boa idéia consumir comidas frescas e não muito processadas – tente fazer suas compras nas prateleiras e gôndolas ao redor do supermercado e evite os corredores internos – é lá que estão as comidas menos saudáveis. Uma mistura balanceada de nutrientes, vitaminas, minerais e antioxidantes deve manter sua pele vibrante. Biotina, um tipo de vitamina B, ajuda a hidratar a pele, assim como cabelo e unhas. A vitamina A é importante quando se trata de reparar tecido danificado e manter a pele saudável. Vitaminas C e E são exemplos de fontes de energia antioxidante que protegem dos radicais livres e protegem a pele dos raios solares nocivos.

    Esses mocinhos podem ser encontrados em várias frutas e vegetais, assim como em muitas outras comidas. Os tipos certos de proteína também são importantes – elas podem ajudar as células a se tratar sozinhas quando forem prejudicadas. Um estudo sugere que pessoas que comem legumes, vegetais e azeite, associados a comidas com pouco açúcar e laticínios, têm uma pele com menos rugas quando velhos [fonte: Purba]. Então encontre uma boa dieta que deixe sua pele feliz e mantenha-se fiel a ela.

    5. Sono

    Não se sinta culpado da próxima vez que apertar o botão “soneca” do despertador e voltar a dormir. Ter uma boa noite de descanso é um ritual diário necessário, e sua pele irá puni-lo se você deixar passar. Isso porque o sono é o momento em que sua pele tem para rejuvenescer e relaxar. Você pode adorar sorrir ou franzir muito a testa, e ambos são muita ação para sua pele aguentar. Adicione ainda um eventual corte, arranhão ou contusão, e sua pele está pronta para pedir férias.

    A pele fica ocupada se reabastecendo durante um bom sono. Também é ótimo porque, pelo menos por uma boa parte do dia, a pele evita toda a poeira, poluição e outras coisas ruins flutuando no ar.

    6. Água

    Provavelmente pode parecer um pouco básico, mas água é algo importante quando se trata de pele. Pense desta maneira: como no resto do corpo humano, a pele é composta em sua maioria por água, certo? Mas como você está exposto aos elementos externos, ela pode perder essa água facilmente e rapidamente ficar seca.

    Você precisa de muita água para manter sua pele fresca.

    Água é como uma fonte de juventude para a pele, sem precisar de aditivos mágicos. Ela absorve água durante o banho, mas a maioria da água que a pele absorve vem de dentro, significando que você é o único responsável por colocá-la lá. E a água traz muitos benefícios para a pele. Por exemplo, ela mantém as células grandes e suculentas, o que pode fazer com que as rugas fiquem menos notáveis. Ela também faz com que o fluxo de sangue aumente e limpe toxinas compostas. Então, quanto mais água, melhor.

    7. Filtro solar

    Pode parecer um pouco radical, mas os especialistas recomendam filtro solar em excesso, mesmo em locais ou horários em que normalmente a maioria das pessoas não usaria. Uma coisa é passar um pouco antes de ir à piscina, por exemplo, mas e no caminho do trabalho ou num pulinho básico à padaria? Sim, nesses casos também.

    Essas táticas extremas contra os raios UV podem não ser possíveis para todo mundo, mas é uma boa ideia considerar o filtro solar como parte do seu ritual diário. Assim, quando você estiver exposto ao sol, estará preparado para os ataques dos raios malvados.

    Além disso, tenha sempre em mente que, apesar de rótulos e propagandas com muitas promessas, muitos filtros solares não deixam você a salvo durante o dia inteiro. Eles geralmente precisam ser reaplicados a cada duas horas para manter sua máxima eficiência. E para quem gosta de tomar sol e manter o bronzeado, aquele FPS 2 ou 4 não faz nada bem para a sua pele. Geralmente é preciso um FPS no mínimo 15 para manter a pele saudável.

    8. Maus hábitos (a falta deles, na verdade)

    Seu pulmão diz não, sua pele também. É hora de parar!
    Você começou a usar filtro solar e agora come direito. Você sai para uma caminhada todas as manhãs, já que está indo para a cama na hora certa e dormindo direito. Mas sempre tem uma lata de refrigerante ou copo de café inocentemente descansando na sua mesa todos os dias, e depois do trabalho você ainda curte um cigarro ocasional ou uma cervejinha gelada.

    Esses pequenos pontos fracos podem não parecer muita coisa, mas eles costumam transparecer no seu rosto, claros como o dia. O rosto sofre com atividades como fumar e beber cafeína e álcool. Fumar deixa o fluxo sanguíneo da pele mais lento, portanto rouba oxigênio e nutrientes dela, e também pode deixar a aparência mais velha – a boca enrugada para tragar a fumaça e olhos apertados para se proteger dela podem causar várias rugas extras.

    Beber álcool e cafeína pode desidratar a pele, então se você definitivamente não conseguir evitar seu desejo por um cafezinho ou uma taça de vinho, tente compensar e beber bastante água. O álcool também pode prejudicar as veias sanguíneas com o tempo, causando manchas na pele.

    Agora que falamos bastante do que não pode, vamos ver as duas últimas dicas do que você pode fazer.

    9. Esfoliantes

    Pode ser bom também ter sempre um esfoliante em mãos. Todos certamente já ouviram aqueles dados assustadores sobre como um vasto número de células mortas ficam na pele. Um pouco após elas morrerem, elas continuam na pele e é preciso um empurrãozinho para que elas saiam.

    É aí que entram os esfoliantes. Eles retiram a pele morta e dão uma polida no que sobrou, deixando sua pele brilhante e fresca. Mas lembre-se de comprar um esfoliante leve, ou ele pode agredir sua pele e deixá-la machucada, especialmente se você tiver acne.

    10. Hidratantes

    Mesmo que sua pele seja oleosa, você ainda precisa de um bom hidratante.
    Nós começamos discutindo sobre como a limpeza é fundamental para qualquer boa rotina de cuidados com a pele, então para terminar a lista, vamos voltar ao seu aliado: o hidratante. Mesmo que sua pele seja a mais oleosa possível, provavelmente ainda precisa de um bom hidratante, talvez mais fraco. Uma boa dica é procurar algum que seja “não comedogênico” (não deixe que essa palavra difícil o engane; de acordo com a Mayo Clinic, isso significa apenas que o produto não obstrui os poros). Cremes e pomadas geralmente funcionam melhor para pessoas com a pele muito seca.

    A melhor coisa é passar um pouco de hidratante logo após o banho – isso prende a água que a sua pele conseguiu absorver no chuveiro. Passe gentilmente na pele e deixe absorver. Vai deixá-lo com uma aparência mais saudável num piscar de olhos, com uma pele macia e hidratada.

     

  • DESODORANTES NATURAIS

    DESODORANTES NATURAIS

    O produto que você usa todos os dias não precisa ter ingredientes químicos. Você não precisa passar muito tempo na Internet para encontrar textos afirmando que seu antiperspirante está tentando matá-lo; apesar de não haver evidência definitiva de que ingredientes antiperspirantes causem mal de Alzheimer ou câncer de mama, não faltam sites na web que aleguem uma ligação entre eles.

    E se você pretende ter um estilo de vida natural e orgânico, provavelmente vai desconfiar de uma lista de ingredientes cheia de palavras parecendo químicas e com várias sílabas. Seja qual for a razão para procurar um desodorante natural, você deve saber quais ingredientes está tentando evitar: alumínio, parabeno, fragrâncias sintéticas e triclosano geralmente estão na lista perversa de qualquer pessoa especializada em viver naturalmente. Mas você sabe quais ingredientes desodorantes você está procurando?

    1: Hamamélia (hamamelis)

    Se você tem a pele muito sensível, pode achar que os desodorantes e antiperspirantes normais irritam sua pele por conter álcool. Se isso acontecer, procure um desodorante que contenha hamamélis, que é conhecida por suas propriedades calmantes na pele. A hamamélia, que é derivada das folhas e cascas de um arbusto, funciona como adstringente em desodorantes; ela diminui os poros das axilas. Ela também faz com que o suor que escapar por esses poros evapore. Como bônus para aqueles que depilam as axilas, a hamamélia é muito usada em produtos pós-depilatórios, então ela pode ser usada para amenizar a dor da depilação.

    2: Óleos essenciais

    Você não precisa de perfumes artificiais para sua axila cheirar bem; para isso, você pode procurar óleos essenciais, que são derivados de plantas. Mas os óleos essenciais valem a pena por mais de um motivo – alguns deles têm propriedades antibacterianas que ajudam a prevenir o odor antes que ele comece. O suor só cheira mal quando bactérias o comem e o digerem, então ao matar as bactérias, o óleo essencial acaba com o odor antes mesmo de ele começar. Alguns óleos essenciais antibacterianos incluem alecrim, líquen, sálvia, capim-limão e tea tree.

    3: Sais Minerais

    Antiperspirantes normais dependem muito de algum tipo de alumínio como ingrediente ativo; o alumínio cria uma tampa na glândula sudorípara que previne o suor de sair. No entanto, como mencionamos antes, não é o ato de suar que causa o mau cheiro, mas sim a mistura do suor com as bactérias que se alimentam dele.

    Sais minerais, ou alúmen de potássio, formam uma camada temporária na pele, em vez de fechar o poro. Essa camada previne o crescimento dessas bactérias da pele cujo processo de digestão faz o suor ficar tão fedido. Em outras palavras, você ainda vai liberar suor, mas as bactérias não estarão esperando para se alimentar dele. Sais minerais, que são naturais e não irritam a pele, são geralmente encontrados em desodorantes de cristal.

    4: Bicarbonato de sódio

    Você conta com uma caixa de bicarbonato de sódio para deixar sua geladeira sem cheiros desagradáveis; por que você não faria o mesmo com as suas axilas? Bicarbonato de sódio é quase um produto milagroso, já que pode deixar tudo longe de cheiros desagradáveis, desde caixas higiênicas de gatos até uma rede de esgotos [fonte: Horovitz]. A composição química do bicarbonato de sódio reage com moléculas de odor até que elas fiquem neutralizadas com o impacto. E ele não apenas reage com o odor, mas também com a umidade. Diferentemente de antiperspirantes comuns, nada no bicarbonato de sódio vai impedir o suor de escapar de suas glândulas. No entanto, o bicarbonato de sódio vai absorver o excesso de perspiração para que suas axilas pareçam secas.

    5: Lúpulo

    Se você é um profundo conhecedor de cerveja, deve conhecer o lúpulo como o ingrediente que dá a certos tipos seu gosto amargo. Além de afetar o gosto, esses lúpulos amargos atuam como conservantes da cerveja porque evitam o cheiro ruim dela. Isso acontece porque eles impedem o crescimento de bactérias, e portanto, o cheiro na cerveja; acontece que o lúpulo pode fazer o mesmo nas suas axilas. Quando aplicado como desodorante, o extrato de lúpulo serve como um agente antimicrobiano, então as bactérias das axilas não têm a menor chance de interagir com o suor.

     

  • EXAMES DE ROTINA INDESPENSÁVEIS PARA MULHERES

    EXAMES DE ROTINA INDESPENSÁVEIS PARA MULHERES

    Exames são fundamentais para prevenir doenças e fazer diagnósticos precisos. Porém, na opinião do clínico geral e geriatra Paulo Camiz – médico do AvalDoc, uma consulta bem feita é tão ou mais importante do que fazer exames.

    “Enquanto conversamos com os pacientes, perguntando sobre sua profissão, hábitos alimentares, exposição a malefícios como tabagismo e consumo de álcool, histórico familiar e outros, já estamos investigando e identificando possíveis fatores de risco que serão o ponto de partida para a realização de exames, se for o caso”, justifica ele.

    Isto já é tendência na medicina: investigar a saúde – ou possíveis doenças – dos pacientes a partir de encontros periódicos com os médicos.
    Camiz, que é professor de Clínica Geral do Hospital das Clínicas de São Paulo, diz que, do ponto de vista populacional, não há nenhum exame preventivo necessário na infância ou na adolescência – a não ser que haja alguma queixa específica. “Nessa faixa etária, ir ao médico periodicamente – uma vez ao ano – ou quando houver algum tipo de queixa já é suficiente”, afirma.

    Quando se inicia a vida sexual ou a partir dos 35 anos, uma rotina básica de exames já é necessária. A seguir, o médico explica quais são os principais:

    A população feminina, em geral, têm uma saúde melhor que a dos homens. Isso pode ser explicada pelo fato do acompanhamento periódico que elas realizam junto ao ginecologista desde jovens.

    Por isso, incentiva os homens a também terem essa atitude. “Ir ao médico uma vez ao ano – ou com intervalos ainda maiores, se estiverem saudáveis – garante um bom monitoramento da saúde. O clínico geral está apto a resolver 99% dos problemas de homens e mulheres”, salienta.

    As mulheres devem fazer o Papanicolau depois do início da atividade sexual, e uma avaliação do colesterol, a partir dos 35 anos, anualmente. A partir dos 45 anos, devem avaliar anualmente o nível de glicose também. “Fatores como sedentarismo, obesidade ou disfunções endócrinas podem justificar outros exames, em idade menor. A menopausa precoce também deve antecipar esses cuidados”, pondera o médico.
    A partir dos 50 anos, as mulheres devem, ainda, se submeter a exames para detectar câncer de mama e o câncer no intestino grosso. Ecocardiograma, eletrocardiograma e outros também devem ser realizados apenas se houver algum fator de risco.

    Para finalizar, fica a dica: “orientações sobre como manter uma vida saudável, com atividade física constante, boa alimentação e vacinação de adultos – contra gripe e tétano – são mais impactantes que realizar exames a todo momento”, analisa o médico.

    POR: JESSICA MORAES.

  • POBREZA E BEM-ESTAR SOCIAL

    POBREZA E BEM-ESTAR SOCIAL

    No mundo contemporâneo, aumenta cada vez mais a distância entre o mundo rico – chamado desenvolvido – e o mundo pobre – chamado subdesenvolvido. Entre esses o chamado mundo em desenvolvimento, no qual o Brasil se insere.

    Para isso, no entanto, é preciso plasmar uma nova ordem mundial centrada na paz, nos valores humanos e no respeito à soberania dos povos, combinando liberdade, justiça e equidade.

    No mundo contemporâneo, aumenta cada vez mais a distância entre o mundo rico – chamado desenvolvido – e o mundo pobre – chamado subdesenvolvido. Entre esses o chamado mundo em desenvolvimento, no qual o Brasil se insere.

    Para isso, no entanto, é preciso plasmar uma nova ordem mundial centrada na paz, nos valores humanos e no respeito à soberania dos povos, combinando liberdade, justiça e equidade.

    No campo, a política de apoio à agricultura familiar ganhou impulso notável e a de aquisição de produtos dos agricultores familiares começa a criar novas possibilidades de incentivar o mercado de consumo popular de alimentos. A de reforma agrária, no entanto, apesar das metas alcançadas em termos de assentamentos, ainda carece de melhor desenvoltura em razão de fatores que extrapolam a vontade do governo, como a nossa herança colonial e escravista ainda fortemente presente em nossa sociedade e nas instâncias do Estado brasileiro. O desafio, portanto, será aprofundar a democratização do espaço rural abolindo o latifúndio improdutivo em nosso país.

    É preciso também vencer a guerra contra ao analfabetismo, a evasão e o baixo rendimento escolar. Ao lado de outras iniciativas do governo, a proposta de criação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), em tramitação no Congresso Nacional, vem na direção de qualificar a educação do ensino infantil ao ensino médio. Um passo adiante, seguindo o esforço do governo em intensificar as ações socioeducativas – em turno alternado – para crianças e adolescentes que estavam em situação de trabalho, será agendarmos a implantação das escolas em tempo integral.

    Abolir a pobreza, fortalecer a democracia e construir um estado de bem estar social sustentável exigem um novo padrão de desenvolvimento com justiça social em todo o mundo. O Brasil precisa acelerar a retomada do crescimento econômico com distribuição de renda, gerando os empregos necessários, principalmente para a juventude. Precisa investir mais intensamente em geração de conhecimento e tecnologia, com ênfase na qualidade da educação, de modo a criar as premissas para o desenvolvimento sustentável de novo tipo e melhores oportunidades e condições de vida para a população.

    É preciso, igualmente, consolidar a rede de proteção e promoção social em construção no Brasil, garantindo políticas públicas de saúde, previdência e assistência social, tendo como centralidade a família em determinado território e fortalecendo os laços familiares e comunitários, bem como os mecanismos institucionais de atenção integral às pessoas mais vulneráveis, sejam crianças, adolescentes, idosos ou pessoas com deficiência.

    O mercado não tem como princípio a equidade social – este papel cabe ao Estado exercer. O neoliberalismo dos nossos dias aprofundou a pobreza, as desigualdades e o fenômeno da exclusão. Se formos capazes de enfrentar esses novos-velhos desafios, equilibrando liberdade e equidade, estaremos construindo as novas bases do bem estar social no mundo.

     

     

     

  • BASES TEÓRICAS E BEM-ESTAR

    BASES TEÓRICAS E BEM-ESTAR

    A concepção de saúde inclui bem-estar como um conceito chave. Em decorrência, encontram-se na literatura diferentes proposições teóricas para bem-estar.Um componente largamente reconhecido como principal integrante de uma vida saudável é a felicidade (Diener, Scollon & Lucas, 2003).

    Embora o estilo de vida moderno

    …não estimule as pessoas a avaliar seus momentos de felicidade ou de completa realização pessoal, elas são diariamente incitadas a planejar o seu dia-a-dia para vencer os desafios da vida moderna como, por exemplo, conseguir e manter um emprego, proteger suas vidas da violência urbana, equilibrar as finanças, esquivar-se de hábitos ou estilos de vida que comprometem a sua saúde e, ao mesmo tempo, praticar ações que promovem a sua integridade física, emocional e social.

    Pesquisadores espalhados por diversos países estão empenhados em descobrir o quanto as pessoas se consideram felizes ou em que medida são capazes de realizar plenamente suas potencialidades. Esses estudiosos, embora utilizem duas perspectivas distintas, investigam um tema complexo denominado bem-estar.A atenção dispensada ao tema não é recente. Desde a Grécia antiga, filósofos como Aristóteles já tentavam decifrar o enigma da existência feliz. Enquanto filósofos ainda debatem a essência do estado de felicidade, pesquisadores empenharam-se, nas últimas três décadas, para construir conhecimento e trazer evidências científicas sobre bem-estar. Desses desafios estão participando diversos estudiosos que conseguiram, após décadas de investigações, instalar o conceito de bem-estar no campo científico da psicologia e transformá-lo em um dos temas mais enfaticamente discutidos e aplicados para compreender os fatores psicológicos que integram uma vida saudável.
    As concepções científicas mais proeminentes da atualidade sobre bem-estar no campo psicológico podem, segundo Ryan e Deci (2001), ser organizadas em duas perspectivas:
    uma que aborda o estado subjetivo de felicidade (bem-estar hedônico), e se denomina bem-estar subjetivo, e outra que investiga o potencial humano (bem-estar eudemônico) e trata de bem-estar psicológico. Na visão desses autores, essas duas tradições de estudo refletem visões filosóficas distintas sobre felicidade: enquanto a primeira (hedonismo) adota uma visão de bem-estar como prazer ou felicidade, a segunda (eudemonismo) apoia-se na noção de que bem estar consiste no pleno funcionamento das potencialidades de uma pessoa, ou seja, em sua capacidade de pensar, usar o raciocínio e o bom senso.
    Este artigo tem por objetivos apresentar as duas abordagens tradicionais sobre bem-estar – subjetivo e psicológico – e introduzir uma concepção teórica mais estruturada sobre bem-estar no ambiente de trabalho.

    Bem-Estar Subjetivo

    Bem-estar subjetivo (BES) constitui um campo de estudos que procura compreender as avaliações que as pessoas fazem de suas vidas (Diener, Suh & Oishi, 1997). Esse campo teve um crescimento acelerado na última década, revelando como seus principais tópicos de pesquisa satisfação e felicidade (Diener & cols., 2003). Tais avaliações devem ser cognitivas (satisfações globais com a vida e com outros domínios específicos como com o casamento e o trabalho) e devem incluir também uma análise pessoal sobre a freqüência com que se experimentam emoções positivas e negativas. Para que seja relatado um nível de BES adequado, é necessário que o indivíduo reconheça manter em nível elevado sua satisfação com a vida, alta freqüência de experiências emocionais positivas e baixas freqüências de experiências emocionais negativas. Ainda segundo Diener e cols. (1997), nesse campo de conhecimento não se procura estudar estados psicológicos negativos ou patológicos, tais como depressão, ansiedade e estresse, mas diferenciar os níveis de bem-estar que as pessoas conseguem alcançar em suas vidas. Essas concepções reafirmam que BES compreende um tema aderente aos princípios defendidos pelos atuais propagadores (Seligman & Csikszentmihalyi, 2000) da psicologia positiva. O conceito de BES apareceu ao final dos anos 1950, quando se buscavam indicadores de qualidade de vida para monitorar mudanças sociais e implantação de políticas sociais (Land, 1975). Como marcos da literatura sobre o tema durante a década de 1960, podem ser apontados os livros de Andrews e Withey (1976) e Campbell, Converge e Rodgers (1976), por preconizarem que, embora as pessoas vivam em ambientes objetivamente definidos, é ao mundo subjetivamente definido que elas respondem. Nessa perspectiva, BES tornou-se um importante indicador de qualidade de vida.
    Outras influentes obras sobre o assunto foram três trabalhos (Bradburn, 1969; Cantril, 1967; Gurin, Veroff & Feld 1960) que enfatizaram satisfação com a vida e felicidade como elementos integrantes do conceito de qualidade de vida. Os dois componentes que integram a visão contemporânea de BES – satisfação com a vida e afetos positivos e negativos – tiveram sua gênese nos trabalhos seminais de Campbell e cols. (1976) e de Bradburn (1969). A primeira revisão sobre BES foi realizada por Wilson em 1967, num estudo intitulado “Correlatos de Felicidade Declarada”. Embora naquela época os dados sobre o assunto fossem limitados, Wilson (1967, p. 294) pôde concluir que entre pessoas felizes incluíam-se as que eram “[…] jovens, com boa educação, bons salários, extrovertidas, otimistas, despreocupadas, com religiosidade, casadas, elevada autoestima, moral no trabalho, aspirações modestas, de ambos os gêneros e que detinham diversificados níveis de inteligência”. Atualmente, o interesse de pesquisadores não se limita mais à descrição dos atributos de pessoas felizes, nem tampouco a identificar correlações entre características demográficas e níveis de BES. O esforço atual dos pesquisadores está orientado pela busca de compreensão do processo que sustenta a felicidade (Diener, Suh, Lucas & Smith, 1999). Atualmente, BES é concebido por Diener e Lucas (2000) como um conceito que requer auto-avaliação, ou seja, ele só pode ser observado e relatado pelo próprio indivíduo e não por indicadores externos escolhidos e definidos por terceiros.

    Consoante essa visão, não é considerado adequado avaliar BES por meio de indicadores externos ao indivíduo, mesmo que tenham como base fatores estatisticamente construídos, tais como controle de doenças, queda da mortalidade infantil, redução dos índices de criminalidade e violência, queda de taxas de desemprego ou de analfabetismo, bem como outros indicadores aplicados para descrever avanços em políticas sociais e que projetam a qualidade de vida de extratos sociais, comunidades ou de nações.
    Para acessar o BES, é necessário considerar que cada pessoa avalia sua própria vida aplicando concepções subjetivas e, nesse processo, apoia-se em suas próprias expectativas, valores, emoções e experiências prévias. Essas concepções subjetivas, segundo Diener e Lucas (2000), estão organizadasem pensamentos e sentimentos sobre a existência individual.
    Parece existir, portanto, uma representação mental (cognitiva) sobre a vida pessoal, organizada e armazenada subjetivamente, sobre a qual pesquisadores de BES procuram obter informações quando solicitam às pessoas relatos sobre ela.

    Deve-se ressaltar que a avaliação feita pelo próprio indivíduo sobre seu BES inclui, entre outros aspectos, componentes positivos que não envolvem, necessariamente, elementos de prosperidade econômica (Diener & cols., 1999).
    No Brasil, já existem estudos focalizando o bem-estar subjetivo. Os autores têm se dedicado a construir e validar medidas de bem-estar subjetivo (Albuquerque & Troccoli, 2004; Siqueira, Martins e Moura, 1999), a investigar seus antecedentes (Freire, 2001) e suas relações com sentimentos de solidão e interações sociais (Capitanini, 2000), bem como a analisar a influência de bem-estar subjetivo sobre qualidade de vida (Prebianchi, 2003).
    Existe um entendimento por parte de diversos estudiosos (Diener & cols., 1997; Diener & cols., 1999; Diener & Lucas, 2000) de que BES se constitui em um amplo fenômeno e deve ser considerado como uma área de interesse científi co que engloba dois conceitos específicos: julgamentos globais de satisfação com a vida, ou com domínios específicos dela, e experiências emocionais positivas e negativas (Diener & cols., 1999). Nesse sentido, o conceito de BES articula duas perspectivas em psicologia: uma que se assenta nas teorias sobre estados emocionais, emoções, afetos e sentimentos (afetos positivos e afetos negativos) e outra que se sustenta nos domínios da cognição e se operacionaliza por avaliações de satisfação (com a vida em geral, com aspectos específicos da vida como o trabalho).

    A dimensão emocional de BES: afetos positivos e negativos

    A composição emocional do conceito BES inclui um balanço entre duas dimensões emocionais: emoções positivase emoções negativas. Para que o balanço represente uma dimensão de BES, é necessário resultar em uma relação positiva entre as emoções vividas, qual seja, a vivência de mais emoções positivas do que negativas no decorrer da vida. Esta dimensão de BES guarda forte relação com a visão hedônica de felicidade, na medida em que dá ênfase aos aspectos afetivos da vida (Keyes, Shmotkin & Ryff, 2002).

    Quando se estudam os afetos positivos e negativos, não se trata de identificar a presença contínua de sensações positivas em toda a vida, mas, sim, detectar se, em sua grande maioria,as experiências vividas foram entremeadas muito mais por emoções prazerosas do que por sofrimentos. Segundo alguns pesquisadores (Andrews & Robinson, 1991; Diener & Diener, 1996; Thomas & Diener, 1990), as pessoas costumam relatar maior constância de emoções positivas do que negativas em suas vidas. Por outro lado, estudos têm revelado que pessoas que tendem a viver intensas emoções positivas são as que também tendem a relatar fortes experiências emocionais negativas (Diener & Lucas, 2000). Thomas e Diener (1990) relataram que a memorização de experiências emocionais não é precisa. Tais resultados de pesquisa levaram Diener e Lucas (2000) a sugerir aos pesquisadores cautela para não considerarem os relatos sobre experiências emocionais como fiéis às situações realmente vividas.

    Por que as experiências emocionais são importantes para as avaliações que uma pessoa faz do seu BES? Segundo Diener e Lucas (2000), as análises sobre bem-estar podem estar muito mais relacionadas à freqüência com que se experimentam emoções positivas do que à intensidade dessas emoções.

    Explicam os dois autores que, ao se levar em conta na avaliação do BES mais a freqüência do que a intensidade de emoções positivas, as pessoas estão considerando, provavelmente, serem as emoções positivas intensas muito raras e também porque estas são, muitas vezes, acompanhadas por alguns custos para o indivíduo que as experimenta. Existem evidências em estudos sobre afetos (Diener & Diener, 1996) e satisfação com a vida (Andrews, 1991), revelando que as pessoas tendem a relatar mais vivências de afetos positivos do que negativos e a revelar satisfações com a vida em níveis acima do nível médio das medidas aplicadas, independentemente da idade, do nível sócio-econômico ou etnia dos grupos pesquisados.

    O debate sobre os componentes emocionais do BES teve suas primeiras formulações no trabalho seminal de Bradburn (1969). Este pesquisador defendia a idéia de que os afetos positivos e negativos não eram duas polaridades de um mesmo contínuo, mas formavam dois contínuos distintos de afetividade, capazes de apresentar correlações particulares com conjuntos específicos de traços de personalidade. Bradburn propôs uma estrutura bidimensional para os afetos: afetos positivos e afetos negativos.

    Segundo Diener e Emmons (1985), os trabalhos de Bradburn (1969) e Bradburn e Caplovitz (1965) não só introduziram o debate acerca da defi nição de felicidade nos domínios da psicologia como também apontaram uma forma de mensurá-la por duas dimensões relativamente independentes uma da outra.

    Na visão de Bradburn e Caplovitz (1965), felicidade ou bem-estar subjetivo seria um construto composto por dois conjuntos de sentimentos separados: afetos positivos (AP) e afetos negativos (AN). Para avaliá-los, esses estudiosos usavam 10 itens agrupados em duas escalas, sendo cinco para avaliar AP (Positive Affect Scale, ou PAS) e outros cinco para aferir AN (Negative Affect Scale, ou NAS).

    Numa série de estudos desenvolvidos por esses pesquisadores, foram observadas correlações fracas entre os itens das duas escalas, altas correlações entre os itens de cada escala e correlações diferenciadas de cada escala com diversas outras variáveis. Esses resultados levaram Bradburn e colaboradores a reafi rmar a relativa independência entre AP e AN e a apontá-los como duas dimensões na estrutura dos afetos.

    Ainda nos anos 1960, Ostrom (1969) defendia a noção de BES ser uma atitude, apoiando-se na noção largamente difundida naquela época de que as atitudes eram compostas por elementos cognitivos e afetivos. Consoante esse entendimento, BES como uma atitude teria componentes cognitivos ou intelectuais, bem como envolveria aspectos emocionais. As discussões sobre quais componentes afetivos integrariam BES provocaram a indicação de um variado leque de conceitos psicológicos, sendo especialmente apontados para sua composição traços como ansiedade e depressão para representar afetos negativos.

    Na composição de afetos positivos, a auto-estima foi apontada como um conceito psicológico que representava saúde mental, porque incluía uma auto-avaliação em que o próprio indivíduo se reconhece como tendo valor e sendo dotado de características positivas e também negativas. Além do senso pessoal de auto-estima,outros conceitos também foram arrolados como integrantes da dimensão positiva de BES, tais como auto-aceitação, auto-imagem e auto-respeito. Posteriormente, outros pesquisadores (Diener & Emmons,1985; Watson, Clark &Tellegen, 1988) apresentaram evidências sobre a existência das duas dimensões na estrutura dos afetos apregoadas por Bradburn (1969). Desde então, instalou-se a proposta de se considerar BES como um construto psicológico integrado por experiências emocionais positivas e negativas e a se denominar tais experiências de afetos positivos (positive affects) e afetos negativos (negative affects).

    A estrutura bidimensional dos afetos proposta por Bradburn (1969) levou diversos estudiosos a elaborar e validar medidas para aferi-la. Em 1988, Watson e cols. validaram a Lista de Afetos Positivos e Negativos (Positive Affect and Negative Affect Schedule – PANAS), composta de duas escalas com 10 itens cada, que se mostraram, segundo seus autores, consistentes, válidas e efi cientes para medir as duas dimensões de afetividade. De acordo com Watson e cols. (1988), AP representa a extensão na qual uma pessoa se sente entusiasta, ativa e alerta. Um nível alto de AP constitui um estado de alta energia, plena concentração e engajamento prazeroso, enquanto baixo AP é caracterizado por tristeza e letargia. Afeto negativo (AN) é uma dimensão geral de engajamento sem prazer, incluindo, em seu nível mais alto, sensações negativas diversas, tais como raiva, desprezo, culpa, medo e nervosismo. O nível mais baixo de AN inclui calma, serenidade e sossego.

    A escala de AP integrante da PANAS inclui 10 palavras que descrevem sentimentos e emoções positivas (interessado, forte, entusiasmado, orgulhoso, ativo, inspirado, determinado,atento, animado e estimulado), enquanto a escala de AN compõe-se de outras 10 palavras que expressam a dimensão negativa da afetividade (angustiado, descontrolado, culpado, assustado, hostil, irritado, envergonhado, nervoso, inquieto e amedrontado). Nos anos 1980, os estudos em que foram utilizadas as medidas de estrutura dos afetos aplicaram predominantemente a PANAS. Naquela época, ainda não se apregoava com a ênfase e clareza que se vê hoje a inclusão dos afetos positivose negativos como dimensões do BES. Dava-se maior ênfase a eles como traços afetivos que se aproximavam muito de determinados traços de personalidade. Enquanto AP era visto como um correlato de dimensões positivas da personalidade como extroversão, AN tornava-se um correspondente de neuroticismo.

    Os estudos que utilizavam a PANAS procuravam relacionar o conceito genérico de bem-estar a diferentes 204 Psic.: Teor. e Pesq., Brasília, 2008, Vol. 24 n. 2, pp. 201-209 M. M. M. Siqueira & V. A. R. Padovam indicadores de doenças mentais ou psicopatologias, tais como depressão, ansiedade e estresse. No Brasil, já existe uma medida de afetos positivos e negativos. Trata-se da Escala de Ânimo Positivo e Negativo (EAPN), desenvolvida e validada por Siqueira e cols. (1999).

    A EAPN é uma medida composta por 14 afetos, que se distribuem em duas sub-escalas: a que mede afetos positivos por meio de seis itens (feliz, alegre, animado, bem, satisfeito e contente) e a que avalia afetos negativos por intermédio de oito itens (irritado, desmotivado, angustiado, deprimido, chateado, nervoso, triste e desanimado). Segundo as autoras da medida, os afetos positivos constituem uma sub-escala com índice de precisão de 0,87, enquanto os afetos negativos compõem uma sub-escala com precisão de 0,88. As respostas são dadas numa escala de cinco pontos (1=nada; 2=pouco; 3=mais ou menos; 4=muito; 5=extremamente) que mede a intensidade com que as pessoas vivenciam os 14 afetos.

    Outra medida brasileira da dimensão emocional BES está incluída na Escala de Bem-Estar Subjetivo (EBES) construída e validada por Albuquerque e Tróccoli (2004). A EBES inclui 21 itens de afetos positivos e 26 de afetos negativos, que constituem, respectivamente, os fatores 1 e 2, ambos com índices de precisão de 0,95. O terceiro fator avalia, mediante 15 itens, a dimensão cognitiva de BES, satisfação-insatisfação com a vida, cuja precisão é de 0,90. A inserção de afetos positivos e negativos na composição emocional de BES se deu, com maior ênfase, nos anos 1970 e 1980, quando diversos autores (Andrews & Withey, 1976; Campbell & cols., 1976; Diener, 1984; Emmons, 1986) incluíram os afetos positivos e negativos, ao lado de satisfação com a vida (componente cognitivo), como integrantes de BES.

     A dimensão cognitiva de BES: satisfação com a vida 

    Satisfação com a vida é o julgamento que o indivíduo faz sobre sua vida (Keyes & cols., 2002) e que refl ete o quanto esse indivíduo se percebe distante ou próximo a suas aspirações (Campbell & cols., 1976). Trata-se, segundo Neugarten, Havighurst e Tobin (1961), de um estado psicológico que guarda estreita relação com bem-estar mais do que avaliações objetivas da qualidade de vida pessoal. Neugarten e cols., afirmam, ainda, que uma pessoa com alta qualidade de vida poderia relatar insatisfações, enquanto uma pessoa com baixa qualidade de vida poderia até revelar satisfações com a vida. O conceito é ainda considerado como uma dimensão subjetiva de qualidade de vida, ao lado de felicidade e bem-estar. Na abordagem objetiva de qualidade de vida, entende-se que saúde, ambiente físico, recursos, moradia e outros indicadores observáveis e quantificáveis contemplam o espectro da qualidade de vida que uma pessoa detém. Por outro lado, a perspectiva subjetiva de qualidade de vida, incluindo-se nela satisfação com a vida, é defendida como uma possibilidade de se levar em conta, em avaliações individuais, diferenças culturais na percepção do padrão de vida.

    Nesse sentido, aceita-se como relevante que mesmo quando certos grupos compartilham a mesma cultura, observam-se variações entre os indivíduos quanto a suas crenças, valores, objetivos e necessidades. Sem compreender os valores e crenças de uma população e como estes são manifestados individualmente, a avaliação de qualquer tema sobre a vida pessoal seria arbitrária. Parece, portanto, que satisfação com a vida teve suas origens nas concepções de qualidade de vida, tendo sido um conceito apropriado e redefinido por estudiosos das ciências comportamentais para compor um dos elementos que integram a definição de BES.

    As tentativas para integrar satisfação com a vida ao conceito de BES são relativamente antigas. A primeira vez que se aproximou o conceito ao de bem-estar foi em uma pesquisa realizada nos Estados Unidos no ano de 1957, coordenada por Gurin e publicada em 1960 (Gurin & cols., 1960), um survey populacional em que se aferiu níveis de satisfação com a vida, felicidade e moral.

    Nesse estudo, entretanto, satisfação com a vida era ainda considerada um componente de qualidade de vida, assim como também eram os conceitos de felicidade e moral (Keyes & cols., 2002). Nos anos 1980, diversos pesquisadores (George & Bearon, 1980; Stones & Kozma, 1980; Stull, 1987) já reconheciam satisfação com a vida como dimensão cognitiva de BES. Reconhecer tal natureza tornou-se importante não só porque era possível distinguir satisfação com a vida do componente emocional de BES, afetos positivos/negativos, como também porque possibilitava compreender como se dava a estruturação dos dois componentes de BES entre amostras com características demográficas distintas.

    Como conseqüência desse reconhecimento, pôde-se identificar, por exemplo, que pessoas idosas eram mais satisfeitas com suas vidas do que pessoas jovens, mas estas relatavam menos afetos positivos do que aquelas (Andrews & Robinson, 1991; Campbell, 1981). Ademais, o reconhecimento de satisfação com a vida como componente cognitivo de BES propiciou aos estudiosos em psicologia contar com elaborações teóricas mais consistentes, que lhes permitem investigar bem-estar como um construto formatado dentro dos domínios da psicologia e proceder a investigações usando medidas específicas de cada um dos componentes de BES, bem como avaliar relações entre os seus componentes cognitivo (satisfação com a vida) e emocional (afetos positivos e negativos).

    Uma primeira medida de satisfação com a vida foi desenvolvida por Neugarten e colaboradores em 1961. A medida continha duas versões, A e B, construídas para avaliar sentimentos gerais de bem-estar que permitissem identificar envelhecimento bem-sucedido. A versão A contém um checklist de 20 frases, sendo 12 positivas e oito negativas (ex.: Eu tenho tido mais sorte na vida do que a maioria das pessoas) com as quais o respondente concorda ou discorda. A versão B inclui 12 questões abertas sobre as quais é atribuído um escore após análise do conteúdo das respostas (ex.: Qual é a coisa mais importante de sua vida no momento?).

    Uma medida de satisfação com a vida, denominada Escala de Satisfação Geral com a Vida – ESGV, foi desenvolvida e validada por pesquisadores no Brasil (Siqueira, Gomide & Freire, 1996). A ESGV é uma escala unidimensional que contém 31 frases, cobrindo o mesmo número de aspectos, tais como amigos, aparência física e nível de instrução, e permite avaliar o quanto cada indivíduo está satisfeito ou insatisfeito com cada um deles por uma escala de respostas de cinco pontos (1=muito insatisfeito, 2=insatisfeito, 3=nem satisfeito nem insatisfeito, 4=satisfeito, 5=muito satisfeito). A precisão da escala é de 0,70. O largo leque de aspectos integrantes da ESGV permite ao pesquisador ter um panorama geral do nível em que indivíduos e grupos se sentem satisfeitos mediante uma avaliação global de sua vida. Portanto, a ESGV não permite avaliar satisfações em domínios especificos da vida.

    Na próxima seção, serão apresentadas as origens e as dimensões de outra perspectiva de estudos em psicologia sobre bem-estar, qual seja, aquela em que os pesquisadores se basearam no funcionamento psicológico positivo para erigir o conceito de bem-estar psicológico, também referido por Ryan e Deci (2001) como bem-estar eudemônico.

    Bem-Estar Psicológico

    As proposições acerca do conceito de bem-estar psicológico (BEP) apareceram como críticas à fragilidade das formulações que sustentavam BES e aos estudos psicológicos que enfatizaram a infelicidade e o sofrimento e negligenciaram as causas e conseqüências do funcionamento positivo.

    Os trabalhos de Ryff (1989) e, mais tarde, Ryff e Keyes (1995) são dois marcos na literatura sobre o tema. Segundo esses autores, as formulações teóricas em que se apoiam o campo de estudos de BES são frágeis por diversas razões.
    Como primeiro argumento, apontam o fato de que o clássico estudo de Bradburn (1969) que sugeriu a existência de duas dimensões na estruturação dos afetos (positivos e negativos) são resultantes do efeito de serendipidade, visto que Bradburn, na época, buscava identifi car como certas mudanças sociais de nível macro (mudanças em níveis educacionais, padrões de emprego, urbanização ou tensões políticas) afetavam o padrão de vida dos cidadãos e este o seu senso de bem-estar, dando-se atenção mínima para compreensão de bem-estar.

    De modo similar, satisfação com a vida, postulada como componente cognitivo de BES, surge como tal após deslocamentos do conceito que emergiu no campo sociológico, sem que o mesmo tenha assento teórico consistente em psicologia.
    Como segundo argumento para sustentar as proposições de BEP, os autores (Ryff, 1989; Ryff & Keyes, 1995) afirmam que dentro do campo de teorização psicológica existem diversas teorias que permitem construir concepções sólidas sobre o funcionamento psíquico, enfatizando-se os seus aspectos positivos.

    Deste corpo teórico, basicamente desenvolvido nos anos 1950 e 1960, seria possível retirar suportes conceituais para conceber o processo aplicado na resolução de desafios que se apresentam durante a vida (Keyes & cols., 2002) e que constituem o entendimento central de BEP.

    Enquanto BES tradicionalmente se sustenta em avaliações de satisfações com a vida e num balanço entre afetos positivos e negativos que revelam felicidade, as concepções teóricas de BEP são fortemente construídas sobre formulações psicológicas acerca do desenvolvimento humano e dimensionada sem capacidades para enfrentar os desafios da vida.

    Segundo uma síntese apresentada por Ryff (1989), após análise e revisão da literatura, a estrutura de uma abordagem acerca do funcionamento psicológico positivo apóia-se em diversas teorias clássicas existentes em psicologia que se assentam em uma abordagem clínica, ressaltando-se, entre outras, as que tratam particularmente dos fenômenos da individuação (Jung, 1933), auto-realização (Maslow, 1968), maturidade (Allport, 1961) e completo funcionamento ( Rodgers, 1961). Também foram utilizadas, nesse mesmo intento, visões teóricas sobre desenvolvimento humano (Erickson, 1959; Neugarten, 1973), incluindo-se nesse domínio o uso das formulações sobre estágios de desenvolvimento, bem como as descrições de mudanças na personalidade nas fases adulta e de velhice.

    Ao lado de todas essas vertentes, também foram utilizadas as proposições relativas à saúde mental (Jahoda, 1958), aplicadas para justifi car o conceito de bem-estar como ausência de doença e fortalecer o significado de saúde psicológica. Tomando como referenciais todas essas concepções teóricas e, especialmente, as que permitiam delas abstrair visões distintas do funcionamento psicológico positivo, Ryff (1989) elaborou uma proposta integradora ao formular um modelo de seis componentes de BEP, reorganizado e reformulado posteriormente por Ryff e Keyes (1995), cujas defi nições são apresentadas a seguir:

    Auto-aceitação: Definida como o aspecto central da saúde mental, trata-se de uma característica que revela elevado nível de autoconhecimento, ótimo funcionamento e maturidade. Atitudes positivas sobre si mesmo emergem como uma das principais características do funcionamento psicológico positivo.
    Relacionamento positivo com outras pessoas: Descrito como fortes sentimentos de empatia e afeição por todos os seres humanos, capacidade de amar fortemente, manter amizade e identificação com o outro.
    Autonomia: São seus indicadores o locus interno de avaliação e o uso de padrões internos de auto-avaliação, resistência à aculturação e independência acerca de aprovações externas.
    Domínio do ambiente: Capacidade do indivíduo para escolher ou criar ambientes adequados às suas características psíquicas, de participação acentuada em seu meio e manipulação e controle de ambientes complexos.
    Propósito de vida: Manutenção de objetivos, intenções e de senso de direção perante a vida, mantendo o sentimento de que a vida tem um significado.
    Crescimento pessoal: Necessidade de constante crescimento e aprimoramento pessoais, abertura a novas experiências, vencendo desafi os que se apresentam em diferentes fases da vida.

    Por meio de um estudo com amostra nacional de 3.032 americanos com idade entre 25 e 74 anos, Keyes e cols. (2002) procuraram apresentar evidências empíricas sobre as relações entre BES e BEP. Análises fatoriais confirmaram que os dois conceitos, embora mantivessem correlações entre si, poderiam ser considerados distintos e serem mantidas suas identidades conforme consta na literatura. Os resultados do estudo também revelaram que um estado ótimo de bem-estar, definido pelas autoras como alto BES e alto BEP, aumentava com a idade, com o nível educacional, com fortes traços disposicionais, tais como extroversão e conscienciosidade, mas decrescia com o neuroticismo, considerado este último um componente negativo da personalidade.

    Ao observar entre os participantes adultos de sua amostra quais eram as características de pessoas que apresentavam BES superior a BEP ou o inverso, verificou-se que entre eles estavam os mais jovens, que galgaram níveis educacionais mais elevados e que mostravam, como traço de personalidade, maior abertura a experiências.

    Bem-Estar no Trabalho

    Ainda não existem na literatura concepções claras sobre o conceito de bem-estar no trabalho. Quando tratam do assunto, os pesquisadores escolhem conceitos diversos para representá-lo, quer seja um fator positivo como satisfação com o trabalho (Amaral & Siqueira, 2004) quer seja conceitos negativos como burnout (Maslach, Schaufeli & Leiter, 2001) ou estresse (Byrne, 1994). Ademais, bem-estar e saúde são abordados de forma interdependente, especialmente quando os pesquisadores apontam fatores que possam comprometer ambos, tais como perigos do ambiente de trabalho, fatores de personalidade e estresse ocupacional (Danna & Griffi n, 1999) ou, ainda, segurança no trabalho, horas trabalhadas, controle do trabalho e estilo gerencial (Sparks, Fargher & Cooper, 2001).

    Para os propósitos deste artigo, bem-estar no trabalho é concebido como um conceito integrado por três componentes:
    satisfação no trabalho, envolvimento com o trabalho e comprometimento organizacional afetivo. Esses três conceitos, já consolidados no campo da Psicologia Organizacional e do Trabalho, representam vínculos positivos com o trabalho (satisfação e envolvimento) e com a organização (comprometimento afetivo) conforme relatam Siqueira e Gomide Jr. (2004).

    Foi tomada como referência teórica para as formulações acerca do conceito de bem-estar no trabalho as proposições de Diener e cols. (2003) sobre a estruturação do conceito de bem-estar subjetivo, apresentada pelos autores como um modelo hierárquico de felicidade. Nesse modelo, os autores defendem que bem-estar subjetivo reflete uma avaliação geral da vida e que pesquisadores interessados em investigá-lo deveriam avaliar diversos componentes de níveis inferiores na hierarquia. No topo da hierarquia, quatro grandes componentes representam bem-estar subjetivo: afetos positivos, afetos negativos, satisfação geral com a vida e satisfação com domínios específicos. Essa estrutura de quatro componentes inclui, na realidade, duas grandes dimensões psicológicas: emoções e cognições. Representando as emoções estão afetos positivos e negativos e representando as cognições estão as avaliações geral e específicas sobre a vida.

    Com inspiração nesse modelo, sugere-se que bem-estar no trabalho possa ser entendido como um construto psicológico multidimensional, integrado por vínculos afetivos positivos com o trabalho (satisfação e envolvimento) e com a organização (comprometimento organizacional afetivo). A estrutura proposta para o conceito de bem-estar no trabalho aglutina três conceitos com conotações positivas, na medida em que abarca ligações prazerosas no contexto de trabalho, como demonstrado a seguir pelas definições contidas na literatura:
    Satisfação no trabalho: “[…] um estado emocional positivo ou de prazer, resultante de um trabalho ou de experiências de trabalho.” (Locke, 1976, p. 1.300).

    Envolvimento com o trabalho: “[…] grau em que o desempenho de uma pessoa no trabalho afeta sua auto-estima” (Lodahl & Kejner, 1965, p. 25).
    Comprometimento organizacional afetivo: “[…] um estado no qual um indivíduo se identifi ca com uma organização particular e com seus objetivos, desejando manter-se afiliado a ela com vista a realizar tais objetivos” (Mowday, Steers & Porter, 1979, p. 225).

    As três definições acima representam as concepções seminais dos três conceitos. Entretanto, para integrar o conceito de bem-estar no trabalho, considera-se necessário avançar sobre essas concepções.

    Mais recentemente, satisfação no trabalho, embora persistam controvérsias quanto à sua natureza cognitiva ou afetiva, tem sido apontada como um vínculo afetivo positivo com o trabalho, e têm sido definidas como aspectos específicos deste vínculo as satisfações que se obtêm nos relacionamentos com as chefias e com os colegas de trabalho, as satisfações advindas do salário pago pela empresa, das oportunidades de promoção ofertadas pela política de gestão da empresa e, finalmente, das satisfações com as tarefas realizadas. Portanto, o conceito de satisfação evoluiu para uma concepção multidimensional, que envolve avaliações prazerosas sobre cinco domínios específi cos no ambiente de trabalho (Siqueira & Gomide Jr, 2004).

    Envolvimento com o trabalho, após mais de quatro décadas de sua concepção original proposta por Lodhal e Kejner (1965), permite compreendê-lo mais contemporaneamente como um estado de fluxo (Csikszentmihalyi, 1997/1999).
    Para compreensão dessa abordagem, faz-se necessário entender o que signifi ca estado de fl uxo. Segundo Csikszentmihalyi (1997/1999), o estado de fluxo ocorre em momentos em que o que sentimos, desejamos e pensamos se harmonizam. Esses momentos […] costumam ocorrer quando alguém encara metas que exigem respostas apropriadas. É fácil entrar em fluxo em jogos de xadrez, tênis ou pôquer, porque eles possuem metas e regras para a ação que tornam possível ao jogador agir sem questionar o que deve ser feito e como fazê-lo.

    Ainda segundo o autor, atividades ou experiências de fluxo ocorrem quando há concentração em metas, há feedback imediato e quando altos desafios são respondidos por altas habilidades individuais. Nessas condições, a energia de um indivíduo estaria concentrada na experiência: desaparecem pensamentos e sentimentos contraditórios, esvai-se a noção de tempo e as horas parecem passar como minutos. Para avaliar se alguém é capaz de experimentar um estado de fluxo, o autor propõe que se responda à seguinte questão:

    “Você se envolve em algo tão profundamente que nada mais parece importar, a ponto de perder a noção do tempo?” (Csikszentmihalyi, 1997/1999,).
    Na visão de Csikszentmihalyi (1997/1999), o trabalho também produz fluxo. Isso ocorre quando as atividades de trabalho incluem desafi os que exigem habilidades especiais e as metas estabelecidas e o feedback são claros e imediatos. Nessas condições, o trabalho se assemelha a atividades que produzem fluxo, desencadeando no indivíduo maior envolvimento e transformando a atividade em uma experiência positiva. Assim, poderiam florescer sensações muitos semelhantes às que se experimentam quando alguém pratica seu esporte favorito ou desempenha uma atividade artística.

    Nesse sentido, o envolvimento com o trabalho seria um conceito muito próximo à noção de fluxo.
    O terceiro componente apontado neste artigo como integrante do conceito de bem-estar no trabalho é o comprometimento organizacional afetivo. Ele representa a concepção de ligação positiva do empregado com um empregador, de elevada identificação com os objetivos da organização Psic.: Teor. e Pesq., Brasília, 2008, Vol. 24 n. 2, pp. 201-209 207 Bem-Estar Subjetivo, Psicológico e no Trabalho (Borges-Andrade, 1994; Mowday & cols., 1979) e de reconhecimento sobre o quanto estar ligado àquela organização pode repercutir positivamente na vida do indivíduo .

    A ligação afetiva com uma organização pode incluir experiências emocionais positivas, que se traduzem em sentimentos positivos como entusiasmo, orgulho, contentamento, confiança, apego e dedicação (Siqueira, 1995). Com essa concepção, o comprometimento afetivo traz para o conceito de bem-estar no trabalho uma visão de que as relações estabelecidas pelo indivíduo com a organização que o emprega estão assentadas em uma interação que lhe propicia vivências positivas e prazerosas.

    Caso essa situação não se confirme, entende-se que poderiam ser experimentadas sensações negativas ou de desprazer por trabalhar em uma organização. Nesse caso, seria observada ausência do compromisso afetivo e possível desencadeamento de experiências negativas no dia-a-dia do trabalhador.

    Para que se possa observar entre trabalhadores um nível elevado de bem-estar no trabalho, seria necessário que eles relatassem estar satisfeitos com o trabalho, reconhecessem envolvimento com as tarefas que realizam e, finalmente, revelassem que mantêm compromisso afetivo com a organização empregadora.

     

     

  • COMO CUIDAR DOS SEUS PÉS

    COMO CUIDAR DOS SEUS PÉS

    Pode ser que você não pense com muita freqüência nos seus pés – bem no final de suas pernas – mas eles são parte essencial de quase tudo que você faz. Seja para andar, correr, exercitar-se ou apenas ficar em pé, ter pés confortáveis e bem cuidados (em vez de doloridos) torna a experiência muito mais prazerosa.

    Hei! Lembra-se de nós? Bem aqui embaixo? Cuide de seus pés para evitar dores que possam se transformar em problemas crônicos. Veja mais imagens da saúde dos pés (em inglês).

    E isso não é apenas uma questão de se sentir bem. Quando seus pés não recebem a atenção de que precisam, podem se desenvolver problemas crônicos que possivelmente o incomodarão durante anos. Em muitos casos, há alguns alongamentos e exercícios simples que podem ajudar a manter seus pés em forma. Esse artigo apresentará algumas idéias, além de orientações valiosas que o tornarão um especialista em comprar calçados – capaz de sempre escolher sapatos confortáveis e que lhe dêem sustentação (no tamanho certo).

    Entretanto, existem algumas situações em que não se recomenda que você cuide de seus pés por conta própria. Quando ocorre alguma lesão séria ou uma emergência, você deve procurar um podólogo – ou mesmo um pronto-socorro. As pessoas que têm problemas constantes de circulação ou diabetes,  também devem se consultar com um médico para resolver quaisquer problemas relacionados aos pés. Aqui vai o porquê: problemas de circulação geralmente estão associados a pés de pessoas de idade, mas o fato é que qualquer pessoa pode ter esse tipo de problema. Quando não há sangue suficiente circulando nos pés, você pode sentir formigamento, dormência, cãibra e descoloração da pele e das unhas.

    Circunstâncias do dia-a-dia podem limitar o fluxo de sangue: quando os pés ficam gelados ao ar livre ou em água fria; quando os sapatos, meias ou roupas íntimas estão muito apertadas; mesmo quando você fica sentado por muito tempo com as pernas cruzadas. Fumar (em inglês) diminui a circulação do corpo todo, assim como beber muito café ou refrigerante cafeinado (tanto a nicotina quanto a cafeína comprimem os vasos sanguíneos). E se você estiver sob muita pressão, seus nervos podem comprimir seus vasos sanguíneos pequenos, diminuindo sua capacidade de conduzir o sangue. Alguns noivos nervosos realmente ficam com os “pés gelados”!

    Outras pessoas têm problemas de saúde contínuos, como a diabetes, que faz a circulação ficar mais lenta. Além disso, para a maioria de nós, um corte ou uma bolha no pé até incomoda, mas é um problema relativamente insignificante. Para um diabético, essas “pequenas” feridas podem ter sérias conseqüências. Os pés de um diabético têm duas desvantagens comuns que podem levar a problemas sérios e específicos.

    Além da circulação reduzida, uma perda da sensibilidade nos pés, chamada neuropatia, pode fazer com que o diabético não sinta pequenas dores que normalmente indicam que nos cortamos ou machucamos. Como resultado, os problemas menores podem passar despercebidos e não serem tratados, e se desenvolver uma infecção.

    Por esse motivo, saber como cuidar de seus pés é importantíssimo.

    Uma das melhores maneiras de evitar problemas nos pés é o cuidado preventivo.

     

     

  • MASTIGAR DEVAGAR AJUDA A PERDER PESO

    MASTIGAR DEVAGAR AJUDA A PERDER PESO

    Na busca quase eterna por boa forma e qualidade de vida, a alimentação adequada é fundamental. Mas, além de se preocupar com a ingestão de alimentos saudáveis e nutritivos, uma das primeiras dicas para quem quer perder peso é mastigar devagar. Isso faz com que se coma menos, já que a sensação de saciedade chegará antes de se comer mais do que o necessário.

    Isso porque o organismo leva de 15 a 20 minutos para avisar o cérebro de que está saciado.

    A mastigação lenta proporciona uma comunicação efetiva entre estômago e cérebro, fazendo com que haja maior liberação de hormônios de saciedade e também aumente a percepção de quando se está realmente satisfeito. Com isso, há uma menor ingestão de alimentos e, consequentemente, o controle do peso  explica a nutricionista Bruna Chagas Petrungaro.

    No caso de alimentos sólidos especialmente as carnes bovinas, o ideal é mastigar pelo menos 30 vezes antes de engolir. Ao mastigar devagar, os alimentos se mantêm por mais tempo em contato com as papilas gustativas presentes na língua. Como é por meio delas que se sente o sabor, quanto mais mastigações, maior será a apreciação do alimento e o estímulo das papilas. Logo, maior será a percepção da saciedade.

    O processo de digestão inicia-se pela boca. Com uma mastigação correta, a produção de saliva é mais eficiente, o que ajuda a formar um bolo alimentar mais macio e fácil de ser deglutido, evitando vários problemas e desconfortos gástricos.

    Além disso, a mastigação mantém a força dos músculos do rosto, modela a forma do osso e a posição dos dentes, além de ser a primeira fase da digestão complementa a fonoaudióloga Paula Pinheiro.

    Para melhorar a digestão

    • Descanse os talheres no prato a cada mastigação.
    • Coloque pouca comida no garfo.
    • Escolha um local calmo e tranquilo para fazer suas refeições.
    • Evite realizar outras atividades durante a refeição (como ver TV, ler jornal ou acessar a internet).
    • Inicie a refeição com um prato ou porção generosa de salada. Enquanto mastiga lentamente as verduras e legumes, você ganha tempo para que a mensagem de saciedade chegue ao cérebro e se reduz a chance de repetir, por gula, o prato quente _ e mais calórico.
    •  Limite a ingestão de líquidos como acompanhamento da refeição a um copo de 200 ml. Dê preferência à água sem gás ou sucos naturais. Além de atrapalhar a digestão, o excesso de bebida pode aumentar o volume do estômago, fazendo com que a pessoa consuma uma maior quantidade de alimentos.

     

     

  • MEDITAÇÃO

    MEDITAÇÃO

    Em nosso dia a dia, nos vemos em volta de muitas decisões a serem tomadas, caminhos a decidir, pessoas a enfrentar. Tudo isso nos deixa cansados antes do tempo, ansiosos, temerosos com o futuro, inseguros com as decisões e com o corre-corre do dia a dia, e com a má alimentação, redes de fast foods, restaurantes sem controle nutricional, as pessoas estão mais propensas a terem sua pressão arterial desequilibrada, obesidade, dores musculares entre tantas outras doenças ou problemas decorrentes do estresse.

    As pressões do dia a dia fazem com que o indivíduo tenha um significado diferente da vida, pois este deixa de usufruir as diversidades e métodos simples e baratos para garantir uma melhor qualidade de vida. Se o destino da Humanidade é a evolução, então é preciso mudar o foco das atitudes, pensamentos e sentimentos, não estacionar no tempo e espaço e deixar fluir a vida, com mais leveza, consciência e amor próprio.

    A Arte de MEDITAR nada mais é que DITAR a si o controle emocional e mental. MEDITAÇÃO = ME DITA AÇÃO. Ou seja, com calma e equilíbrio é possível tomar diversas decisões e promover a sua própria vida condutas mais afortunadas. E em alguns testes, o índice de violência também diminui e muito, com grupos de meditação que aplicam a prática diariamente para essa finalidade, portanto, toda a comunidade se beneficia, pois a meditação também trabalha com o todo e não somente com o indivíduo.

    Quando resolvi adaptar este projeto, que inicialmente foi criado por uma empresa tendo como finalidade, aliviar o estresse e melhorar a autoestima dos funcionários, na época não havia o estudo dirigido de frases que hoje temos com a PNL (Programação Neurolinguística), e as diversas técnicas de meditação e mentalização que ela nos proporciona, e muito menos a preocupação em cuidar da alma das pessoas (tanto funcionários, alunos etc), já que o corpo é dividido em 4 partes: mental, físico, emocional e espiritual.

    Neste programa, são utilizadas algumas técnicas de PNL, meditação e aromaterapia, acompanhadas de orientações simples para uso diário, bem como exercícios de respiração para alívio do estresse.

    Quando as pessoas tomam consciência que são elas quem conduzem suas próprias vidas e passam a tomar as rédeas das situações, começam a ter uma melhor visualização dos fatos e a meditação proporciona a maior concentração e um quando mais amplo das possibilidades existentes para cada situação. Com isso a pessoa automaticamente volta a ser dona de si e realmente a SE DITAR novas regras para melhorar sua qualidade de sua vida. E é possível afirmar que para uma vida saudável, existe um corpo, mente e um espírito saudáveis. A mudança comportamental é inevitável e com isso a psicossomática ocorrerá positivamente.

    Por que a meditação faz bem a saúde?

    Já é conclusivo em diversos estudos e pesquisas feitos em instituições de credibilidade que a meditação:
    – tranqüiliza, dando equilíbrio emocional e mental;
    – proporciona maior concentração das tarefas mais simples até as mais complexas;
    – melhora a memória, uma vez que proporciona um controle mental;
    – o indivíduo também consegue seu controle emocional, evitando os altos e baixos emocionais que causam desequilíbrios até hormonais e em conseqüência levando o mesmo a doenças físicas.

    Como vários eventos na vida de uma pessoa podem desequilibrar toda sua estrutura física, emocional, mental e até espiritual, através das palestras que visam proporcionar o autoconhecimento e de forma adequada, elaborar um processo de melhorar os relacionamentos pessoais e interpessoais, é possível desenvolver, no grupo, o potencial de cada um e com isso eliminar pré-ocupações, nervosismo, irritabilidade, má alimentação somente na conscientização e meditação. Muitas doenças são psicossomáticas e através de processos milenares é possível a volta do equilíbrio energético e com isso o equilíbrio físico.

    FONTE: TERAPIA ALTERNATIVA PARA TODOS

  • ORAÇÃO PARA DESPRENDIMENTO

    ORAÇÃO PARA DESPRENDIMENTO

    oracao-para-desprendimentoGlorificado és Tu, ó meu Deus! Agradeço-Te por me haveres feito conhecer Aquele que é o Alvorecer de Tua mercê, a Aurora de Tua graça e o Santuário de Tua Causa.Imploro-Te, por Teu Nome, através do qual se tornaram níveas as faces dos que estão próximos

    Meu Deus, meu Senhor e meu Mestre! Desliguei-me de meus parentes e procurei, através de Ti, tornar-me independente de todos os que habitam na terra, e sempre pronto para receber o que a Teus olhos for louvável.

    Confere-me um bem que me torne independente de tudo, menos de Ti, e concede-me um quinhão mais amplo de Teus ilimitados favores.

    Em verdade és Tu o Senhor de graça abundante.

     

     

  • ORAÇÃO PARA PERDOAR

    ORAÇÃO PARA PERDOAR

    Seja Teu Nome minha lâmpada; Tua vontade, meu desejo; Tua aprovação, meu deleite.
    Para meus pecados és Tu, ó meu Senhor, a Eterna Clemência. Ao Te reconhecer, apressei-me a atingir a corte excelsa da Tua mercê. (mais…)

  • ORAÇÃO PELA HUMANIDADE

    ORAÇÃO PELA HUMANIDADE

    Deus, nosso Pai misericordioso e bom!

    Diante das sombras que se espalham sobre o nosso planeta, desejamos rogar a Sua ajuda, como jamais o fizemos antes.

    Sabemos que o Senhor é onisciente e sabe tudo o que acontece neste minúsculo grão de areia que chamamos Terra, mas desejamos externar a nossa singela oração. (mais…)

  • ORAÇÃO DE LOUVOR E GRATIDÃO

    ORAÇÃO DE LOUVOR E GRATIDÃO

    Desejaste ser conhecido pelos homens e assim, por uma palavra de Teus lábios, trouxeste a criação à existência e esculpiste o universo. Não há outro Deus senão Tu, o Escultor, o Criador, o Onipotente, o Mais Poderoso. (mais…)

  • ORAÇÃO PARA OS MORTOS

    ORAÇÃO PARA OS MORTOS

    Queres Tu expulsar, ó meu Deus, o ser que amparaste com Tua proteção, e consentes em afastar de Ti, ó meu Desejo, aquele para o qual foste um refúgio? Podes Tu humilhar a quem elevaste, ou esquecer aquele a quem deste o poder de se lembrar de Ti? (mais…)

  • ORAÇÃO PARA REMOÇÃO DAS DIFICULDADES

    ORAÇÃO PARA REMOÇÃO DAS DIFICULDADES

    Dos que por Ti anseiam? Tua grandeza dá-me testemunho.
    Todos que Te adoram têm por companheiros as suas lágrimas, e aqueles que a Ti se volvem têm o consolo de seus próprios gemidos; o alimento dos que se apressam a encontrar-Te são os fragmentos de seus corações despedaçados. (mais…)

  • ORAÇÃO PARA OS JOVENS

    ORAÇÃO PARA OS JOVENS

    Ó Senhor! Torna radiante este jovem e derrama Tua graça sobre este fraco!

    Concede-lhe conhecimento e, a cada amanhecer, aumenta-lhe as forças. (mais…)

  • ORAÇÃO PARA AS CRIANÇAS

    ORAÇÃO PARA AS CRIANÇAS

    Ó Senhor! Torna radiante este jovem e derrama Tua graça sobre este fraco!

    Concede-lhe conhecimento e, a cada amanhecer, aumenta-lhe as forças.

    (mais…)

  • ORAÇÃO PARA CURA

    ORAÇÃO PARA CURA

    Ó Deus, meu Deus! Peço-Te pelo oceano de Teu poder curador, pela fulgência da Estrela Matinal da Tua graça, por Teu Nome, através do qual dominaste teus servos, pela força preponderante de Tua Palavra excelsa, pela potência da Tua augustíssima presença.

    oracao-para-cura1Ó Deus, meu Deus! Peço-Te pelo oceano de Teu poder curador, pela fulgência do Alvorecer da Tua graça, por Teu Nome, através do qual dominaste Teus servos, pela força preponderante de Tua Palavra excelsa, pela potência da Tua augustíssima Pena, e por Tua mercê – a qual precedeu a criação de todos os que estão no céu e sobre a terra – peço-Te que, com as águas da Tua bondade, me purifiques de toda aflição e todo mal, de todas as faltas e fraquezas.

    Vês, ó meu Senhor, Teu suplicante esperando à porta de Tua bondade e aquele que em Ti depositou suas esperanças segurando-se à corda de Tua generosidade. Não lhe negues, eu Te imploro, o que ele busca no oceano da Tua graça e no Alvorecer da Tua misericórdia.

    Poderoso és para fazer o que Te apraz. Não há outro Deus além de Ti, O que sempre perdoa, o Mais Generoso.

     

  • ORAÇÃO PARA AJUDA

    ORAÇÃO PARA AJUDA

    Meu Deus, a Quem adoro, meu Rei, Alvo de meu desejo! Com que língua Te posso expressar minha gratidão? De minha incúria, Tu me despertaste.

    Eu me afastara, mas, ajudado por tua graça, volvi-me a Ti. Eu estava como morto;

    Ó Deus, meu Deus! Tu me vês imerso num oceano de angústias, cingido pelos fogos da opressão, em prantos na escuridão da noite. Insone, agito-me no leito e meus olhos lutam para avistar a luz matinal da fidelidade e fidedignidade. Estou agonizante como um peixe cujas entranhas ardem ao debater-se aterrorizado sobre a areia e, todavia, guardo sempre a esperança de que Tuas dádivas surjam de todos os lados.

    Ó Deus, meu Deus! Permite que os crentes de outras plagas obtenham um quinhão de Tua graça abundante; com Teu auxílio e generosidade infalíveis salva aqueles de Teus amados que nas terras mais distantes suspiram devido à amarga crueldade de seus inimigos. Senhor! Eles são os cativos de Teu amor, os prisioneiros de Tuas hostes; são as aves que voam nos céus de Tua guia, as baleias que nadam no oceano de Tuas dádivas, as estrelas cintilantes do horizonte de Teus dons. Eles são os defensores da fortaleza de Tua lei. São os estandartes de Tua lembrança entre os homens. São as fontes profusas de Tua compaixão divina, os mananciais de Teus favores e as nascentes de Tua graça.

    Guarda-os sempre em segurança com Teu olhar que a tudo protege. Ajuda-os a exaltar Teu Verbo; torna seus corações constantes em Teu amor; fortalece seus braços para que Te sirvam condignamente; em servitude, reforça-lhes os poderes.

    Através deles, difunde por toda parte Teus doces eflúvios; manifesta através deles Tuas Sagradas Escrituras; por intermédio deles torna conhecido o que provém de Tua Voz; torna-os instrumentos do cumprimento de Tuas Palavras; por meio deles, esparge Tua mercê.

    És, verdadeiramente, o Grande, o Poderoso. És, verdadeiramente, o Clemente, o Compassivo.

     

  • ORAÇÃO PARA O ANOITECER

    ORAÇÃO PARA O ANOITECER

    Ó meu Deus, meu Mestre, Alvo de meu desejo! Este servo Teu quer dormir à sombra da Tua misericórdia e repousar sob o pálio da Tua graça, implorando o Teu cuidado e a Tua proteção.

    Ó Tu que buscas a Verdade!

    Se desejares que Deus te abra os olhos, deverás suplicar a Deus, orar e comungar com Ele à meia-noite, dizendo:

    Ó Senhor, volvi a face para Teu Reino de Unidade, e estou imerso no mar da Tua misericórdia!

    Ó Senhor, esclarece meu espírito pela contemplação da Tua Luz nesta noite tenebrosa, e torna-me feliz com o vinho do Teu amor nesta maravilhosa era!

    Ó Senhor, faze-me ouvir Teu chamado e abre diante de mim as portas do Teu céu, para que eu possa ver Tua Glória e ser atraído para Tua Beleza.

    Em verdade, Tua é a dádiva; és o Generoso, o Misericordioso, o Clemente.

  • ORAÇÃO PARA O AMANHECER

    ORAÇÃO PARA O AMANHECER

    Despertei abrigado por Ti, ó meu Deus, e quem busca esse abrigo deve permanecer no Santuário da Tua proteção e na Fortaleza do Teu amparo.Ilumina o íntimo do meu ser, ó meu Senhor, com os esplendores do Alvorecer da Tua presença.

    Ó meu Deus e meu Mestre! Sou um servo Teu e filho de um de Teus Servos. Levantei-me do meu leito ao amanhecer, quando a Estrela Dalva da Tua Unidade brilhou na Aurora do Teu desígnio, irradiando-se por sobre o mundo inteiro, segundo fora prescrito nos livros do Teu Decreto.

    Louvor a Ti, ó meu Deus, por havermos despertado e percebido os esplendores da luz do Teu conhecimento. Faze, pois, descer sobre nós, ó meu Senhor, o que nos permita dispensar qualquer um salvo a Ti, e de tudo, menos de Ti, nos desprenda. Destina-me, também, e àqueles que me são caros e a todos os meus parentes, o bem deste mundo e do vindouro. Preserva-nos, então, ó Tu Amado da criação inteira e Alvo do desejo de todo o Universo – através da Tua proteção infalível – contra aqueles que se fizeram manifestantes do ente mau que sussurra nos corações dos homens. Poderoso és para fazer o que Te apraz. És, em verdade, o Onipotente, o Amparo no Perigo, O que Subsiste por Si Próprio.

    Abençoa, ó Senhor meu Deus, Aquele que estabeleceste acima de Teus mais excelentes títulos, por Cujo intermédio separaste os justos dos maus, e ajuda-nos, bondosamente, a fazermos o que Tu amas e desejas. Abençoa, também, ó meu Deus, Aqueles que são Tuas Palavras e Tuas Letras, e todos os que para Ti volveram a face, dirigindo-se ao Teu semblante e escutando o Teu chamado.

    Tu és, em verdade, o Senhor e Rei de todos os homens e tens poder sobre todas as coisas.

  • ORAÇÃO PARA TODOS OS LUGARES

    ORAÇÃO PARA TODOS OS LUGARES

    Bem-aventurado é o lugar,a casa e o coração, e bem-aventurada a cidade,a floresta, o mar, a montanha, o refúgio, a caverna e o vale.

    Ó Pai, visitai a nossa casa e afastai dela os ataques do inimigo. Que os Santos Anjos venham e nos guardem em paz, e que a Vossa bênção fique sempre conosco. Por Cristo, nosso Senhor.

    Senhor Jesus Cristo, ordenastes aos Santos Apóstolos que implorassem a paz sobre todos os habitantes da casa que visitavam. Peço-Vos que santifiqueis esta casa pela nossa oração confiante. Derramai sobre ela a vossa bênção e a plenitude de vossa paz.

    Entre nela a redenção, assim como entrou na casa de Zacarias quando Vós mesmos lá chegastes. Dai ordens aos vossos Anjos para que a protejam e afastem dela todos os poderes do mal. Concedei, ainda, que todos os seus habitantes Vos agradem pelas suas obras virtuosas, a fim de que, chegada a sua hora, mereçam ser acolhidos na vossa morada celeste. Assim Vos suplicamos no amor do ESPÍRITO SANTO, pelo Coração Imaculado da Virgem Maria.

    Que assim seja _/\_

  • A METAFÍSICA ATUAL

    A METAFÍSICA ATUAL

    A palavra “Metafísica” significa “além do físico, do material” (meta: além, e física: matéria). Assim, é compreensível que esse nome tenha sido dado a um “movimento de pensamento” que se difunde no Brasil, mais intensamente em São Paulo, há uns trinta anos, e que afirma e comprova que não somos seres passivos frente a um destino aleatório – cruel ou risonho, mas tão indecifrável quanto indeterminado – e sim agentes constantemente ativos, mesmo que nem sempre conscientes, de tudo aquilo que nos acontece de agradável ou desagradável. (mais…)

  • A BASE DE TODA METAFÍSICA

    A BASE DE TODA METAFÍSICA

    e nas vossas memórias
    como princípio e também como fim
    de toda a metafísica.

    (mais…)

  • A DUPLA METAFÍSICA

    A DUPLA METAFÍSICA

    A diferenciação existente na fundamentação da doutrina, a primeira parte baseando-se em princípios da experiência e a segunda baseando-se em princípios a priori. Para Kant, o conhecimento pressupõe a sensibilidade e o entendimento. A sensibilidade dá o conteúdo que é submetido às categorias do entendimento. (mais…)

  • SUCO PARA DIMINUIR O COLESTEROL

    SUCO PARA DIMINUIR O COLESTEROL

    sucoparadiminuirocolesterolIngredientes

    • ½ cenoura
    • ½ maçã média
    • 1 pedaço pequeno de gengibre
    • 2 ramos de salsinha

    O que comer: os nutricionistas recomendam o consumo de 15 a 30 gramas de fibras diárias, principalmente fibra solúvel, que permite a absorção de gorduras e açúcares seja mais lenta, regulando desse modo o colesterol.

    Os alimentos seguintes são indispensáveis: legumes, aveia, cevada, frutas (banana, maçã, morango). Lembre-se também de consumir gorduras saudáveis como as dos peixes, do azeite de oliva e de frutos secos como as nozes.

    O que não comer: evite ao máximos as gorduras saturadas e os alimentos industriais, assim como as carnes vermelhas, os embutidos, os lácteos, as frituras, o álcool e os doces. Lembre-se também de não consumir frutas em excesso, pois a frutose apresenta um papel relevante a formação de triglicerídeos.

    Para reduzir o colesterol, é imprescindível consumir vegetais, e um modo ideal de consegui-lo é mediante sucos e batidas. Nesse caso, as propriedades da beterraba são perfeitas para reduzir o colesterol, assim como os morangos, ricos em antioxidantes.

    Ingredientes

    • Uma beterraba
    • Meia xícara de morangos
    • Um punhado de Mirtilos
    • Suco de duas laranjas
    • Uma colherada de farelo de aveia

    Modo de Preparo

    1. Limpe bem os mirtilos, os morangos e a beterraba, corte-os em pequenos pedaços e bata no liquidificador, adicione a aveia e o suco de laranja.
    2. Agora, adicione meio copo de água e volte a bater até fique homogêneo e sem caroços.
    3. Consuma preferivelmente em jejum pelas manhãs todos os dias, ajudará a reduzir o colesterol.
  • SUCO DE CLOROFILA

    SUCO DE CLOROFILA

    sucodeclorofilaIngredientes

    • 1 talo de agrião
    • 1 talo de salsão
    • 1 colher de sopa de salsinha
    • 1 folha de couve

    A Clorofila é o pigmento verde das plantas, utiliza a energia das plantas para realizar a fotossíntese, passando a elaborar compostos e tecidos orgânicos a partir do dióxido de carbono e água.A clorofila  produz uma alta contagem sanguínea,  prove ferro para os órgãos,  limpa e desodoriza os tecidos intestinais,
    ajuda a purificar o fígado, diminui a fragilidade capilar, diminui a formação de muco (catarros), melhora a flora intestinal,
    regula a menstruação, melhora os problemas de açúcar no sangue (diabetes), melhora a produção de leite, limpa a estrutura dos dentes e gengivas, na piorréia, alivia hemorroidas, revitaliza o sistema vascular das pernas, reduz a dor causada por inflamações.

    Ingredientes:

    • 1 galho de hortelã
    • 1 talo de erva-doce
    • 1 galho de espinafre
    • 1 copo de água-de-coco ou água mineral
    • 1 maçã

     Preparo:

    Bater todos os ingredientes no liquidificador. Consuma em até 15 minutos após o preparo.

    Dose recomendada: tomar duas vezes por dia, de manhã cedo, em jejum e à noite.

     

  • CHÁ VERDE

    CHÁ VERDE

    Estudos indicam que o chá verde (Camellia Sinensis) é rico em substâncias antioxidantes, chamadas polifenóis, que evitam a ação destrutiva das moléculas de radicais livres que degeneram as células, auxiliando, por exemplo, na prevenção do câncer, tendo efeito anti-envelhecimento e na queima de gorduras.

    O chá verde também é rico em tanino que faz diminuir as taxas do LDL (colesterol ruim) e fortalece as artérias e veias favorecendo a prevenção de doenças cardíacas e circulatórias. Possui bioflavonoides e catequinas: substâncias que bloqueiam as alterações celulares que dão origem aos tumores.

    Um estudo feito nos Estados Unidos indica que o extrato de chá verde pode suprimir o crescimento de Helicobacter pylori (em vivo e em vitro). Um outro estudo feito na Coreia do Sul sugere que um polissacarídeo ácido encontrado no chá verde é significativamente efetivo na prevenção da adesão do H. pylori a células epiteliais humanas em cultura.

    O chá verde é diurético, também possui manganês, potássio, ácido fólico, vitamina C, vitamina K, vitamina B1 e a vitamina B2.

    Ingrediente

    10 gramas de chá verde de folhas 

    Preparo:

    Colocar as 10 gramas de folhas em uma frigideira e tostar levemente.
    Adicionar as folhas tostadas em 500 ml de água antes da fervura.
    Abafar por 3 minutos e coar em seguida.

    Dose recomendada:

    Tomar 2 copos mornos por dia do chá preparado.
    É aconselhável tomá-lo depois de uma caminhada ou exercício de 30 minutos, para melhor efeito.

     

  • CHÁ PARA CELULITE

    CHÁ PARA CELULITE

    sucocontraceluliteIngredientes

    • 10 gramas de cavalinha
    • 10 gramas de hera
    • 10 gramas de dente-de-leão
    • 1 copo de água

    Quase todas as mulheres têm celulite, ainda que a intensidade da mesma possa variar bastante de pessoa para pessoa. Localizada nos glúteos, coxas e barriga, a celulite surge quando uma camada de gordura é empurrada contra o tecido conjuntivo da pele, causando aquela aparência desagradável com a qual a maioria de nós está acostumada.

    A melhor forma de reduzir e eliminar a celulite é através de uma alimentação balanceada e a prática regular de atividade física. No entanto, podemos obter uma ajuda extra de algumas infusões, feitas com ervas que possuem propriedades capazes de combater os temidos furinhos na pele.

    Hoje, iremos falar sobre três infusões muito simples que devem ser incluídas no seu dia a dia se você desejar melhorar a aparência da celulite.

    Preparo:

    Fazer o chá da hera, cavalinha e do dente-de-leão, por
    infusão.
    Dose recomendada: três vezes ao dia, após as refeições

    Principais Elementos Terapêuticos:

    Hera: tem propriedades adstringentes e diminui inflamações.
    Dente-de-leão: depurativo do sangue, tem efeito laxante e depurativo,
    fazendo desta planta, uma arma no combate à celulite.
    Cavalinha: contém esteroides, é diurética potente, fortalece os ossos e os
    tecidos, combate a celulite.

     

  • SUCO DE TOMATE

    SUCO DE TOMATE

    Sabemos que para emagrecer com saúde precisamos adotar hábitos saudáveis, na alimentação e no modo de vida. Praticar exercícios e adotar uma alimentação balanceada são essenciais na busca pela boa forma física. E são complementares, um sem o outro faz somente parte do trabalho.

    Mas vamos direcionar para a alimentação saudável. O que é ter uma alimentação saudável? É comer de forma equilibrada, é escolher com cuidado os alimentos – e saber quais alimentos escolher, é cuidar para não ingerir muita gordura saturada, muitas calorias e demais componentes que não fazem muito bem à nossa saúde.

    Para isso, precisamos saber quem são os nossos aliados, e os líquidos são aliados poderosos e essenciais em qualquer programa de redução de peso, abaixo receita de suco de tomate.

    Ingredientes

    2 tomates maduros picados e sem semente

    • 2 copos de água
    • 1 colher de chá de sal
    • 1 galinho de hortelã

    Preparo

    Bater tudo no liquidificador por tempo suficiente que possa triturar bem o tomate.
    O ideal é tomar sem coar por causa das fibras.

    Principal Elemento Terapêutico:

    Tomate: potente anticancerígeno, em virtude do licopeno. Vitaminas: A e C. Minerais: potássio e cálcio.

     

  • CREME DE ERVILHA

    CREME DE ERVILHA

    Ingredientes

    • 500g de ervilhas em grãos secos
    • 1,5 l de água
    • ghee
    • 1 cebola
    • 150 g de tofu defumado picado>
    • 2 dentes de alho picados
    • 2 colheres de (chá ) de óleo
    • cheiro verde a gosto
    • sal a gosto

    Modo de Preparo

    cremedeervilhaDeixe de molho a ervilha por 1 hora, cozinhe por 30 a 40 minutos
    Depois de cozido deixe esfriar por algum minutos e por no liquidificador bater até desmanchar, coloque água aos poucos (cuidado para não por muita água) até virar um creme, e reserve
    E em outra panela frite o alho em seguida o tofu defumado e despeje o creme de ervilha que estava reservado, experimente o sal e sirva com torradas